Indicadores do Brasil
PIB — variação real anual
2,3%
2025, −1,1 p.p.
Quanto a economia brasileira cresceu ou encolheu em cada ano, já descontada a inflação.
PIB nominal (a preços correntes)
R$ 12,74 tri
2025, +8,1%
O tamanho da economia brasileira em reais de cada ano, sem correção pela inflação.
PIB a preços de 2025 (corrigido pelo IPCA)
R$ 12,74 tri
2025, +3,0%
O PIB de cada ano trazido para o poder de compra de 2025, para comparar décadas sem a ilusão da inflação.
PIB em dólares (câmbio médio do ano)
US$ 2,28 tri
2025, +4,3%
O tamanho da economia brasileira em dólares, convertido pela cotação média de cada ano.
IPCA — variação acumulada em 12 meses
4,58%
set/2026, +0,36 p.p.
A inflação oficial do Brasil nos últimos doze meses — o número que o Banco Central persegue e que o noticiário chama simplesmente de "a inflação".
IPCA — variação mensal
0,82%
set/2026, +1,14 p.p.
Quanto os preços subiram ou caíram em cada mês, desde janeiro de 1980 — o dado que o IBGE divulga uma vez por mês.
IPCA — variação acumulada no ano
3,95%
set/2026, +0,84 p.p.
Quanto os preços subiram desde 1º de janeiro até cada mês — e, em dezembro, a inflação fechada daquele ano.
IPCA — número-índice (dezembro de 1993 = 100)
7.695,82
set/2026, +0,8%
O nível de preços de cada mês numa régua só — é com esta série que se corrige um valor de uma data para outra.
IPCA-15 — variação acumulada em 12 meses
4,47%
set/2026, +0,23 p.p.
A inflação de doze meses pela prévia do IBGE — o primeiro sinal de para onde vai o IPCA acumulado, duas semanas antes dele.
IPCA-15 — variação mensal
0,70%
set/2026, +1,10 p.p.
Quanto os preços subiram ou caíram entre a metade de um mês e a metade do seguinte, desde maio de 2000 — a prévia mensal da inflação.
IPCA-15 — variação acumulada no ano
3,82%
set/2026, +0,73 p.p.
A prévia acumulada desde janeiro até a metade de cada mês.
IPCA-15 — número-índice (dezembro de 1993 = 100)
7.542,94
set/2026, +0,7%
O nível de preços da prévia em cada mês numa régua só, desde maio de 2000.
Taxa de desocupação (desemprego)
5,4%
abr–jun 2026, −0,2 p.p.
A fatia da força de trabalho que procurou emprego e não encontrou, no trimestre móvel encerrado em cada mês.
Pessoas desocupadas
5,86 milhões
abr–jun 2026, −3,4%
Quantas pessoas estavam procurando trabalho sem encontrar, em cada trimestre móvel.
Taxa composta de subutilização da força de trabalho
12,9%
abr–jun 2026, −0,4 p.p.
A medida ampla do desemprego: soma aos desocupados quem trabalha menos do que gostaria e quem quer trabalhar mas não procurou.
Nível da ocupação
58,8%
abr–jun 2026, +0,2 p.p.
A fatia da população em idade de trabalhar que está ocupada — o contraponto direto à taxa de desemprego.
ICVA — variação real das vendas do varejo
−3,9%
set/2026, −1,8 p.p.
Quanto as vendas do varejo cresceram ou caíram contra o mesmo mês do ano anterior, já descontada a inflação: o número que a Cielo divulga como manchete.
ICVA — variação real com ajuste de calendário
−4,5%
set/2026, −3,4 p.p.
A variação real das vendas do varejo sem o efeito de dias úteis, fins de semana e feriados: a série para ler se o consumo está acelerando ou freando.
ICVA — variação nominal das vendas do varejo
1,2%
set/2026, −0,9 p.p.
Quanto a receita do varejo cresceu em reais correntes contra o mesmo mês do ano anterior, sem descontar a inflação: o que o lojista vê no caixa.
ICVA — variação nominal com ajuste de calendário
0,7%
set/2026, −2,7 p.p.
