Indicadores da Venezuela
PIB — variação real anual
9,0%
2025, +0,1 p.p.
Quanto a economia venezuelana cresceu ou encolheu em cada ano, já descontada a inflação.
PIB — variação real trimestral (interanual)
7,1%
2º tri 2026, +4,7 p.p.
Quanto a economia venezuelana cresceu ou encolheu em cada trimestre, comparado ao mesmo trimestre do ano anterior.
PIB petroleiro — variação real anual
15,2%
2025, −0,4 p.p.
Quanto a atividade petroleira (extração e refino) cresceu ou encolheu em cada ano.
PIB não petroleiro — variação real anual
6,7%
2025, +0,6 p.p.
Quanto o resto da economia venezuelana (comércio, indústria, serviços, construção) cresceu ou encolheu em cada ano.
PIB real — índice (2013 = 100)
36,3
2025, +9,0%
O tamanho da economia venezuelana ano a ano, com 2013 (o pico) valendo 100 — para ver o colapso e a recuperação num só número.
PIB em dólares (estimativa do FMI)
US$ 99,7 bi
2025, −17,3%
O tamanho da economia venezuelana em dólares, pela estimativa do FMI — a Venezuela não publica PIB nominal numa escala monetária estável.
PIB per capita em dólares (estimativa do FMI)
US$ 3.736
2025, −17,7%
O PIB em dólares dividido pela população — quanto da economia corresponde, em média, a cada venezuelano.
INPC — variação acumulada em 12 meses
534,2%
ago/2026, −41,8 p.p.
A inflação oficial da Venezuela nos últimos doze meses, pelo INPC do BCV — a régua da hiperinflação de 2017–2021 e da desaceleração desde então.
INPC — variação mensal
8,9%
ago/2026, −11,0 p.p.
Quanto os preços subiram em cada mês na Venezuela desde janeiro de 2008 — o dado que alimenta o acumulado em doze meses e o do ano.
INPC — variação acumulada no ano
200,1%
ago/2026, +24,6 p.p.
Quanto os preços subiram desde dezembro do ano anterior até cada mês — e, em dezembro, a inflação fechada daquele ano.
INPC — número-índice (dezembro de 2007 = 100)
637.409.769.724.325,10
ago/2026, +8,9%
O nível de preços de cada mês numa régua só, através das três reconversões do bolívar — é dela que saem as outras três séries.
IPC — Caracas, variação anual (dezembro a dezembro)
480,7%
2025, +431,8 p.p.
A inflação de Caracas, ano a ano desde 1951 — a única série de preços da Venezuela que atravessa o boom petroleiro, a "Viernes Negro" de 1983, o Caracazo e a hiperinflação recente.
Taxa de juros ativa (bancos comerciais e universais)
58,05%
ago/2026, −0,18 p.p.
A taxa média que os bancos venezuelanos cobram do tomador de crédito — pagarés, empréstimos, descontos e, desde 2020, cartão de crédito.
Taxa de juros passiva (depósitos a prazo)
59,82%
ago/2026, +17,69 p.p.
A taxa média que os bancos venezuelanos pagam pelos depósitos a prazo — a ponderada entre os prazos de menos de 30 dias a mais de 90.
Taxa de desconto, redesconto e antecipação do BCV
48,000%
15/09/2026, +28,800 p.p.
A taxa que o Banco Central da Venezuela cobra dos bancos nas suas próprias operações de crédito — o instrumento mais próximo de uma taxa de política que o BCV publica.
Juros reais (taxa ativa descontada a inflação)
−75,24%
ago/2026, +1,54 p.p.
Quanto o crédito bancário venezuelano rendeu (ou destruiu) acima da inflação, em cada janela de doze meses.
Dólar oficial (BCV, média mensal)
Bs. 830,30
set/2026, +7,6%
Quantos bolívares digitais compra um dólar, pela cotação de venda que o Banco Central de Venezuela publica como referência oficial — a média de cada mês, desde outubro de 2021.
Variação anual do dólar oficial
474,1%
2025, +429,6 p.p.
Quanto o bolívar se desvalorizou frente ao dólar a cada ano, pela cotação oficial do BCV — dezembro contra dezembro, desde 2019.
Taxa de desocupação
8,2%
2023, −0,8 p.p.
A fatia da população economicamente ativa sem trabalho, procurando emprego, no 1er semestre de cada ano, pela EHM do INE.
Taxa de desocupação juvenil (15 a 24 anos)
13,7%
2023, −0,6 p.p.
A taxa de desocupação só entre os jovens de 15 a 24 anos — sempre mais alta que a taxa geral, pela EHM do INE.
Ocupação no setor informal
45,5%
2023, −1,9 p.p.
A fatia dos ocupados que trabalha no setor informal — sem registro, previdência ou vínculo formal —, pela EHM do INE.
Pobreza por linha de renda (domicílios)
33,1%
2015, +3,6 p.p.
Fatia dos domicílios cujo ingresso per capita não alcança o custo da Canasta Básica, pela EHM do INE.
Pobreza extrema por linha de renda (domicílios)
7,3%
2011, +0,2 p.p.
Fatia dos domicílios cujo ingresso per capita não alcança o custo da Canasta Alimentaria (só comida), pela EHM do INE.
