Indicadores do Uruguai
PIB — variação real anual
1,8%
2025, −1,5 p.p.
Quanto a economia uruguaia cresceu ou encolheu em cada ano, já descontada a inflação.
PIB — variação interanual do trimestre
−0,5%
2º tri 2026, −1,5 p.p.
Quanto a economia uruguaia cresceu no trimestre contra o mesmo trimestre do ano anterior — o número da manchete do BCU.
PIB nominal (a preços correntes)
UY$ 3,52 tri
2025, +6,2%
O tamanho da economia uruguaia em pesos de cada ano, sem correção pela inflação.
PIB real (a preços de 2016)
UY$ 1,94 tri
2025, +1,8%
O tamanho da economia uruguaia medido nos preços de 2016, o que deixa comparar o volume produzido em anos diferentes.
PIB em dólares (câmbio médio do ano)
US$ 85,6 bi
2025, +4,0%
O tamanho da economia uruguaia em dólares, convertido pela cotação interbancária média de cada ano.
IPC — variação acumulada em 12 meses
4,55%
ago/2026, +0,28 p.p.
A inflação oficial do Uruguai nos últimos doze meses — o número que o INE divulga todo mês e que o Banco Central compara com a meta de 4,5%.
IPC — variação mensal
0,24%
ago/2026, +0,17 p.p.
Quanto os preços subiram em cada mês desde agosto de 1937 — o dado que o INE divulga nos primeiros dias úteis do mês seguinte.
IPC — variação acumulada no ano
3,65%
ago/2026, +0,25 p.p.
Quanto os preços subiram desde dezembro do ano anterior até cada mês — e, em dezembro, a inflação fechada daquele ano.
IPC — número-índice (outubro de 2022 = 100)
118,49
ago/2026, +0,2%
O nível de preços de cada mês numa régua só, desde 1937 — é com esta série que se corrige um valor de uma data para outra.
Taxa de política monetária do BCU (TPM)
5,75%
04/03/2026, −0,75 p.p.
A taxa básica que o Banco Central del Uruguay fixa para os empréstimos de um dia entre bancos, uma linha por mudança desde setembro de 2020.
Taxa call a um dia (TMM, média mensal)
5,73%
set/2026, −0,02 p.p.
A taxa a que os bancos uruguaios emprestam dinheiro uns aos outros por um dia, média de cada mês — a taxa que a TPM tenta guiar.
Juros reais (taxa call de um dia descontada a inflação)
2,13%
ago/2026, −0,53 p.p.
Quanto o dinheiro aplicado a um dia no Uruguai rendeu acima (ou abaixo) da inflação em cada janela de doze meses.
Taxa de desemprego
7,0%
jul/2026, 0,0 p.p.
A fatia da população economicamente ativa que não tinha trabalho, procurou e estava disponível, estimada todo mês pela ECH do INE.
Taxa de subemprego
8,9%
jul/2026, +0,2 p.p.
A fatia dos ocupados que trabalha menos de 40 horas por semana, quer trabalhar mais e está disponível para isso.
Taxa de participação (tasa de actividad)
64,1%
jul/2026, +0,2 p.p.
A fatia da população de 14 anos ou mais que trabalha ou procura trabalho: o tamanho do mercado de trabalho uruguaio.
Nível de ocupação (tasa de empleo)
59,6%
jul/2026, +0,1 p.p.
A fatia da população de 14 anos ou mais que está ocupada, o contraponto da taxa de desemprego que não depende de quem procura trabalho.
Dólar interbancário (BCU, média mensal)
$ 40,20
set/2026, −0,1%
Quantos pesos uruguaios compra um dólar pela cotação interbancária do Banco Central del Uruguay, média de cada mês — desde janeiro de 2000.
Variação anual do dólar (BCU, dez/dez)
−11,4%
2025, −24,3 p.p.
Quanto o dólar subiu ou caiu em pesos uruguaios a cada ano, pela cotação do último dia útil de dezembro contra a do dezembro anterior — desde 2001.
IDH — Índice de Desenvolvimento Humano (PNUD)
0,862
2023, +0,010
O IDH do PNUD, o número com que o Uruguai aparece no ranking mundial de desenvolvimento humano — 48º em 2023, terceiro da América Latina.