A variação da receita do varejo em reais correntes, sem o efeito de dias úteis, fins de semana e feriados.
Meta da taxa Selic (Copom)
14,00%
06/08/2026, −0,25 p.p.
A taxa básica de juros da economia brasileira — o alvo que o Copom define a cada reunião e que serve de referência para todo o resto do crédito.
Taxa Selic efetiva (% a.a.)
13,95%
ago/2026, −0,20 p.p.
A taxa que de fato correu no mercado em cada mês, anualizada — o rendimento real do dinheiro parado em Selic, não o alvo do Copom.
Juros reais (Selic descontada a inflação)
9,83%
jul/2026, +0,14 p.p.
O que sobrou da Selic depois da inflação em cada janela de doze meses — o juro que de fato mede o custo do dinheiro no Brasil.
Dólar (PTAX, média mensal)
R$ 5,15
ago/2026, +0,8%
Quantos reais compra um dólar, pela média mensal da PTAX de venda que o Banco Central publica — desde julho de 1994, o primeiro mês do real.
Variação anual do dólar (PTAX, dez/dez)
−11,1%
2025, −39,0 p.p.
Quanto o dólar subiu ou caiu em reais a cada ano, pela PTAX do último dia útil de dezembro contra a do dezembro anterior — desde 1995.
IDH — Índice de Desenvolvimento Humano (PNUD)
0,786
2023, +0,006
O índice do PNUD que resume expectativa de vida, escolaridade e renda em um número de 0 a 1 — o mesmo com que o Brasil aparece no ranking mundial.
IDHM — Índice de Desenvolvimento Humano Municipal
0,805
2024, +0,007
A adaptação brasileira do IDH, calculada para o país, para os 27 estados e para os municípios — a régua com que se compara uma cidade com outra.
IDHM Educação
0,798
2024, +0,009
A dimensão de educação do IDHM: escolaridade da população adulta e fluxo escolar da população jovem.
IDHM Longevidade
0,860
2024, +0,003
A dimensão de saúde do IDHM: a esperança de vida ao nascer, reescalada entre 25 e 85 anos.
IDHM Renda
0,760
2024, +0,008
A dimensão de renda do IDHM: a renda per capita, numa escala em que cada ponto a mais custa cada vez mais dinheiro.
Pobreza por linha de renda (pessoas)
26,5%
2024, −3,3 p.p.
Fatia da população brasileira com renda domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza que o Brasil reporta à ONU (indicador ODS 1.2.1).
Pobreza extrema por linha de renda (pessoas)
4,7%
2024, −1,1 p.p.
Fatia da população brasileira com renda domiciliar per capita abaixo da linha internacional de pobreza extrema (indicador ODS 1.1.1).
Resultado primário do setor público (% do PIB)
−1,19%
jun/2026, −0,05 p.p.
O resultado acumulado em doze meses de todo o setor público, medido contra o tamanho da economia.
Resultado primário acumulado em 12 meses (R$)
R$ −157,2 bi
jun/2026, −5,5%
O mesmo resultado do setor público consolidado, em reais correntes, somando os doze meses encerrados em cada mês.
Resultado primário do mês (R$)
R$ −55,3 bi
jun/2026, +1,5%
O resultado do setor público consolidado em cada mês fechado — o número que o Banco Central divulga uma vez por mês.
Resultado primário do governo central (% do PIB)
−1,06%
jun/2026, −0,02 p.p.
A parte federal da conta — Tesouro, INSS e Banco Central —, acumulada em doze meses e em % do PIB.
Resultado primário de estados e municípios (% do PIB)
−0,07%
jun/2026, −0,04 p.p.
O resultado somado dos 26 estados, do Distrito Federal e dos municípios, acumulado em doze meses.
Resultado primário das estatais (% do PIB)
−0,06%
jun/2026, +0,01 p.p.
A terceira parte da conta: as empresas estatais federais, estaduais e municipais — sem Petrobras nem Eletrobras.
Reservas internacionais (conceito caixa)
US$ 372,6 bi
ago/2026, +0,8%
Quanto o Banco Central tem em dólares, ouro e outros ativos em moeda forte — o colchão que o país usa contra fuga de capital e crise cambial.
