Daily Journal
Daily Journal

Davi Alcolumbre

Davi Alcolumbre (União Brasil) é senador pelo Amapá e preside o Senado desde fevereiro de 2025, no segundo período no cargo, com mandato de senador até 2031. Figura do Centrão, controla a pauta do plenário. Em 16 de outubro de 2026, ao lado de Lula, promulgou o fim da escala 6x1; a PEC da Segurança Pública segue fora da pauta. Busca a reeleição à presidência da Casa em 2027, com apoio de Lula, sob o desgaste das mensagens com Daniel Vorcaro.

Daily Journal
Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal / CC BY-SA 4.0

Atualizado em

|||7 revisões

Visão geral

Davi Alcolumbre (União Brasil) é senador pelo Amapá e presidente do Senado Federal desde 1º de fevereiro de 2025, no segundo período à frente da Casa (o primeiro foi de 2019 a 2021). Como presidente do Senado, também preside o Congresso Nacional e decide o que vai a voto no plenário. É uma das figuras centrais na relação entre o Congresso, o Palácio do Planalto e o STF.

Em outubro de 2026, comandou a aprovação da PEC do fim da escala 6x1, por 75 a 1 em dois turnos no dia 14, e marcou a promulgação para 16 de outubro. No dia 15, tirou da pauta a PEC da Segurança Pública por falta de acordo sobre a redução da maioridade penal. Articula a reeleição à presidência do Senado em fevereiro de 2027, com apoio de Lula, enquanto enfrenta o desgaste das mensagens trocadas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e a derrota de seu grupo político no Amapá.

Quem é Davi Alcolumbre

David Samuel Alcolumbre Tobelem nasceu em 19 de junho de 1977, em Macapá (AP). Cursou Ciências Econômicas no Centro de Ensino Superior do Amapá, sem concluir. Foi vereador de Macapá a partir de 2001, deputado federal pelo Amapá por três mandatos, de 2003 a 2015, e foi eleito senador em 2014. Reeleito em 2022, tem mandato até 2031.

Está no União Brasil desde 2022, quando o partido nasceu da fusão entre DEM e PSL. Antes, passou pelo PDT (1999–2006), pelo PFL (2006–2007) e pelo DEM (2007–2022), legenda pela qual chegou ao Senado.

Presidiu o Senado pela primeira vez de 1º de fevereiro de 2019 a 1º de fevereiro de 2021 e foi, na época, o mais jovem a ocupar o cargo. Nos quatro anos seguintes, comandou a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por onde passam as indicações a tribunais superiores.

Direita ou esquerda: relação com Lula e Bolsonaro

Foto: Lula Oficial / CC BY-SA 4.0

Alcolumbre não se identifica com nenhum dos polos. Opera no chamado Centrão, bloco que negocia apoio ao governo de turno em troca de espaço no Orçamento e cargos, sem vínculo ideológico fixo. Sua força está nas emendas parlamentares e no poder de definir a pauta do plenário, que serve tanto a favor quanto contra o Executivo. Elegeu-se presidente do Senado em 2019, sob Jair Bolsonaro, e de novo em 2025, sob Lula.

A relação com o governo Lula oscilou em 2025 e 2026. Nos momentos de atrito, pautas de alto custo fiscal, as pautas-bomba, avançaram no Senado, e o Planalto passou a tratar a reaproximação como prioridade. O rompimento mais longo durou cerca de quatro meses e começou com a rejeição de Jorge Messias ao STF, em abril de 2026, que Alcolumbre patrocinou; nesse período, ele segurou no Senado a PEC do fim da escala 6x1, aprovada pela Câmara em maio. Em agosto de 2026, depois de uma série de encontros com Lula, Alcolumbre destravou propostas do governo, entre elas a redução da jornada de trabalho, a ampliação dos poderes federais contra o crime organizado e uma política nacional de minerais críticos. Em setembro, sinalizou que vai retomar depois das eleições o novo marco legal das concessões e parcerias público-privadas, aprovado pela Câmara em maio de 2025; segundo o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), a ideia é escolher o relator em novembro.

Na promulgação da PEC 6x1, em 16 de outubro de 2026, Lula chamou o período de briga de "futrica": "Outro dia parecia que eu e vocês éramos dois inimigos. [...] Isso é uma bobagem". Disse ainda que, se ele e os presidentes das Casas não pudessem divergir, "a democracia estava jogada no lixo", numa fala que ecoa o discurso do PT de que Flávio Bolsonaro é autoritário.

Com o bolsonarismo, o ponto de tensão é o Supremo: a oposição cobra que ele dê andamento aos pedidos de impeachment de ministros, e ele se recusa.

