
Zucco
Governador eleito do Rio Grande do Sul em 2026 · PL
Mandato de 06/01/2027 a 05/01/2031 · posse em 92 dias
Como o candidato registrou no TSE
Promessas de campanha
- Plano de governo registrado no TSE: Programa de Governo Rio Grande do Sul 2027-2030: O Rio Grande Pode Mais (Zucco governador, Silvana Covatti vice) · 107 páginas
477 promessas: 2 com meta ou prazo, 262 ações, 213 diretrizes. O acompanhamento começa com a posse, em 6 de janeiro de 2027.
Com meta ou prazo
- Identificar o risco e agir rapidamente
Universalizar a avaliação qualificada do risco e estabelecer protocolos de resposta imediata.
Meta: avaliação de risco universal para as vítimas
“Universalizar a avaliação qualificada do risco e estabelecer protocolos de resposta imediata, considerando a gravidade, o histórico de violência, o perfil do agressor, a vulnerabilidade da” p. 19
- Garantir alfabetização e matemática na idade certa
Consolidar e aperfeiçoar o regime de colaboração com os municípios para assegurar alfabetização, fluência leitora, escrita e aprendizagem adequada em matemática até o final do segundo ano.
Meta: alfabetização, fluência leitora, escrita e matemática até o final do segundo ano
“Consolidar e aperfeiçoar o regime de colaboração com os municípios para assegurar alfabetização, fluência leitora, escrita e aprendizagem adequada em matemática até o final do” p. 27
Todas, por eixo
Planejamento, Finanças e Responsabilidade Fiscal17
- Agenda fiscal responsável com prioridade ao crescimento
Adotar agenda fiscal responsável, priorizando o crescimento econômico, com planejamento de curto, médio e longo prazo.
Trecho (p. 3)
“Vamos adotar uma agenda fiscal responsável, mas priorizar o crescimento econômico, com planejamento de curto, médio e longo prazo.” p. 3
- Equilibrar as contas sem aumentar a carga tributária
Buscar o equilíbrio fiscal por crescimento, revisão de gastos, qualidade da despesa e combate à sonegação, sem aumentar a carga tributária.
Trecho (p. 76)
“buscando o equilíbrio das contas públicas por meio do crescimento econômico, da revisão permanente de gastos, da melhoria da qualidade da despesa, da modernização da gestão financeira e do combate à sonegação, e não pelo aumento da carga tributária” p. 76
- Manter o equilíbrio para entregar
Conduzir a política fiscal com transparência e visão de longo prazo.
Trecho (p. 76)
“Conduzir a política fiscal com transparência e visão de longo prazo, preservando serviços essenciais, capacidade de investimento e sustentabilidade da dívida e buscando equilíbrio” p. 76
- Integrar planejamento, orçamento e resultados
Compatibilizar plano de metas, PPA, LDO e orçamento e identificar em cada prioridade recursos, entregas, indicadores e responsáveis.
Trecho (p. 76)
“Compatibilizar plano de metas, PPA, LDO e orçamento e identificar em cada prioridade recursos, entregas, indicadores e responsáveis, acompanhando conjuntamente a execução” p. 76
- Transformar o PPA em instrumento de decisão
Reduzir programas genéricos, explicitar resultados e custos e utilizar o Plano Plurianual para orientar a alocação de recursos, a revisão das políticas e a elaboração dos orçamentos anuais.
Trecho (p. 76)
“Reduzir programas genéricos, explicitar resultados e custos e utilizar o Plano Plurianual para orientar a alocação de recursos, a revisão das políticas e a elaboração dos orçamentos anuais.” p. 76
- Instituir revisão permanente de gastos
Realizar ciclos anuais de avaliação de programas, benefícios, contratos, estruturas e despesas administrativas.
Trecho (p. 77)
“Realizar ciclos anuais de avaliação de programas, benefícios, contratos, estruturas e despesas administrativas, preservando iniciativas eficazes, corrigindo as que possam melhorar e” p. 77
- Financiar despesas permanentes com receitas permanentes
Exigir impacto plurianual, fonte sustentável e medidas de compensação quando legalmente necessárias para novas despesas obrigatórias ou continuadas.
Trecho (p. 77)
“Exigir impacto plurianual, fonte sustentável e medidas de compensação quando legalmente necessárias para novas despesas obrigatórias ou continuadas, destinando receitas” p. 77
- Planejar cenários e riscos fiscais
Elaborar projeções básicas, adversas e de estresse para receitas, reforma tributária, pessoal, previdência, dívida, benefícios fiscais, PPPs, estatais, precatórios e calamidades.
Trecho (p. 77)
“Elaborar projeções básicas, adversas e de estresse para receitas, reforma tributária, pessoal, previdência, dívida, benefícios fiscais, PPPs, estatais, precatórios e calamidades, definindo” p. 77
- Preparar as finanças para calamidades
Combinar reservas, fundos, seguros, linhas contingentes e regras de execução emergencial para responder a eventos extremos sem interromper serviços essenciais ou desorganizar integralmente o orçamento.
Trecho (p. 77)
“Combinar reservas, fundos, seguros, linhas contingentes e regras de execução emergencial para responder a eventos extremos sem interromper serviços essenciais ou desorganizar” p. 77
- Executar o PROPAG com planejamento e transparência
Apresentar os efeitos da opção adotada, especialmente em relação a juros, amortização, investimentos e aportes, manter carteira de projetos maduros, acompanhar as obrigações legais e assegurar que os recursos vinculados produzam entregas verificáveis.
Trecho (p. 77)
“Apresentar os efeitos da opção adotada, especialmente em relação a juros, amortização, investimentos e aportes, manter carteira de projetos maduros, acompanhar as obrigações legais” p. 77
- Gerir a dívida com visão de longo prazo
Avaliar renegociações pelo custo total, fluxo de pagamentos, riscos, compromissos futuros e impacto sobre investimentos e divulgar de forma simples estoque, indexadores, juros, pagamentos, garantias e projeções.
Trecho (p. 77)
“Avaliar renegociações pelo custo total, fluxo de pagamentos, riscos, compromissos futuros e impacto sobre investimentos e divulgar de forma simples estoque, indexadores, juros,” p. 77
- Proteger manutenção e investimentos prioritários
Planejar recursos plurianuais para conservar infraestrutura, equipamentos e prédios e preservar projetos maduros e em execução.
Trecho (p. 77)
“Planejar recursos plurianuais para conservar infraestrutura, equipamentos e prédios e preservar projetos maduros e em execução, evitando novas obras sem previsão de operação e” p. 77
- Qualificar a gestão dos investimentos públicos
Implantar integralmente os instrumentos do PROGESTÃO para avaliar viabilidade, alternativas, custo total, riscos, maturidade e benefícios dos grandes projetos e acompanhar sua execução e seus resultados após a conclusão.
Trecho (p. 77)
“Implantar integralmente os instrumentos do PROGESTÃO para avaliar viabilidade, alternativas, custo total, riscos, maturidade e benefícios dos grandes projetos e acompanhar sua execução e” p. 77
- Captar recursos com projetos prontos
Fortalecer a estrutura estadual de captação e manter carteira de projetos com estudos, licenças, documentos, contrapartidas e custos atualizados.
Trecho (p. 77)
“Fortalecer a estrutura estadual de captação e manter carteira de projetos com estudos, licenças, documentos, contrapartidas e custos atualizados, monitorando recursos contratados,” p. 77
- Avaliar benefícios fiscais e apoios públicos
Revisar periodicamente incentivos e subsídios segundo objetivo, prazo, custo, contrapartidas, investimento, emprego, desenvolvimento regional e retorno econômico e social.
Trecho (p. 78)
“Revisar periodicamente incentivos e subsídios segundo objetivo, prazo, custo, contrapartidas, investimento, emprego, desenvolvimento regional e retorno econômico e social, reformulando” p. 78
- Monitorar previdência, estatais e passivos contingentes
Acompanhar projeções atuariais, déficits, governança e sustentabilidade das empresas públicas e riscos judiciais, ambientais, contratuais e financeiros.
Trecho (p. 78)
“Acompanhar projeções atuariais, déficits, governança e sustentabilidade das empresas públicas e riscos judiciais, ambientais, contratuais e financeiros, adotando medidas preventivas antes” p. 78
- Dar transparência ao orçamento e aos resultados
Disponibilizar informações acessíveis sobre arrecadação, despesas, benefícios fiscais, investimentos, dívida, riscos, metas e entregas.
Trecho (p. 78)
“Disponibilizar informações acessíveis sobre arrecadação, despesas, benefícios fiscais, investimentos, dívida, riscos, metas e entregas, distinguindo valores autorizados, empenhados,” p. 78
Relações Institucionais e Federativas17
- Nova relação com o governo federal e solução para a dívida com a União
Construir nova relação com o governo federal, com mais articulação política, e buscar soluções para a dívida com a União e o espaço fiscal.
Trecho (p. 3)
“Queremos, também, construir uma nova relação com o governo federal, com mais articulação e força política para defender o Rio Grande do Sul.” p. 3
- Diálogo permanente com a sociedade, os municípios e a Assembleia
Manter diálogo permanente com a população, municípios, setores produtivos, universidades, sociedade civil e demais poderes, unindo os deputados estaduais em pautas comuns.
Trecho (p. 4)
“manter um diálogo permanente com os gaúchos, com os municípios, com os setores produtivos, com as universidades, com as organizações da sociedade civil, com os demais poderes” p. 4
- Construir governabilidade com transparência
Manter relação permanente com a Assembleia Legislativa, apresentando prioridades, fundamentos, impactos fiscais e informações necessárias ao debate e organizando a sustentação parlamentar em torno de uma agenda pública de reformas, investimentos e resultados.
Trecho (p. 92)
“Manter relação permanente com a Assembleia Legislativa, apresentando prioridades, fundamentos, impactos fiscais e informações necessárias ao debate e organizando a” p. 92
- Publicar e executar uma agenda legislativa
Divulgar anualmente os principais projetos do governo, com objetivos, justificativas e cronograma indicativo.
Trecho (p. 92)
“Divulgar anualmente os principais projetos do governo, com objetivos, justificativas e cronograma indicativo, promovendo diálogo antecipado com bancadas, entidades e sociedade” p. 92
- Respeitar a oposição e as prerrogativas parlamentares
Assegurar acesso a informações, respostas aos requerimentos e tratamento institucional às bancadas de oposição.
Trecho (p. 92)
“Assegurar acesso a informações, respostas aos requerimentos e tratamento institucional às bancadas de oposição, reconhecendo a divergência e a fiscalização como partes legítimas do” p. 92
- Coordenar a bancada federal em torno de prioridades
Manter agenda regular com deputados e senadores gaúchos e oferecer carteira limitada de projetos e pautas maduras para orientar emendas, recursos, legislação e articulações perante a União.
Trecho (p. 93)
“Manter agenda regular com deputados e senadores gaúchos e oferecer carteira limitada de projetos e pautas maduras para orientar emendas, recursos, legislação e articulações perante a” p. 93
- Fortalecer a representação do Estado em Brasília
Profissionalizar o escritório estadual como unidade técnica de acompanhamento de ministérios, Congresso, agências, tribunais e instituições financeiras.
Trecho (p. 93)
“Profissionalizar o escritório estadual como unidade técnica de acompanhamento de ministérios, Congresso, agências, tribunais e instituições financeiras, integrando as secretarias e divulgando” p. 93
- Defender uma carteira federal executável
Selecionar poucos projetos e pautas de alta relevância e maturidade nas áreas de infraestrutura, dívida, saúde, proteção contra desastres e desenvolvimento e definir responsáveis, estratégia, prazos e decisões federais necessárias.
Trecho (p. 93)
“Selecionar poucos projetos e pautas de alta relevância e maturidade nas áreas de infraestrutura, dívida, saúde, proteção contra desastres e desenvolvimento e definir responsáveis, estratégia,” p. 93
- Aproveitar recursos e evitar perdas em convênios
Monitorar programas, editais, transferências e prazos federais e acionar os órgãos responsáveis para elaborar propostas, cumprir requisitos, executar objetos e corrigir riscos de devolução.
Trecho (p. 93)
“Monitorar programas, editais, transferências e prazos federais e acionar os órgãos responsáveis para elaborar propostas, cumprir requisitos, executar objetos e corrigir riscos de devolução,” p. 93
- Liderar uma agenda federativa para dívida e clima
Articular estados e bancadas para defender condições sustentáveis da dívida e mecanismos nacionais permanentes de financiamento, prevenção, seguros, adaptação e reconstrução diante de eventos climáticos extremos.
Trecho (p. 93)
“Articular estados e bancadas para defender condições sustentáveis da dívida e mecanismos nacionais permanentes de financiamento, prevenção, seguros, adaptação e reconstrução” p. 93
- Fundo constitucional do sul
Liderar a defesa da criação de instrumento permanente de financiamento regional para os estados do Sul, especialmente diante da recorrência de eventos climáticos e da inexistência de fundo constitucional equivalente aos de outras regiões.
Trecho (p. 93)
“Liderar a defesa da criação de instrumento permanente de financiamento regional para os estados do Sul, especialmente diante da recorrência de eventos climáticos e da inexistência de” p. 93
- Manter relação republicana entre os poderes
Estabelecer canais técnicos com Judiciário, Ministério Público, Defensoria, Tribunal de Contas e demais instituições para tratar de políticas judicializadas, cumprimento de decisões e prevenção de conflitos.
Trecho (p. 93)
“Estabelecer canais técnicos com Judiciário, Ministério Público, Defensoria, Tribunal de Contas e demais instituições para tratar de políticas judicializadas, cumprimento de decisões e” p. 93
- Fortalecer a prevenção jurídica das decisões
Integrar a PGE desde a elaboração de normas, contratos, políticas e grandes projetos.
Trecho (p. 93)
“Integrar a PGE desde a elaboração de normas, contratos, políticas e grandes projetos, consolidando orientações e precedentes para reduzir litígios e dar segurança a decisões” p. 93
- Pactuar responsabilidades entre Estado e municípios
Realizar mesa federativa periódica com representação regional e valorizar as instâncias setoriais existentes para definir competências, financiamento, metas e acompanhamento das políticas executadas conjuntamente.
Trecho (p. 94)
“Realizar mesa federativa periódica com representação regional e valorizar as instâncias setoriais existentes para definir competências, financiamento, metas e acompanhamento das políticas” p. 94
- Fortalecer a cooperação entre os estados
Utilizar o Cosud e acordos específicos entre os estados do Sul para desenvolver agendas comuns em logística, energia, segurança, saúde, turismo, sanidade, clima e integração continental.
Trecho (p. 94)
“Utilizar o Cosud e acordos específicos entre os estados do Sul para desenvolver agendas comuns em logística, energia, segurança, saúde, turismo, sanidade, clima e integração” p. 94
- Coordenar as políticas de fronteira e Mercosul
Integrar as áreas estaduais responsáveis por infraestrutura, comércio, turismo, segurança, saúde e educação nas regiões fronteiriças e articular com União, Itamaraty, municípios e países vizinhos soluções para cidades-gêmeas e fluxos transfronteiriços.
Trecho (p. 94)
“Integrar as áreas estaduais responsáveis por infraestrutura, comércio, turismo, segurança, saúde e educação nas regiões fronteiriças e articular com União, Itamaraty, municípios e países” p. 94
- Profissionalizar e dar transparência às articulações
Manter equipes técnicas permanentes, registrar compromissos com órgãos, municípios e entidades e divulgar prioridades, responsáveis, prazos e resultados.
Trecho (p. 94)
“Manter equipes técnicas permanentes, registrar compromissos com órgãos, municípios e entidades e divulgar prioridades, responsáveis, prazos e resultados, preservando informações” p. 94
Pessoas, Meritocracia e Eficiência16
- Equipe de governo escolhida por capacidade de entrega
Escolher equipe de governo preparada, sem aceitar nomes sem capacidade de entregar resultados.
Trecho (p. 3)
“Vamos governar com os melhores, escolhendo uma equipe preparada para o tamanho do desafio que vem pela frente.” p. 3
- Planejar a força de trabalho do Estado
Integrar dados de lotação, vínculos, competências, idade, aposentadorias, afastamentos e demanda dos serviços para identificar carências, excessos e necessidades futuras e orientar concursos, mobilidade, capacitação e tecnologia.
Trecho (p. 82)
“Integrar dados de lotação, vínculos, competências, idade, aposentadorias, afastamentos e demanda dos serviços para identificar carências, excessos e necessidades futuras e orientar” p. 82
- Realizar concursos conforme a necessidade
Elaborar programação plurianual indicativa de concursos e provimentos.
Trecho (p. 82)
“Elaborar programação plurianual indicativa de concursos e provimentos, priorizando funções essenciais e capacidades críticas e condicionando cada ingresso à demanda comprovada, à” p. 82
- Selecionar e integrar servidores por competências
Modernizar concursos com critérios objetivos relacionados às atribuições e utilizar provas práticas ou cursos de formação quando necessários.
Trecho (p. 82)
“Modernizar concursos com critérios objetivos relacionados às atribuições e utilizar provas práticas ou cursos de formação quando necessários, integrando os novos servidores por meio” p. 82
- Tornar o estágio probatório efetivo
Avaliar o servidor em ciclos, com expectativas claras, evidências, feedback, formação, apoio e possibilidade de recurso.
Trecho (p. 83)
“Avaliar o servidor em ciclos, com expectativas claras, evidências, feedback, formação, apoio e possibilidade de recurso, considerando assiduidade, responsabilidade, competências,” p. 83
- Modernizar carreiras e ampliar a mobilidade
Revisar cargos vagos ou obsoletos e carreiras excessivamente fragmentadas.
Trecho (p. 83)
“Revisar cargos vagos ou obsoletos e carreiras excessivamente fragmentadas, preservando especializações necessárias e permitindo mobilidade entre órgãos e projetos quando houver” p. 83
- Avaliar para desenvolver e reconhecer
Implantar princípios comuns de avaliação, adaptados a cada carreira e função.
Trecho (p. 83)
“Implantar princípios comuns de avaliação, adaptados a cada carreira e função, combinando resultados individuais e coletivos, competências, qualidade e condições de trabalho para” p. 83
- Enfrentar o baixo desempenho com justiça
Identificar suas causas e estabelecer planos de melhoria, supervisão, capacitação, adaptação ou mobilidade.
Trecho (p. 83)
“Identificar suas causas e estabelecer planos de melhoria, supervisão, capacitação, adaptação ou mobilidade, aplicando o regime disciplinar somente quando houver infração e preservando” p. 83
- Reconhecer resultados sem criar privilégios
Estruturar reconhecimento institucional e, quando houver base legal e fiscal, incentivos variáveis não incorporáveis vinculados a resultados coletivos e verificáveis.
Trecho (p. 83)
“Estruturar reconhecimento institucional e, quando houver base legal e fiscal, incentivos variáveis não incorporáveis vinculados a resultados coletivos e verificáveis, evitando metas” p. 83
- Profissionalizar as lideranças
Definir perfis, atribuições e requisitos para funções estratégicas e adotar processos de identificação ou seleção para cargos técnicos e gerenciais.
Trecho (p. 83)
“Definir perfis, atribuições e requisitos para funções estratégicas e adotar processos de identificação ou seleção para cargos técnicos e gerenciais, combinando mérito, experiência,” p. 83
- Formar líderes e preparar sucessores
Integrar os programas da Escola de Governo em uma jornada de formação, mentoria, avaliação e sucessão para lideranças atuais e potenciais.
Trecho (p. 83)
“Integrar os programas da Escola de Governo em uma jornada de formação, mentoria, avaliação e sucessão para lideranças atuais e potenciais, considerando resultados, integridade, gestão de” p. 83
- Vincular capacitação às necessidades do serviço
Fortalecer a Escola de Governo e organizar trilhas por carreira e função.
Trecho (p. 83)
“Fortalecer a Escola de Governo e organizar trilhas por carreira e função, conectando cursos a competências, problemas e projetos concretos e avaliando se o aprendizado foi aplicado e” p. 83
- Preservar capacidades permanentes e contratar com responsabilidade
Utilizar temporários somente em necessidades transitórias e terceirizar serviços auxiliares quando houver vantagem comprovada.
Trecho (p. 83)
“Utilizar temporários somente em necessidades transitórias e terceirizar serviços auxiliares quando houver vantagem comprovada, mantendo no Estado as funções estratégicas,” p. 83
- Promover saúde e ambientes de trabalho seguros
Fortalecer prevenção, ergonomia, saúde mental, segurança, acolhimento, reabilitação e retorno ao trabalho e integrar essas ações à análise das causas dos afastamentos.
Trecho (p. 84)
“Fortalecer prevenção, ergonomia, saúde mental, segurança, acolhimento, reabilitação e retorno ao trabalho e integrar essas ações à análise das causas dos afastamentos, sem estigmatização” p. 84
- Organizar o trabalho presencial e híbrido por resultados
Adotar modalidades presenciais, remotas ou híbridas conforme a natureza do serviço, as necessidades do cidadão, a segurança da informação e as metas da equipe.
Trecho (p. 84)
“Adotar modalidades presenciais, remotas ou híbridas conforme a natureza do serviço, as necessidades do cidadão, a segurança da informação e as metas da equipe, avaliando” p. 84
- Gerir pessoas com dados e participação
Manter painéis gerenciais protegidos sobre força de trabalho, competências, desempenho, capacitação, mobilidade, aposentadorias, afastamentos e custos e criar canais para que os servidores proponham melhorias, participem dos projetos e acompanhem os resultados.
Trecho (p. 84)
“Manter painéis gerenciais protegidos sobre força de trabalho, competências, desempenho, capacitação, mobilidade, aposentadorias, afastamentos e custos e criar canais para que os” p. 84
Gestão Pública e Governança16
- Racionalizar o tamanho do aparelho estatal
Racionalizar o tamanho do aparelho estatal, reduzindo secretarias, departamentos e órgãos e os gastos supérfluos.
Trecho (p. 3)
“Isso envolverá, sem dúvida, racionalizar ainda mais o tamanho do aparelho estatal.” p. 3
- Organizar o governo para entregar resultados
Concentrar a administração nos problemas e necessidades dos cidadãos e definir para cada prioridade resultados, indicadores, responsáveis, orçamento, cronograma, riscos e mecanismos permanentes de acompanhamento.
Trecho (p. 73)
“Concentrar a administração nos problemas e necessidades dos cidadãos e definir para cada prioridade resultados, indicadores, responsáveis, orçamento, cronograma, riscos e mecanismos” p. 73
- Transformar o programa de governo em metas
Converter os compromissos do mandato em plano de metas com entregas anuais, linhas de base e indicadores objetivos, compatibilizado com o PPA, a LDO, o orçamento e os planos setoriais.
Trecho (p. 73)
“Converter os compromissos do mandato em plano de metas com entregas anuais, linhas de base e indicadores objetivos, compatibilizado com o PPA, a LDO, o orçamento e os planos” p. 73
- Fortalecer o centro de governo
Integrar Gabinete do Governador, Casa Civil, SPGG e demais estruturas centrais para coordenar as prioridades, solucionar conflitos entre órgãos e encaminhar ao governador somente os obstáculos que exijam decisão política.
Trecho (p. 73)
“Integrar Gabinete do Governador, Casa Civil, SPGG e demais estruturas centrais para coordenar as prioridades, solucionar conflitos entre órgãos e encaminhar ao governador somente os” p. 73
- Aperfeiçoar o acordo de resultados
Reduzir e qualificar as metas pactuadas com secretários e dirigentes.
Trecho (p. 74)
“Reduzir e qualificar as metas pactuadas com secretários e dirigentes, diferenciando atividades, entregas e resultados e vinculando projetos, recursos, responsáveis e revisões periódicas às” p. 74
- Modernizar o monitoramento e a gestão dos gargalos
Aprimorar o Sistema de Monitoramento Estratégico para integrar cronograma, orçamento, riscos, decisões e evidências e estabelecer responsáveis e prazos para solucionar entraves jurídicos, técnicos, financeiros e administrativos.
Trecho (p. 74)
“Aprimorar o Sistema de Monitoramento Estratégico para integrar cronograma, orçamento, riscos, decisões e evidências e estabelecer responsáveis e prazos para solucionar entraves” p. 74
- Integrar o planejamento de longo e médio prazo
Consolidar uma estratégia estadual de longo prazo, sem duplicar o Plano Rio Grande, e organizar de forma coerente a visão futura, o plano de metas do mandato, os planos setoriais e os instrumentos legais de planejamento e orçamento.
Trecho (p. 74)
“Consolidar uma estratégia estadual de longo prazo, sem duplicar o Plano Rio Grande, e organizar de forma coerente a visão futura, o plano de metas do mandato, os planos setoriais e os” p. 74
- Revisar e simplificar a governança
Avaliar conselhos, comitês, gabinetes e grupos de trabalho, extinguindo ou fundindo estruturas inativas ou redundantes e exigindo liderança, competência, prazo, registro das decisões e avaliação das instâncias que permanecerem.
