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Financiamento de campanha — recursos privados

O que sobrou do financiamento privado depois de o STF proibir a doação de empresas: doações de pessoas físicas, dinheiro do próprio candidato e vaquinha.

2026

R$ 192 mi

vs. 2024

−89,2%

Série

2018 a 2026

O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.

Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.

O que é este indicador

Tudo o que financiou campanha sem ser dinheiro público: doações de pessoas físicas, recursos do próprio candidato, financiamento coletivo, rendimentos e comercialização de bens.

Empresa não pode doar desde 2015. O STF declarou inconstitucional a doação de pessoas jurídicas a campanhas e partidos (ADI 4650), e a criação do fundo eleitoral em 2017 foi a resposta do Congresso ao buraco. Esta série é o que restou do lado privado.

Doação de pessoa física domina, e é mais concentrada do que parece. A maior parte vem de poucos doadores de valor alto, não de muitas doações pequenas — a vaquinha eleitoral existe e é marginal no total.

Recurso próprio não é doação. Dinheiro do próprio candidato entra aqui e é uma parcela relevante: é o que faz o financiamento privado favorecer quem já tem patrimônio.

Série completa

PeríodoRecursos privadosvs. período anterior
2026preliminarR$ 192 mi−89,2%
2024R$ 1,8 bi+47,7%
2022R$ 1,2 bi−71,1%
2020R$ 4,2 bi+302,4%
2018R$ 1,0 bi