Presidência do Senado e reeleição em 2027

YouTube

Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado pela segunda vez, com 73 votos

A eleição de 2025 foi em 1º de fevereiro, por voto secreto, com os 81 senadores presentes. Alcolumbre venceu em primeiro turno com 73 votos; Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE) tiveram 4 cada, e Marcos do Val (Podemos-ES) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) retiraram as candidaturas. Ele sucedeu Rodrigo Pacheco, que comandou a Casa por quatro anos.

O mandato na presidência do Senado termina em 1º de fevereiro de 2027, fim do biênio da Mesa Diretora. O de senador vai até 2031, e por isso ele não disputou a eleição de 2026.

Alcolumbre articula a recondução na eleição da Mesa de fevereiro de 2027, a primeira da nova legislatura. Segundo a Folha de S.Paulo, em 14 de outubro de 2026 ele já tinha o compromisso de apoio de Lula e contava com votos do Centrão e até do PL, numa votação secreta. Aliados trataram a aprovação da PEC 6x1, uma aposta eleitoral de Lula, como demonstração de força. O argumento aos senadores é que um presidente da Casa muito alinhado ao Planalto, como quer o bolsonarismo se Flávio Bolsonaro vencer, enfraqueceria o peso deles nas negociações.

O PL elegeu 19 senadores em 2026 e terá a maior bancada, com 28 das 81 cadeiras. Eleitos do partido, como Bia Kicis (DF), defendem candidatura própria, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, está na disputa. A senadora Tereza Cristina (PP-MS), amiga de Alcolumbre, também se declarou candidata e busca os votos do grupo dele caso a candidatura do presidente do Senado não se viabilize; ela pediu que ele vote, depois do segundo turno, a PEC de Flávio que acaba com a reeleição para presidente. Em debate de 23 de setembro, os candidatos ao Senado por São Paulo André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), depois eleitos, disseram que não votarão em Alcolumbre.

A PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública

YouTube

Fim da escala 6x1: como foi a votação no Senado

YouTube

PEC da Segurança Pública é retirada de pauta

Escala 6x1. Alcolumbre prometeu pautar a PEC 221/2019 só depois do primeiro turno das eleições, em 4 de outubro de 2026, para não misturar o tema à campanha. As sessões de discussão começaram em 6 de outubro. Pelo regimento, a PEC precisa de cinco sessões antes do primeiro turno e mais três antes do segundo, e de 49 votos em cada turno. Em 7 de outubro, ele disse que submeteria ao plenário qualquer pedido de calendário especial e que, cumprido o compromisso, "todos estão livres" para decidir o ritmo. O governo queria votar antes do segundo turno presidencial, em 25 de outubro; a oposição queria cumprir todos os prazos para adiar.

Em 13 de outubro, Alcolumbre informou que o requerimento de calendário especial tinha as assinaturas necessárias. Em 14 de outubro, um requerimento de líderes dispensou as sessões restantes, e o Senado aprovou a PEC nos dois turnos na mesma noite, por 75 a 1 em cada um; o único voto contra foi de Hamilton Mourão (Republicanos-RS). O PL liberou a bancada, e Flávio Bolsonaro votou a favor de forma remota. O relator, Omar Aziz (PSD-AM), manteve o texto da Câmara, e a proposta seguiu para promulgação. O texto garante dois dias de descanso semanal: 60 dias após a publicação, as empresas adotam a escala 5x2 com limite de 42 horas semanais, e um ano depois desse prazo a jornada cai para 40 horas, sem corte de salário. Depois do primeiro turno, quando o líder do PT, Camilo Santana (CE), atribuiu o resultado a ele, a TV Senado captou Alcolumbre com o microfone aberto: "Não falei que ia dar certo?".

Em 16 de outubro de 2026, Alcolumbre presidiu a sessão solene do Congresso que promulgou a Emenda Constitucional 141, do fim da escala 6x1, e a 140, da aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias (PEC 14/2021), com Lula e Hugo Motta à mesa. Quebrou o protocolo para chamar à mesa o senador Paulo Paim (PT-RS), que em 1994 apresentou o primeiro projeto de jornada de 40 horas e deixa o Senado em 2027, para homenagear "um grande brasileiro que esteve, nas últimas quatro décadas, lutando por esta conquista". No discurso, disse, sobre o tempo a mais de descanso e convívio familiar, que "essas coisas não têm preço, têm valor" e que o papel do Congresso "é construir consensos, e não aprofundar divisões".