Trecho (p. 74)
“Avaliar conselhos, comitês, gabinetes e grupos de trabalho, extinguindo ou fundindo estruturas inativas ou redundantes e exigindo liderança, competência, prazo, registro das decisões e” p. 74
- Organizar uma estrutura administrativa funcional
Revisar órgãos e unidades conforme suas funções, processos e resultados.
Trecho (p. 74)
“Revisar órgãos e unidades conforme suas funções, processos e resultados, eliminando sobreposições e responsabilidades fragmentadas sem promover mudanças que gerem custo,” p. 74
- Compartilhar serviços administrativos com qualidade
Centralizar compras comuns, contratos, patrimônio, frota, tecnologia e demais atividades padronizáveis quando houver ganho comprovado.
Trecho (p. 74)
“Centralizar compras comuns, contratos, patrimônio, frota, tecnologia e demais atividades padronizáveis quando houver ganho comprovado, definindo catálogo, prazos, níveis de serviço” p. 74
- Delegar decisões ao nível adequado
Revisar competências, alçadas e assinaturas para reduzir tramitações desnecessárias e dar autonomia gerencial proporcional ao risco e à capacidade.
Trecho (p. 74)
“Revisar competências, alçadas e assinaturas para reduzir tramitações desnecessárias e dar autonomia gerencial proporcional ao risco e à capacidade, preservando segregação de” p. 74
- Redesenhar os processos mais críticos
Mapear de ponta a ponta os processos com maior impacto sobre cidadãos, empresas e órgãos públicos.
Trecho (p. 74)
“Mapear de ponta a ponta os processos com maior impacto sobre cidadãos, empresas e órgãos públicos, eliminando etapas sem valor, retrabalho, exigências repetidas e transferências” p. 74
- Integrar a gestão dos projetos e investimentos
Consolidar uma rede estadual de gestão de projetos, aproveitando as estruturas existentes, e manter visão integrada das principais carteiras.
Trecho (p. 74)
“Consolidar uma rede estadual de gestão de projetos, aproveitando as estruturas existentes, e manter visão integrada das principais carteiras, com critérios de impacto, maturidade, equilíbrio” p. 74
- Avaliar, aperfeiçoar ou encerrar programas
Instituir ciclos permanentes de avaliação de desenho, execução, custos e resultados para preservar políticas eficazes, corrigir as que possam melhorar e encerrar iniciativas que não justifiquem os recursos empregados.
Trecho (p. 75)
“Instituir ciclos permanentes de avaliação de desenho, execução, custos e resultados para preservar políticas eficazes, corrigir as que possam melhorar e encerrar iniciativas que não” p. 75
- Preservar a memória e a continuidade institucional
Padronizar o registro e a transferência de decisões, estudos, projetos, contratos, riscos e aprendizados.
Trecho (p. 75)
“Padronizar o registro e a transferência de decisões, estudos, projetos, contratos, riscos e aprendizados, garantindo continuidade das políticas e transições organizadas entre dirigentes,” p. 75
- Preparar a administração para crises
Manter protocolos de continuidade para comando, sistemas, folha, contratos, compras emergenciais, documentos, comunicação e mobilização de equipes.
Trecho (p. 75)
“Manter protocolos de continuidade para comando, sistemas, folha, contratos, compras emergenciais, documentos, comunicação e mobilização de equipes, articulando a gestão” p. 75
Municipalismo e Desenvolvimento Regional17
- Governo municipalista, mais perto de prefeitos e vereadores
Governar de forma municipalista, próximo de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças institucionais e comunitárias.
Trecho (p. 4)
“Vamos fazer um governo municipalista, mais perto de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças institucionais e comunitárias.” p. 4
- Descentralizar políticas e investimentos quando houver ganho de eficiência
Descentralizar políticas e investimentos para os municípios e regiões sempre que isso trouxer mais eficiência e melhor atendimento.
Trecho (p. 89)
“descentralizar políticas e investimentos sempre que isso resultar em maior eficiência e melhor atendimento à população” p. 89
- Organizar uma rede estadual de apoio aos municípios
Integrar em uma porta de entrada o apoio estadual a projetos, convênios, captação, consórcios, concessões, compras, transformação digital e prestação de contas.
Trecho (p. 89)
“Integrar em uma porta de entrada o apoio estadual a projetos, convênios, captação, consórcios, concessões, compras, transformação digital e prestação de contas, articulando os órgãos” p. 89
- Tratar os municípios como parceiros
Pactuar responsabilidades, metas, financiamento e acompanhamento nas políticas executadas conjuntamente.
Trecho (p. 89)
“Pactuar responsabilidades, metas, financiamento e acompanhamento nas políticas executadas conjuntamente, substituindo exigências fragmentadas por cooperação técnica e preservando a” p. 89
- Preparar projetos e aproveitar recursos
Apoiar estudos, projetos de engenharia, documentação, orçamento, licenciamento e estruturação financeira e manter carteira de iniciativas municipais e regionais conforme sua maturidade.
Trecho (p. 89)
“Apoiar estudos, projetos de engenharia, documentação, orçamento, licenciamento e” p. 89
- Capacitar e acompanhar as equipes municipais
Oferecer formação continuada, mentorias, modelos, manuais e comunidades de prática em planejamento, orçamento, compras, contratos, dados, convênios e políticas públicas.
Trecho (p. 90)
“Oferecer formação continuada, mentorias, modelos, manuais e comunidades de prática em planejamento, orçamento, compras, contratos, dados, convênios e políticas públicas,” p. 90
- Simplificar convênios e dar previsibilidade aos repasses
Padronizar documentos, integrar sistemas e aplicar exigências e prestações de contas proporcionais ao valor e ao risco.
Trecho (p. 90)
“Padronizar documentos, integrar sistemas e aplicar exigências e prestações de contas proporcionais ao valor e ao risco, divulgando cronogramas e comunicando antecipadamente” p. 90
- Distribuir recursos com critérios territoriais
Definir critérios públicos adequados a cada política, considerando população, vulnerabilidade, capacidade fiscal, ruralidade, extensão, risco, déficit e resultados.
Trecho (p. 90)
“Definir critérios públicos adequados a cada política, considerando população, vulnerabilidade, capacidade fiscal, ruralidade, extensão, risco, déficit e resultados, evitando discricionariedade e” p. 90
- Dar tratamento diferenciado aos pequenos municípios
Adaptar contrapartidas, apoio técnico, prazos e modelos de execução à capacidade dos municípios menores.
Trecho (p. 90)
“Adaptar contrapartidas, apoio técnico, prazos e modelos de execução à capacidade dos municípios menores, sem reduzir padrões de segurança, qualidade, integridade e comprovação” p. 90
- Fortalecer consórcios e serviços regionais
Apoiar consórcios e estruturas compartilhadas quando houver escala, demanda contínua e sustentabilidade para serviços especializados, compras, equipamentos e equipes que seriam inviáveis ou ineficientes em cada município isoladamente.
Trecho (p. 90)
“Apoiar consórcios e estruturas compartilhadas quando houver escala, demanda contínua e sustentabilidade para serviços especializados, compras, equipamentos e equipes que seriam” p. 90
- Integrar dados e planejar por territórios
Utilizar COREDEs, Regiões Funcionais, perfis socioeconômicos e fluxos reais de trabalho, saúde, educação, produção e mobilidade para orientar decisões e permitir comparação, acompanhamento e coordenação das políticas públicas.
Trecho (p. 90)
“Utilizar COREDEs, Regiões Funcionais, perfis socioeconômicos e fluxos reais de trabalho, saúde, educação, produção e mobilidade para orientar decisões e permitir comparação,” p. 90
- Executar os planos regionais existentes
Revisar e priorizar as carteiras dos Planos Estratégicos de Desenvolvimento Regional.
Trecho (p. 90)
“Revisar e priorizar as carteiras dos Planos Estratégicos de Desenvolvimento Regional, definindo poucos projetos estruturantes, responsáveis, custos, fontes, cronogramas e indicadores e” p. 90
- Orientar investimentos para reduzir desigualdades
Combinar impacto econômico, acesso a serviços, resiliência, sustentabilidade e maturidade dos projetos para direcionar investimentos às regiões com maiores gargalos e oportunidades.
Trecho (p. 90)
“Combinar impacto econômico, acesso a serviços, resiliência, sustentabilidade e maturidade dos projetos para direcionar investimentos às regiões com maiores gargalos e oportunidades,” p. 90
- Preparar municípios e regiões para atrair investimentos
Fortalecer a capacidade dos municípios de atrair investimentos, organizar projetos e criar um ambiente mais favorável ao empreendedorismo.
Trecho (p. 91)
“Fortalecer a capacidade dos municípios de atrair investimentos, organizar projetos e criar um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, apoiando a implementação de planos locais e a” p. 91
- Organizar regiões metropolitanas e aglomerações
Instituir governança interfederativa, planejamento, estrutura técnica e financiamento compartilhado para as funções de interesse comum.
Trecho (p. 91)
“Instituir governança interfederativa, planejamento, estrutura técnica e financiamento compartilhado para as funções de interesse comum, respeitando a autonomia municipal e” p. 91
- Adaptar as estratégias à realidade demográfica
Apoiar cidades médias como polos regionais e ajudar pequenos municípios e regiões com perda ou envelhecimento populacional a reorganizar serviços, compartilhar estruturas, aproveitar tecnologias e criar oportunidades compatíveis com sua escala.
Trecho (p. 91)
“Apoiar cidades médias como polos regionais e ajudar pequenos municípios e regiões com perda ou envelhecimento populacional a reorganizar serviços, compartilhar estruturas,” p. 91
- Gerir o municipalismo e o desenvolvimento regional por resultados
Divulgar prazos de convênios, regularidade dos repasses, projetos preparados e executados, desempenho dos consórcios, acesso regional a serviços, investimentos territorializados e evolução das desigualdades entre regiões.
Trecho (p. 91)
“Divulgar prazos de convênios, regularidade dos repasses, projetos preparados e executados, desempenho dos consórcios, acesso regional a serviços, investimentos territorializados e” p. 91
Segurança Pública e Combate ao Crime18
- Desarticular o crime organizado
Tratar o enfrentamento às organizações criminosas como prioridade permanente do Governo do Estado.
Trecho (p. 7)
“Tratar o enfrentamento às organizações criminosas como prioridade permanente do Governo do Estado, integrando inteligência, investigação, repressão qualificada, apreensão de armas e drogas,” p. 7
- Descapitalizar as organizações criminosas
Fortalecer a investigação patrimonial e financeira, a identificação de pessoas e empresas utilizadas para ocultar recursos ilícitos, o bloqueio judicial de bens e valores e a cooperação com o Ministério Público, o Judiciário, instituições financeiras, a União e outros estados.
Trecho (p. 7)
“Fortalecer a investigação patrimonial e financeira, a identificação de pessoas e empresas utilizadas para ocultar recursos ilícitos, o bloqueio judicial de bens e valores e a cooperação” p. 7
- Integrar a inteligência policial
Consolidar um sistema estadual integrado de inteligência, conectando informações da Brigada Militar, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias e demais órgãos competentes.
Trecho (p. 7)
“Consolidar um sistema estadual integrado de inteligência, conectando informações da Brigada Militar, Polícia Civil, Instituto-Geral de Perícias e demais órgãos competentes, com protocolos de acesso,” p. 7
- Ampliar o cercamento eletrônico
Expandir e integrar sistemas estaduais, municipais e privados de videomonitoramento e leitura automática de placas.
Trecho (p. 8)
“Expandir e integrar sistemas estaduais, municipais e privados de videomonitoramento e leitura automática de placas, priorizando acessos urbanos, rodovias, corredores criminosos e áreas de” p. 8
- Regular o uso de tecnologias policiais
Estabelecer regras claras para o emprego de inteligência artificial, reconhecimento facial, drones e análise automatizada de dados.
Trecho (p. 8)
“Estabelecer regras claras para o emprego de inteligência artificial, reconhecimento facial, drones e análise automatizada de dados, assegurando finalidade específica, supervisão humana, controle” p. 8
- Gerir a segurança por resultados
Aperfeiçoar o modelo de gestão territorial orientado por evidências.
Trecho (p. 8)
“Aperfeiçoar o modelo de gestão territorial orientado por evidências, com metas regionais, mapas criminais, monitoramento periódico, avaliação da resolutividade das investigações,” p. 8
- Reduzir os vazios de policiamento
Reorganizar a cobertura territorial da Brigada Militar para ampliar a presença preventiva e reduzir o tempo de atendimento.
Trecho (p. 8)
“Reorganizar a cobertura territorial da Brigada Militar para ampliar a presença preventiva e reduzir o tempo de atendimento, combinando bases regionais, patrulhamento móvel, policiamento” p. 8
- Recompor e equipar as forças de segurança
Executar planejamento plurianual de recomposição dos efetivos, renovação de viaturas, modernização de armamentos e equipamentos, conectividade operacional e melhoria das condições de trabalho, observadas a capacidade financeira do Estado e as necessidades territoriais de cada instituição.
Trecho (p. 8)
“Executar planejamento plurianual de recomposição dos efetivos, renovação de viaturas, modernização de armamentos e equipamentos, conectividade operacional e melhoria das” p. 8
- Cuidar dos profissionais da segurança
Fortalecer a formação continuada, a preparação das lideranças e as políticas de promoção da saúde física e mental dos policiais civis, militares e penais, bombeiros, peritos e demais servidores.
Trecho (p. 8)
“Fortalecer a formação continuada, a preparação das lideranças e as políticas de promoção da saúde física e mental dos policiais civis, militares e penais, bombeiros, peritos e demais servidores,” p. 8
- Aumentar a elucidação dos crimes graves
Fortalecer a investigação de homicídios, feminicídios, latrocínios, roubos, extorsões, sequestros e desaparecimentos.
Trecho (p. 8)
“Fortalecer a investigação de homicídios, feminicídios, latrocínios, roubos, extorsões, sequestros e desaparecimentos, ampliando equipes especializadas, análise de vínculos, integração entre” p. 8
- Modernizar a perícia criminal
Ampliar a capacidade técnica e regional do Instituto-Geral de Perícias.
Trecho (p. 8)
“Ampliar a capacidade técnica e regional do Instituto-Geral de Perícias, reduzindo prazos de” p. 8
- Combater armas, drogas e receptação
Intensificar a repressão ao tráfico de drogas e armas e às redes de receptação de veículos, celulares, cargas, máquinas e demais produtos roubados ou furtados.
Trecho (p. 9)
“Intensificar a repressão ao tráfico de drogas e armas e às redes de receptação de veículos, celulares, cargas, máquinas e demais produtos roubados ou furtados, atingindo não apenas os” p. 9
- Combater os crimes digitais
Ampliar a capacidade estadual de investigação e perícia de golpes eletrônicos, fraudes financeiras, invasões de sistemas, extorsões virtuais, lavagem de dinheiro digital e atuação de organizações criminosas na internet.
Trecho (p. 9)
“Ampliar a capacidade estadual de investigação e perícia de golpes eletrônicos, fraudes financeiras, invasões de sistemas, extorsões virtuais, lavagem de dinheiro digital e atuação de” p. 9
- Proteger as fronteiras e rotas criminosas
Intensificar o policiamento, a inteligência e a investigação nas regiões de fronteira e nas rotas utilizadas pelo crime.
Trecho (p. 9)
“Intensificar o policiamento, a inteligência e a investigação nas regiões de fronteira e nas rotas utilizadas pelo crime, mediante integração permanente com órgãos federais, estados vizinhos e” p. 9
- Fortalecer a segurança rural
Consolidar uma política estadual de segurança rural, ampliando patrulhas especializadas, conectividade das equipes, cadastramento georreferenciado de propriedades e canais diretos com produtores.
Trecho (p. 9)
“Consolidar uma política estadual de segurança rural, ampliando patrulhas especializadas, conectividade das equipes, cadastramento georreferenciado de propriedades e canais diretos” p. 9
- Combater invasões e proteger a propriedade rural
Assegurar resposta rápida e rigorosa das forças estaduais de segurança diante de invasões, esbulhos possessórios e ocupações ilegais de propriedades rurais.
Trecho (p. 9)
“Assegurar resposta rápida e rigorosa das forças estaduais de segurança diante de invasões, esbulhos possessórios e ocupações ilegais de propriedades rurais, impedindo a consolidação” p. 9
- Integrar Estado e municípios
Fortalecer a cooperação operacional com os municípios, mediante protocolos comuns, capacitação das guardas municipais, compartilhamento seguro de informações, integração dos centros de monitoramento e realização de operações coordenadas, respeitadas as atribuições legais de cada instituição.
Trecho (p. 9)
“Fortalecer a cooperação operacional com os municípios, mediante protocolos comuns, capacitação das guardas municipais, compartilhamento seguro de informações, integração dos” p. 9
- Capturar foragidos e cumprir mandados
Integrar bases de dados, inteligência e atuação territorial para localizar pessoas procuradas, cumprir mandados judiciais pendentes e impedir que criminosos reincidentes ou integrantes de organizações continuem atuando pela ausência de execução das ordens de prisão.
Trecho (p. 9)
“Integrar bases de dados, inteligência e atuação territorial para localizar pessoas procuradas, cumprir mandados judiciais pendentes e impedir que criminosos reincidentes ou integrantes de” p. 9
Sistema Prisional e Justiça Penal17
- Ampliar trabalho, educação, qualificação e acompanhamento de egressos
Ampliar o acesso de presos ao trabalho, à educação e à qualificação profissional e o acompanhamento dos egressos, para reduzir a reincidência.
Trecho (p. 10)
“ampliaremos o acesso ao trabalho produtivo, à educação, à qualificação profissional e ao acompanhamento dos egressos, reduzindo a reincidência criminal” p. 10
- Assegurar o cumprimento efetivo das penas
Fortalecer a capacidade do Estado de executar com segurança, legalidade e eficiência as decisões judiciais.
Trecho (p. 10)
“Fortalecer a capacidade do Estado de executar com segurança, legalidade e eficiência as decisões judiciais, assegurando custódia adequada, disciplina, individualização da pena e” p. 10
- Retomar o controle das unidades prisionais
Impedir que organizações criminosas controlem estabelecimentos penais, imponham regras internas ou utilizem as prisões como centros de comando.
Trecho (p. 10)
“Impedir que organizações criminosas controlem estabelecimentos penais, imponham regras internas ou utilizem as prisões como centros de comando, mediante gestão profissional,” p. 10
- Classificar os presos por risco e perfil
Aperfeiçoar a classificação das pessoas privadas de liberdade com critérios técnicos e revisões periódicas.
Trecho (p. 10)
“Aperfeiçoar a classificação das pessoas privadas de liberdade com critérios técnicos e revisões” p. 10
- Fortalecer a inteligência penitenciária
Ampliar e integrar a inteligência da Polícia Penal com os demais órgãos de segurança e justiça.
Trecho (p. 11)
“Ampliar e integrar a inteligência da Polícia Penal com os demais órgãos de segurança e justiça, qualificando a identificação de lideranças, vínculos, ordens criminosas, movimentações” p. 11
- Bloquear comunicações e entrada de ilícitos
Reforçar o controle de visitantes, servidores, prestadores e mercadorias, ampliar o uso de scanners e tecnologias de inspeção e adotar soluções legais e tecnicamente eficazes para impedir a entrada de armas, drogas, telefones e outros materiais proibidos.
Trecho (p. 11)
“Reforçar o controle de visitantes, servidores, prestadores e mercadorias, ampliar o uso de scanners e tecnologias de inspeção e adotar soluções legais e tecnicamente eficazes para” p. 11
- Planejar e regular as vagas prisionais
Implantar gestão estadual de vagas baseada na capacidade real de cada unidade, no regime e no perfil dos custodiados.
Trecho (p. 11)
“Implantar gestão estadual de vagas baseada na capacidade real de cada unidade, no regime e no perfil dos custodiados, articulando-se com o sistema de justiça para reduzir superlotação,” p. 11
- Modernizar e regionalizar a infraestrutura
Concluir, ampliar ou substituir unidades conforme diagnóstico regional.
Trecho (p. 11)
“Concluir, ampliar ou substituir unidades conforme diagnóstico regional, priorizando estabelecimentos seguros, de porte administrável e adequados aos diferentes regimes, com” p. 11
- Preservar e manter as unidades prisionais
Implantar programa permanente de manutenção preventiva e corretiva.
Trecho (p. 11)
“Implantar programa permanente de manutenção preventiva e corretiva, abrangendo instalações elétricas e hidráulicas, prevenção de incêndios, saneamento, alimentação, ventilação,” p. 11
- Fortalecer a Polícia Penal
Executar planejamento plurianual de efetivos, formação, equipamentos e condições de trabalho.
Trecho (p. 11)
“Executar planejamento plurianual de efetivos, formação, equipamentos e condições de trabalho, qualificando a atuação operacional, a inteligência, a gestão das unidades e a saúde” p. 11
- Ampliar o trabalho produtivo e remunerado
Expandir as oportunidades de trabalho compatíveis com a legislação e com o perfil dos apenados.
Trecho (p. 11)
“Expandir as oportunidades de trabalho compatíveis com a legislação e com o perfil dos apenados, priorizando atividades produtivas, remuneradas e qualificadoras por meio de” p. 11
- Fortalecer a educação para reduzir a reincidência
Direcionar a oferta de alfabetização, educação básica e qualificação profissional no sistema prisional para ampliar as condições de trabalho e reduzir a reincidência criminal.
Trecho (p. 11)
“Direcionar a oferta de alfabetização, educação básica e qualificação profissional no sistema prisional para ampliar as condições de trabalho e reduzir a reincidência criminal. Priorizar ações” p. 11
- Reduzir a circulação de drogas e diminuir os custos do sistema prisional
Fortalecer as ações de prevenção, controle e enfrentamento ao uso e à circulação de drogas no sistema prisional.
Trecho (p. 12)
“Fortalecer as ações de prevenção, controle e enfrentamento ao uso e à circulação de drogas no sistema prisional, articulando o tratamento da dependência química às políticas de segurança e” p. 12
- Qualificar a monitoração eletrônica
Modernizar e regionalizar as centrais de monitoração eletrônica.
Trecho (p. 12)
“Modernizar e regionalizar as centrais de monitoração eletrônica, ampliando equipes, capacidade tecnológica, resposta aos alertas e integração com o Judiciário e as forças de” p. 12
- Preparar a saída e apoiar o egresso
Iniciar antes da liberdade a regularização documental, a qualificação, o encaminhamento para trabalho, saúde e assistência e ampliar a atuação dos Escritórios Sociais e das redes municipais para reduzir o risco de reincidência e de retorno às organizações criminosas.
Trecho (p. 12)
“Iniciar antes da liberdade a regularização documental, a qualificação, o encaminhamento para trabalho, saúde e assistência e ampliar a atuação dos Escritórios Sociais e das redes municipais” p. 12
- Integrar os fluxos da execução penal
Modernizar os sistemas e prontuários sob responsabilidade do Estado e pactuar com Judiciário, Ministério Público e Defensoria fluxos digitais seguros para movimentações, benefícios, cálculos, transferências, monitoração e demais atos da execução penal.
Trecho (p. 12)
“Modernizar os sistemas e prontuários sob responsabilidade do Estado e pactuar com Judiciário, Ministério Público e Defensoria fluxos digitais seguros para movimentações, benefícios,” p. 12
- Gerir o sistema por metas e resultados
Acompanhar, por unidade e região, ocupação, déficit de vagas, fugas, mortes, apreensões, comunicações ilícitas, acesso ao trabalho e à educação, atendimento de saúde, progressões, monitoração eletrônica e reincidência.
Trecho (p. 12)
“Acompanhar, por unidade e região, ocupação, déficit de vagas, fugas, mortes, apreensões, comunicações ilícitas, acesso ao trabalho e à educação, atendimento de saúde, progressões,” p. 12
Defesa Civil e Resiliência Climática15
- Priorizar a prevenção de desastres
Orientar a política estadual de proteção e defesa civil pela prevenção e redução de riscos.
Trecho (p. 13)
“Orientar a política estadual de proteção e defesa civil pela prevenção e redução de riscos, incorporando critérios de resiliência ao planejamento, ao orçamento e aos investimentos” p. 13
- Fortalecer a Defesa Civil estadual
Profissionalizar e ampliar a capacidade permanente da Defesa Civil.
Trecho (p. 13)
“Profissionalizar e ampliar a capacidade permanente da Defesa Civil, com equipes técnicas, coordenações regionais, operação ininterrupta, equipamentos, telecomunicações redundantes,” p. 13
- Preparar as Defesas Civis municipais
Instituir programa permanente de assistência técnica, capacitação, cofinanciamento e avaliação das estruturas municipais.