1990–2023, fonte PNUD — Human Development Report
Pobreza por linha de renda (pessoas)
16,6%
2025, −0,7 p.p.
Fatia das pessoas cujo domicílio, per capita, não alcança o ingreso mínimo para cobrir a cesta básica alimentar e não alimentar (LP 2017).
Indigência por linha de renda (pessoas)
1,7%
2025, +0,2 p.p.
Fatia das pessoas cujo domicílio, per capita, não alcança o ingreso mínimo para cobrir só a cesta básica alimentar (LP 2017) — o que o INE chama de indigencia.
Resultado global do setor público consolidado (% do PIB)
−4,35%
2º tri 2026, +1,50 p.p.
O déficit (ou superávit) do setor público consolidado uruguaio depois dos juros, em doze meses e em % do PIB, sem o dinheiro das AFAP que entrou nos fideicomissos da seguridade social — o número de manchete no Uruguai.
Resultado primário do setor público consolidado (% do PIB)
−1,44%
2º tri 2026, +1,42 p.p.
O resultado do setor público consolidado uruguaio antes dos juros, em doze meses e em % do PIB, sem os ingressos dos fideicomissos da seguridade social.
Resultado global acumulado em 12 meses (UY$)
UY$ −157,6 bi
jul/2026, −1,6%
O resultado global do setor público consolidado uruguaio em pesos correntes, somando os doze meses encerrados em cada mês, sem os ingressos dos fideicomissos da seguridade social.
Resultado primário acumulado em 12 meses (UY$)
UY$ −51,5 bi
jul/2026, −0,0%
O resultado primário do setor público consolidado uruguaio em pesos correntes, somando os doze meses encerrados em cada mês, sem os ingressos dos fideicomissos da seguridade social.
Resultado global do mês (UY$)
UY$ −9,6 bi
jul/2026, +75,1%
O resultado global do setor público consolidado uruguaio em cada mês fechado, em pesos correntes, sem os ingressos dos fideicomissos da seguridade social.
Resultado primário do mês (UY$)
UY$ 4,5 bi
jul/2026
O resultado primário do setor público consolidado uruguaio em cada mês fechado, em pesos correntes, sem os ingressos dos fideicomissos da seguridade social.
Dívida bruta do setor público global (% do PIB)
72,9%
1º tri 2026, +1,6 p.p.
Quanto o setor público uruguaio deve em proporção ao tamanho da economia, no fim de cada trimestre, na conta do Banco Central.
Dívida bruta do setor público global (US$)
US$ 63,9 bi
1º tri 2026, −0,6%
O estoque da dívida bruta do setor público uruguaio em dólares, no fim de cada trimestre desde 1999 — a moeda em que o Banco Central a publica.
Dívida líquida do setor público global (% do PIB)
45,1%
1º tri 2026, +1,4 p.p.
A dívida do setor público uruguaio depois de descontar os ativos financeiros dele — reservas do Banco Central, depósitos e títulos —, em proporção ao PIB.
Dívida do setor público global em moeda estrangeira (% do total)
40,8%
1º tri 2026, +0,2 p.p.
Quanto da dívida bruta do setor público uruguaio é em dólar, euro, iene ou outra moeda que o país não emite — de 95% no fim de 2002 a cerca de 40%.
Reservas internacionais (ativos de reserva)
US$ 18,9 bi
set/2026, +1,8%
Quanto o Banco Central del Uruguay tem em moeda estrangeira, ouro e outros ativos de reserva — o colchão de uma economia com boa parte dos depósitos em dólar.
2002–2026, fonte Banco Central del Uruguay — Activos de reserva (posición diaria)
AFAM-PE — crianças e adolescentes beneficiários
406 mil
jun/2026, −0,0%
Quantas crianças e adolescentes as Asignaciones Familiares do Plan de Equidad alcançam, mês a mês, desde 2010.
2010–2026, fonte MIDES — Observatorio Social; BPS — Indicadores de la Seguridad Social
AFAM-PE — beneficiários de 0 a 5 anos
114 mil
dez/2025, +0,1%
As crianças de 0 a 5 anos entre os beneficiários da AFAM-PE — a menor das quatro faixas, desde jul/2018.
AFAM-PE — beneficiários de 6 a 11 anos
145 mil
dez/2025, −0,2%
As crianças de 6 a 11 anos entre os beneficiários da AFAM-PE — quase empatada com a faixa de 12 a 17 como a maior das quatro.
