Visão geral
Luiz Inácio Lula da Silva, popularmente conhecido como Lula, é um político brasileiro que serviu como 35º e atualmente é o 39º Presidente do Brasil. Sua carreira política é marcada por múltiplos mandatos presidenciais e um papel central na política brasileira contemporânea. Ele é uma figura polarizadora, com forte apoio popular e oposição significativa. Em 2 de agosto de 2026, o PT oficializou em convenção nacional, realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, sua candidatura à reeleição — Lula, aos 80 anos, disputa um quarto mandato, novamente em chapa com Geraldo Alckmin (PSB) como vice, repetindo a fórmula eleita em 2022. Em 7 de agosto de 2026, às 23h20, a coligação Brasil Pronto pra Mais protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de registro da chapa, com o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) e os requerimentos individuais de Lula e Alckmin; o protocolo formaliza o pedido, mas a documentação ainda será analisada pela Justiça Eleitoral. Lula disputará a eleição com o número 13. A coligação reúne sete partidos: PDT, PSB, a federação formada por PT, PCdoB e PV e a federação PSOL-Rede. Sua estratégia política também envolve o planejamento de alianças estaduais para fortalecer sua base, com especial atenção ao estado de São Paulo, onde o PT o considera crucial para o projeto nacional. Além disso, ele se envolve em iniciativas internacionais como o proposto "Conselho da Paz" e a participação em fóruns econômicos regionais. Lula tem se posicionado firmemente contra escândalos financeiros, criticando publicamente aqueles que defendem figuras envolvidas em fraudes e prometendo comparar as realizações de seu governo com as gestões anteriores. Ele também tem promovido agendas sociais importantes, como o combate à violência contra a mulher e a expansão de serviços de saúde e moradia. Em 2026, ele planeja viajar por todo o Brasil para promover as ações de seu governo, defender a democracia e o sistema eleitoral, e combater a desinformação.
Contexto e histórico
Lula emergiu do movimento sindical no final da década de 1970, tornando-se uma figura proeminente na redemocratização do Brasil. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em 1980. Disputou as eleições presidenciais de 1989, 1994 e 1998, sendo derrotado primeiro por Fernando Collor e depois, duas vezes, por Fernando Henrique Cardoso. Foi eleito presidente pela primeira vez em 2002 e reeleito em 2006, governando por dois mandatos consecutivos (2003-2010). Seus governos foram caracterizados por programas sociais e crescimento econômico. Em 2018, o PT chegou a oficializar sua candidatura, mas ela foi barrada pela Justiça e Fernando Haddad entrou no lugar. Após um período fora da presidência, e enfrentando questões legais, ele retornou à política e foi eleito novamente em 2022 para um terceiro mandato, iniciado em 2023. Com a disputa de 2026, Lula concorre à Presidência pela sétima vez.
Em 2 de agosto de 2026, o PT oficializou em convenção nacional, em São Paulo, a candidatura de Lula à reeleição, encerrando o período de pré-candidatura: ele disputa agora o quarto mandato, com Geraldo Alckmin (PSB) novamente como vice. As convenções partidárias iam até 5 de agosto e o registro de candidaturas, até 15 de agosto; a campanha começa no dia 16. No discurso de mais de uma hora, ele anunciou cinco compromissos para um eventual quarto mandato: resolver "definitivamente o papel da educação", criar um programa voltado a idosos, fortalecer a indústria militar e de defesa, manter a riqueza das terras raras "para os brasileiros" e desenvolver programas de transição energética. Também criticou o atual modelo de emendas parlamentares e o fundo partidário, afirmou estar em plenas condições físicas aos 80 anos e disse que, se eleito, não disputará um quinto mandato.
Em 7 de agosto de 2026, às 23h20, segundo o recibo emitido pelo Sistema de Candidaturas, a coligação Brasil Pronto pra Mais — liderada pelo PT e formada por PDT, PSB, a federação PT-PCdoB-PV e a federação PSOL-Rede, sete partidos ao todo — protocolou no TSE o pedido de registro da chapa Lula–Alckmin, dentro do prazo legal. Foram encaminhados o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), que reúne os dados da coligação, e os requerimentos individuais de registro das candidaturas de Lula e de Alckmin. O protocolo formaliza o pedido, mas não significa que as candidaturas já tenham sido aprovadas: a documentação ainda será analisada pela Justiça Eleitoral. Lula concorrerá com o número 13. Junto com o pedido de registro, a coligação protocolou as diretrizes do programa de governo para um eventual novo mandato — documento de 84 páginas que coloca a soberania nacional entre os principais eixos e que também propõe discutir mudanças nas emendas parlamentares, apoiar o fim da escala de trabalho 6x1 e ampliar políticas de saúde, educação e segurança pública.