Trecho (p. 13)
“Instituir programa permanente de assistência técnica, capacitação, cofinanciamento e” p. 13
- Concluir a rede de monitoramento
Concluir, integrar e manter radares, estações hidrológicas e meteorológicas, sensores geotécnicos e demais sistemas de observação.
Trecho (p. 14)
“Concluir, integrar e manter radares, estações hidrológicas e meteorológicas, sensores geotécnicos e demais sistemas de observação, assegurando cobertura territorial, operação” p. 14
- Aperfeiçoar a previsão de impactos
Transformar dados meteorológicos, hidrológicos e geológicos em previsões territorializadas dos efeitos esperados sobre pessoas, comunidades, rodovias, serviços e estruturas.
Trecho (p. 14)
“Transformar dados meteorológicos, hidrológicos e geológicos em previsões territorializadas dos efeitos esperados sobre pessoas, comunidades, rodovias, serviços e estruturas, permitindo” p. 14
- Qualificar os alertas à população
Integrar SMS, Cell Broadcast, sirenes, aplicativos, rádio, televisão, redes sociais e canais locais para emitir alertas claros, acessíveis e geograficamente precisos.
Trecho (p. 14)
“Integrar SMS, Cell Broadcast, sirenes, aplicativos, rádio, televisão, redes sociais e canais locais para emitir alertas claros, acessíveis e geograficamente precisos, informando o risco, a área” p. 14
- Atualizar e testar os planos de contingência
Padronizar e revisar periodicamente os planos estaduais, regionais e municipais.
Trecho (p. 14)
“Padronizar e revisar periodicamente os planos estaduais, regionais e municipais, definindo responsabilidades, níveis de acionamento, rotas de evacuação, áreas de abrigo, recursos” p. 14
- Mapear e hierarquizar os riscos
Atualizar continuamente os mapas de inundação, enxurrada, deslizamento, estiagem, incêndio e outros riscos relevantes.
Trecho (p. 14)
“Atualizar continuamente os mapas de inundação, enxurrada, deslizamento, estiagem, incêndio e outros riscos relevantes, integrando bases geoespaciais e classificando territórios e populações” p. 14
- Priorizar obras de redução de riscos
Definir, com base em critérios técnicos e nos mapas de risco, a carteira estadual de obras prioritárias de proteção contra cheias, drenagem, contenção, amortecimento e estabilização.
Trecho (p. 14)
“Definir, com base em critérios técnicos e nos mapas de risco, a carteira estadual de obras prioritárias de proteção contra cheias, drenagem, contenção, amortecimento e estabilização,” p. 14
- Garantir a manutenção das estruturas de proteção
Inventariar diques, casas de bombas, canais, comportas, reservatórios e demais estruturas críticas.
Trecho (p. 14)
“Inventariar diques, casas de bombas, canais, comportas, reservatórios e demais estruturas críticas, definindo responsáveis, padrões de inspeção, planos de manutenção, fontes de” p. 14
- Proteger os serviços essenciais
Estabelecer planos de continuidade para órgãos, serviços, contratos e concessões estaduais e pactuar padrões de resiliência com municípios e operadores de água, energia, telecomunicações, saúde, educação e transportes para manter funções prioritárias durante eventos extremos.
Trecho (p. 14)
“Estabelecer planos de continuidade para órgãos, serviços, contratos e concessões estaduais e pactuar padrões de resiliência com municípios e operadores de água, energia,” p. 14
- Organizar a logística de emergência
Estruturar centros e estoques regionais, contratos previamente preparados, fornecedores alternativos e rotas de distribuição para assegurar o rápido fornecimento de água, alimentos, medicamentos, combustível, geradores, equipamentos e demais recursos essenciais.
Trecho (p. 15)
“Estruturar centros e estoques regionais, contratos previamente preparados, fornecedores alternativos e rotas de distribuição para assegurar o rápido fornecimento de água, alimentos,” p. 15
- Qualificar abrigos, voluntários e doações
Estabelecer padrões de instalação e gestão de abrigos temporários e organizar sistemas de cadastro, capacitação e mobilização de voluntários, bem como a triagem, o armazenamento, a rastreabilidade e a distribuição eficiente das doações.
Trecho (p. 15)
“Estabelecer padrões de instalação e gestão de abrigos temporários e organizar sistemas de cadastro, capacitação e mobilização de voluntários, bem como a triagem, o armazenamento, a” p. 15
- Coordenar a resposta regional
Adotar modelo padronizado de comando de incidentes e instituir mecanismos de cooperação entre municípios, especialmente em bacias hidrográficas e regiões metropolitanas.
Trecho (p. 15)
“Adotar modelo padronizado de comando de incidentes e instituir mecanismos de cooperação entre municípios, especialmente em bacias hidrográficas e regiões metropolitanas, para integrar” p. 15
- Planejar a recuperação resiliente
Manter modelo permanente de governança para a recuperação pós-desastre.
Trecho (p. 15)
“Manter modelo permanente de governança para a recuperação pós-desastre, com diagnóstico rápido dos danos, prioridades transparentes, projetos previamente estruturados,” p. 15
Defesa Agropecuária, Sanidade e Bem-Estar Animal16
- Proteger o patrimônio sanitário
Preservar e aprimorar o patrimônio zoossanitário e fitossanitário do Rio Grande do Sul.
Trecho (p. 16)
“Preservar e aprimorar o patrimônio zoossanitário e fitossanitário do Rio Grande do Sul, protegendo os rebanhos, as lavouras, a saúde pública, a renda dos produtores, a agroindústria e” p. 16
- Fortalecer a vigilância agropecuária
Ampliar a vigilância ativa e passiva de doenças animais e pragas vegetais.
Trecho (p. 16)
“Ampliar a vigilância ativa e passiva de doenças animais e pragas vegetais, com notificação precoce, monitoramento territorial, fiscalização baseada em risco e pronta investigação das” p. 16
- Proteger divisas e rotas sanitárias
Reforçar, em articulação com a União e os estados e países vizinhos, a fiscalização sanitária nas divisas, corredores de trânsito, eventos agropecuários e pontos de ingresso de animais, vegetais, produtos e insumos que possam introduzir doenças ou pragas.
Trecho (p. 16)
“Reforçar, em articulação com a União e os estados e países vizinhos, a fiscalização sanitária nas” p. 16
- Responder às emergências sanitárias
Manter planos de contingência zoossanitária e fitossanitária atualizados.
Trecho (p. 17)
“Manter planos de contingência zoossanitária e fitossanitária atualizados, com cadeia de comando, equipes treinadas, exercícios simulados, equipamentos, insumos, logística,” p. 17
- Modernizar a defesa agropecuária
Integrar cadastros, dados epidemiológicos, georreferenciamento, movimentações, resultados laboratoriais e histórico de fiscalização para direcionar as ações segundo o risco, reduzir tarefas burocráticas e aumentar a precisão e a efetividade das inspeções de campo.
Trecho (p. 17)
“Integrar cadastros, dados epidemiológicos, georreferenciamento, movimentações, resultados laboratoriais e histórico de fiscalização para direcionar as ações segundo o risco, reduzir tarefas” p. 17
- Fortalecer inspetorias e equipes técnicas
Executar planejamento plurianual de pessoal, veículos, equipamentos, conectividade e estrutura das Inspetorias de Defesa Agropecuária.
Trecho (p. 17)
“Executar planejamento plurianual de pessoal, veículos, equipamentos, conectividade e estrutura das Inspetorias de Defesa Agropecuária, assegurando presença territorial e condições” p. 17
- Modernizar o diagnóstico agropecuário
Fortalecer a rede pública de laboratórios e centros de referência.
Trecho (p. 17)
“Fortalecer a rede pública de laboratórios e centros de referência, modernizando equipamentos e métodos, reduzindo o tempo dos exames e integrando coleta, transporte de amostras,” p. 17
- Ampliar a rastreabilidade sanitária
Expandir gradualmente a identificação e a rastreabilidade de animais, vegetais e produtos.
Trecho (p. 17)
“Expandir gradualmente a identificação e a rastreabilidade de animais, vegetais e produtos, integrando informações de origem, movimentação, sanidade, produção e certificação, com” p. 17
- Preservar os status sanitários
Manter as condições necessárias ao reconhecimento sanitário nacional e internacional das cadeias produtivas gaúchas.
Trecho (p. 17)
“Manter as condições necessárias ao reconhecimento sanitário nacional e internacional das cadeias produtivas gaúchas, com atenção à condição de área livre de febre aftosa sem” p. 17
- Promover a segurança nas cadeias
Aperfeiçoar protocolos de prevenção e controle sanitário em propriedades, granjas, lavouras, criatórios, estabelecimentos aquícolas, feiras, exposições e demais pontos de produção e trânsito.
Trecho (p. 17)
“Aperfeiçoar protocolos de prevenção e controle sanitário em propriedades, granjas, lavouras, criatórios, estabelecimentos aquícolas, feiras, exposições e demais pontos de produção e” p. 17
- Integrar a saúde animal, humana e ambiental
Consolidar a abordagem de Saúde Única para enfrentar zoonoses, resistência aos antimicrobianos, riscos alimentares e agravos compartilhados.
Trecho (p. 17)
“Consolidar a abordagem de Saúde Única para enfrentar zoonoses, resistência aos antimicrobianos, riscos alimentares e agravos compartilhados, com vigilância e intercâmbio de” p. 17
- Garantir alimentos seguros
Modernizar a inspeção de produtos de origem animal, o controle de resíduos e contaminantes, a fiscalização dos autocontroles e o combate à produção clandestina.
Trecho (p. 18)
“Modernizar a inspeção de produtos de origem animal, o controle de resíduos e contaminantes, a fiscalização dos autocontroles e o combate à produção clandestina, assegurando a inocuidade” p. 18
- Qualificar os serviços de inspeção
Apoiar municípios e consórcios na estruturação de serviços de inspeção tecnicamente equivalentes.
Trecho (p. 18)
“Apoiar municípios e consórcios na estruturação de serviços de inspeção tecnicamente equivalentes, ampliando a adesão ao sistema estadual e aos sistemas nacionais para permitir o” p. 18
- Promover o bem-estar dos animais de produção
Aprimorar as práticas de criação, manejo, transporte, exposição e abate.
Trecho (p. 18)
“Aprimorar as práticas de criação, manejo, transporte, exposição e abate, combinando fiscalização, capacitação e orientação técnica para assegurar bem-estar animal, eficiência” p. 18
- Consolidar a proteção dos animais domésticos
Fortalecer o Fundo Estadual de Proteção e Bem-Estar de Animais Domésticos e apoiar municípios e consórcios na execução integrada de castração, identificação, cadastro, atendimento veterinário, adoção responsável, educação e prevenção do abandono.
Trecho (p. 18)
“Fortalecer o Fundo Estadual de Proteção e Bem-Estar de Animais Domésticos e apoiar municípios e consórcios na execução integrada de castração, identificação, cadastro,” p. 18
- Organizar a rede de proteção animal
Estabelecer padrões e parcerias transparentes com municípios, hospitais veterinários, clínicas, universidades e organizações habilitadas para resgate, atendimento, acolhimento temporário e destinação responsável de animais vítimas de abandono, maus-tratos ou desastres.
Trecho (p. 18)
“Estabelecer padrões e parcerias transparentes com municípios, hospitais veterinários, clínicas, universidades e organizações habilitadas para resgate, atendimento, acolhimento temporário e” p. 18
Proteção às Mulheres, Crianças e Pessoas Vulneráveis20
- Ampliar o acolhimento especializado e a proteção de grupos vulneráveis
Ampliar o acolhimento especializado e a proteção a mulheres vítimas de violência, crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e demais grupos vulneráveis.
Trecho (p. 19)
“Ampliaremos o acolhimento especializado, a proteção às mulheres vítimas de violência, a defesa integral de crianças e adolescentes” p. 19
- Apoiar os municípios na estruturação de redes locais de proteção
Apoiar os municípios na estruturação de suas redes locais de proteção às pessoas vulneráveis.
Trecho (p. 19)
“apoiaremos os municípios na estruturação de suas redes locais de proteção” p. 19
- Identificar o risco e agir rapidamente
Universalizar a avaliação qualificada do risco e estabelecer protocolos de resposta imediata.
Meta: avaliação de risco universal para as vítimas
Trecho (p. 19)
“Universalizar a avaliação qualificada do risco e estabelecer protocolos de resposta imediata, considerando a gravidade, o histórico de violência, o perfil do agressor, a vulnerabilidade da” p. 19
- Tornar as medidas protetivas efetivas
Integrar polícia, Patrulha Maria da Penha, monitoração eletrônica, canais de emergência e rede de atendimento para acompanhar as vítimas, fiscalizar o cumprimento das medidas e responder rapidamente às violações, respeitadas as decisões e competências do sistema de justiça.
Trecho (p. 19)
“Integrar polícia, Patrulha Maria da Penha, monitoração eletrônica, canais de emergência e rede de atendimento para acompanhar as vítimas, fiscalizar o cumprimento das medidas e responder” p. 19
- Qualificar o modelo de delegacias de combate à intolerância
Aprimorar a efetividade da delegacia de combate à intolerância e outras formas de discriminação.
Trecho (p. 20)
“Aprimorar a efetividade da delegacia de combate à intolerância e outras formas de discriminação, aperfeiçoando o diagnóstico e a repressão a crimes como racismo,” p. 20
- Ampliar a monitoração dos agressores
Expandir a capacidade de monitoração eletrônica nos casos definidos pelas autoridades competentes.
Trecho (p. 20)
“Expandir a capacidade de monitoração eletrônica nos casos definidos pelas autoridades competentes, com zonas de exclusão, alerta simultâneo à vítima e à unidade policial,” p. 20
- Integrar as tecnologias de proteção
Conectar dispositivos de segurança das vítimas, tornozeleiras, medidas protetivas, registros policiais e centrais de emergência em ambiente tecnológico seguro.
Trecho (p. 20)
“Conectar dispositivos de segurança das vítimas, tornozeleiras, medidas protetivas, registros policiais e centrais de emergência em ambiente tecnológico seguro, com georreferenciamento,” p. 20
- Regionalizar o atendimento especializado
Ampliar a cobertura das delegacias, salas de acolhimento, equipes e serviços especializados.
Trecho (p. 20)
“Ampliar a cobertura das delegacias, salas de acolhimento, equipes e serviços especializados, combinando unidades regionais, atendimento qualificado nas estruturas territoriais, canais” p. 20
- Fazer de cada serviço uma porta de proteção
Padronizar os fluxos entre segurança, saúde, educação, assistência social, conselhos tutelares e demais serviços para que qualquer porta de entrada possa identificar a violência, acionar a rede e acompanhar o encaminhamento sem submeter a vítima a repetições desnecessárias.
Trecho (p. 20)
“Padronizar os fluxos entre segurança, saúde, educação, assistência social, conselhos tutelares e demais serviços para que qualquer porta de entrada possa identificar a violência, acionar a rede” p. 20
- Proteger crianças e adolescentes da violência
Integrar prevenção, identificação, proteção e atendimento diante de abuso sexual, exploração, violência doméstica, maus-tratos, negligência, tráfico, adoção ilegal e exploração do trabalho infantil.
Trecho (p. 20)
“Integrar prevenção, identificação, proteção e atendimento diante de abuso sexual, exploração, violência doméstica, maus-tratos, negligência, tráfico, adoção ilegal e exploração do trabalho” p. 20
- Garantir escuta e depoimento protegidos
Ampliar a disponibilidade de profissionais capacitados e ambientes adequados para escuta especializada e depoimento especial.
Trecho (p. 20)
“Ampliar a disponibilidade de profissionais capacitados e ambientes adequados para escuta especializada e depoimento especial, distinguindo suas finalidades, reduzindo a repetição dos” p. 20
- Localizar pessoas desaparecidas
Aperfeiçoar o sistema estadual de registro, busca e alerta de desaparecidos.
Trecho (p. 20)
“Aperfeiçoar o sistema estadual de registro, busca e alerta de desaparecidos, com protocolo imediato para casos de alto risco, integração de bases, cooperação com hospitais, abrigos,” p. 20
- Proteger no ambiente digital
Organizar ações permanentes de prevenção, orientação, preservação de provas e atendimento às vítimas de aliciamento, exploração sexual, sextorsão, perseguição, exposição indevida de imagens, fraudes e golpes, em articulação com a política de combate aos crimes digitais.
Trecho (p. 21)
“Organizar ações permanentes de prevenção, orientação, preservação de provas e atendimento às vítimas de aliciamento, exploração sexual, sextorsão, perseguição, exposição indevida de” p. 21
- Ampliar o acolhimento seguro
Cofinanciar e regionalizar casas-abrigo para mulheres ameaçadas e serviços de acolhimento de crianças e adolescentes.
Trecho (p. 21)
“Cofinanciar e regionalizar casas-abrigo para mulheres ameaçadas e serviços de acolhimento de crianças e adolescentes, com vagas emergenciais, sigilo, segurança, acessibilidade, equipes” p. 21
- Fortalecer as famílias acolhedoras
Apoiar os municípios na implantação e expansão dos serviços de família acolhedora.
Trecho (p. 21)
“Apoiar os municípios na implantação e expansão dos serviços de família acolhedora, priorizando o acolhimento familiar sobre o institucional quando determinado e adequado, com seleção,” p. 21
- Proteger órfãos do feminicídio
Identificar e acompanhar imediatamente crianças e adolescentes que perderam a mãe em razão de feminicídio.
Trecho (p. 21)
“Identificar e acompanhar imediatamente crianças e adolescentes que perderam a mãe em razão de feminicídio, articulando proteção familiar, segurança, documentação, continuidade” p. 21
- Assegurar proteção acessível e inclusiva
Adaptar os canais, delegacias, abrigos e procedimentos às necessidades de pessoas idosas, pessoas com deficiência e vítimas com dificuldades de comunicação ou mobilidade.
Trecho (p. 21)
“Adaptar os canais, delegacias, abrigos e procedimentos às necessidades de pessoas idosas, pessoas com deficiência e vítimas com dificuldades de comunicação ou mobilidade,” p. 21
- Apoiar a autonomia e prevenir a reincidência
Priorizar vítimas de violência nos programas estaduais de qualificação, trabalho, empreendedorismo, moradia e cuidado e ampliar, em articulação com o sistema de justiça, programas avaliados de responsabilização de autores de violência.
Trecho (p. 21)
“Priorizar vítimas de violência nos programas estaduais de qualificação, trabalho, empreendedorismo, moradia e cuidado e ampliar, em articulação com o sistema de justiça,” p. 21
- Fortalecer as redes municipais de proteção
Apoiar técnica e financeiramente municípios e consórcios na organização das redes locais.
Trecho (p. 21)
“Apoiar técnica e financeiramente municípios e consórcios na organização das redes locais, com protocolos mínimos, capacitação conjunta, serviços regionais, fluxos de emergência e” p. 21
- Gerir a proteção com dados seguros
Integrar, sem duplicações e com acesso restrito, as informações indispensáveis à avaliação do risco, ao acompanhamento das medidas, à identificação da reincidência e à gestão territorial.
Trecho (p. 21)
“Integrar, sem duplicações e com acesso restrito, as informações indispensáveis à avaliação do risco, ao acompanhamento das medidas, à identificação da reincidência e à gestão territorial,” p. 21
Saúde21
- Reduzir as filas com atendimento no tempo certo
Instituir política estadual permanente para ampliar consultas, exames, cirurgias e tratamentos especializados.
Trecho (p. 23)
“Instituir política estadual permanente para ampliar consultas, exames, cirurgias e tratamentos especializados, integrando recursos estaduais e federais, remuneração adicional, metas” p. 23
- Organizar uma fila única e transparente
Integrar a regulação de consultas, exames, cirurgias e leitos.
Trecho (p. 23)
“Integrar a regulação de consultas, exames, cirurgias e leitos, eliminando duplicidades, utilizando protocolos clínicos e classificação por risco e permitindo que o cidadão acompanhe a situação,” p. 23
- Fortalecer a atenção primária
Ampliar o apoio técnico e o cofinanciamento aos municípios para qualificar a principal porta de entrada do SUS.
Trecho (p. 24)
“Ampliar o apoio técnico e o cofinanciamento aos municípios para qualificar a principal porta de entrada do SUS, com foco em acesso, vacinação, pré-natal, saúde mental, saúde bucal, doenças” p. 24
- Regionalizar a atenção especializada
Reorganizar as referências regionais e macrorregionais de acordo com as necessidades da população.
Trecho (p. 24)
“Reorganizar as referências regionais e macrorregionais de acordo com as necessidades da população, ampliando a oferta de especialistas, exames e tratamentos em polos estratégicos e” p. 24
- Fomentar e fortalecer os consórcios municipais
Apoiar os Consórcios Intermunicipais de Saúde, absorvendo no sistema de contabilidade do Estado os pagamentos acima da tabela efetuados pelas prefeituras.
Trecho (p. 24)
“Apoiar os Consórcios Intermunicipais de Saúde, absorvendo no sistema de contabilidade do Estado os pagamentos acima da tabela efetuados pelas prefeituras. Isso permitirá mapear o” p. 24
- Qualificar a rede hospitalar
Revisar os incentivos hospitalares e aperfeiçoar a contratualização.
Trecho (p. 24)
“Revisar os incentivos hospitalares e aperfeiçoar a contratualização, vinculando recursos estaduais a metas de acesso, qualidade, segurança, eficiência, integração regional e prestação” p. 24
- Investir na infraestrutura dos hospitais
Consolidar mecanismos estaduais de financiamento para obras, reformas, equipamentos e modernização tecnológica.
Trecho (p. 24)
“Consolidar mecanismos estaduais de financiamento para obras, reformas, equipamentos e modernização tecnológica, priorizando projetos compatíveis com a organização regional do” p. 24
- Integrar urgências e emergências
Organizar regionalmente Samu, unidades de pronto atendimento, portas hospitalares, leitos de retaguarda, terapia intensiva e transporte inter-hospitalar.
Trecho (p. 24)
“Organizar regionalmente Samu, unidades de pronto atendimento, portas hospitalares, leitos de retaguarda, terapia intensiva e transporte inter-hospitalar, reduzindo superlotação, tempo de” p. 24
- Ampliar a saúde digital
Expandir telessaúde, teleinterconsulta, telediagnóstico e monitoramento remoto.
Trecho (p. 24)
“Expandir telessaúde, teleinterconsulta, telediagnóstico e monitoramento remoto, integrando essas ferramentas à atenção primária e à regulação para resolver mais casos perto da” p. 24
- Integrar os dados do paciente
Tornar interoperáveis os sistemas de regulação, prontuários e bases assistenciais.
Trecho (p. 24)
“Tornar interoperáveis os sistemas de regulação, prontuários e bases assistenciais, assegurando histórico clínico longitudinal, acesso seguro às informações necessárias, redução da repetição” p. 24
- Fortalecer a saúde mental
Ampliar e regionalizar a Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo a atenção primária, os CAPS, a resposta às crises, o cuidado de crianças e adolescentes, a prevenção do suicídio e o atendimento relacionado ao uso prejudicial de álcool e outras drogas.
Trecho (p. 24)
“Ampliar e regionalizar a Rede de Atenção Psicossocial, fortalecendo a atenção primária, os” p. 24
- Acelerar o diagnóstico e o tratamento do câncer
Organizar linhas regionais de cuidado oncológico, reduzindo o tempo entre suspeita, confirmação diagnóstica e início do tratamento e ampliando o acesso a anatomia patológica, cirurgia, quimioterapia, radioterapia e cuidados paliativos.
Trecho (p. 25)
“Organizar linhas regionais de cuidado oncológico, reduzindo o tempo entre suspeita, confirmação diagnóstica e início do tratamento e ampliando o acesso a anatomia patológica,” p. 25
- Garantir medicamentos e tratamentos contínuos
Modernizar a assistência farmacêutica, integrando compras, estoques, distribuição, dispensação e acompanhamento terapêutico para reduzir faltas, perdas, interrupções de tratamento e judicialização evitável.
Trecho (p. 25)
“Modernizar a assistência farmacêutica, integrando compras, estoques, distribuição, dispensação e acompanhamento terapêutico para reduzir faltas, perdas, interrupções de” p. 25
- Proteger mães, bebês e crianças
Qualificar a rede materna e infantil, assegurando pré-natal de risco habitual e alto risco, parto seguro, atenção neonatal, cuidado no puerpério, vacinação e acompanhamento do desenvolvimento infantil, em articulação com a política de Primeira Infância.
