Suicídios registrados pela polícia: 5.209 em 2025, o recorde da série.
Suicídios consumados que as polícias registraram.
Na Argentina, o suicídio mata três vezes mais que o homicídio. Em 2025 foram 5.209 suicídios contra 1.676 homicídios dolosos. As duas séries andam em sentidos opostos desde 2017: o homicídio cai, o suicídio sobe.
2025 é o maior valor da série, 23% acima de 2024. Um salto desse tamanho num ano pode ser em parte mudança de registro numa jurisdição grande; o SNIC não explica a alta.
O número é da polícia, não da declaração de óbito. As estatísticas vitais do Ministério da Saúde contam o suicídio pela causa da morte e chegam a números próprios.
O número é registro policial. O SNIC reúne o que as polícias das 23 províncias e da Cidade de Buenos Aires, as forças federais e os outros órgãos que recebem denúncia registraram. Onde uma jurisdição deixou de reportar num ano, o Ministério de Segurança estima o total nacional por interpolação — por isso a soma das províncias não fecha com o país em todos os tipos de delito.
| Período | Suicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 5.209 | +22,6% |
| 2024 | 4.249 | +1,0% |
| 2023 | 4.205 | +6,2% |
| 2022 | 3.959 | +8,5% |
| 2021 | 3.648 | +11,8% |
| 2020 | 3.262 | −10,6% |
| 2019 | 3.647 | −6,6% |
| 2018 | 3.903 | +18,1% |
| 2017 | 3.304 | +14,0% |
| 2016 | 2.897 | −1,9% |
| 2015 | 2.953 | −10,4% |
| 2014 | 3.296 | +7,7% |
| 2013 | 3.060 | −0,2% |
| 2012 | 3.067 | −1,9% |
| 2011 | 3.126 | +1,1% |
| 2010 | 3.093 | +0,2% |
| 2009 | 3.087 | −1,4% |
| 2008 | 3.130 | +13,1% |
| 2007 | 2.768 | +0,8% |
| 2006 | 2.746 | +1,3% |
| 2005 | 2.712 | −4,6% |
| 2004 | 2.843 | −0,6% |
| 2003 | 2.860 | −3,6% |
| 2002 | 2.966 | −6,3% |
| 2001 | 3.167 | +1,2% |
| 2000 | 3.129 | — |