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Senado vota PEC da Segurança Pública nesta quinta-feira

O plenário do Senado Federal vota nesta quinta-feira, 15, a PEC 18/2025, proposta do governo Lula para integrar o combate ao crime organizado e criar o Ministério da Segurança Pública.

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Foto: G1 Política
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15/10 às 02:45, atualizado 10:02

Pontos principais

  • A votação da PEC 18/2025 está agendada para as 14h, com calendário especial que permite a análise em dois turnos sem intervalos.
  • A proposta estabelece o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e o Sistema de Políticas Penais na Constituição.
  • O texto prevê a ampliação da atuação da Polícia Rodoviária Federal em hidrovias e ferrovias e a criação de polícias municipais.
  • A oposição no Senado articula a inclusão da redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, por meio de destaques.
  • A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) já concluiu a análise da matéria com parecer favorável do relator, senador Rogério Carvalho.
  • A aprovação da emenda constitucional é considerada pelo governo como condição necessária para a criação permanente do Ministério da Segurança Pública.

O plenário do Senado Federal realiza nesta quinta-feira, 15, a votação da PEC 18/2025, que altera diversos dispositivos da Constituição para estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). A proposta, enviada pela Presidência da República, visa integrar as forças de segurança e criar o Ministério da Segurança Pública como pasta permanente. O relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Rogério Carvalho, apresentou parecer favorável ao texto, que também prevê a criação do Sistema de Políticas Penais e amplia as competências da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

Durante a sessão, a oposição pretende apresentar destaques para incluir a redução da maioridade penal na proposta, propondo o limite de 16 anos para crimes comuns e 14 anos para crimes hediondos. A estratégia é vista como um ponto de atrito, uma vez que a inclusão de novos dispositivos poderia exigir o retorno do texto à Câmara dos Deputados. O governo federal busca manter a integridade da proposta original para garantir a celeridade na tramitação, utilizando um calendário especial aprovado pelo plenário que permite a votação em dois turnos na mesma sessão.

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