1971–2026, fonte Banco Central do Brasil — SGS 3546 (reservas internacionais, conceito caixa)
Dívida bruta do governo geral (% do PIB)
81,93%
jun/2026, +0,88 p.p.
Quanto o governo federal, os estados e os municípios devem, somado, em proporção ao tamanho da economia — o indicador de solvência mais citado do debate fiscal brasileiro.
Dívida bruta do governo geral (R$)
R$ 10,81 tri
jun/2026, +1,8%
O mesmo estoque em dinheiro, sem o denominador — o número que só cresce, e que é o que o país de fato deve.
Dívida líquida do setor público (% do PIB)
68,48%
jun/2026, +0,59 p.p.
A dívida descontados os créditos do setor público — reservas internacionais, empréstimos ao BNDES —, que foi a âncora fiscal do país até meados dos anos 2010.
Bolsa Família — famílias beneficiárias
19,30 milhões
jul/2026, −0,3%
Quantas famílias receberam o benefício em cada mês, desde jan/2004.
Bolsa Família — famílias com o benefício substituído pelo Auxílio Emergencial
9,61 milhões
out/2021, −1,8%
Quantas famílias do programa receberam, no mês, o Auxílio Emergencial no lugar do Bolsa Família.
Bolsa Família — pessoas beneficiárias
49,75 milhões
jul/2026, −0,7%
Quantas pessoas vivem nas famílias atendidas — o contingente real alcançado pelo programa.
Bolsa Família — cobertura da população
23,3%
jul/2026, −0,2 p.p.
Que fatia da população brasileira vive em família beneficiária do programa.
Bolsa Família — pessoas por família beneficiária
2,58
jul/2026, −0,5%
O tamanho médio da família atendida — o indicador que denunciou a explosão de cadastros unipessoais em 2022.
Bolsa Família — valor pago no mês
R$ 13,1 bi
jul/2026, −0,1%
Quanto o programa transferiu às famílias em cada mês, em reais correntes.
Bolsa Família — valor pago no mês, a preços de julho de 2026
R$ 13,1 bi
jul/2026, −0,1%
O mesmo valor mensal, corrigido pelo IPCA — o que cada mês do passado custaria em dinheiro de hoje.
Bolsa Família — valor pago em 12 meses
R$ 154,9 bi
jul/2026, −0,1%
O custo anual do programa: a soma dos doze meses encerrados em cada mês, em reais correntes.
Bolsa Família — gasto em % do PIB
1,17%
jul/2026, −0,01 p.p.
O custo anual do programa medido contra o tamanho da economia — a régua que permite comparar 2005 com hoje.
Bolsa Família — benefício médio por família
R$ 678
jul/2026, +0,2%
Quanto uma família recebeu em média por mês, em reais correntes.
Bolsa Família — benefício médio por família, a preços de julho de 2026
R$ 678
jul/2026, +0,1%
O benefício médio corrigido pelo IPCA — a série que mostra quando o programa perdeu poder de compra.
Bolsa Família — benefício médio por pessoa
R$ 263
jul/2026, +0,6%
Quanto o programa transfere por pessoa alcançada, em reais correntes.
Bolsa Família — benefício médio por pessoa, a preços de julho de 2026
R$ 263
jul/2026, +0,6%
O benefício por pessoa corrigido pelo IPCA.
Bolsa Família — novas concessões
275 mil
jul/2026, −13,9%
Quantas famílias entraram no programa em cada mês.
Bolsa Família — cancelamentos
337 mil
jul/2026, +134,2%
Quantas famílias saíram definitivamente do programa em cada mês.
Bolsa Família — bloqueios
174 mil
jul/2026, +97,9%
Benefícios retidos temporariamente, em geral por cadastro desatualizado ou indício de irregularidade.
Bolsa Família — suspensões
45 mil
jul/2026, +18,7%
Benefícios parados por prazo determinado — o degrau entre o bloqueio e o cancelamento.
Bolsa Família — proporção de crianças e adolescentes
44,7%
fev/2026, −0,6 p.p.
