Roubos consumados registrados no país: 369 mil em 2025, um quinto abaixo de 2024.
Roubos consumados: a subtração com violência ou ameaça contra a pessoa. Soma as duas linhas do SNIC, o roubo e o roubo agravado por lesão ou morte. As tentativas ficam fora.
A série acompanha as crises. Pico de 441 mil em 2002, no colapso da conversibilidade, novo pico de 480 mil em 2019, queda para 340 mil em 2020, com a quarentena, e volta a 470 mil em 2024. Em 2025 caiu para 369 mil, 21% a menos em um ano.
Registro não é crime confirmado, e crime não registrado não aparece. A série mede o que chega à polícia. Uma campanha, uma delegacia nova ou a denúncia on-line fazem o número subir sem que o crime tenha subido; o medo de denunciar o faz cair sem que ele tenha caído.
O número é registro policial. O SNIC reúne o que as polícias das 23 províncias e da Cidade de Buenos Aires, as forças federais e os outros órgãos que recebem denúncia registraram. Onde uma jurisdição deixou de reportar num ano, o Ministério de Segurança estima o total nacional por interpolação — por isso a soma das províncias não fecha com o país em todos os tipos de delito.
| Período | Roubos | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 369.239 | −21,4% |
| 2024 | 470.027 | +2,2% |
| 2023 | 460.086 | +14,3% |
| 2022 | 402.629 | +7,1% |
| 2021 | 375.840 | +10,5% |
| 2020 | 340.237 | −29,1% |
| 2019 | 479.615 | +13,1% |
| 2018 | 424.077 | +5,3% |
| 2017 | 402.902 | −6,3% |
| 2016 | 429.843 | +0,6% |
| 2015 | 427.480 | −6,5% |
| 2014 | 457.020 | +5,4% |
| 2013 | 433.806 | +1,9% |
| 2012 | 425.787 | +6,7% |
| 2011 | 399.116 | +5,1% |
| 2010 | 379.641 | +0,9% |
| 2009 | 376.175 | +1,2% |
| 2008 | 371.764 | +7,9% |
| 2007 | 344.520 | +4,0% |
| 2006 | 331.218 | −0,6% |
| 2005 | 333.090 | −8,4% |
| 2004 | 363.711 | −11,3% |
| 2003 | 410.099 | −7,1% |
| 2002 | 441.384 | +22,0% |
| 2001 | 361.754 | +7,8% |
| 2000 | 335.468 | — |