Alexandre de Moraes é um jurista e magistrado brasileiro, atualmente Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele é conhecido por sua atuação em casos de grande repercussão política, especialmente na defesa da democracia e no combate a atos antidemocráticos, sendo frequentemente relator de inquéritos envolvendo figuras políticas. Recentemente, determinou a transferência de Jair Bolsonaro para a Papudinha e estabeleceu novas regras para o compartilhamento de dados do Coaf, exigindo formalidade e especificidade nas solicitações. Moraes também solicitou que uma ação do PT sobre delação premiada seja julgada pelo plenário do STF, o que pode dificultar a elucidação de esquemas de corrupção.
Alexandre de Moraes é um jurista e magistrado brasileiro, atualmente Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sua atuação tem sido notória em casos de grande repercussão política, especialmente aqueles relacionados à defesa da democracia e ao combate a atos antidemocráticos. Ele é frequentemente o relator de inquéritos e processos envolvendo figuras políticas de alto escalão. Recentemente, sua atuação se estendeu à regulamentação do compartilhamento de dados financeiros do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), impondo restrições significativas para garantir a legalidade e a especificidade das solicitações. Em abril de 2026, Moraes solicitou que uma ação proposta pelo PT, que visa limitar o uso da delação premiada, fosse julgada pelo plenário do STF, em uma medida que pode dificultar a elucidação de esquemas de corrupção.
Antes de sua nomeação para o STF em 2017, Moraes atuou como Ministro da Justiça e Segurança Pública no governo de Michel Temer e como Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Sua carreira jurídica inclui passagens pelo Ministério Público e docência universitária. No STF, Moraes tem sido uma figura central em decisões que impactam o cenário político brasileiro, como o julgamento de ações relacionadas a ataques às instituições democráticas e a recursos de ex-presidentes e outras autoridades. Recentemente, ele também determinou o pedido de extradição de Alexandre Ramagem, que se encontra foragido nos Estados Unidos, e decretou a prisão preventiva de Silvinei Vasques após sua tentativa de fuga. Moraes também autorizou a cirurgia de Jair Bolsonaro para tratamento de hérnia inguinal. Em uma medida para evitar novas tentativas de fuga de condenados por atos antidemocráticos, Moraes determinou a prisão domiciliar de diversos indivíduos, citando o "fundado receio" de que pudessem seguir o exemplo de Silvinei Vasques e Alexandre Ramagem. Em janeiro de 2026, Moraes determinou a transferência de Jair Bolsonaro para a Papudinha, no Complexo da Papuda, estabelecendo uma série de direitos e condições para sua detenção, como assistência médica particular 24h, sessões de fisioterapia, alimentação especial, visitas semanais e assistência religiosa. Em 16 de janeiro de 2026, durante um evento, Moraes comentou sua decisão sobre Bolsonaro, afirmando ter "feito o que tinha que fazer" e destacando que o ex-presidente cumpriria a prisão em condições "ainda mais favoráveis", em uma sala exclusiva e com isolamento total dos demais detentos do complexo. No mesmo período, foi revelado que o Ministro é o principal alvo de pedidos de impeachment no Senado Federal, com 41 dos 72 requerimentos totais direcionados a ministros do STF. Em março de 2026, Moraes estabeleceu novas regras para o compartilhamento de dados do Coaf, exigindo que as solicitações sejam formalizadas em investigações criminais, procedimentos investigatórios criminais (PIC) do Ministério Público ou processos administrativos, e que especifiquem o investigado e o objeto da apuração. Esta decisão visa coibir o uso indiscriminado de informações financeiras e pode levar à anulação de provas obtidas sem a observância dessas novas diretrizes. Em abril de 2026, Moraes solicitou que uma ação proposta pelo PT, que visa limitar o uso da delação premiada, seja julgada pelo plenário do STF, o que pode dificultar a elucidação de esquemas de corrupção.
22 de mai, 2026
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