Que fatia dos beneficiários tem menos de 18 anos — o número que define o que o programa é.
Bolsa Família — beneficiários de 0 a 6 anos
8,47 milhões
fev/2026, −1,1%
Crianças na primeira infância atendidas pelo programa — a faixa que recebe o adicional de R$ 150.
Bolsa Família — beneficiários de 7 a 17 anos
13,57 milhões
fev/2026, −0,9%
Crianças e adolescentes em idade escolar — a faixa sujeita à condicionalidade de frequência.
Bolsa Família — beneficiários de 18 a 59 anos
25,65 milhões
fev/2026, −0,9%
Os adultos em idade de trabalhar nas famílias atendidas.
Bolsa Família — beneficiários de 60 anos ou mais
1,20 milhões
fev/2026, −0,5%
Os idosos nas famílias atendidas — a menor das quatro faixas, e por desenho.
Bolsa Família — famílias com responsável mulher
83,7%
jul/2026, −0,2 p.p.
Fatia das famílias beneficiárias em que o responsável familiar — quem recebe o dinheiro — é uma mulher.
Bolsa Família — mulheres beneficiárias
28,72 milhões
fev/2026, −0,9%
Quantas mulheres vivem nas famílias atendidas pelo programa.
Bolsa Família — homens beneficiários
20,17 milhões
fev/2026, −0,9%
Quantos homens vivem nas famílias atendidas pelo programa.
Bolsa Família — famílias em extrema pobreza
13,06 milhões
jul/2026, −0,4%
Famílias beneficiárias cuja renda por pessoa, antes do benefício, está abaixo da linha de extrema pobreza do programa.
Bolsa Família — famílias em pobreza
4,07 milhões
jul/2026, +0,4%
Famílias beneficiárias na faixa de pobreza — acima da linha de extrema pobreza e dentro do critério do programa.
Bolsa Família — famílias indígenas
263 mil
jul/2026, +0,9%
Famílias indígenas beneficiárias do programa, desde ago/2012.
Bolsa Família — famílias quilombolas
309 mil
jul/2026, +0,8%
Famílias quilombolas beneficiárias do programa, desde ago/2012.
Bolsa Família — famílias de grupos tradicionais e específicos
4,21 milhões
jul/2026, +0,7%
O conjunto dos grupos populacionais tradicionais e específicos atendidos — indígenas, quilombolas, ciganos, ribeirinhos, extrativistas e outros.
Bolsa Família — índice de gestão descentralizada (IGD-M)
0,860
jun/2026, −0,2%
A nota de 0 a 1 que mede a qualidade da gestão municipal do programa e define quanto o município recebe para operá-lo.
Bolsa Família — acompanhamento da condicionalidade de saúde
83,4%
jun/2026, 0,0 p.p.
Fatia do público de saúde do programa — crianças até 7 anos e gestantes — que teve o acompanhamento efetivamente registrado.
Bolsa Família — acompanhamento da condicionalidade de educação
85,0%
jun/2026, 0,0 p.p.
Fatia das crianças e adolescentes do programa cuja frequência escolar foi efetivamente informada.
Cadastro Único — famílias cadastradas
43,22 milhões
ago/2026, +0,4%
Quantas famílias estão registradas no Cadastro Único — a base de onde o Bolsa Família e outros programas selecionam.
Cadastro Único — pessoas cadastradas
97,71 milhões
ago/2026, +0,3%
Quantas pessoas estão registradas no Cadastro Único.
Cadastro Único — taxa de atualização cadastral
88,2%
jun/2026, −0,2 p.p.
Fatia dos cadastros de baixa renda atualizados nos últimos dois anos — a medida de quão confiável é a base.
Mortes violentas intencionais (MVI)
40.775
2025, −7,8%
A soma de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e morte por intervenção policial, como as polícias registram.
Taxa de mortes violentas intencionais
19,1
2025, −8,2%
MVI por 100 mil habitantes, a régua com que o Fórum compara estados e anos.
Homicídios dolosos
32.914
2025, −9,7%
Vítimas de homicídio doloso no registro das polícias estaduais.
Latrocínios
807
2025, −16,7%
Vítimas de roubo seguido de morte.