Em seu terceiro mandato, Lula tem focado na reconstrução do país, destacando a queda da inflação e o aumento de empregos. Ele planeja usar 2026 como o "ano da comparação", confrontando as realizações de seu governo com as administrações de Michel Temer e Jair Bolsonaro. Além disso, tem se manifestado publicamente sobre questões de ética financeira, como no caso do Banco Master, e tem reforçado a importância de combater a desinformação e a violência de gênero. Ele também tem defendido publicamente a lisura do sistema eleitoral brasileiro e das urnas eletrônicas. Foi convidado a participar de fóruns internacionais de relevância, como o "Conselho da Paz" e o Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe.
Linha do tempo
- 2023: Início do terceiro mandato presidencial de Lula.
- 2025 (Dezembro): Pesquisas de opinião, como a Paraná Pesquisas, indicam que Lula, embora competitivo, não possui uma vantagem clara sobre seus rivais políticos a um ano das eleições de 2026, expondo um teto eleitoral.
- 2025 (Dezembro): Lula sanciona lei que reduz isenções fiscais e tributa apostas esportivas, e veta proposta sobre reciclagem de verbas do orçamento secreto.
- 2025 (Final do ano): Estratégias para a reta final do mandato de Lula para as eleições de 2026 começam a se delinear, com foco na queda da taxa Selic e na promoção de projetos sociais. Temas como a escala de trabalho 6x1 são apontados como mais viáveis para campanhas políticas do que Propostas de Emenda à Constituição (PEC) em um ano legislativo curto.
- 2026 (Janeiro): Lula pede a Fernando Haddad que concorra ao governo de São Paulo, visando um palanque forte no maior colégio eleitoral do país para um possível quarto mandato presidencial.
- 2026 (18 de janeiro): Lula é convidado a participar do "Conselho da Paz", uma iniciativa internacional com um rascunho de estatuto que prevê cobrança de US$ 1 bilhão por vaga e poderes concentrados no presidente do órgão.
- 2026 (23 de janeiro): Durante cerimônia de entrega de 1.337 moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida em Maceió, Alagoas, Lula critica publicamente quem defende o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e se refere a um golpe de mais de R$ 40 bilhões, afirmando que o prejuízo será coberto por outros bancos. Ele também anuncia a entrega de ambulâncias e Unidades Odontológicas Móveis para o estado e faz um apelo contra a violência de gênero, além de prometer comparar as realizações de seu governo com as gestões anteriores em 2026. No mesmo evento, ele reafirma que viajará por todo o Brasil em 2026 para promover seu governo, defender o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas, e pede aos apoiadores para combaterem a desinformação.
- 2026 (26 de janeiro): O PT intensifica a pressão sobre Fernando Haddad para que ele seja o candidato do partido ao governo de São Paulo, apesar da relutância do ministro da Fazenda. Lula atua no processo de convencimento, e dirigentes do partido, como Camilo Santana, defendem que Haddad faz parte de um "projeto nacional" e sua candidatura é uma "missão", essencial para o palanque de Lula no maior colégio eleitoral do país. Outros nomes como Geraldo Alckmin, Simone Tebet e Marina Silva também são considerados para compor a chapa em São Paulo.
- 2026 (27-28 de janeiro): Lula viaja ao Panamá para participar, como convidado especial, do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe. Ele será o segundo a discursar no fórum, após o presidente anfitrião, José Raúl Mulino. A agenda inclui uma visita a uma das eclusas do Canal do Panamá e uma provável reunião bilateral com Mulino. O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, também terá encontros para tratar de investimentos e facilitação de capital entre Brasil e Panamá. Temas como o papel econômico da região, infraestrutura, inteligência artificial, comércio regional, energia, mineração, segurança alimentar e combate ao crime organizado serão debatidos.