Segurança Pública. A PEC 18/2025, enviada pelo governo Lula, constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e endurece penas para chefes de facções e milícias. Pautada com calendário especial para 15 de outubro, recebeu cinco emendas de plenário, entre elas duas que reduzem a maioridade penal: a de Rogério Marinho (16 anos como regra e 14 em crimes hediondos, tortura, tráfico e terrorismo) e a de Camilo Santana (16 anos só em crimes hediondos), que dividiu a base do governo. Alcolumbre tirou a PEC da pauta no próprio dia 15 para evitar uma "discussão açodada", disse que a decisão não atendeu a pedido do governo e lembrou que qualquer emenda aprovada devolve o texto à Câmara. No dia seguinte, anunciou que a proposta volta à pauta quando os senadores chegarem a um acordo sobre as emendas. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), disse que a votação pode ocorrer antes do segundo turno, mas não há nova data.

Banco Master, Vorcaro e o STF

Em 24 de setembro de 2026, a revista Veja publicou, e a Folha confirmou, mensagens do celular de Vorcaro, extraídas pela Polícia Federal, que mostram amizade entre ele e Alcolumbre. No dia da eleição para a presidência do Senado, em fevereiro de 2025, Vorcaro o parabenizou chamando-o de amigo; Alcolumbre agradeceu a "amizade fraterna" e escreveu "Sou seu irmão!!! Pra vida toda!!". Em outra conversa, de julho de 2025, quando o Banco Central vetou a venda do Master ao BRB, o presidente da Câmara, Hugo Motta, contou a Vorcaro que o presidente do BC, Gabriel Galípolo, iria à casa de Alcolumbre depois de uma reunião. Em nota, a assessoria do presidente do Senado chamou a reportagem de "ataque injusto e sensacionalista", disse que mensagens pessoais não são ilegalidade e anunciou medidas judiciais.

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) foi ao Supremo com um mandado de segurança para obrigar Alcolumbre a instalar uma CPI sobre a relação do Master com os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Argumenta que o requerimento cumpre os requisitos, entre eles um terço das assinaturas e fato determinado, e que a instalação é direito da minoria, como o STF decidiu em 2021 ao obrigar Rodrigo Pacheco a abrir a CPI da Pandemia. O ministro Cristiano Zanin foi sorteado relator em 22 de setembro de 2026. O senador Carlos Viana, autor de uma representação no Conselho de Ética (PCE 17/2026) que pede o afastamento de Alcolumbre da presidência, anunciou que vai pedir o levantamento de todas as decisões da Presidência do Senado ligadas ao Master.

Pelo rito do Senado, cabe ao presidente da Casa decidir, sem prazo, se aceita ou arquiva um pedido de impeachment de ministro do STF; nenhum jamais foi aprovado. Moraes é o alvo mais frequente, com 51 petições protocoladas desde 2021 até maio de 2026. No primeiro período como presidente, Alcolumbre arquivou todos os pedidos contra ministros da Corte, e em setembro de 2026 sinalizou que não pautaria os novos, para aguardar posições do próprio STF. Derrite fala em 109 pedidos parados na presidência.

Segundo a Folha de S.Paulo, em outubro de 2026 Alcolumbre passou a negociar com senadores e ministros de tribunais superiores uma PEC que elevaria de 35 para 55 ou 60 anos a idade mínima para nomeação ao STF, a ser votada logo após o segundo turno caso Flávio Bolsonaro vença. Com a aposentadoria compulsória aos 75 anos, a regra limitaria a permanência dos indicados a 15 ou 20 anos, numa corte em que a vaga de Barroso segue aberta e Luiz Fux (2028), Cármen Lúcia (2029) e Gilmar Mendes (2030) se aposentam no próximo mandato. O mesmo grupo sugeriu a Lula que indique Rodrigo Pacheco, de 49 anos, à vaga de Barroso antes do fim do governo; o Planalto não quis discutir a ideia com a eleição em curso. A proposta exige 49 votos no Senado e 308 na Câmara.

Indicações e votações marcantes

Foto: Agência Senado / CC BY-SA 4.0

Jorge Messias. Em 29 de abril de 2026, o plenário rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF por 42 votos a 34; eram necessários 41 favoráveis. Foi a primeira vez em mais de 130 anos que o Senado derrubou um indicado ao Supremo: os cinco casos anteriores foram em 1894, no governo Floriano Peixoto. A CCJ tinha aprovado o nome por 16 a 11. A vaga estava aberta desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025, e Alcolumbre criticou a demora do governo, que anunciou a indicação em novembro de 2025 e só a enviou em abril de 2026.

Rodrigo Pacheco no TCU. Em 1º de setembro de 2026, o Senado aprovou por 63 votos a 4, em votação secreta, a indicação de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para ministro do TCU, na vaga de Bruno Dantas. O nome partiu de Alcolumbre, autor do projeto de decreto legislativo (PDL 995/2026) com outros 20 senadores. A indicação ainda depende da Câmara.

