O telescópio segue viagem de três meses até o ponto de Lagrange 2, a cerca de 1,6 milhão de quilômetros da Terra, com as primeiras imagens previstas para o início de 2027.
A missão visa mapear mais de dois bilhões de galáxias e buscar 100 mil exoplanetas.
O projeto utiliza tecnologia originalmente desenvolvida para satélites espiões do Escritório Nacional de Reconhecimento.
O Wide Field Instrument é uma câmera infravermelha de 300 megapixels com 18 detectores 4K e deve mapear o céu mil vezes mais rápido que o Hubble.
O Coronógrafo do observatório vai fotografar planetas do tipo Júpiter, um passo em direção à tecnologia que futuras missões pretendem usar para imagens diretas de planetas do tipo Terra.
Segundo a NASA, o projeto foi entregue antes do prazo e dentro do orçamento de US$ 4 bilhões, sendo a quarta missão primária da agência lançada em um Falcon Heavy.
Roman vai transmitir 1,4 terabyte de dados por dia, a maior taxa entre as missões de astrofísica já lançadas pela NASA.