Daily Journal

Taxa de homicídios de mulheres

Homicídios de mulheres por 100 mil mulheres, de 1980 em diante.

2022

3,5

vs. 2021

−1,4%

Série

1980 a 2022

O que é este indicador

A contagem de homicídios de mulheres sobre a população feminina, por 100 mil. É a série mais longa desta família — começa em 1980.

A taxa é por 100 mil habitantes. O numerador vem do SIM, o denominador das estimativas de população do IBGE. É o número que permite comparar anos: entre 1990 e 2024 a população brasileira cresceu perto de 50%, então uma contagem estável já seria uma queda.

O último ano da série muda conforme o recorte. O SIM fecha um ano por vez e as taxas dependem também da estimativa populacional do IBGE, que sai depois — por isso a contagem costuma ir um ou dois anos além da taxa. Nenhum dos dois é emendado aqui: a série termina onde a fonte termina.

O número vem do atestado de óbito, não do boletim de ocorrência. O Atlas da Violência tabula o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, que registra a causa da morte declarada pelo médico legista. É uma régua diferente da estatística criminal das polícias, publicada no Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública: uma conta mortes, a outra conta ocorrências registradas. Os dois números nunca coincidem, e a diferença entre eles não mede subnotificação — mede duas formas de olhar para o mesmo fato.

Série completa

PeríodoTaxa (mulheres)vs. período anterior
20223,5−1,4%
20213,5−0,3%
20203,5+1,1%
20193,5−17,8%
20184,3−9,2%
20174,7+5,4%
20164,5−0,2%
20154,5−5,3%
20144,7+0,4%
20134,70,0%
20124,7+3,5%
20114,50,0%
20104,5+3,9%
20094,4+4,6%
20084,2+5,6%
20074,0−7,3%
20064,3+2,4%
20054,2+0,2%
20044,2−4,2%
20034,3+0,5%
20024,3−0,9%
20014,4+1,4%
20004,3+1,9%
19994,2−3,0%
19984,3−13,2%
19975,0+7,3%
19964,7+10,4%
19954,2+15,6%
19943,7+6,7%
19933,4+7,2%
19923,2−13,1%
19913,7+3,4%
19903,6+8,6%
19893,3+13,5%
19882,9+2,9%
19872,8+5,7%
19862,7−0,4%
19852,7−0,4%
19842,70,0%
19832,7+10,8%
19822,4−1,2%
19812,4+8,0%
19802,3