- 2026 (2 de agosto): Convenção nacional do PT, no Expo Center Norte, em São Paulo, oficializa a candidatura de Lula à reeleição, em busca do quarto mandato, com Geraldo Alckmin (PSB) como vice — a mesma chapa eleita em 2022. A chapa reúne o apoio de PSB, PDT, das federações formadas por PT, PV e PCdoB, além de PSOL e Rede. Em discurso de mais de uma hora, Lula anuncia cinco compromissos de campanha (educação, um programa para idosos, indústria de defesa, terras raras e transição energética), critica as emendas parlamentares e o fundo partidário, diz estar "inteiraço" aos 80 anos e afirma que não disputará um quinto mandato. Falaram antes dele Edinho Silva, presidente do PT, e Fernando Haddad, candidato do partido ao governo de São Paulo. Lula reconheceu publicamente que nenhuma mulher havia sido escalada para discursar e passou a palavra à primeira-dama Janja da Silva.
- 2026 (5 de agosto): Prazo final para a realização das convenções partidárias.
- 2026 (7 de agosto): Às 23h20, a coligação Brasil Pronto pra Mais protocola no TSE o pedido de registro da chapa Lula–Alckmin, segundo o recibo do Sistema de Candidaturas. Foram enviados o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), com os dados da coligação, e os requerimentos individuais de registro de Lula e de Alckmin. A coligação reúne sete partidos: PDT, PSB, a federação PT-PCdoB-PV e a federação PSOL-Rede. Lula disputará com o número 13. Junto ao pedido, a coligação protocola as diretrizes do programa de governo, documento de 84 páginas que coloca a soberania nacional entre os principais eixos e propõe discutir mudanças nas emendas parlamentares, apoiar o fim da escala 6x1 e ampliar políticas de saúde, educação e segurança pública. O protocolo formaliza o pedido, mas não aprova as candidaturas: a documentação ainda será analisada pela Justiça Eleitoral.
- 2026 (15 e 16 de agosto): O prazo para o registro de candidaturas vai até 15 de agosto — o pedido da chapa Lula–Alckmin foi protocolado em 7 de agosto; a campanha eleitoral começa no dia 16, data em que Lula afirmou que divulgará seu programa de governo.
Principais atores
- Luiz Inácio Lula da Silva: Atual Presidente do Brasil e figura central do Partido dos Trabalhadores (PT), candidato à reeleição em 2026 após a convenção nacional de 2 de agosto.
- Geraldo Alckmin: Vice-presidente da República, confirmado na convenção de 2 de agosto de 2026 como candidato a vice na chapa de Lula pelo PSB, repetindo a dobradinha eleita em 2022. Antes disso, seu nome chegou a ser cogitado para compor a chapa em São Paulo.
- Fernando Haddad: Ministro da Fazenda no terceiro mandato de Lula e candidato do PT ao governo de São Paulo em 2026. Discursou na convenção nacional em defesa da reeleição de Lula, a quem chamou de "marujo confiável".
- Edinho Silva: Presidente do PT, responsável por anunciar a oficialização da candidatura de Lula na convenção de 2 de agosto de 2026.
- Janja da Silva: Primeira-dama. Não estava escalada para discursar na convenção; Lula apontou publicamente a falha e passou a palavra a ela.
- Daniel Vorcaro: Dono do Banco Master, mencionado por Lula em janeiro de 2026 em contexto de escândalo financeiro e golpe de mais de R$ 40 bilhões.
- Paulo Dantas: Governador de Alagoas, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- JHC: Prefeito de Maceió, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- Camilo Santana: Ministro da Educação, que publicamente cobrou Fernando Haddad a entrar na disputa pelo governo de São Paulo, reforçando a visão do PT de que a candidatura faz parte de um projeto nacional.
- Simone Tebet: Ministra do Planejamento, cogitada em janeiro de 2026 para a chapa em São Paulo; na convenção do PT apareceu como candidata ao Senado por São Paulo pelo PSB.
- Marina Silva: Ministra do Meio Ambiente, também cogitada para a chapa em São Paulo; na convenção do PT apareceu como candidata ao Senado por São Paulo pela Rede.
- Guilherme Boulos: Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, presente na convenção nacional do PT em 2 de agosto de 2026.