Pobreza por Necessidades Básicas Insatisfeitas (domicílios)
17,3%
2018, −0,8 p.p.
Fatia dos domicílios com pelo menos uma de cinco carências estruturais (escola, moradia, serviços, dependência econômica), pelo método NBI do INE.
Pobreza extrema por Necessidades Básicas Insatisfeitas (domicílios)
4,18%
2023, −0,01 p.p.
Fatia dos domicílios com duas ou mais das cinco carências estruturais do método NBI do INE.
IDH — Índice de Desenvolvimento Humano (PNUD)
0,709
2023, +0,003
O IDH do PNUD, o número com que a Venezuela aparece no ranking mundial de desenvolvimento humano — 121º em 2023, depois de ter estado à frente do Brasil e da Colômbia.
1990–2023, fonte PNUD — Human Development Report
Resultado do governo geral venezuelano (% do PIB)
−5,8%
2025, −2,2 p.p.
O superávit ou déficit do governo geral venezuelano em cada ano, depois dos juros da dívida — estimativa do FMI, sem consulta oficial ao país desde 2004.
Resultado primário do governo geral venezuelano (% do PIB)
−5,1%
2025, −2,1 p.p.
O resultado do governo geral venezuelano antes dos juros da dívida, em cada ano, em proporção ao PIB — estimativa do FMI, sem consulta oficial ao país desde 2004.
Dívida bruta do governo geral venezuelano (% do PIB)
308,7%
2025, +139,6 p.p.
Tudo o que o governo geral venezuelano deve em proporção ao PIB — uma razão inflada tanto pela dívida em default quanto pelo colapso do PIB em dólares.
Dívida externa pública da Venezuela (US$)
US$ 88,5 bi
2018, −3,8%
O estoque de dívida externa do setor público venezuelano em dólares, a valor de mercado — a última série que o Banco Central da Venezuela publicou, parada em 2018.
Exportações petroleiras
US$ 5,5 bi
1º tri 2026, +24,6%
Quanto a Venezuela vendeu em petróleo e derivados a cada trimestre — a maior fatia do que o país exporta, e a mais sensível a sanções e preço internacional.
Exportações não petroleiras
US$ 2,3 bi
1º tri 2026, +18,5%
O que a Venezuela vende ao exterior fora o petróleo — ouro, ferro, alumínio, produtos agrícolas — a cada trimestre, na mesma balança de pagamentos do BCV.
Participação do petróleo nas exportações
70,8%
1º tri 2026, +1,1 p.p.
Quanto do que a Venezuela exporta é petróleo — a régua de quão exposta a economia externa do país está a um produto e um preço só.
Reservas internacionais totais
US$ 13,3 bi
ago/2026, +3,6%
Tudo o que o Banco Central de Venezuela tem em dólares, ouro e outros ativos de reserva, no fim de cada mês — desde 1973.
Ouro nas reservas internacionais (% do total)
64,2%
2018, −4,4 p.p.
Quanto das reservas internacionais da Venezuela é ouro — a parte que só vira dinheiro se alguém aceitar comprar, num país sob sanções.
Homicídios de homens
13.225
2016, +28,1%
Homens vítimas de homicídio: 13.225 em 2016, mais de 95% das vítimas.
Taxa de homicídios de homens
86,5
2016, +27,4%
Homens vítimas de homicídio por 100 mil homens: 86,5 em 2016.
Homicídios de mulheres
621
2016, +17,2%
Mulheres vítimas de homicídio: 621 em 2016.
Taxa de homicídios de mulheres
4,0
2016, +16,4%
Mulheres vítimas de homicídio por 100 mil mulheres: 4,0 em 2016.
Homicídios de jovens (15 a 29 anos)
8.600
2016, +26,0%
Vítimas de homicídio entre 15 e 29 anos: 8.600 em 2016, 62,1% do total.
Taxa de homicídios de jovens
108,0
2016, +26,5%
Homicídios de jovens de 15 a 29 anos por 100 mil jovens dessa faixa: 108,0 em 2016.
Proporção de homicídios de jovens
62,1%
2016, −0,8 p.p.
Parcela dos homicídios que é de jovens de 15 a 29 anos: 62,1% em 2016.
Homicídios por arma de fogo
12.393
2016, +27,3%
Homicídios cometidos com arma de fogo: 12.393 em 2016, 89,5% do total.
Taxa de homicídios por arma de fogo
40,3
2016, +26,5%
Homicídios por arma de fogo por 100 mil habitantes: 40,3 em 2016.
Proporção de homicídios por arma de fogo
89,5%
2016, −0,2 p.p.
Parcela dos homicídios cometida com arma de fogo: 89,5% em 2016.
Suicídios por arma de fogo
25
2016, −7,4%
Suicídios com arma de fogo: 25 em 2016, 3% dos suicídios — a menor parcela da série.
Suicídios
843
2016, +46,6%
Suicídios pela declaração de óbito: 843 em 2016, 6% dos homicídios do mesmo ano.
Taxa de suicídios
2,7
2016, +45,7%
Suicídios por 100 mil habitantes: 2,7 em 2016, a menor entre os países desta seção.
Suicídios de homens
662
2016, +42,4%
Homens que se mataram: entre 78% e 85% dos suicídios em cada ano da série.
Suicídios de mulheres
181
2016, +64,5%
Mulheres que se mataram.