Trecho (p. 25)
“Qualificar a rede materna e infantil, assegurando pré-natal de risco habitual e alto risco, parto seguro, atenção neonatal, cuidado no puerpério, vacinação e acompanhamento do” p. 25
- Fortalecer a vigilância e a prevenção
Integrar vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e laboratorial.
Trecho (p. 25)
“Integrar vigilância epidemiológica, sanitária, ambiental e laboratorial, ampliando vacinaç ão, controle de doenças transmissíveis, rastreamentos baseados em evidências e prevenção das” p. 25
- Preparar o sus para emergências
Manter planos de continuidade para hospitais e demais serviços.
Trecho (p. 25)
“Manter planos de continuidade para hospitais e demais serviços, com estoques estratégicos, transporte, medicamentos, oxigênio, energia, comunicação, vigilância e protocolos de resposta” p. 25
- Valorizar e qualificar as equipes de saúde
Planejar a força de trabalho, apoiar o provimento de profissionais em regiões desassistidas e ampliar educação permanente, protocolos baseados em evidências, segurança ocupacional e formação em áreas prioritárias da rede.
Trecho (p. 25)
“Planejar a força de trabalho, apoiar o provimento de profissionais em regiões desassistidas e ampliar educação permanente, protocolos baseados em evidências, segurança ocupacional e” p. 25
- Gerir a saúde por resultados
Monitorar e divulgar indicadores de acesso, tempo de espera, qualidade, segurança, desfechos, cobertura vacinal, disponibilidade de medicamentos, desigualdade regional, execução financeira e experiência do usuário.
Trecho (p. 25)
“Monitorar e divulgar indicadores de acesso, tempo de espera, qualidade, segurança, desfechos, cobertura vacinal, disponibilidade de medicamentos, desigualdade regional, execução” p. 25
- Reavaliar o programa Assistir
Revisar o Programa Assistir, seus critérios, incentivos e mecanismos de financiamento.
Trecho (p. 25)
“Revisar o Programa Assistir, seus critérios, incentivos e mecanismos de financiamento, corrigindo distorções na distribuição dos recursos entre hospitais e regiões de saúde. Reavaliar” p. 25
- Aprimorar programas de atendimento a pessoas com TEA
Escutar as demandas específicas e regionalizadas sobre o atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Trecho (p. 26)
“Escutar as demandas específicas e regionalizadas sobre o atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), aprimorando programas como o TEAcolhe e” p. 26
- Modernizar a gestão do IPE Saúde
Revisar o modelo de gestão do IPE Saúde, incorporando práticas de eficiência e governança adotadas na saúde suplementar privada.
Trecho (p. 26)
“Revisar o modelo de gestão do IPE Saúde, incorporando práticas de eficiência e governança adotadas na saúde suplementar privada, com foco na sustentabilidade financeira, na melhoria” p. 26
Educação18
- Garantir alfabetização e matemática na idade certa
Consolidar e aperfeiçoar o regime de colaboração com os municípios para assegurar alfabetização, fluência leitora, escrita e aprendizagem adequada em matemática até o final do segundo ano.
Meta: alfabetização, fluência leitora, escrita e matemática até o final do segundo ano
Trecho (p. 27)
“Consolidar e aperfeiçoar o regime de colaboração com os municípios para assegurar alfabetização, fluência leitora, escrita e aprendizagem adequada em matemática até o final do” p. 27
- Fortalecer as aprendizagens essenciais
Assegurar a continuidade das aprendizagens com decisões metodológicas claras.
Trecho (p. 27)
“Assegurar a continuidade das aprendizagens com decisões metodológicas claras, identificando as dificuldades existentes nas diferentes áreas do conhecimento, alinhando currículo, materiais,” p. 27
- Recuperar as defasagens de aprendizagem
Implementar uma política permanente de recomposição e recuperação das aprendizagens, fundamentada em avaliações diagnósticas, formativas e de acompanhamento contínuo.
Trecho (p. 28)
“Implementar uma política permanente de recomposição e recuperação das aprendizagens, fundamentada em avaliações diagnósticas, formativas e de acompanhamento contínuo.” p. 28
- Aprovar com aprendizagem
Aperfeiçoar os critérios de recuperação e promoção escolar, assegurando intervenções pedagógicas durante o ano, registro das aprendizagens essenciais e acompanhamento individual quando necessário.
Trecho (p. 28)
“Aperfeiçoar os critérios de recuperação e promoção escolar, assegurando intervenções pedagógicas durante o ano, registro das aprendizagens essenciais e acompanhamento” p. 28
- Usar a avaliação para melhorar o ensino
Aperfeiçoar o SAERS e as avaliações diagnósticas e formativas.
Trecho (p. 28)
“Aperfeiçoar o SAERS e as avaliações diagnósticas e formativas, garantindo devolutivas rápidas por habilidade, apoio à interpretação dos resultados e planos de intervenção, sem excesso de” p. 28
- Apoiar cada escola a alcançar resultados
Estabelecer metas de aprendizagem, frequência, conclusão e redução das desigualdades e apoiar cada escola na execução de plano de ação simples e objetivo.
Trecho (p. 28)
“Estabelecer metas de aprendizagem, frequência, conclusão e redução das desigualdades e apoiar cada escola na execução de plano de ação simples e objetivo, concentrando formação,” p. 28
- Fortalecer a liderança e o trabalho docente
Qualificar a seleção, a formação e o acompanhamento das equipes diretivas e oferecer aos professores formação prática, suporte pedagógico, materiais, mentoria e melhores condições para ensinar.
Trecho (p. 28)
“Qualificar a seleção, a formação e o acompanhamento das equipes diretivas e oferecer aos professores formação prática, suporte pedagógico, materiais, mentoria e melhores condições” p. 28
- Qualificar o ensino médio e fortalecer a educação profissional técnica
Assegurar formação geral sólida, orientação acadêmica e profissional e trajetórias técnicas de qualidade.
Trecho (p. 28)
“Assegurar formação geral sólida, orientação acadêmica e profissional e trajetórias técnicas de qualidade, expandindo cursos conforme as vocações regionais e integrando escolas, Institutos” p. 28
- Expandir a educação integral com qualidade
Ampliar progressivamente a jornada integral e as atividades de contraturno.
Trecho (p. 28)
“Ampliar progressivamente a jornada integral e as atividades de contraturno, priorizando estudantes vulneráveis e assegurando proposta pedagógica, recomposição, esporte, cultura,” p. 28
- Garantir frequência, permanência e conclusão
Integrar dados de frequência, aprendizagem e trajetória para identificar precocemente o risco de abandono, acionar famílias e redes municipais e remover barreiras relacionadas a transporte, saúde, trabalho, violência, vulnerabilidade social e dificuldades de aprendizagem.
Trecho (p. 29)
“Integrar dados de frequência, aprendizagem e trajetória para identificar precocemente o risco de abandono, acionar famílias e redes municipais e remover barreiras relacionadas a transporte,” p. 29
- Promover convivência, autoridade pedagógica e segurança
Estabelecer regras claras e protocolos de prevenção e resposta à indisciplina, ao bullying, ao assédio, à automutilação, às ameaças e à violência.
Trecho (p. 29)
“Estabelecer regras claras e protocolos de prevenção e resposta à indisciplina, ao bullying, ao assédio, à automutilação, às ameaças e à violência, protegendo estudantes e profissionais e” p. 29
- Garantir inclusão com aprendizagem
Ampliar o atendimento educacional especializado, a acessibilidade, a tecnologia assistiva, a formação dos professores e o suporte às escolas.
Trecho (p. 29)
“Ampliar o atendimento educacional especializado, a acessibilidade, a tecnologia assistiva, a formação dos professores e o suporte às escolas, assegurando acompanhamento” p. 29
- Modernizar escolas, tecnologias e gestão
Integrar plataformas e sistemas, ampliar conectividade, equipamentos, suporte técnico e uso pedagógico responsável da inteligência artificial e simplificar tarefas administrativas.
Trecho (p. 29)
“Integrar plataformas e sistemas, ampliar conectividade, equipamentos, suporte técnico e uso pedagógico responsável da inteligência artificial e simplificar tarefas administrativas,” p. 29
- Manter escolas adequadas, acessíveis e resilientes
Executar planejamento plurianual de manutenção e infraestrutura.
Trecho (p. 29)
“Executar planejamento plurianual de manutenção e infraestrutura, priorizando segurança, água, saneamento, climatização, acessibilidade, cozinhas, bibliotecas, laboratórios, quadras e” p. 29
- Fortalecer o regime de colaboração com os municípios
Ampliar a cooperação entre Estado e municípios na educação, fortalecendo o apoio técnico às redes municipais, a formação continuada dos profissionais e o compartilhamento de materiais didáticos e pedagógicos.
Trecho (p. 29)
“Ampliar a cooperação entre Estado e municípios na educação, fortalecendo o apoio técnico às redes municipais, a formação continuada dos profissionais e o compartilhamento de materiais” p. 29
- Fortalecer a formação inicial de professores
Valorizar e fortalecer a formação inicial de professores no Rio Grande do Sul.
Trecho (p. 29)
“Valorizar e fortalecer a formação inicial de professores no Rio Grande do Sul, qualificando a oferta do Curso Normal (Magistério) e ampliando o papel da UERGS na formação docente, em” p. 29
- Ampliar as escolas cívico-militares e os Colégios Tiradentes
Ampliar o modelo de Escolas Cívico-Militares, conforme a demanda dos municípios e das comunidades escolares.
Trecho (p. 29)
“Ampliar o modelo de Escolas Cívico-Militares, conforme a demanda dos municípios e das comunidades escolares, priorizando áreas de maior vulnerabilidade e exposição à violência.” p. 29
- Expandir os Colégios Tiradentes para novas regiões
Expandir a oferta de Colégios Tiradentes, levando o modelo a novas regiões do Estado.
Trecho (p. 30)
“Expandir também a oferta dos Colégios Tiradentes, levando o modelo a novas regiões do Estado.” p. 30
Primeira Infância15
- Consolidar a política estadual da primeira infância
Integrar o Primeira Infância Melhor, o Plano Estadual e as políticas de saúde, educação, assistência, proteção, cultura e desenvolvimento urbano em uma estratégia única.
Trecho (p. 31)
“Integrar o Primeira Infância Melhor, o Plano Estadual e as políticas de saúde, educação, assistência, proteção, cultura e desenvolvimento urbano em uma estratégia única, com” p. 31
- Executar o plano estadual pela primeira infância
Implementar o Plano Estadual com horizonte de longo prazo e metas intermediárias quadrienais.
Prazo: horizonte de longo prazo, com metas intermediárias quadrienais
Trecho (p. 31)
“Implementar o Plano Estadual com horizonte de longo prazo e metas intermediárias quadrienais, incorporando suas ações ao PPA, à LDO e ao orçamento e publicando anualmente os avanços,” p. 31
- Fortalecer a governança intersetorial
Aprimorar o Comitê Estadual Intersetorial pela Primeira Infância.
Trecho (p. 31)
“Aprimorar o Comitê Estadual Intersetorial pela Primeira Infância, com liderança, secretaria” p. 31
- Apoiar os municípios a cuidar da primeira infância
Oferecer assistência técnica, dados, formação e cofinanciamento para que os municípios elaborem e executem seus planos.
Trecho (p. 32)
“Oferecer assistência técnica, dados, formação e cofinanciamento para que os municípios elaborem e executem seus planos, priorizando territórios com maior vulnerabilidade, menor” p. 32
- Ampliar e qualificar o Primeira Infância Melhor
Expandir o atendimento do PIM conforme critérios de risco e vulnerabilidade.
Trecho (p. 32)
“Expandir o atendimento do PIM conforme critérios de risco e vulnerabilidade, fortalecendo a formação e a supervisão dos visitadores, a estabilidade das equipes, os planos singulares, a” p. 32
- Priorizar os primeiros mil dias
Integrar o acompanhamento da gestação, pré-natal, parto, puerpério, vacinação, nutrição, saúde mental dos cuidadores, vínculo familiar e desenvolvimento do bebê.
Trecho (p. 32)
“Integrar o acompanhamento da gestação, pré-natal, parto, puerpério, vacinação, nutrição, saúde mental dos cuidadores, vínculo familiar e desenvolvimento do bebê, com busca ativa e” p. 32
- Acompanhar o desenvolvimento infantil
Ampliar a observação sistemática dos marcos motores, cognitivos, comunicacionais, sociais e emocionais nos serviços de saúde, educação e visitação.
Trecho (p. 32)
“Ampliar a observação sistemática dos marcos motores, cognitivos, comunicacionais, sociais e emocionais nos serviços de saúde, educação e visitação, qualificando o registro e o” p. 32
- Garantir atenção e intervenção precoces
Organizar uma linha intersetorial para crianças com deficiência, transtornos do desenvolvimento, doenças raras, condições crônicas ou fatores de risco.
Trecho (p. 32)
“Organizar uma linha intersetorial para crianças com deficiência, transtornos do desenvolvimento, doenças raras, condições crônicas ou fatores de risco, iniciando o apoio” p. 32
- Integrar o cuidado da criança e da família
Definir referências, fluxos e planos compartilhados entre saúde, educação infantil, assistência e proteção.
Trecho (p. 32)
“Definir referências, fluxos e planos compartilhados entre saúde, educação infantil, assistência e proteção, garantindo encaminhamento com retorno, continuidade do atendimento e redução” p. 32
- Fortalecer pais, mães e cuidadores
Oferecer orientação prática sobre vínculo, comunicação, brincadeira, leitura, alimentação, sono, limites, prevenção da violência e estímulos adequados ao desenvolvimento.
Trecho (p. 32)
“Oferecer orientação prática sobre vínculo, comunicação, brincadeira, leitura, alimentação, sono, limites, prevenção da violência e estímulos adequados ao desenvolvimento, respeitando as” p. 32
- Apoiar a educação infantil com qualidade
Cooperar com os municípios no planejamento da oferta de creches e pré-escolas.
Trecho (p. 32)
“Cooperar com os municípios no planejamento da oferta de creches e pré-escolas, priorizando territórios com maior demanda e vulnerabilidade e vinculando a expansão a parâmetros de” p. 32
- Encontrar crianças fora dos serviços essenciais
Integrar informações indispensáveis de nascimento, vacinação, saúde, assistência e educação para identificar lacunas de atendimento e acionar as redes locais.
Trecho (p. 33)
“Integrar informações indispensáveis de nascimento, vacinação, saúde, assistência e educação para identificar lacunas de atendimento e acionar as redes locais, com avaliação humana,” p. 33
- Reduzir as desigualdades entre as infâncias
Adotar estratégias específicas para crianças do campo, comunidades isoladas, povos indígenas, comunidades quilombolas, famílias em pobreza e territórios atingidos por desastres.
Trecho (p. 33)
“Adotar estratégias específicas para crianças do campo, comunidades isoladas, povos indígenas, comunidades quilombolas, famílias em pobreza e territórios atingidos por desastres,” p. 33
- Preparar os serviços para emergências
Integrar a primeira infância aos planos de contingência, assegurando continuidade da vacinação, alimentação, educação infantil, acompanhamento familiar e proteção, além de espaços seguros, identificação e reunificação das crianças durante desastres.
Trecho (p. 33)
“Integrar a primeira infância aos planos de contingência, assegurando continuidade da vacinação, alimentação, educação infantil, acompanhamento familiar e proteção, além de” p. 33
- Financiar e avaliar o que produz resultados
Identificar com transparência o orçamento estadual da primeira infância e monitorar acesso, cobertura, qualidade, desenvolvimento, nutrição, vacinação, educação infantil e redução das desigualdades.
Trecho (p. 33)
“Identificar com transparência o orçamento estadual da primeira infância e monitorar acesso, cobertura, qualidade, desenvolvimento, nutrição, vacinação, educação infantil e redução das” p. 33
Família, Desenvolvimento Social e Inclusão15
- Fortalecer a capacidade protetiva das famílias
Organizar as políticas sociais para apoiar as diferentes configurações familiares no cuidado, na convivência, na proteção de seus membros e na superação das vulnerabilidades.
Trecho (p. 34)
“Organizar as políticas sociais para apoiar as diferentes configurações familiares no cuidado, na convivência, na proteção de seus membros e na superação das vulnerabilidades, sem transferir” p. 34
- Garantir proteção a quem mais precisa
Aperfeiçoar benefícios e serviços socioassistenciais com critérios transparentes, busca ativa, atualização cadastral e prioridade às famílias em maior vulnerabilidade.
Trecho (p. 34)
“Aperfeiçoar benefícios e serviços socioassistenciais com critérios transparentes, busca ativa, atualização cadastral e prioridade às famílias em maior vulnerabilidade, prevenindo exclusões” p. 34
- Integrar o acompanhamento familiar
Qualificar e ampliar o acompanhamento das famílias em situação de maior vulnerabilidade.
Trecho (p. 34)
“Qualificar e ampliar o acompanhamento das famílias em situação de maior vulnerabilidade, com profissional de referência, diagnóstico multidimensional, plano simples de atendimento e” p. 34
- Construir trajetórias de autonomia
Combinar proteção de renda, acompanhamento social, formação, inclusão financeira e acesso ao trabalho ou ao empreendedorismo para pessoas com condições e interesse.
Trecho (p. 35)
“Combinar proteção de renda, acompanhamento social, formação, inclusão financeira e acesso ao trabalho ou ao empreendedorismo para pessoas com condições e interesse, respeitando o” p. 35
- Conectar o SUAS às oportunidades de trabalho
Integrar CRAS, Cadastro Único, FGTAS/Sine e programas de qualificação para identificar barreiras, encaminhar voluntariamente pessoas aptas e interessadas e acompanhar sua permanência.
Trecho (p. 35)
“Integrar CRAS, Cadastro Único, FGTAS/Sine e programas de qualificação para identificar barreiras, encaminhar voluntariamente pessoas aptas e interessadas e acompanhar sua” p. 35
- Ampliar os serviços de cuidado
Apoiar municípios e consórcios na oferta regionalizada de serviços para crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência dependentes.
Trecho (p. 35)
“Apoiar municípios e consórcios na oferta regionalizada de serviços para crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência dependentes, compatibilizando horários com trabalho,” p. 35
- Fortalecer o SUAS nos municípios
Tornar o cofinanciamento estadual mais previsível, integrado e orientado pelas necessidades territoriais.
Trecho (p. 35)
“Tornar o cofinanciamento estadual mais previsível, integrado e orientado pelas necessidades territoriais, fortalecendo CRAS, CREAS, vigilância socioassistencial, equipes, benefícios” p. 35
- Qualificar a rede socioassistencial
Apoiar técnica e financeiramente a rede pública e as organizações habilitadas.
Trecho (p. 35)
“Apoiar técnica e financeiramente a rede pública e as organizações habilitadas, com critérios de qualidade, cobertura, complexidade, equidade territorial, transparência e fiscalização,” p. 35
- Preservar a convivência familiar
Ampliar o acolhimento familiar, apoiar a reintegração segura e regionalizar unidades institucionais qualificadas para as situações necessárias.
Trecho (p. 35)
“Ampliar o acolhimento familiar, apoiar a reintegração segura e regionalizar unidades institucionais qualificadas para as situações necessárias, reduzindo permanências prolongadas” p. 35
- Cuidar do Rio Grande que envelhece
Organizar uma política de autonomia e cuidado para pessoas idosas.
Trecho (p. 35)
“Organizar uma política de autonomia e cuidado para pessoas idosas, ampliando convivência, apoio domiciliar, Centros-Dia, inclusão digital e participação comunitária e oferecendo suporte” p. 35
- Incluir pessoas com deficiência em todas as fases da vida
Integrar assistência social às políticas de saúde, educação, trabalho e acessibilidade.
Trecho (p. 35)
“Integrar assistência social às políticas de saúde, educação, trabalho e acessibilidade, fortalecendo serviços regionais, autonomia, convivência e apoio às famílias de pessoas com” p. 35
- Apoiar quem cuida
Oferecer aos cuidadores familiares orientação, formação prática, apoio psicossocial e serviços temporários ou diurnos de cuidado.
Trecho (p. 36)
“Oferecer aos cuidadores familiares orientação, formação prática, apoio psicossocial e serviços temporários ou diurnos de cuidado, permitindo descanso, tratamento de saúde, estudo e” p. 36
- Proteger e incluir a juventude vulnerável
Ampliar e avaliar programas de aprendizagem e inclusão produtiva para jovens acompanhados pelo SUAS.
Trecho (p. 36)
“Ampliar e avaliar programas de aprendizagem e inclusão produtiva para jovens acompanhados pelo SUAS, articulando permanência escolar, formação, primeira experiência profissional, apoio” p. 36
- Responder socialmente aos desastres
Manter capacidade permanente para cadastro, benefícios, acolhimento, documentação e acompanhamento das famílias atingidas por eventos extremos.
Trecho (p. 36)
“Manter capacidade permanente para cadastro, benefícios, acolhimento, documentação e acompanhamento das famílias atingidas por eventos extremos, articulando a resposta” p. 36
- Gerir a política social com dados e resultados
Integrar informações necessárias sem criar cadastros paralelos, proteger os dados pessoais e monitorar cobertura, qualidade, segurança alimentar, renda, permanência no trabalho, convivência familiar, institucionalização, autonomia e redução das desigualdades territoriais.
Trecho (p. 36)
“Integrar informações necessárias sem criar cadastros paralelos, proteger os dados pessoais e monitorar cobertura, qualidade, segurança alimentar, renda, permanência no trabalho,” p. 36
Esporte, Cultura e Qualidade de Vida15
- Promover uma vida mais ativa
Ampliar o acesso regular e orientado à atividade física, ao esporte e ao lazer em todas as idades.
Trecho (p. 37)
“Ampliar o acesso regular e orientado à atividade física, ao esporte e ao lazer em todas as idades, apoiando municípios e organizações habilitadas na oferta de programas comunitários, inclusivos” p. 37
- Ampliar o esporte nas escolas
Fortalecer a prática esportiva, os jogos estudantis e as atividades de contraturno em cooperação com a rede de ensino.
Trecho (p. 37)
“Fortalecer a prática esportiva, os jogos estudantis e as atividades de contraturno em cooperação com a rede de ensino, conectando escolas, clubes, universidades e federações e” p. 37
- Ocupar os espaços públicos com esporte e cultura
Apoiar programação regular e segura em praças, parques, ginásios, bibliotecas, museus, teatros e centros comunitários.
Trecho (p. 37)
“Apoiar programação regular e segura em praças, parques, ginásios, bibliotecas, museus, teatros e centros comunitários, priorizando bairros e municípios com menor oferta e estimulando a” p. 37
- Recuperar e compartilhar equipamentos
Priorizar a manutenção, a acessibilidade, a modernização e o uso permanente das estruturas esportivas e culturais existentes.
Trecho (p. 38)
“Priorizar a manutenção, a acessibilidade, a modernização e o uso permanente das estruturas esportivas e culturais existentes, promovendo compartilhamento entre Estado, municípios,” p. 38
- Garantir esporte inclusivo e sem barreiras
Estruturar uma rede estadual de paradesporto e ampliar a acessibilidade física, comunicacional e metodológica nos programas de esporte e lazer.
Trecho (p. 38)
“Estruturar uma rede estadual de paradesporto e ampliar a acessibilidade física, comunicacional e metodológica nos programas de esporte e lazer, assegurando oportunidades de iniciação,” p. 38
- Ampliar a participação das mulheres no esporte
Incorporar critérios de equidade aos programas estaduais, ampliando ambientes seguros, equipes e competições femininas, apoio a atletas e participação de mulheres como treinadoras, árbitras, gestoras e dirigentes.
Trecho (p. 38)
“Incorporar critérios de equidade aos programas estaduais, ampliando ambientes seguros, equipes e competições femininas, apoio a atletas e participação de mulheres como treinadoras,” p. 38
- Desenvolver talentos e apoiar atletas
Aperfeiçoar o Bolsa-Atleta e integrar escolas, clubes, federações, universidades e centros regionais de referência na identificação e formação de atletas e técnicos.
Trecho (p. 38)
“Aperfeiçoar o Bolsa-Atleta e integrar escolas, clubes, federações, universidades e centros regionais de referência na identificação e formação de atletas e técnicos, com critérios” p. 38
- Tornar o esporte e a cultura ambientes seguros
Exigir nos programas financiados pelo Estado protocolos de prevenção e resposta ao assédio, abuso, discriminação e violência.
Trecho (p. 38)
“Exigir nos programas financiados pelo Estado protocolos de prevenção e resposta ao assédio, abuso, discriminação e violência, com formação dos profissionais, canais de denúncia e” p. 38
- Fazer a cultura circular por todo o Estado
Integrar equipamentos, municípios, artistas e instituições em circuitos regionais permanentes de espetáculos, exposições, oficinas, leitura e outras atividades.
