Homens vítimas de homicídio doloso, desde 2014.
Vítimas de homicídio doloso do sexo masculino. São cinco de cada seis vítimas.
Caíram quase à metade em onze anos, de 2.709 em 2014 para 1.396 em 2025. É daqui que vem a queda do total.
A série começa em 2014 porque de 2009 a 2013 metade ou mais das vítimas foi registrada sem sexo, e o número de homens despenca para voltar no ano seguinte — um artefato do registro, não da violência.
O número é registro policial. O SNIC reúne o que as polícias das 23 províncias e da Cidade de Buenos Aires, as forças federais e os outros órgãos que recebem denúncia registraram. Onde uma jurisdição deixou de reportar num ano, o Ministério de Segurança estima o total nacional por interpolação — por isso a soma das províncias não fecha com o país em todos os tipos de delito.
| Período | Homens | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 1.396 | −6,5% |
| 2024 | 1.493 | −11,4% |
| 2023 | 1.685 | +4,5% |
| 2022 | 1.613 | −9,7% |
| 2021 | 1.786 | −12,7% |
| 2020 | 2.045 | +7,9% |
| 2019 | 1.896 | −4,6% |
| 2018 | 1.988 | +4,2% |
| 2017 | 1.908 | −11,5% |
| 2016 | 2.156 | −7,7% |
| 2015 | 2.337 | −13,7% |
| 2014 | 2.709 | — |