O texto foi escrito em 21 de julho de 2026, dois dias após a derrota para a Espanha na final da Copa do Mundo, mas a divulgação foi adiada devido à morte do pai, Jorge Messi, em 8 de agosto.
Messi encerra a passagem pela seleção como maior artilheiro (125 gols) e recordista de partidas (207), além de 66 assistências.
O jogador afirma na carta que a decisão 'doeu e ainda dói na alma', mas que a perda do pai o deixou 'mais convencido do que antes' de que este é o momento certo.
O anúncio gerou grande comoção nacional na Argentina, com torcedores e analistas expressando preocupação sobre o futuro da equipe sem o capitão.
Messi jura ter 'sempre dado tudo' de si pela seleção e declara que 'vêm por aí jovens muito talentosos' que merecem o espaço.