Mortes a esclarecer
10.438
2022, +11,6%
Mortes violentas que a polícia registrou sem conseguir dizer o que foram — o buraco na estatística de homicídio.
Homicídios registrados
42.590
2024, −6,9%
Mortes por agressão e por intervenção legal registradas nas declarações de óbito, de 1989 em diante.
Taxa de homicídios
20,0
2024, −7,3%
Homicídios por 100 mil habitantes — o número que permite comparar anos, e o que a ONU usa para comparar países.
Homicídios estimados
49.502
2023, −5,5%
O total corrigido pelos homicídios que o sistema de saúde classificou como morte de causa indeterminada.
Homicídios ocultos
3.755
2023, −37,2%
Quantos homicídios ficaram escondidos dentro das mortes classificadas como de causa indeterminada.
Homicídios de homens
41.744
2023, −1,8%
Nove em cada dez vítimas de homicídio no Brasil são homens.
Taxa de homicídios de homens
40,6
2022, −3,5%
Homicídios de homens por 100 mil homens.
Homicídios de mulheres
3.903
2023, +2,5%
Mulheres mortas por agressão ou intervenção legal — a série que quase não se moveu enquanto a masculina caía.
Taxa de homicídios de mulheres
3,5
2022, −1,4%
Homicídios de mulheres por 100 mil mulheres, de 1980 em diante.
Homicídios de negros
35.213
2023, −0,9%
Pessoas pretas e pardas mortas por agressão ou intervenção legal.
Taxa de homicídios de negros
29,7
2022, −4,2%
Homicídios de pessoas pretas e pardas por 100 mil pessoas pretas e pardas.
Homicídios de não negros
9.485
2023, −7,1%
Pessoas brancas, amarelas e indígenas mortas por agressão ou intervenção legal.
Taxa de homicídios de não negros
10,8
2022, +0,1%
Homicídios de pessoas brancas, amarelas e indígenas por 100 mil.
Homicídios de jovens
21.856
2023, −4,4%
Mortes por agressão ou intervenção legal de pessoas de 15 a 29 anos.
Taxa de homicídios de jovens
46,6
2022, −5,0%
Homicídios de pessoas de 15 a 29 anos por 100 mil jovens.
Homicídios de jovens homens
20.444
2023, −4,8%
O cruzamento que concentra a violência letal do país: homens de 15 a 29 anos, a série mais longa da família.
Homicídios de jovens mulheres
1.412
2023, +2,1%
Mulheres de 15 a 29 anos mortas por agressão ou intervenção legal.
Homicídios de mulheres (registro policial)
3.539
2025, −5,1%
Todas as mulheres assassinadas, com ou sem a qualificadora de feminicídio.
Feminicídios
1.571
2025, +4,5%
Mulheres mortas por razões da condição de sexo feminino, na qualificadora criada em 2015.
Proporção de feminicídios
44,4%
2025, +4,0 p.p.
Quanto dos homicídios de mulheres é registrado como feminicídio — de 9,4% em 2015 para 44,4% em 2025.
Estupros e estupros de vulnerável
84.388
2025, −5,0%
Registros policiais de estupro e estupro de vulnerável, a série de crime não letal mais longa que o Anuário publica para o Brasil.
2009–2025, fonte Fórum Brasileiro de Segurança Pública — 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026)
Homicídios por arma de fogo
30.789
2023, −8,3%
Mortes por agressão com disparo de arma de fogo, de 1980 em diante.
Taxa de homicídios por arma de fogo
15,7
2022, +1,3%
Mortes por disparo de arma de fogo por 100 mil habitantes.
Óbitos por arma de fogo
34.236
2023, −4,7%
Todas as mortes causadas por arma de fogo — agressão, suicídio, acidente e intervenção legal.
Taxa de óbitos por arma de fogo
16,8
2022, −1,6%
Mortes por arma de fogo, de qualquer causa, por 100 mil habitantes.
Suicídios por arma de fogo
1.143
2023, +4,7%
Mortes autoprovocadas com arma de fogo, de 1979 em diante.