- Alexandre Padilha: Ministro da Saúde, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- Rui Costa: Ministro da Casa Civil, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- Gleisi Hoffmann: Ministra das Relações Institucionais, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- Renan Filho: Ministro dos Transportes, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- Jader Filho: Ministro das Cidades, presente no evento de entrega de moradias em Maceió em janeiro de 2026.
- José Raúl Mulino: Presidente do Panamá, anfitrião do Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe em janeiro de 2026, com quem Lula terá uma provável reunião bilateral.
- Mauro Vieira: Chanceler brasileiro, com encontros previstos no Panamá para tratar de investimentos e circulação de capital.
- Gisela Padovan: Secretária de América Latina e Caribe do Itamaraty, responsável por apresentar os detalhes da viagem de Lula ao Panamá.
- Oposição: Diversos grupos e partidos políticos que se opõem ao governo Lula, incluindo aqueles que apoiam a sucessão bolsonarista e o governador Tarcísio de Freitas em São Paulo.
- Mercado: Setores econômicos e financeiros que reagem às perspectivas políticas e à sucessão presidencial.
- Donald Trump: Presidente dos Estados Unidos, mencionado como um possível líder para o comando do "Conselho da Paz", uma iniciativa internacional.
- Michel Temer: Ex-presidente do Brasil, cujas realizações serão comparadas às de Lula em 2026.
- Jair Bolsonaro: Ex-presidente do Brasil, cujas realizações serão comparadas às de Lula em 2026.
- Tarcísio de Freitas: Governador de São Paulo, cuja boa avaliação é vista como um risco para o PT na disputa eleitoral de 2026 no estado.
Termos importantes
- Coligação Brasil Pronto pra Mais: Coligação liderada pelo PT que registrou a chapa Lula–Alckmin no TSE em 7 de agosto de 2026. Reúne sete partidos: PDT, PSB, a federação formada por PT, PCdoB e PV e a federação PSOL-Rede.
- DRAP (Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários): Documento que reúne os dados da coligação e é apresentado à Justiça Eleitoral junto com os requerimentos individuais de registro de cada candidato. Foi protocolado pela coligação Brasil Pronto pra Mais em 7 de agosto de 2026.
- Registro de candidatura: Pedido formal apresentado à Justiça Eleitoral para que uma candidatura seja aceita. O protocolo, feito pelo Sistema de Candidaturas, formaliza o pedido, mas não equivale à aprovação — a documentação ainda passa por análise. O prazo para as eleições de 2026 vai até 15 de agosto.
- Teto eleitoral: Refere-se ao limite máximo de votos que um candidato ou partido político pode alcançar em uma eleição, indicando que há uma parcela do eleitorado que dificilmente será conquistada.
- Sucessão bolsonarista: Termo que se refere aos movimentos e candidaturas que buscam dar continuidade à agenda política e ideológica associada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Paraná Pesquisas: Instituto de pesquisa de opinião pública que realiza levantamentos sobre cenários políticos e eleitorais no Brasil.
- Escala 6x1: Modelo de jornada de trabalho em que o empregado trabalha seis dias e folga um, sendo um tema com potencial para ser bandeira política em campanhas eleitorais. As diretrizes do programa de governo protocoladas pela coligação de Lula em 7 de agosto de 2026 propõem apoiar o fim dessa escala.
- PEC (Proposta de Emenda à Constituição): Proposta legislativa que visa alterar a Constituição Federal, considerada menos viável como tema de campanha eleitoral para 2026 em um ano legislativo curto.
- Apostas esportivas (bets): Modalidade de jogo que envolve apostas em resultados de eventos esportivos, que passou a ser tributada por lei sancionada em dezembro de 2025.
- Orçamento Secreto: Termo popular para as emendas de relator (RP9), um mecanismo de distribuição de recursos orçamentários que foi alvo de controvérsia e teve propostas de reciclagem de verbas vetadas pelo presidente Lula em dezembro de 2025.
- Conselho da Paz: Proposta de iniciativa internacional cujo rascunho de estatuto prevê uma cobrança de US$ 1 bilhão por vaga para membros, mandatos diferenciados e poderes concentrados na figura do presidente do órgão. Lula foi convidado a participar e Donald Trump é mencionado como possível líder.
- Banco Master: Instituição financeira cujo dono, Daniel Vorcaro, foi criticado por Lula em janeiro de 2026 por envolvimento em um suposto golpe financeiro de mais de R$ 40 bilhões, com Lula afirmando que o prejuízo seria coberto por outros bancos.