Licenciamento ambiental e Foz do Amazonas. Alcolumbre foi o principal articulador da Licença Ambiental Especial (LAE), incluída na Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei 15.190/2025): um rito acelerado para obras consideradas estratégicas, como a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, na costa do Amapá. Em 27 de novembro de 2025, em sessão do Congresso que ele presidiu, foram derrubados 52 itens dos vetos de Lula à lei, o que restabeleceu dispensas de licenciamento para atividades rurais, manutenção de infraestrutura e saneamento e ampliou a autonomia dos estados. Ele chamou a votação de "fundamental para o desenvolvimento nacional". Organizações socioambientais apelidaram o texto de "PL da Devastação" e anunciaram ações judiciais; as ministras Marina Silva (Meio Ambiente) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas) tinham defendido vetos amplos.

A eleição de 2026 no Amapá

O grupo de Alcolumbre perdeu no Amapá. O ex-prefeito de Macapá Dr. Antônio Furlan (PSD) foi eleito governador no primeiro turno, em 4 de outubro de 2026, com mais de 62% dos votos válidos, contra o governador Clécio Luís (União Brasil), candidato de Alcolumbre. Em 24 de setembro, o ministro Dias Toffoli tinha votado no TSE pela rejeição do registro de Furlan, por entender que ele burlou a Lei da Ficha Limpa ao renunciar à prefeitura um dia depois de o ministro Flávio Dino, do STF, afastá-lo por 60 dias numa investigação sobre desvio de emendas para o Hospital Geral Municipal de Macapá; o julgamento parou com pedido de vista de André Mendonça.

Para o Senado, foram eleitos Rayssa Furlan (Podemos), com 30% dos votos válidos, e Lucas Barreto (PSD), reeleito com 24,2%, para mandatos de 2027 a 2035. Randolfe Rodrigues (PT) ficou de fora. Segundo a Folha, as derrotas dificultam a reeleição de Alcolumbre ao Senado em 2030.

Quanto ganha Davi Alcolumbre

O subsídio bruto de senador em 2026 é de R$ 46.366,19 por mês, o teto do funcionalismo federal, igual ao de deputados federais, ministros do STF e do presidente da República. A presidência do Senado não muda esse valor. Somam-se as verbas de mandato: cota parlamentar de cerca de R$ 21 mil a mais de R$ 44 mil mensais, conforme o estado; auxílio-moradia de R$ 5.500 para quem não usa imóvel funcional; verba para até 12 assessores comissionados; passagens aéreas e assistência médica.

Linha do tempo

  • 19 de junho de 1977: nasce em Macapá.
  • 2001: assume como vereador de Macapá.
  • 2003: começa o primeiro de três mandatos de deputado federal.
  • 2014: é eleito senador pelo Amapá.
  • 1º de fevereiro de 2019: é eleito presidente do Senado pela primeira vez.
  • 2022: filia-se ao União Brasil e é reeleito senador.
  • 1º de fevereiro de 2025: volta à presidência do Senado com 73 votos.
  • 27 de novembro de 2025: preside a sessão do Congresso que derruba vetos à lei do licenciamento ambiental.
  • 29 de abril de 2026: o Senado rejeita Jorge Messias para o STF.
  • 1º de setembro de 2026: o Senado aprova Rodrigo Pacheco para o TCU.
  • 24 de setembro de 2026: vêm a público as mensagens com Daniel Vorcaro.
  • 4 de outubro de 2026: seu candidato perde o governo do Amapá para Antônio Furlan.
  • 14 de outubro de 2026: o Senado aprova a PEC do fim da escala 6x1 por 75 a 1.
  • 15 de outubro de 2026: tira da pauta a PEC da Segurança Pública.
  • 16 de outubro de 2026: preside a promulgação das Emendas Constitucionais 140 e 141, esta do fim da escala 6x1, ao lado de Lula.
  • 1º de fevereiro de 2027: fim do mandato na presidência do Senado e eleição da nova Mesa.

Perguntas frequentes

Davi Alcolumbre é de qual partido?

União Brasil, desde 2022.

Davi Alcolumbre é senador por qual estado?

Amapá. Nasceu em Macapá.

Davi Alcolumbre é candidato em 2026?

Não. O mandato de senador vai até 2031. Em 2026, ele não disputou eleição, mas tenta a reeleição à presidência do Senado em fevereiro de 2027, numa votação entre os senadores.

Davi Alcolumbre apoia Lula ou Bolsonaro?

Nenhum dos dois formalmente. É do Centrão, já presidiu o Senado sob Bolsonaro e sob Lula e em 2026 tem o apoio de Lula para continuar no cargo.

Quando Davi Alcolumbre foi eleito senador?

Em 2014, e reeleito em 2022.

Notícias relacionadas

Comentários