Indicadores do Paraguai
PIB — variação real anual
6,6%
2025, +2,0 p.p.
Quanto a economia paraguaia cresceu ou encolheu em cada ano, já descontada a inflação.
PIB — variação interanual do trimestre
6,2%
4º tri 2025, −0,5 p.p.
Quanto a economia paraguaia cresceu no trimestre contra o mesmo trimestre do ano anterior.
PIB nominal (a preços correntes)
₲ 371,83 tri
2025, +9,9%
O tamanho da economia paraguaia em guaranis de cada ano, sem correção pela inflação.
PIB real (a preços de 2014)
₲ milhões de 2014 252.513.881
2025, +6,6%
O tamanho da economia paraguaia em guaranis de 2014, sem o efeito da inflação.
PIB em dólares (câmbio médio do ano)
US$ 44,7 bi
2024, +3,7%
O tamanho da economia paraguaia em dólares, convertido pela cotação média de cada ano.
PIB per capita em dólares
US$ 7.020
2024, +3,0%
O PIB paraguaio em dólares dividido pela população, ano a ano.
IPC — variação acumulada em 12 meses
2,3%
abr/2026, +0,4 p.p.
A inflação ao consumidor do Paraguai nos últimos 12 meses, o número que o BCP compara com a meta.
IPC — variação mensal
0,8%
abr/2026, −0,0 p.p.
Quanto os preços ao consumidor do Paraguai subiram ou caíram em cada mês.
IPC — variação acumulada no ano
2,2%
abr/2026, +0,8 p.p.
A inflação ao consumidor do Paraguai acumulada desde janeiro do ano corrente.
IPC — número-índice (dezembro de 2017 = 100)
141,9
abr/2026, +0,8%
O nível de preços ao consumidor do Paraguai, com dezembro de 2017 igual a 100.
Taxa de desocupação
4,1%
2º tri 2026, −1,2 p.p.
A fatia da força de trabalho paraguaia que procurou emprego e não encontrou, a cada trimestre da EPHC.
Pessoas desocupadas
139 mil
2º tri 2026, −21,9%
Quantas pessoas estavam procurando trabalho sem encontrar no Paraguai, em cada trimestre da EPHC.
Taxa de subemprego
4,9%
2º tri 2026, +1,0 p.p.
A fatia dos ocupados paraguaios que trabalha menos horas do que gostaria e está disponível para trabalhar mais.
Taxa de participação (Tasa de la Fuerza de Trabajo)
72,7%
2º tri 2026, +0,3 p.p.
A fatia da população paraguaia em idade de trabalhar que trabalha ou procura trabalho: o tamanho do mercado de trabalho.
Nível de ocupação (Tasa de Ocupados)
69,7%
2º tri 2026, +1,1 p.p.
A fatia da população paraguaia em idade de trabalhar que está ocupada — o contraponto da taxa de desemprego que não depende de quem procura trabalho.
Dólar oficial (câmbio de referência, média mensal)
₲ 6.504,37
mar/2026, −0,3%
Quantos guaranis compra um dólar, pela cotação oficial de referência que o Banco Central del Paraguay publica — a média de cada mês, desde 1957.
Variação anual do dólar oficial
−16,0%
2025, −23,6 p.p.
Quanto o guarani se desvalorizou frente ao dólar a cada ano, pela cotação oficial — dezembro contra dezembro, desde 1958.
IDH — Índice de Desenvolvimento Humano (PNUD)
0,756
2023, +0,009
O IDH do PNUD, o número com que o Paraguai aparece no ranking mundial de desenvolvimento humano: 99º em 2023, na faixa alta, atrás de todos os vizinhos do Mercosul.
1990–2023, fonte PNUD — Human Development Report
Resultado financeiro da Administración Central (% do PIB)
−2,00%
2025, +0,54 p.p.
O superávit ou déficit da Administración Central paraguaia depois dos juros, em % do PIB — o "Préstamo neto / endeudamiento neto" do MEF.
Resultado primário da Administración Central (% do PIB)
−0,13%
2025, +0,45 p.p.
O resultado da Administración Central paraguaia antes dos juros da dívida, em % do PIB — o "Resultado Primario" do MEF.
Resultado financeiro acumulado em 12 meses (₲)
₲ −11,46 tri
ago/2026, −10,2%
O resultado financeiro da Administración Central paraguaia em guaranis correntes, somando os doze meses encerrados em cada mês.