- Fundo Garantidor de Crédito (FGC): Mecanismo que garante o ressarcimento de clientes de instituições financeiras em caso de intervenção, liquidação ou falência, mencionado por Lula como responsável por cobrir o desfalque do Banco Master.
- Urnas Eletrônicas: Sistema de votação eletrônico utilizado no Brasil, defendido por Lula como seguro e legítimo, usando sua própria eleição como exemplo de sua eficácia.
- Fórum Econômico Internacional da América Latina e Caribe: Evento internacional no Panamá, do qual Lula participará em janeiro de 2026, focado em temas econômicos como infraestrutura, IA, comércio regional, energia, mineração, segurança alimentar e combate ao crime organizado. O intercâmbio comercial entre Brasil e Panamá aumentou 78% em 2026, atingindo US$ 1,6 bilhão, com o Brasil sendo o 15º maior usuário do Canal do Panamá e o Panamá o 7º maior destino de investimentos brasileiros no exterior.
- Plano A do PT: Refere-se à estratégia do Partido dos Trabalhadores de ter Fernando Haddad como seu principal candidato ao governo de São Paulo em 2026, apesar da resistência do ministro, por considerá-lo crucial para o projeto eleitoral de Lula no estado.
Trajetória da candidatura
Cada etapa da candidatura de Lula (PT), com a data em que aconteceu e o documento ou a reportagem que a registra.
- 6 de dezembro de 2025Indicado pelo partido
O partido indicou o nome, mas a convenção ainda não foi realizada.
Reunião do DN de 06/12/2025, resolução publicada em 08/12. Convenção nacional marcada para 02/08/2026, com Alckmin (PSB) como vice previsto.
Resolução do Diretório Nacional do PT (reunião de 06/12/2025) - 2 de agostoConvenção realizada
A convenção partidária oficializou a candidatura.
G1 — PT oficializa Lula como candidato à Presidência pela oitava vez - 7 de agostoRegistro protocolado
O pedido de registro foi protocolado na Justiça Eleitoral.
G1 — PT registra no TSE candidatura de Lula à reeleição, com Alckmin como vice
Principais propostas
Atualizado em 5 de julho, 2026 às 17:59
Propostas de governo de Lula (PT) para as eleições de 2026, com base em pesquisa em fontes públicas.
Segurança Pública
- Criação de Ministério da Segurança Pública e repressão qualificada
Proposta de criar uma pasta dedicada à segurança, focada em inteligência policial, asfixia financeira de organizações criminosas e integração federativa.
Reportagem sobre plano de governo, Valor, Valor
Economia
- Revisão de metas de inflação e juros estruturais
Defesa de uma meta estrutural de juros abaixo de 10% ao ano e revisão do regime de metas de inflação para estimular o crescimento econômico.
Reportagem sobre diretrizes do PT, O Tempo, O Tempo
Educação
- Universalização da educação em tempo integral
Compromisso de expandir a rede de ensino em tempo integral para todo o país, além de ampliar o ensino técnico-profissionalizante.
Reportagem sobre plano de governo, Valor, Valor
Mobilidade Urbana
- Implementação de tarifa zero no transporte público
Criação de um sistema nacional de mobilidade para apoiar municípios na implementação gradual da tarifa zero em ônibus e trens.
Reportagem sobre plano de governo, O Globo, O Globo
Tributação
- Atualização da tabela do IR e justiça tributária
Proposta de atualizar a tabela do Imposto de Renda, combinada com o aumento da tributação sobre as faixas de renda mais elevadas.
Reportagem sobre plano de governo, Valor, Valor
Reforma do Estado
- Harmonização do mandato do Banco Central
Defesa de alinhar o mandato da diretoria do Banco Central com o período do mandato do Presidente da República.
Reportagem sobre diretrizes do PT, O Tempo, O Tempo
Fontes (5)
- Em minuta de plano de governo de Lula, PT propõe 'repressão qualificada' para combater crime organizado
- Plano de governo de Lula deve propor educação integral, tarifa zero ...
- PT debate documento de base para programa da reeleição de Lula
- Plano de governo de Lula terá foco em crescimento econômico, soberania e combate às desigualdades | Brasil 247
- PT inicia plano de governo de Lula com nova plataforma - 21/05/2026 - Painel - Folha
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