Mortes por intervenção policial
2.644
2024, +14,8%
Mortes classificadas como intervenção legal na declaração de óbito — o que a imprensa chama de auto de resistência.
Taxa de mortes por intervenção policial
1,2
2024, +13,8%
Mortes por intervenção legal por 100 mil habitantes, de 1980 em diante.
Mortes por intervenção policial (registro policial)
6.602
2025, +5,9%
Mortes decorrentes de intervenção policial como as próprias polícias registram — muito acima do que a declaração de óbito capta.
Mortes violentas
152.945
2022, +2,4%
Todos os óbitos por causas externas: trânsito, quedas, afogamento, envenenamento, suicídio, agressão e intervenção legal.
Mortes violentas por causa indeterminada
13.896
2023, −10,5%
Mortes violentas que o sistema de saúde não conseguiu classificar como acidente, suicídio ou homicídio.
Suicídios
16.751
2024, −1,5%
Mortes por lesão autoprovocada — a série de morte violenta que subiu enquanto o homicídio caía.
Taxa de suicídios
7,9
2024, −1,9%
Suicídios por 100 mil habitantes, de 1980 em diante.
Suicídios de homens
13.244
2023, +2,6%
Cerca de três em cada quatro suicídios no Brasil são de homens.
Suicídios de mulheres
3.758
2023, +5,8%
Mortes por lesão autoprovocada de vítimas do sexo feminino.
Roubos
610.959
2025, −18,0%
O total de roubos registrados no país — uma queda de mais da metade em sete anos.
Estelionatos
2.261.055
2025, +3,1%
Registros de estelionato, incluindo o praticado por meio eletrônico — o crime que mais cresce no Brasil.
Roubos e furtos de celulares
792.284
2025, −7,3%
O total de aparelhos subtraídos por ano, somando roubo e furto.
Roubos de celulares
308.723
2025, −18,3%
Aparelhos levados com violência ou ameaça à pessoa.
Furtos de celulares
483.561
2025, +1,3%
Aparelhos levados sem violência — a série que subiu enquanto o roubo caía.
Roubos de veículos
104.491
2025, −17,3%
Veículos levados com violência ou grave ameaça.
Furtos de veículos
203.949
2025, −6,9%
Veículos levados sem violência — mais numerosos que os roubados.
Pessoas desaparecidas
84.269
2025, +4,0%
Registros de pessoas desaparecidas no país. É uma das poucas estatísticas de segurança em que o Brasil não sabe dizer quantos casos seguem abertos.
2015–2025, fonte Fórum Brasileiro de Segurança Pública — 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026)
Registros de arma de fogo ativos
2.171.213
2025, +0,8%
Registros de arma de fogo ativos no Sinarm, o cadastro da Polícia Federal para civis — o número que triplicou entre 2017 e 2025.
2017–2025, fonte Fórum Brasileiro de Segurança Pública — 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026)
População prisional
964.668
2025, +6,1%
Todas as pessoas privadas de liberdade no Brasil, no sistema penitenciário e sob custódia das polícias.
Presos no sistema penitenciário
960.976
2025, +6,1%
Pessoas custodiadas em unidades da administração penitenciária.
Presos sob custódia das polícias
3.692
2025, −1,6%
Pessoas presas em delegacias e carceragens — a série que encolheu 94% enquanto a prisional crescia.
Adolescentes em medida socioeducativa de meio fechado
12.203
2025, +1,2%
Adolescentes cumprindo medida socioeducativa em meio fechado, de 1996 em diante: internação, internação provisória, semiliberdade e internação-sanção.
1996–2025, fonte Fórum Brasileiro de Segurança Pública — 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026)
Fundo eleitoral — montante autorizado
R$ 5,0 bi
2026, 0,0%
Quanto o Congresso autorizou de dinheiro público para financiar campanhas em cada eleição desde 2018 — R$ 4,96 bilhões em 2026.
Fundo eleitoral — montante corrigido pela inflação
R$ 5,0 bi
2026, −9,3%
O mesmo fundo eleitoral, com todos os ciclos trazidos para o poder de compra da eleição mais recente — a série que mostra o congelamento nominal como a queda que ele é.