Trecho (p. 38)
“Integrar equipamentos, municípios, artistas e instituições em circuitos regionais permanentes de espetáculos, exposições, oficinas, leitura e outras atividades, ampliando o acesso no interior,” p. 38
- Valorizar a diversidade cultural gaúcha
Apoiar o tradicionalismo, as culturas populares, os povos indígenas, as comunidades quilombolas, as culturas negras e de imigração, os mestres dos saberes, o artesanato e as expressões urbanas contemporâneas.
Trecho (p. 38)
“Apoiar o tradicionalismo, as culturas populares, os povos indígenas, as comunidades quilombolas, as culturas negras e de imigração, os mestres dos saberes, o artesanato e as” p. 38
- Preservar e ativar o patrimônio cultural
Fortalecer a conservação e a transmissão do patrimônio material e imaterial.
Trecho (p. 38)
“Fortalecer a conservação e a transmissão do patrimônio material e imaterial, associando proteção técnica, memória, educação patrimonial, visitação responsável, participação das” p. 38
- Modernizar bibliotecas, museus e centros culturais
Qualificar as redes estaduais de bibliotecas e museus e apoiar os equipamentos municipais com acervos, acessibilidade, inclusão digital, formação técnica, programação cultural, proteção dos bens e maior integração regional.
Trecho (p. 38)
“Qualificar as redes estaduais de bibliotecas e museus e apoiar os equipamentos municipais com acervos, acessibilidade, inclusão digital, formação técnica, programação cultural, proteção dos” p. 38
- Ampliar a formação e o acesso às artes
Expandir oportunidades de formação e experiência artística em música, dança, teatro, literatura, audiovisual, artes visuais e outras linguagens.
Trecho (p. 39)
“Expandir oportunidades de formação e experiência artística em música, dança, teatro, literatura, audiovisual, artes visuais e outras linguagens, aproximando artistas e instituições das escolas e” p. 39
- Simplificar e regionalizar o fomento
Aperfeiçoar o Pró-Esporte e o Pró-Cultura com editais e calendários previsíveis, processos digitais, prestação de contas proporcional ao risco, apoio aos pequenos proponentes e distribuição mais equilibrada entre regiões, modalidades e linguagens.
Trecho (p. 39)
“Aperfeiçoar o Pró-Esporte e o Pró-Cultura com editais e calendários previsíveis, processos digitais, prestação de contas proporcional ao risco, apoio aos pequenos proponentes e” p. 39
- Gerir esporte e cultura com transparência e resultados
Publicar informações sobre recursos, projetos, distribuição territorial, utilização dos equipamentos, prática esportiva, acessibilidade, circulação cultural e público alcançado.
Trecho (p. 39)
“Publicar informações sobre recursos, projetos, distribuição territorial, utilização dos equipamentos, prática esportiva, acessibilidade, circulação cultural e público alcançado,” p. 39
Desenvolvimento Econômico e Ambiente de Negócios15
- Consolidar uma estratégia estadual de crescimento
Revisar e executar o Plano de Desenvolvimento Econômico do Estado, em articulação com os segmentos empresariais.
Trecho (p. 41)
“Revisar e executar o Plano de Desenvolvimento Econômico do Estado, em articulação com os segmentos empresariais, definindo prioridades, projetos, responsabilidades e metas para” p. 41
- Garantir liberdade para empreender
Aplicar regulação proporcional ao risco, eliminando exigências desnecessárias para atividades de baixo impacto e concentrando a fiscalização e a capacidade técnica do Estado nas situações que envolvam riscos relevantes à sociedade.
Trecho (p. 41)
“Aplicar regulação proporcional ao risco, eliminando exigências desnecessárias para atividades de baixo impacto e concentrando a fiscalização e a capacidade técnica do Estado nas” p. 41
- Assegurar estabilidade e previsibilidade tributária
Assegurar o equilíbrio fiscal pela responsabilidade com a despesa pública.
Trecho (p. 41)
“Assegurar o equilíbrio fiscal pela responsabilidade com a despesa pública, sem criação de novos tributos nem elevação de alíquotas, garantindo regras estáveis, previsíveis e com” p. 41
- Preparar o Estado para a reforma tributária
Concluir a adaptação dos sistemas, orientar empresas e municípios, capacitar servidores e participar ativamente da implantação do IBS.
Trecho (p. 42)
“Concluir a adaptação dos sistemas, orientar empresas e municípios, capacitar servidores e participar ativamente da implantação do IBS, reduzindo riscos operacionais e defendendo os” p. 42
- Simplificar a relação tributária
Reduzir obrigações acessórias estaduais, integrar cadastros e declarações, ampliar autorregularização e atendimento digital e eliminar exigências que se tornem desnecessárias durante a transição para o novo sistema tributário.
Trecho (p. 42)
“Reduzir obrigações acessórias estaduais, integrar cadastros e declarações, ampliar autorregularização e atendimento digital e eliminar exigências que se tornem desnecessárias” p. 42
- Dar segurança jurídica às decisões do Estado
Uniformizar interpretações administrativas, publicar orientações e precedentes, motivar mudanças de entendimento e assegurar transições adequadas.
Trecho (p. 42)
“Uniformizar interpretações administrativas, publicar orientações e precedentes, motivar mudanças de entendimento e assegurar transições adequadas, preservando atos regulares sem” p. 42
- Licenciar de acordo com o risco
Integrar e simplificar os procedimentos estaduais de licenciamento.
Trecho (p. 42)
“Integrar e simplificar os procedimentos estaduais de licenciamento, com dispensa ou rito simplificado para baixo risco, análise proporcional ao impacto, critérios públicos, prazos por” p. 42
- Transformar o Tudo Fácil em porta única da empresa
Ampliar o Tudo Fácil Empresas e a Redesim para abertura, alteração, regularização, licenciamento e encerramento.
Trecho (p. 42)
“Ampliar o Tudo Fácil Empresas e a Redesim para abertura, alteração, regularização, licenciamento e encerramento, eliminando solicitações repetidas, integrando órgãos e” p. 42
- Orientar antes de punir quando for possível
Priorizar orientação, dupla visita e prazo para correção de irregularidades formais, sanáveis e de baixo risco.
Trecho (p. 42)
“Priorizar orientação, dupla visita e prazo para correção de irregularidades formais, sanáveis e de baixo risco, mantendo atuação imediata e rigorosa diante de fraude, reincidência, dano ou” p. 42
- Revisar continuamente as regras para empreender
Fortalecer a análise de impacto regulatório e a revisão do estoque de normas.
Trecho (p. 42)
“Fortalecer a análise de impacto regulatório e a revisão do estoque de normas, eliminando obrigações obsoletas ou duplicadas e avaliando custos, benefícios, alternativas e efeitos sobre” p. 42
- Profissionalizar a atração e a retenção de investimentos
Fortalecer a Invest RS como porta de entrada e facilitadora dos projetos.
Trecho (p. 42)
“Fortalecer a Invest RS como porta de entrada e facilitadora dos projetos, com equipe técnica, metas transparentes, integração aos órgãos estaduais e acompanhamento desde a prospecção” p. 42
- Avaliar e qualificar os incentivos econômicos
Aperfeiçoar Fundopem, Integrar e demais instrumentos, condicionando o apoio a investimentos efetivos, empregos, produtividade, inovação, desenvolvimento regional e cumprimento das contrapartidas.
Trecho (p. 42)
“Aperfeiçoar Fundopem, Integrar e demais instrumentos, condicionando o apoio a investimentos efetivos, empregos, produtividade, inovação, desenvolvimento regional e cumprimento das” p. 42
- Fortalecer pequenos negócios e fornecedores locais
Integrar simplificação, crédito, garantias, assistência gerencial, certificação e conexão com grandes cadeias produtivas para aumentar a produtividade, a sobrevivência e o acesso de micro e pequenas empresas a novos mercados.
Trecho (p. 43)
“Integrar simplificação, crédito, garantias, assistência gerencial, certificação e conexão com grandes cadeias produtivas para aumentar a produtividade, a sobrevivência e o acesso de micro” p. 43
- Ampliar o acesso a crédito e capital produtivo
Articular Banrisul, BRDE, Badesul e parceiros privados para ampliar financiamento de longo prazo, garantias, coinvestimento e assistência técnica.
Trecho (p. 43)
“Articular Banrisul, BRDE, Badesul e parceiros privados para ampliar financiamento de longo prazo, garantias, coinvestimento e assistência técnica, priorizando projetos viáveis que” p. 43
- Gerir o desenvolvimento com dados e resultados
Publicar indicadores de licenciamento, abertura e sobrevivência empresarial, investimento executado, empregos criados, produtividade, crédito, incentivos e distribuição regional.
Trecho (p. 43)
“Publicar indicadores de licenciamento, abertura e sobrevivência empresarial, investimento executado, empregos criados, produtividade, crédito, incentivos e distribuição regional,” p. 43
Agropecuária e Agroindústria14
- Aumentar a produtividade e a renda no campo
Orientar a política agropecuária por metas de produtividade, renda, estabilidade da produção e agregação de valor.
Trecho (p. 44)
“Orientar a política agropecuária por metas de produtividade, renda, estabilidade da produção e agregação de valor, articulando crédito, assistência técnica, água, armazenagem, tecnologia e” p. 44
- Ampliar a segurança hídrica da produção
Consolidar uma política plurianual de reservação, irrigação eficiente, água para a pecuária e planejamento por bacia.
Trecho (p. 44)
“Consolidar uma política plurianual de reservação, irrigação eficiente, água para a pecuária e planejamento por bacia, ampliando o Irriga+RS com metas regionais, assistência técnica, apoio” p. 44
- Conservar o solo e tornar a produção mais resiliente
Expandir práticas de cobertura do solo, terraceamento, rotação de culturas, manejo de microbacias, recuperação de pastagens, diversificação e sistemas integrados.
Trecho (p. 44)
“Expandir práticas de cobertura do solo, terraceamento, rotação de culturas, manejo de microbacias, recuperação de pastagens, diversificação e sistemas integrados, reduzindo” p. 44
- Criar uma política estadual de seguro rural
Instituir subvenção estadual complementar ao seguro rural federal.
Trecho (p. 45)
“Instituir subvenção estadual complementar ao seguro rural federal, priorizando produtores, cadeias e regiões mais expostos a riscos climáticos, com critérios transparentes, integração ao” p. 45
- Ampliar crédito, garantias e recuperação produtiva
Articular Banrisul, BRDE, Badesul, Feaper e fundos garantidores para financiar irrigação, armazenagem, modernização, agroindustrialização e retomada após desastres.
Trecho (p. 45)
“Articular Banrisul, BRDE, Badesul, Feaper e fundos garantidores para financiar irrigação, armazenagem, modernização, agroindustrialização e retomada após desastres, priorizando” p. 45
- Fortalecer a assistência técnica e a gestão rural
Ampliar o acesso à extensão rural e integrar orientação produtiva, gestão de custos, planejamento financeiro, comercialização, sucessão, solo, água, tecnologia e políticas públicas.
Trecho (p. 45)
“Ampliar o acesso à extensão rural e integrar orientação produtiva, gestão de custos, planejamento financeiro, comercialização, sucessão, solo, água, tecnologia e políticas públicas,” p. 45
- Ampliar a armazenagem e reduzir perdas
Apoiar estruturas individuais, cooperativas e regionais de secagem, armazenagem e conservação.
Trecho (p. 45)
“Apoiar estruturas individuais, cooperativas e regionais de secagem, armazenagem e conservação, com crédito e assistência técnica, considerando escala, localização, segurança,” p. 45
- Agregar ainda mais valor à produção gaúcha
Estimular a implantação, a expansão e a modernização de agroindústrias nas regiões produtoras.
Trecho (p. 45)
“Estimular a implantação, a expansão e a modernização de agroindústrias nas regiões produtoras, aproximando o processamento da matéria-prima, gerando empregos e ampliando a” p. 45
- Fortalecer a agroindústria familiar
Aperfeiçoar o Programa Estadual de Agroindústria Familiar, integrando assistência técnica, crédito, formalização, adequação sanitária e ambiental, gestão, rotulagem, embalagem e acesso aos mercados.
Trecho (p. 45)
“Aperfeiçoar o Programa Estadual de Agroindústria Familiar, integrando assistência técnica, crédito, formalização, adequação sanitária e ambiental, gestão, rotulagem, embalagem e acesso” p. 45
- Ampliar mercados para pequenos produtores
Apoiar municípios, consórcios, cooperativas e agroindústrias na adesão ao SUSAF e aos sistemas nacionais de equivalência e ampliar o acesso da agricultura familiar a compras públicas, feiras, redes varejistas e canais digitais com qualidade, escala e regularidade.
Trecho (p. 45)
“Apoiar municípios, consórcios, cooperativas e agroindústrias na adesão ao SUSAF e aos sistemas nacionais de equivalência e ampliar o acesso da agricultura familiar a compras” p. 45
- Fortalecer cooperativas e cadeias produtivas
Apoiar a profissionalização, a governança, a inovação e a capacidade de investimento das cooperativas e organizar planos para cadeias prioritárias.
Trecho (p. 45)
“Apoiar a profissionalização, a governança, a inovação e a capacidade de investimento das cooperativas e organizar planos para cadeias prioritárias, com metas de produtividade,” p. 45
- Modernizar a produção com tecnologia acessível
Estimular agricultura de precisão, automação, mecanização, genética, bioinsumos e serviços digitais por meio de assistência, crédito, cooperativas e soluções compartilhadas.
Trecho (p. 45)
“Estimular agricultura de precisão, automação, mecanização, genética, bioinsumos e serviços digitais por meio de assistência, crédito, cooperativas e soluções compartilhadas, evitando que” p. 45
- Promover sucessão e participação no meio rural
Manter protocolos permanentes para levantamento de perdas, assistência técnica, crédito emergencial, alimentação animal, sementes, máquinas e recuperação produtiva.
Trecho (p. 46)
“Manter protocolos permanentes para levantamento de perdas, assistência técnica, crédito emergencial, alimentação animal, sementes, máquinas e recuperação produtiva, articulando a” p. 46
- Gerir a política agropecuária por resultados
Integrar informações produtivas, climáticas, hídricas e de mercado e divulgar indicadores de produtividade, renda, irrigação, seguro, armazenagem, assistência técnica, agroindustrialização, sucessão e distribuição territorial dos investimentos.
Trecho (p. 46)
“Integrar informações produtivas, climáticas, hídricas e de mercado e divulgar indicadores de produtividade, renda, irrigação, seguro, armazenagem, assistência técnica, agroindustrialização,” p. 46
Inovação, Ciência e Tecnologia13
- Executar uma estratégia estadual de inovação
Consolidar a Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação 2025-2030 como referência da política estadual.
Prazo: 2025-2030
Trecho (p. 47)
“Consolidar a Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação 2025-2030 como referência da política estadual, definindo poucas missões prioritárias, responsáveis, metas, orçamento e” p. 47
- Equilibrar ciência básica e pesquisa aplicada
Preservar o financiamento da pesquisa científica orientada pelo mérito e ampliar projetos voltados a problemas concretos da sociedade, das empresas e do poder público.
Trecho (p. 47)
“Preservar o financiamento da pesquisa científica orientada pelo mérito e ampliar projetos voltados a problemas concretos da sociedade, das empresas e do poder público, assegurando” p. 47
- Fortalecer a FAPERGS para impulsionar o desenvolvimento do Estado
Fortalecer a FAPERGS e direcionar o fomento à pesquisa e à inovação para áreas estratégicas ao desenvolvimento do Rio Grande do Sul.
Trecho (p. 47)
“Fortalecer a FAPERGS e direcionar o fomento à pesquisa e à inovação para áreas estratégicas ao desenvolvimento do Rio Grande do Sul, aproximando universidades, centros de pesquisa,” p. 47
- Transformar conhecimento em soluções
Fortalecer projetos cooperativos, núcleos de inovação tecnológica, provas de conceito, propriedade intelectual e licenciamento.
Trecho (p. 48)
“Fortalecer projetos cooperativos, núcleos de inovação tecnológica, provas de conceito, propriedade intelectual e licenciamento, definindo desde o início responsabilidades, direitos,” p. 48
- Atrair e fixar talentos científicos
Ampliar programas de inserção de mestres e doutores em universidades, empresas, cooperativas, hospitais e centros tecnológicos.
Trecho (p. 48)
“Ampliar programas de inserção de mestres e doutores em universidades, empresas, cooperativas, hospitais e centros tecnológicos, com contrapartidas, distribuição regional e” p. 48
- Formar talentos para ciência e tecnologia
Expandir iniciação científica e tecnológica, bolsas, feiras, olimpíadas e aproximação de estudantes com universidades e laboratórios.
Trecho (p. 48)
“Expandir iniciação científica e tecnológica, bolsas, feiras, olimpíadas e aproximação de estudantes com universidades e laboratórios, articulando-se com as políticas de educação e” p. 48
- Fortalecer os ecossistemas regionais
Aperfeiçoar o Inova RS e apoiar parques, incubadoras e ambientes regionais mediante metas de projetos, empresas, contratos, capital mobilizado e empregos qualificados.
Trecho (p. 48)
“Aperfeiçoar o Inova RS e apoiar parques, incubadoras e ambientes regionais mediante metas de projetos, empresas, contratos, capital mobilizado e empregos qualificados, priorizando” p. 48
- Conectar startups a mercados
Apoiar empresas inovadoras desde a validação tecnológica até a comercialização.
Trecho (p. 48)
“Apoiar empresas inovadoras desde a validação tecnológica até a comercialização,” p. 48
- Criar ambientes seguros de experimentação
Instituir sandboxes e fluxos experimentais apenas nas áreas de competência estadual.
Trecho (p. 48)
“Instituir sandboxes e fluxos experimentais apenas nas áreas de competência estadual, com prazo, supervisão, critérios de entrada e saída, proteção dos usuários e avaliação dos resultados” p. 48
- Financiar a inovação e o crescimento tecnológico
Articular Fapergs, Banrisul, BRDE, Badesul e investidores privados para combinar bolsas, subvenção, crédito, garantias e coinvestimento.
Trecho (p. 48)
“Articular Fapergs, Banrisul, BRDE, Badesul e investidores privados para combinar bolsas, subvenção, crédito, garantias e coinvestimento, enfrentando riscos tecnológicos e falta de” p. 48
- Consolidar cadeias tecnológicas estratégicas
Concentrar esforços em áreas nas quais o Estado possua capacidade científica e empresarial, como semicondutores, saúde, agro, indústria avançada, software, inteligência artificial, energia e tecnologias climáticas.
Trecho (p. 48)
“Concentrar esforços em áreas nas quais o Estado possua capacidade científica e empresarial, como semicondutores, saúde, agro, indústria avançada, software, inteligência artificial, energia” p. 48
- Desenvolver inteligência artificial e computação avançada
Ampliar o acesso a dados, nuvem e capacidade computacional para pesquisa e inovação e apoiar o desenvolvimento responsável de inteligência artificial.
Trecho (p. 49)
“Ampliar o acesso a dados, nuvem e capacidade computacional para pesquisa e inovação e apoiar o desenvolvimento responsável de inteligência artificial, com segurança, supervisão” p. 49
- Gerir a política de inovação com transparência
Integrar as informações sobre orçamento, editais, bolsas, projetos, laboratórios, empresas, propriedade intelectual e resultados.
Trecho (p. 49)
“Integrar as informações sobre orçamento, editais, bolsas, projetos, laboratórios, empresas, propriedade intelectual e resultados, avaliando periodicamente os programas e ampliando,” p. 49
Turismo e Economia Criativa16
- Consolidar uma estratégia estadual de turismo
Organizar a política de longo prazo com metas de visitantes, permanência, gasto, empregos, investimentos e distribuição regional.
Trecho (p. 50)
“Organizar a política de longo prazo com metas de visitantes, permanência, gasto, empregos, investimentos e distribuição regional, definindo mercados prioritários, responsabilidades e” p. 50
- Concretizar o marco legal do turismo gaúcho
Criar, com fundamento na Emenda Constitucional nº 86/2026 (EstruTUR), distritos turísticos, estâncias turísticas e municípios de interesse turístico.
Trecho (p. 50)
“Criar, com fundamento na Emenda Constitucional nº 86/2026 (EstruTUR), distritos turísticos, estâncias turísticas e municípios de interesse turístico, com gestão colaborativa entre Estado,” p. 50
- Posicionar o Rio Grande do Sul como destino
Fortalecer uma identidade turística estável para o Estado, articulando natureza, cultura, gastronomia, vinhos, história, eventos, cidades e experiências rurais e adaptando a comunicação aos diferentes públicos e mercados.
Trecho (p. 50)
“Fortalecer uma identidade turística estável para o Estado, articulando natureza, cultura, gastronomia, vinhos, história, eventos, cidades e experiências rurais e adaptando a” p. 50
- Fortalecer as regiões e governanças turísticas
Aperfeiçoar a regionalização existente e apoiar instâncias que integrem municípios, empresas, trabalhadores, universidades e comunidades em torno de produtos prioritários, planos executáveis, metas e responsabilidades compartilhadas.
Trecho (p. 51)
“Aperfeiçoar a regionalização existente e apoiar instâncias que integrem municípios, empresas, trabalhadores, universidades e comunidades em torno de produtos prioritários, planos” p. 51
- Transformar atrativos em produtos comercializáveis
Apoiar a estruturação de roteiros com programação, preço, transporte, hospedagem, guias, reservas e canais de venda.
Trecho (p. 51)
“Apoiar a estruturação de roteiros com programação, preço, transporte, hospedagem, guias, reservas e canais de venda, conectando atrativos isolados e aumentando o tempo de” p. 51
- Ampliar o turismo durante todo o ano
Diversificar a oferta de natureza, cultura, gastronomia, ruralidade, eventos, esporte, religião, saúde e bem-estar conforme a vocação de cada região.
Trecho (p. 51)
“Diversificar a oferta de natureza, cultura, gastronomia, ruralidade, eventos, esporte, religião, saúde e bem-estar conforme a vocação de cada região, reduzindo a sazonalidade sem criar” p. 51
- Fazer do Mercosul o primeiro mercado internacional
Concentrar a primeira etapa da promoção externa em Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.
Trecho (p. 51)
“Concentrar a primeira etapa da promoção externa em Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile, com comunicação adequada, produtos rodoviários e de curta permanência, relacionamento com” p. 51
- Conectar o Rio Grande do Sul às operadoras
Manter programa permanente com agentes e operadoras nacionais e estrangeiros.
Trecho (p. 51)
“Manter programa permanente com agentes e operadoras nacionais e estrangeiros, oferecendo produtos prontos, treinamento, materiais de venda e visitas técnicas e avaliando resultados por” p. 51
- Integrar turismo, cultura e economia criativa
Conectar os destinos a artistas, artesãos, gastronomia, audiovisual, design, moda, música, literatura e demais atividades criativas.
Trecho (p. 51)
“Conectar os destinos a artistas, artesãos, gastronomia, audiovisual, design, moda, música, literatura e demais atividades criativas, utilizando o RS Criativo e os instrumentos culturais” p. 51
- Atrair produções audiovisuais
Criar condições para atrair produções audiovisuais ao Rio Grande do Sul.
Trecho (p. 51)
“Criar condições para atrair produções audiovisuais ao Rio Grande do Sul, promovendo suas locações, simplificando autorizações de competência estadual e articulando produtores,” p. 51
- Apoiar pequenos negócios turísticos e criativos
Ampliar o acesso a gestão, digitalização, crédito, garantias, formalização, comercialização e assistência técnica para hospedagens, restaurantes, guias, produtores, artesãos, artistas e empreendimentos de experiência.
Trecho (p. 51)
“Ampliar o acesso a gestão, digitalização, crédito, garantias, formalização, comercialização e assistência técnica para hospedagens, restaurantes, guias, produtores, artesãos, artistas e” p. 51
- Profissionalizar a atração de investimentos turísticos
Integrar a Secretaria de Turismo, a Invest RS e os municípios na identificação de ativos, facilitação dos projetos e acompanhamento dos investimentos.
Trecho (p. 52)
“Integrar a Secretaria de Turismo, a Invest RS e os municípios na identificação de ativos, facilitação dos projetos e acompanhamento dos investimentos, priorizando iniciativas viáveis,” p. 52
- Qualificar municípios e destinos
Oferecer assistência técnica diferenciada para planejamento, projetos, dados, governança, promoção, acessibilidade e captação.
Trecho (p. 52)
“Oferecer assistência técnica diferenciada para planejamento, projetos, dados, governança, promoção, acessibilidade e captação, combinando apoio por necessidade com incentivos ao” p. 52
- Melhorar o acesso e a experiência do visitante
Integrar as prioridades turísticas ao planejamento de rodovias, aeroportos, transporte regional, sinalização, conectividade e mobilidade de última milha e assegurar informações claras e acessíveis sobre deslocamentos, serviços e atrativos.
