Suicídios por 100 mil habitantes: 2,7 em 2016, a menor entre os países desta seção.
Os suicídios por 100 mil habitantes, com a população do Banco Mundial.
Foi de 4,5 em 1996 a 2,7 em 2016 — bem abaixo da taxa brasileira (7,9 em 2024) e da americana (14,4).
A distância cresce com o tempo, e é maior que a normal entre modelo e registro. A estimativa modelada da OMS (Global Health Estimates) marca 10,5 por 100 mil em 2016, quase quatro vezes mais — em 2001 a mesma comparação era de apenas 23% (6,8 contra 5,5). O suicídio é subnotificado em quase todo país por estigma e razão legal; na Venezuela, a esta altura da crise, a suspeita mais provável é que o registro civil também parou de capturar boa parte das mortes reais, não só as classificadas como suicídio.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a declaração de óbito americana: microdados brutos em CID-10 que a Venezuela transmite à Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database), com o código de quatro dígitos que separa o meio. A série para em 2016: é o último ano em que a base traz uma linha da Venezuela — o país não voltou a enviar estatística vital regular depois disso.
| Período | Taxa de suicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2016 | 2,7 | +45,7% |
| 2015 | 1,9 | −0,0% |
| 2014 | 1,9 | −9,0% |
| 2013 | 2,1 | −16,5% |
| 2012 | 2,5 | −5,5% |
| 2011 | 2,6 | −2,7% |
| 2010 | 2,7 | +1,9% |
| 2009 | 2,6 | −14,8% |
| 2008 | 3,1 | −4,4% |
| 2007 | 3,2 | −6,5% |
| 2006 | 3,5 | −8,5% |
| 2005 | 3,8 | −3,7% |
| 2004 | 3,9 | −11,3% |
| 2003 | 4,4 | −13,1% |
| 2002 | 5,1 | −7,6% |
| 2001 | 5,5 | +7,3% |
| 2000 | 5,2 | −0,5% |
| 1999 | 5,2 | +6,8% |
| 1998 | 4,8 | +4,2% |
| 1997 | 4,7 | +4,5% |
| 1996 | 4,5 | — |