Fundo eleitoral — recebido pelas campanhas
R$ 2,3 bi
2026, −51,6%
Quanto do fundo eleitoral chegou de fato às candidaturas, pelo que elas declararam ao TSE — sempre menos que o autorizado.
Candidaturas que receberam fundo eleitoral
6.406
2026, −95,3%
Quantas candidaturas receberam ao menos um centavo do fundo eleitoral em cada eleição — o denominador que falta quando se lê só o total.
Fundo eleitoral por candidatura
R$ 360.962
2026, +937,3%
O valor médio que cada candidatura financiada pelo fundo eleitoral recebeu — uma média que a concentração dentro de cada partido torna quase ficcional.
Fundo eleitoral — PL
R$ 659 mi
2026, −19,0%
Quanto as campanhas do PL declararam ter recebido do fundo eleitoral em cada eleição desde 2018.
Fundo eleitoral — PT
R$ 356 mi
2026, −34,5%
Quanto as campanhas do PT declararam ter recebido do fundo eleitoral em cada eleição desde 2018.
Fundo eleitoral — União Brasil
R$ 162 mi
2026, −68,0%
Quanto as campanhas do União Brasil declararam ter recebido do fundo eleitoral em cada eleição desde 2018.
Fundo eleitoral — PSD
R$ 234 mi
2026, −46,7%
Quanto as campanhas do PSD declararam ter recebido do fundo eleitoral em cada eleição desde 2018.
Fundo eleitoral — PP
R$ 195 mi
2026, −49,2%
Quanto as campanhas do PP declararam ter recebido do fundo eleitoral em cada eleição desde 2018.
Fundo eleitoral — MDB
R$ 5 mi
2026, −98,9%
Quanto as campanhas do MDB declararam ter recebido do fundo eleitoral em cada eleição desde 2018.
Fundo eleitoral — demais partidos
R$ 701 mi
2026, −57,2%
O fundo eleitoral que foi para todos os partidos fora dos seis maiores — e para as legendas que já não existem.
Financiamento de campanha — fundo eleitoral
R$ 2,3 bi
2026, −51,6%
A parcela do dinheiro de campanha que veio do fundo eleitoral — a maior das três fontes desde 2018, com uma exceção.
Financiamento de campanha — fundo partidário
R$ 86 mi
2026, −61,5%
O outro dinheiro público: quanto do fundo partidário os partidos aplicaram em campanha, e não na manutenção da legenda.
Financiamento de campanha — recursos privados
R$ 192 mi
2026, −89,2%
O que sobrou do financiamento privado depois de o STF proibir a doação de empresas: doações de pessoas físicas, dinheiro do próprio candidato e vaquinha.
Fundo eleitoral — candidaturas de mulheres
R$ 719 mi
2026, −46,0%
Quanto do fundo eleitoral foi para candidaturas de mulheres, e como isso se compara ao piso de 30% que a Justiça Eleitoral impôs aos partidos.
Fundo eleitoral — candidaturas de homens
R$ 1,6 bi
2026, −53,7%
Quanto do fundo eleitoral foi para candidaturas de homens — a maior parte dele em todas as eleições desde 2018.
Fundo eleitoral — candidaturas de pessoas negras
R$ 709 mi
2026, −62,3%
Quanto do fundo eleitoral foi para candidaturas de pessoas pretas e pardas — a fatia que mais cresceu desde que a regra de proporcionalidade racial passou a valer.
Fundo eleitoral — candidaturas de pessoas brancas
R$ 1,6 bi
2026, −44,6%
Quanto do fundo eleitoral foi para candidaturas de pessoas brancas — maioria do fundo em todos os ciclos, com folga decrescente.
Fundo eleitoral — candidaturas de pessoas amarelas e indígenas
R$ 25 mi
2026, −33,2%
A menor das faixas do fundo eleitoral por cor ou raça, somando as candidaturas declaradas amarelas e indígenas.
Fundo eleitoral — cor ou raça não declarada
R$ 0 mi
2026, −100,0%
O fundo eleitoral que foi para candidaturas sem cor ou raça informada no registro — a faixa que existe para que a soma feche.