Trecho (p. 52)
“Integrar as prioridades turísticas ao planejamento de rodovias, aeroportos, transporte regional, sinalização, conectividade e mobilidade de última milha e assegurar informações claras e” p. 52
- Preparar destinos sustentáveis e resilientes
Apoiar destinos e empresas na conservação dos atrativos, gestão de água e resíduos, acessibilidade, planejamento de capacidade, contingência, comunicação e retomada após eventos extremos, em articulação com as políticas ambiental e de defesa civil.
Trecho (p. 52)
“Apoiar destinos e empresas na conservação dos atrativos, gestão de água e resíduos, acessibilidade, planejamento de capacidade, contingência, comunicação e retomada após” p. 52
- Gerir o turismo com inteligência e resultados
Modernizar o portal e o observatório existentes, integrar dados agregados de hospedagem, mobilidade, eventos e atividade econômica e divulgar visitantes, permanência, gasto, ocupação, empregos, investimentos, distribuição regional e satisfação.
Trecho (p. 52)
“Modernizar o portal e o observatório existentes, integrar dados agregados de hospedagem, mobilidade, eventos e atividade econômica e divulgar visitantes, permanência, gasto, ocupação,” p. 52
Trabalho, Empreendedorismo e Qualificação Profissional14
- Integrar formação, trabalho e empreendedorismo
Organizar uma política estadual que conecte inteligência do mercado, qualificação, aprendizagem, estágio, intermediação de vagas, inclusão produtiva e empreendedorismo.
Trecho (p. 53)
“Organizar uma política estadual que conecte inteligência do mercado, qualificação, aprendizagem, estágio, intermediação de vagas, inclusão produtiva e empreendedorismo,” p. 53
- Mapear profissões e competências regionais
Integrar dados de vagas, emprego, remuneração, investimentos, rotatividade e transformação tecnológica para identificar ocupações em expansão, escassez de profissionais e necessidades de requalificação em cada região.
Trecho (p. 53)
“Integrar dados de vagas, emprego, remuneração, investimentos, rotatividade e transformação tecnológica para identificar ocupações em expansão, escassez de profissionais e necessidades” p. 53
- Modernizar a FGTAS/SINE
Transformar a rede em serviço ativo de captação de vagas, orientação, compatibilização por competências e atendimento ao empregador.
Trecho (p. 53)
“Transformar a rede em serviço ativo de captação de vagas, orientação, compatibilização por competências e atendimento ao empregador, com metas de contratação, tempo de” p. 53
- Oferecer qualificação conectada a oportunidades
Planejar os cursos segundo vagas existentes, investimentos, vocações regionais, mudanças tecnológicas e oportunidades viáveis de trabalho autônomo.
Trecho (p. 54)
“Planejar os cursos segundo vagas existentes, investimentos, vocações regionais, mudanças tecnológicas e oportunidades viáveis de trabalho autônomo, definindo para cada oferta uma” p. 54
- Reorganizar o RS Qualificação por resultados
Avaliar cursos e instituições por aprendizagem, conclusão, certificação, custo, inserção, renda e permanência.
Trecho (p. 54)
“Avaliar cursos e instituições por aprendizagem, conclusão, certificação, custo, inserção, renda e permanência, vinculando parte dos pagamentos ao desempenho sem penalizar executores que” p. 54
- Criar trilhas modulares e reconhecidas
Organizar formações com competências claras, módulos acumuláveis e certificações intermediárias reconhecidas.
Trecho (p. 54)
“Organizar formações com competências claras, módulos acumuláveis e certificações intermediárias reconhecidas, apoiando também a validação de saberes profissionais por” p. 54
- Ampliar aprendizagem e primeira experiência
Consolidar e expandir os programas Partiu Futuro, conectando jovens à educação, formação teórica, prática supervisionada e oportunidades públicas e privadas.
Trecho (p. 54)
“Consolidar e expandir os programas Partiu Futuro, conectando jovens à educação, formação teórica, prática supervisionada e oportunidades públicas e privadas, com acompanhamento da” p. 54
- Requalificar trabalhadores para a nova economia
Oferecer atualização profissional diante da automação, digitalização, reconstrução, transição energética e mudanças setoriais.
Trecho (p. 54)
“Oferecer atualização profissional diante da automação, digitalização, reconstrução, transição energética e mudanças setoriais, combinando competências digitais, técnicas e” p. 54
- Incluir quem enfrenta mais barreiras
Priorizar mulheres, pessoas com deficiência, trabalhadores mais velhos, jovens vulneráveis e desempregados de longa duração.
Trecho (p. 54)
“Priorizar mulheres, pessoas com deficiência, trabalhadores mais velhos, jovens vulneráveis e desempregados de longa duração, integrando qualificação, acessibilidade, cuidado, transporte,” p. 54
- Levar trabalho e formação a todas as regiões
Ampliar atendimento itinerante e digital, unidades móveis e soluções consorciadas para municípios pequenos, áreas rurais e territórios sem estrutura permanente.
Trecho (p. 54)
“Ampliar atendimento itinerante e digital, unidades móveis e soluções consorciadas para municípios pequenos, áreas rurais e territórios sem estrutura permanente, adequando cursos e” p. 54
- Apoiar a permanência no curso e no trabalho
Utilizar bolsas, transporte e apoio ao cuidado quando necessários para reduzir evasão e, após a contratação, orientar públicos prioritários diante de barreiras iniciais.
Trecho (p. 54)
“Utilizar bolsas, transporte e apoio ao cuidado quando necessários para reduzir evasão e, após a contratação, orientar públicos prioritários diante de barreiras iniciais, respeitando a privacidade” p. 54
- Ampliar microcrédito orientado e garantias
Articular instituições financeiras e fundos garantidores para oferecer crédito acompanhado de assistência gerencial.
Trecho (p. 54)
“Articular instituições financeiras e fundos garantidores para oferecer crédito acompanhado de assistência gerencial, com critérios de viabilidade, prevenção do endividamento e avaliação da” p. 54
- Conectar pequenos negócios a mercados
Preparar empreendedores, cooperativas e pequenos fornecedores para compras públicas e cadeias privadas.
Trecho (p. 55)
“Preparar empreendedores, cooperativas e pequenos fornecedores para compras públicas e cadeias privadas, apoiando formalização, certificação, qualidade, capacidade de entrega e” p. 55
- Gerir a política de trabalho com dados
Integrar informações de cursos, trabalhadores e vagas aos sistemas nacionais e divulgar participação, formalização, remuneração, vagas não preenchidas, conclusão, contratação, permanência e sobrevivência dos negócios.
Trecho (p. 55)
“Integrar informações de cursos, trabalhadores e vagas aos sistemas nacionais e divulgar participação, formalização, remuneração, vagas não preenchidas, conclusão, contratação,” p. 55
Infraestrutura Logística15
- Atualizar e executar o plano estadual de logística
Revisar o Plano Estadual de Logística de Transportes (PELT-RS) à luz das mudanças econômicas, climáticas e tecnológicas e transformar suas prioridades em carteira plurianual com projetos, cronogramas, custos, fontes de financiamento, responsáveis e metas de resultado.
Trecho (p. 57)
“Revisar o Plano Estadual de Logística de Transportes (PELT-RS) à luz das mudanças econômicas, climáticas e tecnológicas e transformar suas prioridades em carteira plurianual com projetos,” p. 57
- Integrar os modais e corredores produtivos
Planejar rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e terminais como partes de um único sistema.
Trecho (p. 57)
“Planejar rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos e terminais como partes de um único sistema, priorizando corredores que conectem regiões produtoras, centros urbanos, fronteiras” p. 57
- Conservar rodovias, pontes e estruturas críticas
Implantar gestão permanente dos ativos estaduais, com inventário, inspeções, manutenção preventiva, drenagem, recuperação de pavimentos, pontes, contenções e sinalização.
Trecho (p. 57)
“Implantar gestão permanente dos ativos estaduais, com inventário, inspeções, manutenção preventiva, drenagem, recuperação de pavimentos, pontes, contenções e sinalização,” p. 57
- Reduzir mortes e gargalos nas rodovias
Priorizar intervenções conforme dados de acidentes, capacidade e circulação.
Trecho (p. 58)
“Priorizar intervenções conforme dados de acidentes, capacidade e circulação, utilizando duplicações, terceiras faixas, correções de traçado, acostamentos, travessias, sinalização e” p. 58
- Concluir acessos estratégicos
Ampliar o acesso pavimentado e resiliente a municípios, comunidades e áreas produtivas ainda dependentes de ligações precárias.
Trecho (p. 58)
“Ampliar o acesso pavimentado e resiliente a municípios, comunidades e áreas produtivas ainda dependentes de ligações precárias, utilizando o Programa de Incentivo ao Acesso Asfáltico” p. 58
- Apoiar estradas e pontes municipais
Cofinanciar e prestar assistência técnica aos municípios e consórcios para qualificar estradas vicinais, pontes e corredores rurais essenciais à produção, ao transporte escolar, à saúde e à circulação das comunidades.
Trecho (p. 58)
“Cofinanciar e prestar assistência técnica aos municípios e consórcios para qualificar estradas vicinais, pontes e corredores rurais essenciais à produção, ao transporte escolar, à saúde e à” p. 58
- Articular investimentos federais prioritários
Defender junto à União a modernização das rodovias e estruturas federais estratégicas para o Estado.
Trecho (p. 58)
“Defender junto à União a modernização das rodovias e estruturas federais estratégicas para o Estado, com estudos, projetos e prioridades técnicas para corredores como BR-290, BR-116,” p. 58
- Recuperar a conectividade ferroviária
Participar ativamente da nova concessão da Malha Sul, defendendo investimentos, metas de movimentação, recuperação de trechos viáveis, integração ao Porto do Rio Grande e terminais adequados às cadeias de grande volume e longa distância.
Trecho (p. 58)
“Participar ativamente da nova concessão da Malha Sul, defendendo investimentos, metas de movimentação, recuperação de trechos viáveis, integração ao Porto do Rio Grande e terminais” p. 58
- Desenvolver terminais intermodais
Apoiar a implantação ou modernização de terminais com demanda comprovada que conectem rodovias, ferrovias, hidrovias e portos.
Trecho (p. 58)
“Apoiar a implantação ou modernização de terminais com demanda comprovada que conectem rodovias, ferrovias, hidrovias e portos, aproximando a infraestrutura das regiões produtoras e” p. 58
- Tornar as hidrovias regulares e confiáveis
Integrar a atuação estadual aos projetos federais de concessão, dragagem, sinalização e monitoramento.
Trecho (p. 58)
“Integrar a atuação estadual aos projetos federais de concessão, dragagem, sinalização e monitoramento, assegurando manutenção permanente dos canais, previsibilidade da” p. 58
- Fortalecer o sistema portuário gaúcho
Planejar Rio Grande, Pelotas, Porto Alegre e terminais públicos e privados de forma complementar.
Trecho (p. 58)
“Planejar Rio Grande, Pelotas, Porto Alegre e terminais públicos e privados de forma complementar, ampliando eficiência, acesso aquaviário e terrestre, conexão ferroviária,” p. 58
- Conectar aeroportos às economias regionais
Priorizar investimentos nos aeroportos estaduais e apoiar os demais conforme demanda comprovada de passageiros, turismo, saúde, negócios e cargas.
Trecho (p. 58)
“Priorizar investimentos nos aeroportos estaduais e apoiar os demais conforme demanda comprovada de passageiros, turismo, saúde, negócios e cargas, articulando novas rotas com” p. 58
- Modernizar a logística de fronteira
Qualificar acessos, áreas de apoio e terminais nas fronteiras e articular com União e países vizinhos procedimentos coordenados, digitalização, horários compatíveis e redução do tempo de liberação de cargas.
Trecho (p. 59)
“Qualificar acessos, áreas de apoio e terminais nas fronteiras e articular com União e países vizinhos procedimentos coordenados, digitalização, horários compatíveis e redução do tempo” p. 59
- Construir uma logística resiliente
Incorporar cenários climáticos, drenagem, redundância, rotas alternativas, continuidade operacional e resposta a emergências aos projetos, obras, contratos e concessões de infraestrutura.
Trecho (p. 59)
“Incorporar cenários climáticos, drenagem, redundância, rotas alternativas, continuidade operacional e resposta a emergências aos projetos, obras, contratos e concessões de” p. 59
- Preparar projetos e gerir entregas com transparência
Manter banco de projetos em diferentes níveis de maturidade e divulgar custos, fontes, licenças, desapropriações, contratos, prazos, execução física e resultados.
Trecho (p. 59)
“Manter banco de projetos em diferentes níveis de maturidade e divulgar custos, fontes, licenças, desapropriações, contratos, prazos, execução física e resultados, priorizando obras” p. 59
Mobilidade e Transporte Metropolitano15
- Organizar a governança metropolitana
Instituir, com participação do Estado, dos municípios e da sociedade, uma estrutura interfederativa com competências, recursos e responsabilidades claras para planejar, integrar, contratar, regular e acompanhar as funções metropolitanas de mobilidade.
Trecho (p. 60)
“Instituir, com participação do Estado, dos municípios e da sociedade, uma estrutura interfederativa com competências, recursos e responsabilidades claras para planejar, integrar,” p. 60
- Reorganizar a estrutura estadual de transporte
Definir o papel futuro da Metroplan e promover, quando necessária, a transição ordenada de competências, pessoal, dados, contratos e patrimônio para uma estrutura plenamente operacional.
Trecho (p. 60)
“Definir o papel futuro da Metroplan e promover, quando necessária, a transição ordenada de competências, pessoal, dados, contratos e patrimônio para uma estrutura plenamente” p. 60
- Executar um plano metropolitano de mobilidade
Elaborar de forma cooperada e integrar ao planejamento urbano um plano de longo prazo com rede futura, corredores prioritários, projetos, fases, custos, fontes de financiamento, metas e responsabilidades dos entes envolvidos.
Trecho (p. 60)
“Elaborar de forma cooperada e integrar ao planejamento urbano um plano de longo prazo com rede futura, corredores prioritários, projetos, fases, custos, fontes de financiamento, metas e” p. 60
- Integrar as redes de transporte
Organizar linhas municipais, metropolitanas, Trensurb e futuros serviços como uma rede coordenada.
Trecho (p. 61)
“Organizar linhas municipais, metropolitanas, Trensurb e futuros serviços como uma rede coordenada, com padrões comuns, terminais adequados, informações integradas, horários” p. 61
- Implantar bilhetagem e conta únicas
Concluir um sistema interoperável para ônibus municipais, metropolitanos e trem.
Trecho (p. 61)
“Concluir um sistema interoperável para ônibus municipais, metropolitanos e trem, permitindo cartões físicos, aplicativos, QR Code e meios bancários vinculados a uma conta de mobilidade,” p. 61
- Integrar tarifas com financiamento transparente
Implantar descontos nas conexões, integração temporal e benefícios aos usuários frequentes conforme a sustentabilidade do sistema.
Trecho (p. 61)
“Implantar descontos nas conexões, integração temporal e benefícios aos usuários frequentes conforme a sustentabilidade do sistema, criando câmara de compensação auditável e” p. 61
- Contratar serviços por qualidade e desempenho
Concluir a modernização contratual do transporte metropolitano com competição, segurança jurídica e metas de oferta, pontualidade, regularidade, conservação, acessibilidade, lotação, satisfação e cumprimento das viagens programadas.
Trecho (p. 61)
“Concluir a modernização contratual do transporte metropolitano com competição, segurança jurídica e metas de oferta, pontualidade, regularidade, conservação, acessibilidade, lotação,” p. 61
- Fiscalizar a operação em tempo real
Integrar GPS, telemetria, bilhetagem e canais dos passageiros para verificar viagens, horários, rotas, lotação e condições da frota.
Trecho (p. 61)
“Integrar GPS, telemetria, bilhetagem e canais dos passageiros para verificar viagens, horários, rotas, lotação e condições da frota, aplicando consequências contratuais diante de falhas e” p. 61
- Renovar a frota com conforto e acessibilidade
Estabelecer cronograma viável de renovação dos ônibus, com padrões de manutenção, climatização, informação sonora e visual, acessibilidade e redução gradual de emissões segundo o custo total e as condições de cada operação.
Trecho (p. 61)
“Estabelecer cronograma viável de renovação dos ônibus, com padrões de manutenção, climatização, informação sonora e visual, acessibilidade e redução gradual de emissões” p. 61
- Priorizar o transporte coletivo nos corredores
Implantar faixas, prioridade semafórica, estações e sistemas de ônibus de maior capacidade nos eixos de demanda comprovada.
Trecho (p. 61)
“Implantar faixas, prioridade semafórica, estações e sistemas de ônibus de maior capacidade nos eixos de demanda comprovada, mediante pactuação com os municípios e avaliação” p. 61
- Integrar e recuperar o sistema ferroviário
Pactuar com a União, Trensurb e municípios a integração tarifária, operacional e informacional do trem, apoiar sua recuperação resiliente e avaliar expansões ou novos serviços segundo demanda, custo, financiamento e integração urbana.
Trecho (p. 61)
“Pactuar com a União, Trensurb e municípios a integração tarifária, operacional e informacional do trem, apoiar sua recuperação resiliente e avaliar expansões ou novos serviços segundo” p. 61
- Garantir oferta nos horários e territórios necessários
Planejar serviços mínimos noturnos, nos finais de semana e para hospitais, universidades, áreas industriais e equipamentos públicos e testar transporte sob demanda em locais ou períodos de baixa procura sem excluir usuários não digitais.
Trecho (p. 61)
“Planejar serviços mínimos noturnos, nos finais de semana e para hospitais, universidades, áreas industriais e equipamentos públicos e testar transporte sob demanda em locais ou períodos de” p. 61
- Informar o passageiro em tempo real
Disponibilizar dados padronizados e abertos sobre linhas, horários, localização dos veículos, tarifas, integrações, acessibilidade e alterações.
Trecho (p. 62)
“Disponibilizar dados padronizados e abertos sobre linhas, horários, localização dos veículos, tarifas, integrações, acessibilidade e alterações, permitindo diferentes aplicativos e instalando” p. 62
- Proteger passageiros e garantir acessibilidade
Integrar operadores, municípios e segurança pública para prevenir crimes, assédio e vandalismo e qualificar iluminação, pontos, terminais, comunicação e toda a cadeia de acesso das pessoas com deficiência ao transporte.
Trecho (p. 62)
“Integrar operadores, municípios e segurança pública para prevenir crimes, assédio e vandalismo e qualificar iluminação, pontos, terminais, comunicação e toda a cadeia de acesso das pessoas” p. 62
- Preparar uma rede resiliente e multimodal
Adaptar vias, terminais, garagens, estações, energia e centros de controle aos eventos extremos, prever rotas e serviços emergenciais e integrar bicicleta, caminhada e estacionamentos periféricos aos principais pontos da rede.
Trecho (p. 62)
“Adaptar vias, terminais, garagens, estações, energia e centros de controle aos eventos extremos, prever rotas e serviços emergenciais e integrar bicicleta, caminhada e” p. 62
Habitação e Desenvolvimento Urbano15
- Executar um plano estadual de habitação
Atualizar o diagnóstico do déficit, da inadequação, do ônus com aluguel, dos assentamentos precários e das moradias em risco e definir metas plurianuais, públicos, territórios, modalidades, custos, fontes de recursos e responsabilidades.
Trecho (p. 63)
“Atualizar o diagnóstico do déficit, da inadequação, do ônus com aluguel, dos assentamentos precários e das moradias em risco e definir metas plurianuais, públicos, territórios, modalidades,” p. 63
- Integrar cadastros e priorizar quem mais precisa
Tornar interoperáveis os registros estaduais, municipais e federais, prevenir duplicidades e aplicar critérios transparentes de renda, vulnerabilidade, risco e necessidade habitacional.
Trecho (p. 63)
“Tornar interoperáveis os registros estaduais, municipais e federais, prevenir duplicidades e aplicar critérios transparentes de renda, vulnerabilidade, risco e necessidade habitacional,” p. 63
- Adequar a solução à necessidade habitacional
Combinar aquisição, produção, melhoria, regularização, locação, compra assistida, reassentamento e moradia transitória conforme a situação de cada família.
Trecho (p. 63)
“Combinar aquisição, produção, melhoria, regularização, locação, compra assistida, reassentamento e moradia transitória conforme a situação de cada família, evitando tratar a” p. 63
- Priorizar a produção de moradias bem localizadas
Fortalecer a produção de moradias próximas a transporte, trabalho, escolas, saúde e comércio.
Trecho (p. 64)
“Fortalecer a produção de moradias próximas a transporte, trabalho, escolas, saúde e comércio, com infraestrutura implantada, segurança territorial e custo sustentável para as famílias.” p. 64
- Consolidar o Porta de Entrada
Tornar permanente e avaliar o programa de subsídio à primeira moradia.
Trecho (p. 64)
“Tornar permanente e avaliar o programa de subsídio à primeira moradia, graduando o apoio conforme renda, composição familiar e preços regionais e considerando prestação,” p. 64
- Melhorar moradias com assistência técnica
Implantar programa integrado de reformas, banheiros, instalações seguras, acessibilidade, conforto térmico e eficiência.
Trecho (p. 64)
“Implantar programa integrado de reformas, banheiros, instalações seguras, acessibilidade, conforto térmico e eficiência, com diagnóstico, projeto e acompanhamento de arquitetos,” p. 64
- Apoiar a habitação rural
Ampliar a produção, reforma e regularização de moradias rurais.
Trecho (p. 64)
“Ampliar a produção, reforma e regularização de moradias rurais, considerando água, saneamento, energia, características produtivas, clima e distâncias e priorizando agricultores” p. 64
- Acelerar a reconstrução habitacional
Integrar Estado, União, Caixa, municípios, cartórios, concessionárias e construtoras para resolver terrenos, licenças, infraestrutura e contratos.
Trecho (p. 64)
“Integrar Estado, União, Caixa, municípios, cartórios, concessionárias e construtoras para resolver terrenos, licenças, infraestrutura e contratos, acompanhando publicamente cada” p. 64
- Reassentar sem romper vínculos
Remover famílias apenas quando a permanência não puder ser tornada segura.
Trecho (p. 64)
“Remover famílias apenas quando a permanência não puder ser tornada segura, assegurando participação, acompanhamento social, localização próxima a serviços e oportunidades,” p. 64
- Não reconstruir moradias em risco
Aplicar mapas e avaliações técnicas à escolha de terrenos, projetos e reconstruções.
Trecho (p. 64)
“Aplicar mapas e avaliações técnicas à escolha de terrenos, projetos e reconstruções, adotando mitigação, adaptação ou reassentamento conforme a gravidade e incorporando drenagem,” p. 64
- Urbanizar assentamentos precários
Executar intervenções integradas de saneamento, drenagem, contenção, pavimentação, iluminação, acessibilidade, melhoria habitacional, equipamentos e regularização.
Trecho (p. 64)
“Executar intervenções integradas de saneamento, drenagem, contenção, pavimentação, iluminação, acessibilidade, melhoria habitacional, equipamentos e regularização, conectando os” p. 64
- Ampliar a regularização fundiária
Concluir a regularização dos imóveis da antiga Cohab e apoiar municípios e comunidades na Regularização Fundiária Urbana (Reurb).
Trecho (p. 64)
“Concluir a regularização dos imóveis da antiga Cohab e apoiar municípios e comunidades na Regularização Fundiária Urbana (Reurb), com assistência jurídica, urbanística, ambiental e social,” p. 64
- Estruturar a locação social
Desenvolver subsídio ao aluguel, moradias transitórias e, quando viável, imóveis públicos ou contratados para locação social.
Trecho (p. 65)
“Desenvolver subsídio ao aluguel, moradias transitórias e, quando viável, imóveis públicos ou contratados para locação social, com gestão profissional, manutenção, critérios de” p. 65
- Requalificar áreas urbanas e imóveis ociosos
Apoiar municípios na conversão tecnicamente viável de imóveis vazios, degradados ou subutilizados em moradia.
Trecho (p. 65)
“Apoiar municípios na conversão tecnicamente viável de imóveis vazios, degradados ou subutilizados em moradia, combinando retrofit, recuperação dos centros, uso misto, patrimônio,” p. 65
- Apoiar municípios e gerir as entregas
Manter assistência técnica, banco de terrenos e projetos, apoio a consórcios e carteira coordenada de financiamento e divulgar unidades, reformas, regularizações, custos, prazos, qualidade, localização, infraestrutura e resultados de pós-ocupação.