AFAM-PE — beneficiários de 12 a 17 anos
149 mil
dez/2025, −0,0%
Os adolescentes de 12 a 17 anos entre os beneficiários da AFAM-PE — a maior das quatro faixas.
AFAM-PE — beneficiários de 18 anos ou mais
0 mil
dez/2025, −3,8%
Os beneficiários de 18 anos ou mais da AFAM-PE — quem, com deficiência, não tem limite de idade.
AFAM-PE — gasto no ano
UY$ 12,0 bi
2025, +6,1%
Quanto o BPS pagou pela AFAM-PE em cada ano, em pesos correntes.
AFAM-PE — gasto no ano, a preços de 2025
UY$ 12,0 bi
2025, +1,4%
O gasto anual com a AFAM-PE, cada ano corrigido pelo IPC — o que o programa custaria em pesos de 2025.
AFAM-PE — gasto em % do PIB
0,34%
2025, −0,00 p.p.
O gasto anual com a AFAM-PE medido contra o tamanho da economia — a régua que atravessa a inflação.
AFAM-PE — valor médio por beneficiário, a preços de dezembro de 2025
UY$ 2.439
2025, +1,9%
O valor médio pago por mês a cada beneficiário, a preços constantes — a régua que diz se o benefício perdeu ou ganhou poder de compra.
2008–2025, fonte BPS — Boletín Estadístico
Tarjeta Uruguay Social — lares beneficiários
104,6 mil
dez/2025, +0,3%
Quantos lares recebem a Tarjeta Uruguay Social, o cartão de compra de alimentos do MIDES para os lares mais pobres.
2014–2025, fonte MIDES — Observatorio Social
Homicídios dolosos
375
2025, −2,1%
Vítimas de homicídio doloso: 375 em 2025, um quarto abaixo do pico de 420 em 2018.
Taxa de homicídios dolosos
10,4
2025, −2,4%
Homicídios dolosos por 100 mil habitantes: 10,4 em 2025, mais que o triplo da Argentina.
Tentativas de homicídio
128
2025, +4,1%
Vítimas de homicídio doloso em grau de tentativa: 128 em 2025.
Homicídios em ocasião de roubo
15
2025, −42,3%
Homicídios cometidos durante uma rapiña: caiu de 57 em 2013 para 15 em 2025.
Homicídios de homens
334
2025, −0,9%
Homens vítimas de homicídio doloso: 334 em 2025, quase nove em cada dez vítimas.
Taxa de homicídios de homens
19,2
2025, −1,2%
Homens vítimas de homicídio doloso por 100 mil homens: 19,2 em 2025.
Homicídios de mulheres
41
2025, −10,9%
Mulheres vítimas de homicídio doloso: 41 em 2025.
Taxa de homicídios de mulheres
2,2
2025, −11,1%
Mulheres vítimas de homicídio doloso por 100 mil mulheres: 2,2 em 2025.
Homicídios de jovens (15 a 29 anos)
143
2025, +4,4%
Vítimas de homicídio doloso de 15 a 29 anos: 143 em 2025.
Taxa de homicídios de jovens
18,9
2025, +5,5%
Homicídios de jovens de 15 a 29 anos por 100 mil jovens dessa faixa: 18,9 em 2025.
Jovens entre as vítimas de homicídio
38,1%
2025, +2,4 p.p.
Quanto das vítimas de homicídio doloso tem de 15 a 29 anos: 38,1% em 2025.
Delitos sexuais
3.124
2025, −4,8%
Denúncias de delitos sexuais desde 2013: mais que dobrou até 2022, com o alargamento do que o SGSP passou a titular como tal.
2013–2025, fonte Ministerio del Interior — Anuario AECA 2025
Homicídios por arma de fogo
255
2025, −2,7%
Homicídios dolosos cometidos com arma de fogo: 255 em 2025, dois terços do total.
Taxa de homicídios por arma de fogo
7,1
2025, −3,0%
Homicídios dolosos por arma de fogo por 100 mil habitantes: 7,1 em 2025.
Homicídios cometidos com arma de fogo
68,0%
2025, −0,4 p.p.
Quanto dos homicídios dolosos foi cometido com arma de fogo: 68,0% em 2025.
