Indicadores da Argentina
PIB — variação real anual
4,5%
2025, +5,9 p.p.
Quanto a economia argentina cresceu ou encolheu em cada ano, já descontada a inflação.
PIB nominal (a preços correntes)
AR$ 850,24 tri
2025, +45,5%
O tamanho da economia argentina em pesos de cada ano, sem correção pela inflação.
PIB em dólares (câmbio oficial médio do ano)
US$ 683,2 bi
2025, +7,1%
O tamanho da economia argentina em dólares, convertido pela cotação oficial média de cada ano.
IPC — variação acumulada em 12 meses
33,5%
ago/2026, −0,3 p.p.
A inflação oficial da Argentina nos últimos doze meses — o número que o INDEC chama de variação interanual e que o noticiário cita como "a inflação".
IPC — variação mensal
1,7%
ago/2026, −0,4 p.p.
Quanto os preços subiram em cada mês desde janeiro de 2017 — o dado que o INDEC divulga por volta do dia 10 do mês seguinte.
IPC — variação acumulada no ano
21,3%
ago/2026, +2,0 p.p.
Quanto os preços subiram desde dezembro do ano anterior até cada mês — e, em dezembro, a inflação fechada daquele ano.
IPC — número-índice (dezembro de 2016 = 100)
12.276,77
ago/2026, +1,7%
O nível de preços de cada mês numa régua só — é com esta série que se corrige um valor em pesos de uma data para outra.
Taxa de política monetária do BCRA (2015–2025)
29,00%
31/01/2025, −3,00 p.p.
A taxa básica que o Banco Central da Argentina fixava — de dezembro de 2015 até julho de 2025, quando o BCRA deixou de ter uma.
Taxa de pases entre terceiros a 1 dia (média mensal, TNA)
20,55%
set/2026, −2,63 p.p.
A taxa a que o mercado argentino empresta dinheiro por um dia, com título público de garantia — a referência de curtíssimo prazo desde que o BCRA deixou de ter uma taxa básica.
Juros reais (taxa de um dia descontada a inflação)
0,14%
ago/2026, −3,08 p.p.
Quanto o dinheiro aplicado a um dia na Argentina rendeu acima (ou abaixo) da inflação em cada janela de doze meses.
Taxa de desocupação (desemprego)
7,9%
2º tri 2026, +0,1 p.p.
A fatia da população economicamente ativa que procurou emprego e não encontrou, nos 31 aglomerados urbanos da EPH, a cada trimestre.
Pessoas desocupadas (31 aglomerados urbanos)
1,16 milhões
2º tri 2026, +1,7%
Quantas pessoas estavam procurando trabalho sem encontrar nos 31 aglomerados urbanos da EPH, a cada trimestre.
Taxa de subocupação
11,5%
2º tri 2026, +0,4 p.p.
A fatia da população ativa que trabalha menos de 35 horas por semana sem querer, e gostaria de trabalhar mais.
Taxa de emprego
45,0%
2º tri 2026, +0,2 p.p.
A fatia da população total dos aglomerados que está ocupada — o contraponto direto à taxa de desemprego.
Dólar oficial (A 3500, média mensal)
$ 1.513,20
set/2026, +0,9%
Quantos pesos compra um dólar pela cotação mayorista de referência do BCRA (Comunicación A 3500), média de cada mês — desde março de 2002, o fim da conversibilidade.
Variação anual do dólar oficial (A 3500, dez/dez)
41,3%
2025, +13,6 p.p.
Quanto o peso se desvalorizou frente ao dólar a cada ano, pela cotação oficial A 3500 do último dia útil de dezembro contra a do dezembro anterior — desde 2003.
IDH — Índice de Desenvolvimento Humano (PNUD)
0,865
2023, +0,007
O IDH do PNUD, o número com que a Argentina aparece no ranking mundial de desenvolvimento humano — entre os três mais altos da América Latina.
1990–2023, fonte PNUD — Human Development Report
Resultado primário do setor público nacional (% do PIB)
1,16%
2º tri 2026, −0,25 p.p.
O resultado do governo nacional antes dos juros, somando os quatro trimestres encerrados em cada trimestre, medido contra o tamanho da economia.
Resultado financeiro do setor público nacional (% do PIB)
−0,02%
2º tri 2026, −0,22 p.p.
O resultado do governo nacional depois de pagar os juros da dívida — o "déficit cero" do governo Milei —, em quatro trimestres e em % do PIB.
Resultado primário acumulado em 12 meses (AR$)
AR$ 13,05 tri
ago/2026, +3,4%
O resultado primário do governo nacional em pesos correntes, somando os doze meses encerrados em cada mês.
Resultado primário do mês (AR$)
AR$ 1,99 tri
ago/2026, −32,8%
O resultado primário do governo nacional em cada mês fechado — o número que a Secretaría de Hacienda divulga por volta da metade do mês seguinte.
Dívida bruta da Administração Central (% do PIB)
78,11%
2025, −4,38 p.p.
Quanto o Tesouro argentino deve em proporção ao tamanho da economia, no fim de cada ano — o número das metas com o FMI e dos relatórios de risco.
Dívida bruta da Administração Central (US$)
US$ 484,9 bi
ago/2026, +0,0%
O mesmo estoque em dólares, no último dia de cada mês — a moeda em que a Secretaría de Finanzas publica a dívida argentina.