Trecho (p. 65)
“Manter assistência técnica, banco de terrenos e projetos, apoio a consórcios e carteira coordenada de financiamento e divulgar unidades, reformas, regularizações, custos, prazos,” p. 65
Energia e Infraestrutura Energética15
- Executar um planejamento energético de longo prazo
Fortalecer o planejamento energético, atualizar o balanço e os estudos da matriz e transformar projeções de demanda, oferta, redes, gás e combustíveis em carteira de projetos, prioridades, responsáveis, fontes de financiamento e metas de segurança energética.
Trecho (p. 66)
“Fortalecer o planejamento energético, atualizar o balanço e os estudos da matriz e transformar projeções de demanda, oferta, redes, gás e combustíveis em carteira de projetos, prioridades,” p. 66
- Mapear e enfrentar os gargalos energéticos
Identificar regiões com interrupções frequentes, capacidade insuficiente, demora de conexão ou ausência de redes adequadas e articular concessionárias, cooperativas, União e investidores para antecipar a infraestrutura necessária ao desenvolvimento.
Trecho (p. 66)
“Identificar regiões com interrupções frequentes, capacidade insuficiente, demora de conexão ou ausência de redes adequadas e articular concessionárias, cooperativas, União e investidores” p. 66
- Melhorar a qualidade e a resiliência das redes
Fortalecer a fiscalização delegada à Agergs e acompanhar manutenção, podas, subestações, alimentadores, estoques e planos de adaptação.
Trecho (p. 66)
“Fortalecer a fiscalização delegada à Agergs e acompanhar manutenção, podas, subestações, alimentadores, estoques e planos de adaptação, priorizando os municípios com piores” p. 66
- Preparar a resposta às emergências energéticas
Integrar Defesa Civil, concessionárias, cooperativas, municípios e operadores de serviços essenciais em protocolos de comunicação, mobilização de equipes, geradores, materiais e restabelecimento prioritário de hospitais, água, telecomunicações e abrigos.
Trecho (p. 67)
“Integrar Defesa Civil, concessionárias, cooperativas, municípios e operadores de serviços essenciais em protocolos de comunicação, mobilização de equipes, geradores, materiais e” p. 67
- Ampliar o Energia Forte no Campo
Expandir redes trifásicas, transformadores e subestações rurais com base em demanda produtiva, qualidade atual e impacto regional.
Trecho (p. 67)
“Expandir redes trifásicas, transformadores e subestações rurais com base em demanda produtiva, qualidade atual e impacto regional, fortalecendo as cooperativas e avaliando a” p. 67
- Desenvolver geração distribuída com responsabilidade
Estimular geração próxima ao consumo em prédios públicos, empresas, propriedades rurais, cooperativas e habitações sociais.
Trecho (p. 67)
“Estimular geração próxima ao consumo em prédios públicos, empresas, propriedades rurais, cooperativas e habitações sociais, considerando capacidade da rede, custos sistêmicos,” p. 67
- Integrar as fontes renováveis à rede
Apoiar projetos solares, eólicos e de biomassa com demanda e viabilidade demonstradas e articular com União, Aneel, EPE e operadores a expansão das linhas, subestações e conexões necessárias ao aproveitamento competitivo dos recursos gaúchos.
Trecho (p. 67)
“Apoiar projetos solares, eólicos e de biomassa com demanda e viabilidade demonstradas e articular com União, Aneel, EPE e operadores a expansão das linhas, subestações e conexões” p. 67
- Reduzir o desperdício e o custo da energia
Implantar política de eficiência em edifícios estaduais e apoiar auditorias, equipamentos eficientes, automação, gestão de demanda e contratos de desempenho na indústria, comércio e produção rural.
Trecho (p. 67)
“Implantar política de eficiência em edifícios estaduais e apoiar auditorias, equipamentos eficientes, automação, gestão de demanda e contratos de desempenho na indústria, comércio” p. 67
- Desenvolver uma política competitiva de gás
Planejar a expansão do gás canalizado, comprimido ou liquefeito conforme demanda comprovada, diversificar fontes e avaliar alternativas como gás nacional, GNL, biometano e integração com a Argentina sem criar redes ou contratos economicamente ociosos.
Trecho (p. 67)
“Planejar a expansão do gás canalizado, comprimido ou liquefeito conforme demanda comprovada, diversificar fontes e avaliar alternativas como gás nacional, GNL, biometano e” p. 67
- Ampliar o biogás e o biometano
Consolidar o Biogás RS com projetos economicamente viáveis que conectem resíduos, biodigestores, purificação, consumidores e aproveitamento dos biofertilizantes.
Trecho (p. 67)
“Consolidar o Biogás RS com projetos economicamente viáveis que conectem resíduos, biodigestores, purificação, consumidores e aproveitamento dos biofertilizantes, formando polos” p. 67
- Executar e avaliar a política de hidrogênio
Acompanhar os projetos financiados pelo Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Hidrogênio Verdeb (H2V-RS), verificar contrapartidas, demanda, competitividade e redução de emissões e concentrar novas iniciativas em polos com energia, água, logística e consumidores industriais comprovados.
Trecho (p. 67)
“Acompanhar os projetos financiados pelo Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Hidrogênio Verdeb (H2V-RS), verificar contrapartidas, demanda, competitividade e redução” p. 67
- Desenvolver novos usos para o carvão gaúcho
Estimular pesquisa, inovação e investimentos em novas tecnologias e usos econômicos do carvão e de seus derivados.
Trecho (p. 68)
“Estimular pesquisa, inovação e investimentos em novas tecnologias e usos econômicos do carvão e de seus derivados, buscando alternativas de maior valor agregado e menor impacto” p. 68
- Fortalecer e diversificar as regiões carboníferas
Fortalecer as regiões carboníferas e diversificar suas atividades produtivas, mantendo o aproveitamento responsável do carvão.
Trecho (p. 68)
“Fortalecer as regiões carboníferas, diversificando suas atividades produtivas sem abrir mão do aproveitamento responsável de seus recursos e de seu potencial econômico.” p. 68
- Preparar a infraestrutura para novos combustíveis e veículos
Articular pontos de recarga e abastecimento em corredores, terminais, prédios públicos e polos produtivos e escolher eletricidade, biometano, gás ou outros combustíveis conforme a aplicação, o custo, a disponibilidade e a redução efetiva de emissões.
Trecho (p. 68)
“Articular pontos de recarga e abastecimento em corredores, terminais, prédios públicos e polos produtivos e escolher eletricidade, biometano, gás ou outros combustíveis conforme a” p. 68
- Facilitar investimentos e gerir resultados
Coordenar licenciamento, conexão, municípios, crédito e infraestrutura para projetos energéticos e divulgar capacidade, interrupções, investimentos, projetos implantados, produção, custos, tempo de conexão e resultados dos incentivos concedidos.
Trecho (p. 68)
“Coordenar licenciamento, conexão, municípios, crédito e infraestrutura para projetos energéticos e divulgar capacidade, interrupções, investimentos, projetos implantados,” p. 68
Concessões, PPPs e Grandes Investimentos15
- Escolher o modelo que mais beneficia o cidadão
Comparar concessão, PPP, obra pública, contratação tradicional, autorização privada e outras alternativas e adotar a parceria somente quando os custos, riscos, qualidade e resultados ao longo de todo o ciclo demonstrarem vantagem para o interesse público.
Trecho (p. 69)
“Comparar concessão, PPP, obra pública, contratação tradicional, autorização privada e outras alternativas e adotar a parceria somente quando os custos, riscos, qualidade e resultados ao” p. 69
- Priorizar uma carteira executável
Classificar os projetos por impacto, maturidade, viabilidade, fonte de receita, licenciamento, risco fiscal e capacidade de regulação.
Trecho (p. 69)
“Classificar os projetos por impacto, maturidade, viabilidade, fonte de receita, licenciamento, risco fiscal e capacidade de regulação, concentrando equipes nas iniciativas realmente” p. 69
- Profissionalizar a estruturação dos projetos
Fortalecer a unidade central de parcerias e as equipes setoriais com competências permanentes em engenharia, economia, finanças, direito, meio ambiente, regulação e gestão contratual.
Trecho (p. 69)
“Fortalecer a unidade central de parcerias e as equipes setoriais com competências permanentes em engenharia, economia, finanças, direito, meio ambiente, regulação e gestão” p. 69
- Ampliar o apoio a municípios e consórcios
Aperfeiçoar com assistência técnica, capacitação, modelos adaptáveis e apoio à estruturação de projetos intermunicipais.
Trecho (p. 70)
“Aperfeiçoar com assistência técnica, capacitação, modelos adaptáveis e apoio à estruturação de projetos intermunicipais, priorizando serviços que possuam escala, demanda, capacidade de” p. 70
- Preparar antes de licitar
Realizar estudos consistentes de demanda, engenharia, ambiente, desapropriações, financiamento, interesse de mercado e capacidade regulatória antes do edital.
Trecho (p. 70)
“Realizar estudos consistentes de demanda, engenharia, ambiente, desapropriações, financiamento, interesse de mercado e capacidade regulatória antes do edital, anunciando” p. 70
- Ouvir mercado, usuários e sociedade
Promover sondagens, consultas e audiências transparentes enquanto as decisões ainda puderem ser alteradas.
Trecho (p. 70)
“Promover sondagens, consultas e audiências transparentes enquanto as decisões ainda puderem ser alteradas, publicando documentos completos, respostas fundamentadas e” p. 70
- Garantir competição e integridade
Estruturar lotes e exigências capazes de atrair concorrentes qualificados e exigir beneficiários finais identificados, programas de integridade, prevenção de conflitos e cooperação com os órgãos de defesa da concorrência.
Trecho (p. 70)
“Estruturar lotes e exigências capazes de atrair concorrentes qualificados e exigir beneficiários finais identificados, programas de integridade, prevenção de conflitos e cooperação com os” p. 70
- Distribuir os riscos com responsabilidade
Atribuir construção, operação, demanda, financiamento, licenciamento e eventos extraordinários à parte que possa administrá-los com menor custo.
Trecho (p. 70)
“Atribuir construção, operação, demanda, financiamento, licenciamento e eventos extraordinários à parte que possa administrá-los com menor custo, publicando matrizes” p. 70
- Proteger a sustentabilidade fiscal
Divulgar contraprestações, aportes, garantias e passivos contingentes, submeter a carteira a limites prudenciais e testes de estresse e utilizar fundos garantidores somente em projetos prioritários, maduros e compatíveis com a capacidade financeira futura do Estado.
Trecho (p. 70)
“Divulgar contraprestações, aportes, garantias e passivos contingentes, submeter a carteira a limites prudenciais e testes de estresse e utilizar fundos garantidores somente em projetos” p. 70
- Equilibrar tarifas, investimentos e aportes
Modelar concessões remuneradas pelos usuários buscando modicidade, qualidade e obras prioritárias.
Trecho (p. 70)
“Modelar concessões remuneradas pelos usuários buscando modicidade, qualidade e obras prioritárias, evitando a maximização de outorgas e utilizando aportes, tarifas escalonadas ou” p. 70
- Fortalecer a regulação e a fiscalização
Implementar a modernização da Agergs, assegurar equipe, orçamento, sistemas e independência técnica e envolver o regulador desde a modelagem para que indicadores, revisões, fiscalização e sanções possam ser efetivamente aplicados.
Trecho (p. 70)
“Implementar a modernização da Agergs, assegurar equipe, orçamento, sistemas e independência técnica e envolver o regulador desde a modelagem para que indicadores,” p. 70
- Contratar e pagar por resultados
Definir níveis de serviço, disponibilidade, qualidade, manutenção e desempenho mensuráveis e vincular a remuneração, os descontos, as penalidades e os incentivos aos resultados efetivamente verificados durante todo o ciclo do contrato.
Trecho (p. 71)
“Definir níveis de serviço, disponibilidade, qualidade, manutenção e desempenho mensuráveis e vincular a remuneração, os descontos, as penalidades e os incentivos aos resultados” p. 71
- Tratar reequilíbrios com rigor e segurança jurídica
Avaliar pedidos de reequilíbrio com critérios técnicos, transparência e comprovação dos impactos.
Trecho (p. 71)
“Avaliar pedidos de reequilíbrio com critérios técnicos, transparência e comprovação dos impactos, utilizando mecanismos de mediação e solução de controvérsias quando necessários,” p. 71
- Dar transparência ao ciclo completo
Publicar estudos, custos de modelagem, contratos, aditivos, contraprestações, tarifas, garantias, decisões regulatórias, investimentos, indicadores e reclamações e manter equipes responsáveis e memória institucional desde a preparação até o encerramento da parceria.
Trecho (p. 71)
“Publicar estudos, custos de modelagem, contratos, aditivos, contraprestações, tarifas, garantias, decisões regulatórias, investimentos, indicadores e reclamações e manter equipes” p. 71
- Avaliar e facilitar grandes investimentos estratégicos
Integrar Invest RS, órgãos setoriais e municípios para acompanhar projetos privados de grande impacto, coordenar licenças e infraestrutura e vincular apoios públicos a investimentos, empregos, fornecedores, inovação, resiliência e contrapartidas verificáveis.
Trecho (p. 71)
“Integrar Invest RS, órgãos setoriais e municípios para acompanhar projetos privados de grande impacto, coordenar licenças e infraestrutura e vincular apoios públicos a investimentos,” p. 71
Transformação Digital e Desburocratização14
- Simplificar antes de digitalizar
Revisar cada serviço e processo antes de informatizá-lo, eliminando exigências, documentos, etapas, assinaturas e controles cujo custo seja superior ao risco ou que utilizem informações já disponíveis no Estado.
Trecho (p. 79)
“Revisar cada serviço e processo antes de informatizá-lo, eliminando exigências, documentos, etapas, assinaturas e controles cujo custo seja superior ao risco ou que utilizem informações já” p. 79
- Organizar os serviços pela vida do cidadão
Modernizar o RS.GOV.BR para reunir serviços por jornadas como nascimento, estudo, trabalho, empreendedorismo, propriedade rural, deficiência, aposentadoria e desastres.
Trecho (p. 79)
“Modernizar o RS.GOV.BR para reunir serviços por jornadas como nascimento, estudo, trabalho, empreendedorismo, propriedade rural, deficiência, aposentadoria e desastres, permitindo” p. 79
- Integrar a identidade e os dados do cidadão
Utilizar preferencialmente a autenticação gov.
Trecho (p. 79)
“Utilizar preferencialmente a autenticação gov.br e estabelecer fontes oficiais, identificadores comuns e interoperabilidade segura entre as bases estaduais, evitando novos cadastros e a” p. 79
- Oferecer serviços proativos e automáticos
Antecipar avisos, pré-preencher solicitações e automatizar concessões, renovações e atualizações objetivas quando houver base legal e dados confiáveis.
Trecho (p. 80)
“Antecipar avisos, pré-preencher solicitações e automatizar concessões, renovações e atualizações objetivas quando houver base legal e dados confiáveis, assegurando correção,” p. 80
- Dar visibilidade e prazo aos serviços
Permitir que cidadãos e empresas acompanhem protocolo, etapa, unidade responsável, pendências, prazo estimado, decisão e recurso e divulgar o tempo real de atendimento e os principais pontos de atraso.
Trecho (p. 80)
“Permitir que cidadãos e empresas acompanhem protocolo, etapa, unidade responsável, pendências, prazo estimado, decisão e recurso e divulgar o tempo real de atendimento e os” p. 80
- Revisar permanentemente a burocracia
Fortalecer o Descomplica RS e adotar análise de impacto e revisão periódica para normas e exigências relevantes.
Trecho (p. 80)
“Fortalecer o Descomplica RS e adotar análise de impacto e revisão periódica para normas e exigências relevantes, eliminando obrigações obsoletas, duplicadas ou desproporcionais sem” p. 80
- Integrar o atendimento em todos os canais
Expandir o Tudo Fácil e conectar portal, telefone, chat, unidades presenciais e atendimento remoto em um padrão comum de triagem, protocolo e histórico.
Trecho (p. 80)
“Expandir o Tudo Fácil e conectar portal, telefone, chat, unidades presenciais e atendimento remoto em um padrão comum de triagem, protocolo e histórico, assegurando apoio assistido às” p. 80
- Usar linguagem simples e formulários inteligentes
Reescrever orientações, notificações e formulários em linguagem compreensível, adaptar perguntas às respostas do usuário e preencher automaticamente os dados disponíveis.
Trecho (p. 80)
“Reescrever orientações, notificações e formulários em linguagem compreensível, adaptar perguntas às respostas do usuário e preencher automaticamente os dados disponíveis,” p. 80
- Ampliar pagamentos e assinaturas digitais
Integrar consulta, pagamento, baixa e comprovantes de taxas e débitos e aplicar assinaturas simples, avançadas ou qualificadas conforme o risco e as exigências legais.
Trecho (p. 80)
“Integrar consulta, pagamento, baixa e comprovantes de taxas e débitos e aplicar assinaturas simples, avançadas ou qualificadas conforme o risco e as exigências legais, evitando” p. 80
- Governar dados com qualidade e privacidade
Definir responsáveis, fontes oficiais, padrões, perfis de acesso, auditoria, correção e prazos de retenção para os dados estaduais e incorporar proteção de dados e segurança desde a concepção de cada serviço e sistema.
Trecho (p. 80)
“Definir responsáveis, fontes oficiais, padrões, perfis de acesso, auditoria, correção e prazos de retenção para os dados estaduais e incorporar proteção de dados e segurança desde a” p. 80
- Utilizar inteligência artificial com controle humano
Aplicar inteligência artificial em triagem, análise documental, atendimento, fiscalização e apoio à decisão.
Trecho (p. 80)
“Aplicar inteligência artificial em triagem, análise documental, atendimento, fiscalização e apoio à decisão, registrando finalidade, dados, limitações e responsáveis e impedindo decisões” p. 80
- Compartilhar plataformas e contratar tecnologia com modularidade
Adotar arquitetura digital comum, integrações padronizadas e componentes reutilizáveis e contratar soluções modulares, interoperáveis e orientadas a resultados.
Trecho (p. 80)
“Adotar arquitetura digital comum, integrações padronizadas e componentes reutilizáveis e” p. 80
- Proteger e manter os serviços digitais disponíveis
Fortalecer prevenção, monitoramento, resposta a incidentes, backups testados, redundância e recuperação.
Trecho (p. 81)
“Fortalecer prevenção, monitoramento, resposta a incidentes, backups testados, redundância e recuperação, priorizando sistemas essenciais e avaliando continuamente a segurança dos” p. 81
- Desenvolver capacidades e avaliar os resultados digitais
Ampliar a qualificação dos servidores em dados, automação, inteligência artificial, segurança e desenho de serviços.
Trecho (p. 81)
“Ampliar a qualificação dos servidores em dados, automação, inteligência artificial, segurança e desenho de serviços, orientando a transformação digital para um Estado mais enxuto, eficiente” p. 81
Integridade, Transparência e Controle14
- Consolidar uma política estadual de integridade
Integrar CAGE, Ouvidoria-Geral, corregedorias, comissões de ética e unidades setoriais em uma política com responsabilidades, padrões, monitoramento e prestação de contas.
Trecho (p. 85)
“Integrar CAGE, Ouvidoria-Geral, corregedorias, comissões de ética e unidades setoriais em uma política com responsabilidades, padrões, monitoramento e prestação de contas, sem criar” p. 85
- Mapear riscos e aplicar controles proporcionais
Identificar processos mais expostos a fraude, corrupção, conflitos, favorecimento, vazamento de dados e uso indevido de recursos e concentrar controles preventivos e detectivos conforme valor, discricionariedade, impacto e histórico.
Trecho (p. 85)
“Identificar processos mais expostos a fraude, corrupção, conflitos, favorecimento, vazamento de dados e uso indevido de recursos e concentrar controles preventivos e detectivos conforme” p. 85
- Fortalecer a auditoria baseada em risco e resultados
Planejar auditorias segundo materialidade, vulnerabilidade e impacto social e avaliar governança, legalidade, custos, entregas e resultados.
Trecho (p. 85)
“Planejar auditorias segundo materialidade, vulnerabilidade e impacto social e avaliar governança, legalidade, custos, entregas e resultados, preservando capacidade para apurações” p. 85
- Utilizar dados para prevenir e detectar irregularidades
Integrar informações de compras, contratos, pagamentos, fornecedores, folha, transferências e patrimônio para identificar sinais de fracionamento, sobrepreço, duplicidade, vínculos indevidos e outros riscos.
Trecho (p. 86)
“Integrar informações de compras, contratos, pagamentos, fornecedores, folha, transferências e patrimônio para identificar sinais de fracionamento, sobrepreço, duplicidade, vínculos indevidos” p. 86
- Abrir as contratações e conhecer os fornecedores
Publicar planejamento, editais, participantes, propostas, contratos, aditivos, pagamentos, sanções e desempenho e ampliar a identificação de controladores e vínculos empresariais.
Trecho (p. 86)
“Publicar planejamento, editais, participantes, propostas, contratos, aditivos, pagamentos, sanções e desempenho e ampliar a identificação de controladores e vínculos empresariais,” p. 86
- Exigir integridade efetiva nos contratos de maior risco
Aprimorar os mecanismos de integridade nas contratações públicas, adequando as exigências ao porte do fornecedor, ao valor, à duração e ao risco de cada contrato.
Trecho (p. 86)
“Aprimorar os mecanismos de integridade nas contratações públicas, adequando as exigências ao porte do fornecedor, ao valor, à duração e ao risco de cada contrato. A fiscalização deve” p. 86
- Prevenir conflitos de interesse na alta administração
Estabelecer regras para participação societária, atividades externas, presentes, hospitalidades, uso de informação privilegiada, decisões envolvendo relações pessoais e atuação após o cargo.
Trecho (p. 86)
“Estabelecer regras para participação societária, atividades externas, presentes, hospitalidades, uso de informação privilegiada, decisões envolvendo relações pessoais e atuação após o cargo,” p. 86
- Dar transparência às agendas e às decisões relevantes
Divulgar reuniões institucionais de autoridades envolvidas em regulação, contratos, incentivos e políticas de grande impacto e registrar participantes, interesses representados e assuntos tratados.
Trecho (p. 86)
“Divulgar reuniões institucionais de autoridades envolvidas em regulação, contratos, incentivos e políticas de grande impacto e registrar participantes, interesses representados e assuntos” p. 86
- Integrar transparência, dados abertos e resultados
Aperfeiçoar o Portal da Transparência para conectar planejamento, orçamento, contratos, obras, transferências, fornecedores, metas e resultados e garantir dados atualizados, documentados, comparáveis e reutilizáveis.
Trecho (p. 86)
“Aperfeiçoar o Portal da Transparência para conectar planejamento, orçamento, contratos, obras, transferências, fornecedores, metas e resultados e garantir dados atualizados, documentados,” p. 86
- Cumprir a lei de acesso com qualidade
Monitorar prazos, negativas, recursos, omissões e qualidade das respostas, exigir fundamentação específica para restrições de acesso e ampliar a transparência ativa para reduzir pedidos repetidos.
Trecho (p. 86)
“Monitorar prazos, negativas, recursos, omissões e qualidade das respostas, exigir fundamentação específica para restrições de acesso e ampliar a transparência ativa para” p. 86
- Fortalecer a ouvidoria e proteger denunciantes
Integrar canais e ouvidorias setoriais, melhorar triagem, encaminhamento e solução das manifestações e assegurar anonimato ou sigilo, proteção contra retaliação e acompanhamento compatível com a confidencialidade das apurações.
Trecho (p. 86)
“Integrar canais e ouvidorias setoriais, melhorar triagem, encaminhamento e solução das manifestações e assegurar anonimato ou sigilo, proteção contra retaliação e acompanhamento” p. 86
- Qualificar a corregedoria e concluir as apurações
Manter capacidade especializada, sistemas, prioridades e gestão dos prazos para investigar irregularidades e conduzir processos disciplinares com qualidade.
Trecho (p. 87)
“Manter capacidade especializada, sistemas, prioridades e gestão dos prazos para investigar irregularidades e conduzir processos disciplinares com qualidade, evitando prescrição e” p. 87
- Responsabilizar com justiça e proporcionalidade
Distinguir falhas de processo, erros justificáveis, negligência, dolo, fraude e corrupção e aplicar orientação, correção, ressarcimento ou sanção conforme gravidade, intenção, dano e reincidência.
Trecho (p. 87)
“Distinguir falhas de processo, erros justificáveis, negligência, dolo, fraude e corrupção e aplicar orientação, correção, ressarcimento ou sanção conforme gravidade, intenção, dano e” p. 87
- Rastrear recursos, transferências e reconstrução
Vincular cada recurso a sua fonte, instrumento, projeto, beneficiário, localização, execução física e financeira e entrega e aplicar prestação de contas e fiscalização proporcionais ao valor, risco, histórico e capacidade do recebedor.
