Taxas de juros futuros recuam no Brasil após falas do Fed
Os contratos de DI fecharam em queda, influenciados pelo recuo nos rendimentos dos Treasuries americanos e pelo cenário político brasileiro.
Pontos principais
- As taxas dos DIs para janeiro de 2028 e 2035 encerraram o pregão em baixa.
- O movimento foi impulsionado pela queda dos rendimentos dos títulos norte-americanos após declarações de John Williams, do Fed.
- O mercado reagiu a dados de desemprego de 5,3% e ao déficit primário de R$ 13,585 bilhões em agosto.
- Pesquisa Atlas/Bloomberg apontou empate técnico entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro.
As taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) encerraram o dia em queda no mercado brasileiro, refletindo o alívio nos rendimentos dos Treasuries norte-americanos. O movimento foi catalisado por declarações de John Williams, presidente do Federal Reserve de Nova York, que trouxeram novas perspectivas sobre a trajetória da política monetária nos Estados Unidos.
Internamente, o cenário econômico e político também influenciou a curva de juros. O mercado monitorou a divulgação de dados do IBGE, que situaram a taxa de desemprego em 5,3% no trimestre encerrado em agosto, além do déficit primário de R$ 13,585 bilhões registrado pelo governo central no mesmo período. Paralelamente, investidores repercutiram uma pesquisa Atlas/Bloomberg que indica um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro na disputa eleitoral.
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