Dívida da Administração Central em moeda estrangeira (% do total)
57,8%
2025, +2,9 p.p.
Quanto da dívida do Tesouro argentino está em dólar, euro ou direitos do FMI — a parte que só se paga com divisas que o país precisa ganhar ou comprar.
Reservas internacionais brutas (BCRA)
US$ 48,8 bi
set/2026, +1,2%
Quantos dólares, ouro e outros ativos de reserva o Banco Central tem — o número que a Argentina acompanha dia a dia desde o colapso de 2001.
2002–2026, fonte BCRA — Reservas Internacionales del BCRA (estadísticas monetarias)
AUH — crianças e adolescentes beneficiários
4,14 milhões
abr/2026, +0,2%
Quantas crianças e adolescentes receberam a Asignación Universal por Hijo em cada mês, desde nov/2009.
AUH — cobertura dos menores de 18 anos
34,0%
jan/2026, +0,0 p.p.
Que fatia dos menores de 18 anos registrados na ANSES recebe a AUH — cerca de um em cada três.
AUH — gasto em 12 meses
AR$ 6,96 tri
ago/2026, +2,6%
O custo anual do programa: a soma dos doze meses de execução orçamentária encerrados em cada mês, em pesos correntes.
AUH — gasto em 12 meses, a preços de agosto de 2026
AR$ 7,86 tri
ago/2026, +0,4%
O mesmo gasto de doze meses, com cada mês corrigido pelo IPC — o que o programa custaria em pesos de hoje.
AUH — gasto em % do PIB
0,67%
2º tri 2026, +0,01 p.p.
O custo anual do programa medido contra o tamanho da economia — a régua que atravessa a inflação.
AUH — crianças de adulto desempregado ou informal
3,85 milhões
abr/2026, +0,1%
Crianças da AUH cujo adulto responsável está desempregado ou trabalha sem registro — nove em cada dez.
AUH — crianças de adulto monotributista social
176 mil
abr/2026, +1,6%
Crianças da AUH cujo adulto responsável está no monotributo social, o regime simplificado de trabalhadores de baixa renda.
AUH — crianças de adulto empregado doméstico
105 mil
abr/2026, +0,9%
Crianças da AUH cujo adulto responsável trabalha, registrado, no serviço doméstico com salário abaixo do mínimo.
AUH — crianças de adulto monotributista social e empregado doméstico
2 mil
abr/2026, +5,9%
Crianças da AUH cujo adulto responsável está nas duas condições ao mesmo tempo — a linha que fecha a conta.
Homicídios dolosos
1.676
2025, −7,1%
Vítimas de homicídio doloso registradas pelas polícias argentinas: 1.676 em 2025, menos da metade do pico de 2002.
Taxa de homicídios dolosos
3,6
2025, −7,3%
Vítimas de homicídio doloso por 100 mil habitantes: 3,6 em 2025, a menor taxa da série do SNIC.
Tentativas de homicídio
1.609
2025, +5,4%
Vítimas de homicídio doloso em grau de tentativa — quase tantas quanto as de homicídio consumado.
Homicídios em ocasião de roubo
330
2024, +1,9%
Vítimas de homicídio doloso cometido durante um roubo, desde 2017 — uma em cada seis mortes.
Homicídios de homens
1.396
2025, −6,5%
Homens vítimas de homicídio doloso, desde 2014.
Taxa de homicídios de homens
5,9
2025, −6,6%
Homens vítimas de homicídio doloso por 100 mil homens.
Homicídios de mulheres
279
2025, −10,6%
Mulheres vítimas de homicídio doloso, desde 2014.
Taxa de homicídios de mulheres
1,2
2025, −10,8%
Mulheres vítimas de homicídio doloso por 100 mil mulheres.
Femicídios
222
2024, +7,8%
Mulheres, incluindo mulheres trans e travestis, mortas em razão do gênero, no registro policial — desde 2017.
Proporção de femicídios entre os homicídios de mulheres
66,3%
2024, +12,7 p.p.
Quanto dos assassinatos de mulheres a polícia reconhece como femicídio — de metade a dois terços.
Estupros
6.344
2025, +2,8%
Registros de estupro desde 2000. A série dobrou desde então, e a maior parte da alta veio depois de 2018.
2000–2025, fonte Ministerio de Seguridad — SNIC
Homicídios por arma de fogo
933
2024, −21,3%
Vítimas de homicídio doloso cometido com arma de fogo, desde 2017.
Taxa de homicídios por arma de fogo
2,0
2024, −21,4%
Homicídios dolosos por arma de fogo por 100 mil habitantes.
Homicídios cometidos com arma de fogo
51,8%
2024, −6,1 p.p.
Quanto dos homicídios dolosos foi cometido com arma de fogo.
Presos no sistema penitenciário
120.700
2024, +7,8%
Pessoas nas unidades penitenciárias federais e provinciais em 31 de dezembro: 120,7 mil em 2024, mais que o dobro de 2006.
Presos condenados
72.894
2024, +8,2%
Presos que já têm condenação, em 31 de dezembro.
Presos sem condenação
46.828
2024, +7,8%
Presos processados, ainda sem sentença, em 31 de dezembro.
Presos sem condenação (proporção)
38,8%
2024, 0,0 p.p.
Quanto dos presos ainda não foi condenado: 38,8% em 2024, contra 57,6% em 2006.