Trecho (p. 87)
“Vincular cada recurso a sua fonte, instrumento, projeto, beneficiário, localização, execução física e financeira e entrega e aplicar prestação de contas e fiscalização proporcionais ao valor,” p. 87
Desenvolvimento Sustentável e Gestão Ambiental13
- Modernizar o licenciamento ambiental
Aperfeiçoar o Sistema Online de Licenciamento Ambiental (SOL) e revisar procedimentos, termos de referência e exigências para tornar as análises técnicas mais previsíveis, integradas e proporcionais ao impacto.
Trecho (p. 95)
“Aperfeiçoar o Sistema Online de Licenciamento Ambiental (SOL) e revisar procedimentos, termos de referência e exigências para tornar as análises técnicas mais previsíveis, integradas e” p. 95
- Dar prazo e transparência às licenças
Publicar metas diferenciadas, estoque, tempo líquido de análise, pendências, causas de atraso e resultados por modalidade.
Trecho (p. 95)
“Publicar metas diferenciadas, estoque, tempo líquido de análise, pendências, causas de atraso e resultados por modalidade, permitindo acompanhamento digital e separando o tempo do órgão” p. 95
- Promover conformidade e fiscalizar pelo risco
Oferecer orientação e oportunidade de correção nas irregularidades formais e de baixo impacto e concentrar fiscalização, cautelares e sanções nos danos graves, reincidências, fraudes, atividades clandestinas e riscos à saúde e aos ecossistemas.
Trecho (p. 95)
“Oferecer orientação e oportunidade de correção nas irregularidades formais e de baixo impacto e concentrar fiscalização, cautelares e sanções nos danos graves, reincidências,” p. 95
- Modernizar a FEPAM
Atualizar o planejamento, redesenhar processos, dimensionar equipes, qualificar servidores e incorporar geotecnologias, dados e inteligência artificial como apoio.
Trecho (p. 96)
“Atualizar o planejamento, redesenhar processos, dimensionar equipes, qualificar servidores e incorporar geotecnologias, dados e inteligência artificial como apoio, equilibrando” p. 96
- Executar a gestão das águas por bacia
Concluir e aplicar o Plano Estadual de Recursos Hídricos, fortalecer os comitês e priorizar bacias críticas.
Trecho (p. 96)
“Concluir e aplicar o Plano Estadual de Recursos Hídricos, fortalecer os comitês e priorizar bacias críticas, integrando outorga, monitoramento, qualidade da água, abastecimento,” p. 96
- Ampliar o monitoramento e a segurança hídrica
Expandir redes, sensores, telemetria, séries históricas e modelos de previsão e utilizar os dados para orientar reservação, eficiência, abastecimento, estiagens, cheias e decisões sobre os diferentes usos da água.
Trecho (p. 96)
“Expandir redes, sensores, telemetria, séries históricas e modelos de previsão e utilizar os dados para orientar reservação, eficiência, abastecimento, estiagens, cheias e decisões sobre os” p. 96
- Adaptar ecossistemas às mudanças climáticas
Integrar a política ambiental aos planos climáticos e priorizar recuperação de áreas úmidas, matas ciliares, nascentes, solos e planícies de inundação.
Trecho (p. 96)
“Integrar a política ambiental aos planos climáticos e priorizar recuperação de áreas úmidas, matas ciliares, nascentes, solos e planícies de inundação, combinando soluções baseadas na” p. 96
- Conservar os biomas e a biodiversidade
Proteger Pampa, Mata Atlântica, ecossistemas costeiros, campos, florestas, ambientes aquáticos e corredores ecológicos.
Trecho (p. 96)
“Proteger Pampa, Mata Atlântica, ecossistemas costeiros, campos, florestas, ambientes aquáticos e corredores ecológicos, fortalecendo unidades de conservação, fiscalização,” p. 96
- Ampliar o pagamento por serviços ambientais
Remunerar ou incentivar produtores, comunidades e organizações que gerem conservação adicional e comprovada de água, vegetação, solo, biodiversidade, carbono e áreas de recarga.
Trecho (p. 96)
“Remunerar ou incentivar produtores, comunidades e organizações que gerem conservação adicional e comprovada de água, vegetação, solo, biodiversidade, carbono e áreas de recarga,” p. 96
- Reduzir resíduos e expandir a economia circular
Atualizar e executar o Plano Estadual de Resíduos Sólidos com metas de prevenção, reutilização, reciclagem, compostagem, inclusão dos catadores e redução dos rejeitos enviados a aterros.
Trecho (p. 96)
“Atualizar e executar o Plano Estadual de Resíduos Sólidos com metas de prevenção, reutilização, reciclagem, compostagem, inclusão dos catadores e redução dos rejeitos enviados” p. 96
- Fortalecer a logística reversa
Aperfeiçoar o cadastro, a rastreabilidade, as metas e a fiscalização dos sistemas de embalagens, pneus, eletroeletrônicos, medicamentos, óleos, pilhas e demais produtos.
Trecho (p. 96)
“Aperfeiçoar o cadastro, a rastreabilidade, as metas e a fiscalização dos sistemas de embalagens, pneus, eletroeletrônicos, medicamentos, óleos, pilhas e demais produtos, responsabilizando” p. 96
- Apoiar municípios e soluções regionais
Prestar assistência técnica e estimular consórcios para licenciamento, fiscalização, resíduos, monitoramento e recuperação ambiental quando houver escala e capacidade.
Trecho (p. 96)
“Prestar assistência técnica e estimular consórcios para licenciamento, fiscalização, resíduos,” p. 96
- Gerir o meio ambiente com ciência e dados abertos
Integrar e publicar informações atualizadas sobre água, vegetação, biodiversidade, resíduos, emissões, licenciamento, fiscalização e recuperação ambiental e utilizar universidades e centros de pesquisa para qualificar decisões, indicadores e avaliações.
Trecho (p. 97)
“Integrar e publicar informações atualizadas sobre água, vegetação, biodiversidade, resíduos, emissões, licenciamento, fiscalização e recuperação ambiental e utilizar universidades e” p. 97
Posicionamento Internacional e Atração de Investimentos14
- Executar uma estratégia internacional seletiva
Definir países, mercados, cadeias, empresas e projetos prioritários e organizar promoção, missões, cooperação e prospecção segundo objetivos, responsáveis, orçamento e indicadores.
Trecho (p. 98)
“Definir países, mercados, cadeias, empresas e projetos prioritários e organizar promoção, missões, cooperação e prospecção segundo objetivos, responsáveis, orçamento e indicadores,” p. 98
- Posicionar o Rio Grande do Sul no mundo
Construir identidade internacional estável baseada em indústria, agro, tecnologia, energia, logística, sustentabilidade, turismo, cultura e qualidade de vida e adaptar sua comunicação aos diferentes mercados sem substituir marcas setoriais e regionais.
Trecho (p. 98)
“Construir identidade internacional estável baseada em indústria, agro, tecnologia, energia, logística, sustentabilidade, turismo, cultura e qualidade de vida e adaptar sua comunicação aos” p. 98
- Consolidar a Invest RS como agência de desenvolvimento global
Fortalecer equipe, governança, inteligência e metodologia da agência para atrair investimentos, promover exportações e coordenar o atendimento aos projetos.
Trecho (p. 98)
“Fortalecer equipe, governança, inteligência e metodologia da agência para atrair investimentos, promover exportações e coordenar o atendimento aos projetos, preservando as competências” p. 98
- Acompanhar cada investimento até a operação
Manter porta de entrada e responsável para cada projeto estratégico.
Trecho (p. 99)
“Manter porta de entrada e responsável para cada projeto estratégico, organizando áreas, licenças, infraestrutura, financiamento, mão de obra, fornecedores e pendências desde a” p. 99
- Reter e expandir as empresas instaladas
Estruturar política permanente de pós-investimento para identificar gargalos, riscos de fechamento ou transferência e oportunidades de reinvestimento.
Trecho (p. 99)
“Estruturar política permanente de pós-investimento para identificar gargalos, riscos de fechamento ou transferência e oportunidades de reinvestimento, condicionando eventuais” p. 99
- Preparar uma carteira internacional de oportunidades
Organizar projetos, áreas e ativos com informações técnicas, territoriais, financeiras, ambientais e logísticas em padrões internacionais e distinguir claramente oportunidades preliminares, projetos maduros, incentivos possíveis e decisões já aprovadas.
Trecho (p. 99)
“Organizar projetos, áreas e ativos com informações técnicas, territoriais, financeiras, ambientais e logísticas em padrões internacionais e distinguir claramente oportunidades preliminares,” p. 99
- Prospectar empresas que completem cadeias
Identificar elos ausentes, importações, fornecedores, clientes e vantagens regionais e concentrar a busca ativa em empresas capazes de ampliar valor agregado, produtividade, inovação e integração da economia gaúcha.
Trecho (p. 99)
“Identificar elos ausentes, importações, fornecedores, clientes e vantagens regionais e concentrar a busca ativa em empresas capazes de ampliar valor agregado, produtividade,” p. 99
- Priorizar o Mercosul na internacionalização
Apoiar empresas gaúchas a iniciar ou ampliar operações na Argentina, Uruguai, Paraguai e demais mercados próximos.
Trecho (p. 99)
“Apoiar empresas gaúchas a iniciar ou ampliar operações na Argentina, Uruguai, Paraguai e demais mercados próximos, utilizando a proximidade logística e cultural e articulando com a” p. 99
- Ampliar o número de empresas exportadoras
Integrar Invest RS, ApexBrasil, MDIC, Sebrae, entidades empresariais e instituições financeiras para oferecer preparação, inteligência, certificação, canais de venda, feiras e comércio eletrônico.
Trecho (p. 99)
“Integrar Invest RS, ApexBrasil, MDIC, Sebrae, entidades empresariais e instituições financeiras para oferecer preparação, inteligência, certificação, canais de venda, feiras e comércio” p. 99
- Diversificar mercados e aumentar o valor exportado
Identificar mercados adequados a cada cadeia e apoiar bens processados, tecnologia, serviços, alimentos diferenciados e produtos de maior complexidade.
Trecho (p. 99)
“Identificar mercados adequados a cada cadeia e apoiar bens processados, tecnologia, serviços, alimentos diferenciados e produtos de maior complexidade, reduzindo dependência de poucos” p. 99
- Realizar missões com preparação e acompanhamento
Selecionar empresas e projetos, definir agendas e metas antes das viagens e acompanhar investimentos, vendas, parcerias, pesquisa e demais resultados depois de cada missão.
Trecho (p. 99)
“Selecionar empresas e projetos, definir agendas e metas antes das viagens e acompanhar investimentos, vendas, parcerias, pesquisa e demais resultados depois de cada missão,” p. 99
- Atrair e conectar talentos internacionais
Articular empresas, universidades e órgãos federais para facilitar informação, acolhimento e conexão profissional de pesquisadores, empreendedores, estrangeiros e gaúchos residentes no exterior em áreas com demanda comprovada de competências.
Trecho (p. 100)
“Articular empresas, universidades e órgãos federais para facilitar informação, acolhimento e conexão profissional de pesquisadores, empreendedores, estrangeiros e gaúchos residentes no” p. 100
- Vincular incentivos a investimentos e resultados
Condicionar benefícios estaduais a capital efetivamente realizado, empregos, salários, inovação, qualificação, fornecedores, sustentabilidade e permanência e acompanhar o cumprimento das contrapartidas, os riscos e a adicionalidade do apoio público.
Trecho (p. 100)
“Condicionar benefícios estaduais a capital efetivamente realizado, empregos, salários, inovação, qualificação, fornecedores, sustentabilidade e permanência e acompanhar o cumprimento das” p. 100
- Captar financiamento e gerir a internacionalização com dados
Articular bancos multilaterais, fundos globais e instituições internacionais para projetos maduros e divulgar investimentos prospectados, contratados, instalados e operacionais, empregos, exportadores, mercados, expansões, cancelamentos e capital efetivamente mobilizado.
Trecho (p. 100)
“Articular bancos multilaterais, fundos globais e instituições internacionais para projetos maduros e divulgar investimentos prospectados, contratados, instalados e operacionais,” p. 100
Projetos e Programas Estratégicos22
- Preparar e entregar projetos estratégicos
Transformar prioridades estaduais e regionais em projetos maduros, financiáveis e executáveis.
Trecho (p. 101)
“transformar prioridades estaduais e regionais em projetos maduros, financiáveis e executáveis.” p. 101
- Proteger as bacias contra cheias
Reduzir perdas humanas, sociais e econômicas por meio de sistemas integrados, resilientes e permanentemente mantidos.
Trecho (p. 102)
“reduzir perdas humanas, sociais e econômicas por meio de sistemas integrados, resilientes e permanentemente mantidos.” p. 102
- Recuperar diques, bombas e drenagem e implantar reservatórios e parques inundáveis
Recuperar diques, bombas e drenagem e implantar reservatórios e parques inundáveis onde adequado, como entrega do projeto de proteção das bacias.
Trecho (p. 102)
“recuperar diques, bombas e drenagem; implantar reservatórios e parques inundáveis quando adequados” p. 102
- Ampliar a segurança hídrica
Aumentar a disponibilidade, a eficiência e a qualidade da água para consumo humano, produção e proteção dos ecossistemas.
Trecho (p. 102)
“aumentar a disponibilidade, a eficiência e a qualidade da água para consumo humano, produção e proteção dos ecossistemas.” p. 102
- Integrar o corredor logístico do cone sul
Conectar produção, cidades, fronteiras e portos por uma rede multimodal competitiva e resiliente.
Trecho (p. 102)
“conectar produção, cidades, fronteiras e portos por uma rede multimodal competitiva e resiliente.” p. 102
- Articular a nova concessão ferroviária
Articular a nova concessão ferroviária no corredor logístico do cone sul.
Trecho (p. 102)
“articular a nova concessão ferroviária” p. 102
- Transformar a energia e a bioeconomia da metade sul
Criar uma plataforma regional de energia renovável, bioeconomia, indústria e transição justa.
Trecho (p. 103)
“criar uma plataforma regional de energia renovável, bioeconomia, indústria e transição justa.” p. 103
- Estruturar projetos eólicos e solares e ampliar biogás e biometano
Estruturar projetos eólicos e solares, articular transmissão e ampliar biogás e biometano na metade sul.
Trecho (p. 103)
“estruturar projetos eólicos e solares; articular transmissão; ampliar biogás e biometano” p. 103
- Preparar a transição das regiões carboníferas
Preparar a transição das regiões carboníferas.
Trecho (p. 103)
“preparar a transição das regiões carboníferas” p. 103
- Desenvolver a microeletrônica gaúcha
Consolidar nichos competitivos de microeletrônica conectando ciência, formação, empresas e mercado.
Trecho (p. 103)
“consolidar nichos competitivos de microeletrônica conectando ciência, formação, empresas e mercado.” p. 103
- Construir um polo de tecnologias em saúde
Desenvolver capacidades competitivas em diagnóstico, dispositivos, biotecnologia, pesquisa clínica e saúde digital segura.
Trecho (p. 103)
“desenvolver capacidades competitivas em diagnóstico, dispositivos, biotecnologia,” p. 103
- Compras públicas de inovação para o polo de tecnologias em saúde
Usar encomendas e compras públicas de inovação para o polo de tecnologias em saúde.
Trecho (p. 104)
“utilizar encomendas e compras públicas de inovação” p. 104
- Agregar valor à produção gaúcha
Ampliar a transformação de alimentos, proteínas, ingredientes, bioprodutos, fertilizantes e insumos próximos às regiões produtoras.
Trecho (p. 104)
“ampliar a transformação de alimentos, proteínas, ingredientes, bioprodutos, fertilizantes e insumos próximos às regiões produtoras.” p. 104
- Conectar todo o Rio Grande
Ampliar cobertura, qualidade, redundância e continuidade das comunicações em todo o território.
Trecho (p. 104)
“ampliar cobertura, qualidade, redundância e continuidade das comunicações em todo o território.” p. 104
- Integrar a mobilidade metropolitana
Organizar ônibus municipais, metropolitanos e Trensurb como uma rede coordenada, confiável e acessível.
Trecho (p. 105)
“organizar ônibus municipais, metropolitanos e Trensurb como uma rede coordenada, confiável e acessível.” p. 105
- Bilhetagem interoperável na mobilidade metropolitana
Instituir governança interfederativa e implantar bilhetagem interoperável entre ônibus municipais, metropolitanos e Trensurb.
Trecho (p. 105)
“instituir governança interfederativa; implantar bilhetagem interoperável” p. 105
- Requalificar cidades e moradias
Reutilizar infraestrutura existente, aproximar moradia e oportunidades e reconstruir áreas urbanas com segurança e qualidade.
Trecho (p. 105)
“reutilizar infraestrutura existente, aproximar moradia e oportunidades e reconstruir áreas urbanas com segurança e qualidade.” p. 105
- Internacionalizar o Rio Grande do Sul
Posicionar o Estado como plataforma econômica, logística, científica, cultural e turística do Mercosul e do Atlântico Sul.
Trecho (p. 105)
“posicionar o Estado como plataforma econômica, logística, científica, cultural e turística do Mercosul e do Atlântico Sul.” p. 105
- Formar talentos para os projetos do futuro
Conectar educação técnica, superior, qualificação, emprego, empreendedorismo e atração de talentos às transformações econômicas e tecnológicas previstas.
Trecho (p. 106)
“conectar educação técnica, superior, qualificação, emprego, empreendedorismo e atração de talentos às transformações econômicas e tecnológicas previstas.” p. 106
- Transformar o Estado em plataforma digital
Implantar infraestrutura digital comum, segura e interoperável para simplificar jornadas, automatizar rotinas e apoiar decisões.
Trecho (p. 106)
“implantar infraestrutura digital comum, segura e interoperável para simplificar jornadas, automatizar rotinas e apoiar decisões.” p. 106
- Concluir o SEI RS e aplicar o princípio do documento uma única vez
Concluir o SEI RS e aplicar o princípio do documento uma única vez.
Trecho (p. 106)
“concluir o SEI RS; aplicar o princípio do documento uma única vez” p. 106
- Estruturar a governança da inteligência artificial no Estado
Fortalecer a segurança e estruturar a governança da inteligência artificial na plataforma digital do Estado.
Trecho (p. 106)
“fortalecer segurança; estruturar governança da inteligência artificial” p. 106
Mandato atual
Hoje é deputado federal, pelo PL do Rio Grande do Sul. Votos no plenário e fidelidade ao partido, dos dados abertos da Câmara.
100% dos votos recentes seguiram a orientação do partido
- SimAprovado03/09/2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 346; Não: 46; Abstenção: 3; Total: 395.
- NãoRejeitado14/07/2026Rejeitada a Emenda de Plenário nº 2. Sim: 134; Não: 285; Abstenção: 2; Total: 421.
- SimAprovado07/07/2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, adotado pela relatora da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Sim: 470; Não: 1; Total: 471.
- SimAprovado02/07/2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 305; Não: 112; Abstenção: 1; Total: 418.
- SimAprovado16/06/2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, adotada pelo relator da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Sim: 417; Não: 19; Total: 436.
- SimAprovado28/05/2026Aprovada, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição n° 5, de 2023. Sim: 368; Não: 96; Abstenção: 7; Total: 471.
- SimRejeitado28/05/2026Mantido o texto. Sim: 335; Não: 117; Abstenção: 5; Total: 457.
- SimRejeitado28/05/2026Mantido o texto. Sim: 342; Não: 113; Abstenção: 5; Total: 460.
Projetos, votos e discursos em destaque
Inclui o artigo 2º-A à Lei Complementar nº 206, de 16 de maio de 2024.
O Superior Tribunal de Justiça passará a filtrar quais processos merecem ser julgados com base na relevância social, econômica ou jurídica. Hoje, o tribunal é obrigado a analisar quase todos os recursos que chegam à corte, independentemente do impacto do tema. Ganham os ministros, que terão menos processos para julgar, e perdem os cidadãos, que terão mais dificuldade para levar suas causas ao tribunal.
Dinheiro
Quem pagou a campanha de 2026
Receitas declaradas ao TSE na prestação de contas. Durante a campanha o número sobe a cada parcial entregue.
De onde veio
- Recursos de partido políticoR$ 9 mi
- Recursos de pessoas físicasR$ 3,1 mi
Maiores doadores
- Partido Liberal (pl) · partido · CNPJ 08.517.423/0001-95R$ 5.000.000
- Alexandre Grendene Bartelle · pessoa física · CPF ***.675.970-**R$ 3.000.000
- Progressistas - Brasil - Br - Nacional · partido · CNPJ 00.887.169/0001-05R$ 2.000.000
- Podemos · partido · CNPJ 01.248.362/0001-69R$ 2.000.000
- Ernani Reuter · pessoa física · CPF ***.652.460-**R$ 70.000
- Felipe Antonio Granero Peixoto · pessoa física · CPF ***.867.638-**R$ 5
Fonte: Prestação de contas eleitorais, TSE. CNPJ sai inteiro; CPF de doador pessoa física sai mascarado.
Patrimônio declarado ao TSE
O que ele próprio declarou ao registrar cada candidatura, em valores nominais da época.
De que é feito, em 2026
- Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.R$ 337 mil
- ApartamentoR$ 270 mil
- Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)R$ 78 mil
- VGBL - Vida Gerador de Benefício LivreR$ 20 mil
- Depósito bancário em conta corrente no PaísR$ 4 mil
- Caderneta de poupançaR$ 66
Fonte: Bens de candidato, TSE — a declaração entregue no registro da candidatura. Inflação pelo IPCA (IBGE), acumulado entre os dois registros.
Cota parlamentar em 2026
A cota é o valor que a Câmara reembolsa a cada deputado por despesas do mandato — passagem, aluguel de escritório, combustível, divulgação. O teto varia por estado.
Os últimos meses ainda sobem: a nota entra no sistema da Câmara semanas depois de emitida.
Em que ele gastou
- Escritório de apoioR$ 81 mil
- Locação de veículosR$ 28 mil
- CombustíveisR$ 26 mil
- Divulgação do mandatoR$ 12 mil
- Táxi, pedágio e estacionamentoR$ 297
Quem mais recebeu
- Np Imoveis LTDA · CNPJ 89.176.887/0001-87R$ 56.428
- Autolocadora Linck & Mello LTDA · CNPJ 09.146.749/0001-16R$ 28.400
- La de Oliveira Machado · CNPJ 29.143.215/0001-43R$ 11.250
- A Mil Internet · CNPJ 29.300.721/0001-07R$ 8.757
- Broad Brasil LTDA · CNPJ 48.949.641/0001-13R$ 8.400
As maiores notas do ano
- Autolocadora Linck & Mello LTDA · locação de veículos · 15/08/2026R$ 4.400ver nota
- Auto Locadora Linck e Mello LTDA · locação de veículos · 11/06/2026R$ 4.400ver nota
- Autolocadora Linck & Mello LTDA · locação de veículos · 14/07/2026R$ 4.400ver nota
- Auto Locadora Linck e Mello LTDA · locação de veículos · 13/05/2026R$ 4.400ver nota
- N P Imoveis LTDA · escritório de apoio · 27/05/2026R$ 3.460ver nota
Fonte: Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, publicada pela própria Câmara dos Deputados e atualizada todo dia.
Emendas de 2026
Dinheiro do Orçamento que o deputado indica para onde ir. Empenhado é o valor reservado; pago é o que de fato saiu dos cofres.
Para que área
- SaúdeR$ 24,9 mi
- Encargos especiaisR$ 5,7 mi
- Desporto e lazerR$ 492 mil
- Assistência socialR$ 200 mil
- CulturaR$ 200 mil
- Defesa nacionalR$ 100 mil
Quem recebeu
- Municipio de Alvorada · Alvorada/RSR$ 1.393.000
- Fundo Municipal de Saude de Igrejinha · Igrejinha/RSR$ 1.000.000
- Estado do Rio Grande do Sul · Porto Alegre/RSR$ 995.000
- Ong Vivendo Esporte · Pinto Bandeira/RSR$ 783.993
- Fundo Municipal de Saude de Alvorada · Alvorada/RSR$ 600.000
- Fundo Municipal de Saude de Tres Coroas · Três Coroas/RSR$ 600.000
Fonte: Emendas Parlamentares, Portal da Transparência (CGU). O autor é casado ao deputado pelo nome parlamentar, uma vez, e daí em diante pelo código da CGU.
Eleição de 2026
- Resultado
- Eleito
- Votos
- 3.516.048 (58,07% dos válidos)
- Vice
- Silvana Covatti (PP)
Fonte: apuração do TSE. Todos os candidatos e o resultado no estado
O que ainda não acompanhamos
- Se cada promessa foi cumprida: o acompanhamento começa com a posse, em 6 de janeiro de 2027.
- Agenda, viagens, decretos e gastos do governo estadual: nenhum estado publica isso num formato que já lemos.
- Posts nas redes oficiais durante o mandato.