Resultado primário acumulado em 12 meses (₲)
₲ −4,79 tri
ago/2026, −25,3%
O resultado primário da Administración Central paraguaia em guaranis correntes, somando os doze meses encerrados em cada mês.
Resultado financeiro do mês (₲)
₲ −2,29 tri
ago/2026, −8.410,3%
O resultado financeiro da Administración Central paraguaia em cada mês fechado, em guaranis correntes.
Resultado primário do mês (₲)
₲ −1,15 tri
ago/2026
O resultado primário da Administración Central paraguaia em cada mês fechado, em guaranis correntes.
Dívida bruta do setor público total (% do PIB)
41,13%
2025, +1,14 p.p.
Quanto o setor público paraguaio deve em proporção ao tamanho da economia, no fim de cada ano, na conta do Ministério de Economía y Finanzas (MEF).
Dívida bruta do setor público total (US$)
US$ 20,4 bi
2025, +13,1%
O estoque de dívida bruta do setor público paraguaio em dólares, no fim de cada ano desde 2004 — como o MEF a publica.
Dívida externa do setor público total (% do total)
85,0%
2025, −1,9 p.p.
Quanto da dívida bruta do setor público paraguaio é devida a credores externos, por residência do credor — o resto é dívida interna.
Reservas internacionais totais
US$ 11,4 bi
mar/2026, +7,8%
Quanto dólar, ouro e outros ativos de reserva o Banco Central del Paraguay tem guardado — o colchão que sustenta o câmbio oficial.
1957–2026, fonte FMI — IMF.STA:IRFCL (2018+) e IMF.STA:IL (até 2018), republicando o BCP
Pobreza por linha de renda (pessoas)
16,0%
2025, −3,6 p.p.
Fatia da população cuja renda domiciliar per capita não alcança o custo de uma cesta básica de consumo, pela EPHC do INE.
Pobreza extrema por linha de renda (pessoas)
2,4%
2025, −1,3 p.p.
Fatia da população cuja renda domiciliar per capita não alcança o custo de uma cesta básica só de alimentos, pela EPHC do INE.
Homicídios de homens
418
2024, +6,4%
Homens vítimas de homicídio doloso: 418 em 2024, 88% do total.
Taxa de homicídios de homens
12,0
2024, +5,1%
Homens vítimas de homicídio doloso por 100 mil homens: 12,0 em 2024.
Homicídios de mulheres
59
2024, −16,9%
Mulheres vítimas de homicídio doloso: 59 em 2024, 12% do total.
Taxa de homicídios de mulheres
1,7
2024, −17,8%
Mulheres vítimas de homicídio doloso por 100 mil mulheres: 1,7 em 2024.
Homicídios de jovens (15 a 29 anos)
197
2022, +2,1%
Vítimas de óbito por agressão entre 15 e 29 anos: 197 em 2022, 38% do total.
Taxa de homicídios de jovens
11,1
2022, +2,5%
Óbitos por agressão de 15 a 29 anos por 100 mil jovens dessa faixa: 11,1 em 2022.
Jovens entre as vítimas de agressão
38,0%
2022, +1,7 p.p.
Quanto dos óbitos por agressão é de vítimas de 15 a 29 anos: 38,0% em 2022.
Homicídios por arma de fogo
299
2022, −0,7%
Óbitos por agressão a tiro: 299 em 2022, 57,7% do total.
Taxa de homicídios por arma de fogo
4,4
2022, −1,8%
Óbitos por agressão a tiro por 100 mil habitantes: 4,4 em 2022.
Proporção de homicídios por arma de fogo
57,7%
2022, +1,1 p.p.
Parcela dos óbitos por agressão cometida com arma de fogo: 57,7% em 2022.
Suicídios por arma de fogo
67
2022, 0,0%
Suicídios com arma de fogo: 67 em 2022, 10,2% dos suicídios — a menor parcela da série.
Suicídios
659
2022, +14,6%
Suicídios pela declaração de óbito: 659 em 2022, mais que seis vezes o de 1996 (99).
Taxa de suicídios
9,7
2022, +13,3%
Suicídios por 100 mil habitantes: 9,7 em 2022, mais que quatro vezes a de 1996 (2,1).
Suicídios de homens
492
2022, +23,9%
Homens que se mataram: 492 em 2022, quase três em cada quatro suicídios.
Suicídios de mulheres
167
2022, −6,2%
Mulheres que se mataram: 167 em 2022, mais de cinco vezes o número de 1996 (30).
