Quanto da dívida bruta do setor público paraguaio é devida a credores externos, por residência do credor — o resto é dívida interna.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
A fração da dívida bruta do setor público paraguaio que é externa, por residência do credor (multilaterais como BID e Banco Mundial, bilaterais e bônus internacionais) — o complemento é dívida interna, com credores residentes no Paraguai.
Não é uma quebra por moeda. O MEF também publica, numa aba à parte, a composição da dívida da Administración Central por moeda (dólar, guarani, iene, DES) — em julho de 2026, 72,4% dela estava em dólar e 25,5% em guarani —, mas só para dois meses (dezembro de 2025 e o mês corrente), não uma série histórica. Por isso o indicador aqui é por residência do credor, que tem série longa, e não se chama "dívida em moeda estrangeira": a maior parte da dívida externa paraguaia é mesmo em dólar, mas as duas classificações não são idênticas.
De quase tudo externa a maioria interna e de volta. Em 2004, 89,0% da dívida era externa. A parcela externa chegou ao piso da série, 62,4%, em 2012. Daí em diante a dívida nova foi majoritariamente externa: os bônus soberanos colocados no exterior a partir de 2013 e os empréstimos multilaterais que financiaram o déficit da pandemia. Em 2025, a parcela externa estava em 85,0% — perto do início da série.
O que entra na conta. A Deuda Sector Público Total (DSPT), na régua do MEF: Administración Central, Administración Descentralizada (entes autárquicos, municipalidades, governos departamentais) e as capitalizações do Banco Central del Paraguay via Lei 3974/2010 — o MEF publica os dois primeiros grupos separados na mesma planilha (Deuda Pública Administración Central e Deuda Pública Administración Descentralizada), mas a série aqui é sempre o total consolidado.
| Período | Participação externa | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 85,0% | −1,9 p.p. |
| 2024preliminar | 86,9% | +0,3 p.p. |
| 2023preliminar | 86,6% | −1,9 p.p. |
| 2022 | 88,5% | +1,8 p.p. |
| 2021 | 86,7% | +0,8 p.p. |
| 2020 | 85,9% | +4,2 p.p. |
| 2019 | 81,7% | +2,1 p.p. |
| 2018 | 79,6% | +1,6 p.p. |
| 2017 | 78,0% | +1,5 p.p. |
| 2016 | 76,5% | +3,4 p.p. |
| 2015 | 73,1% | +4,9 p.p. |
| 2014 | 68,2% | +4,1 p.p. |
| 2013 | 64,1% | +1,7 p.p. |
| 2012 | 62,4% | −20,9 p.p. |
| 2011 | 83,3% | +0,9 p.p. |
| 2010 | 82,4% | +0,7 p.p. |
| 2009 | 81,7% | −3,8 p.p. |
| 2008 | 85,5% | −0,3 p.p. |
| 2007 | 85,8% | −1,7 p.p. |
| 2006 | 87,5% | −1,6 p.p. |
| 2005 | 89,1% | +0,1 p.p. |
| 2004 | 89,0% | — |