Donald Trump é um empresário e político americano que serviu como 45º Presidente dos EUA, atualmente envolvido em diversas questões políticas e diplomáticas. Recentemente, ele anunciou planos para uma nova classe de navios de guerra, esteve envolvido na divulgação de arquivos de Jeffrey Epstein e se reuniu com o presidente ucraniano para discutir garantias de segurança. Sua administração tem focado em políticas de imigração rigorosas e enfrentado desafios políticos internos, incluindo a insatisfação dos eleitores e a possibilidade de uma Câmara liderada pelos democratas, enquanto ele continua a questionar a integridade das eleições americanas.
Donald Trump é um empresário, personalidade televisiva e político americano que serviu como 45º Presidente dos Estados Unidos. Recentemente, como presidente, ele anunciou planos para uma nova classe de navios de guerra da Marinha dos EUA batizada em sua homenagem, esteve envolvido na divulgação de arquivos relacionados ao caso Jeffrey Epstein e se reuniu com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky para discutir garantias de segurança e um possível acordo de paz para a Ucrânia. Sua administração tem focado em questões de defesa, criticando a indústria por atrasos e estouros de orçamento, e tem enfrentado pressão sobre a transparência dos documentos de Epstein, além de se engajar em diplomacia internacional para resolver conflitos. Trump também expressou sua posição sobre a permanência da Venezuela na Opep, questionando os benefícios para os EUA, mas sem discutir o assunto diretamente com o país membro. Mais recentemente, ele afastou a possibilidade de uma ação militar contra o Irã, citando a diminuição de mortes em protestos no país, o que teve um impacto positivo nos mercados globais. Em relação à política doméstica, sua administração tem intensificado as operações de imigração, resultando em protestos e confrontos, e Trump declarou que instaurará um 'ato de insurreição' caso os protestos persistam em Minnesota. O governo Trump também tem adotado uma postura rigorosa contra a imigração ilegal, emitindo ameaças diretas em português a imigrantes, alertando que serão presos e deportados caso venham aos EUA para "roubar os americanos". Em relação à política externa, o governo Trump conseguiu barrar uma resolução do Senado que visava limitar suas ações militares na Venezuela sem autorização do Congresso, reforçando a prerrogativa presidencial sobre tais decisões. Ele também se encontrou com a líder opositora venezuelana María Corina Machado na Casa Branca, onde ela afirmou ter-lhe entregado uma medalha do Nobel da Paz, embora o Instituto Nobel tenha declarado que o prêmio é intransferível. O gesto de Machado gerou uma forte reação na Noruega, com acadêmicos e políticos classificando-o como "constrangedor" e "patético", e afirmando que desrespeita a honra do prêmio. A medalha, entregue por Machado, foi em gratidão pela liderança de Trump na promoção da paz por meio da força. Além disso, Trump é cotado para liderar o proposto "Conselho da Paz", um órgão internacional com poderes concentrados em seu presidente, que prevê uma cobrança de US$ 1 bilhão por vaga para seus membros e mandatos diferenciados. Em janeiro de 2026, com as eleições de meio de mandato se aproximando, Trump e o Partido Republicano enfrentam um cenário político desafiador, com pesquisas indicando vantagem para os democratas e insatisfação dos eleitores com sua gestão e a economia. A possibilidade de uma Câmara liderada pelos democratas intensificaria as investigações sobre seu governo e poderia levar a um impeachment. Em fevereiro de 2026, Trump voltou a afirmar que as eleições americanas são "fraudadas" e defendeu a aprovação de uma "Lei para Salvar a América" para reformar o sistema eleitoral, incluindo a exigência de identificação e comprovação de cidadania para votar, e a restrição do voto por correio. Essas declarações vieram após a repercussão negativa de um vídeo com teorias da conspiração sobre as eleições de 2020 que ele compartilhou.
Contexto e histórico
Donald Trump tem um histórico de envolvimento com figuras proeminentes, incluindo Jeffrey Epstein, com quem foi amigo entre as décadas de 1990 e início dos anos 2000. Durante sua presidência, a questão dos arquivos de Epstein ganhou destaque, especialmente após a aprovação de uma lei que obrigava a divulgação de informações da investigação. Trump também tem sido um crítico vocal da indústria de defesa, buscando reformas para tornar a produção de equipamentos militares mais eficiente. Mais recentemente, sua administração tem se dedicado a esforços diplomáticos, como as negociações com a Ucrânia para oferecer garantias de segurança e buscar um fim para o conflito com a Rússia. Além disso, Trump tem demonstrado opiniões sobre políticas econômicas internacionais, como sua posição em relação à participação de países como a Venezuela em organizações como a Opep. Sua postura em relação a conflitos internacionais, como a decisão de afastar uma ação militar contra o Irã, também tem sido um fator de influência nos mercados globais, aliviando tensões geopolíticas. No âmbito doméstico, a administração Trump tem intensificado as operações de fiscalização de imigração, especialmente em grandes cidades americanas, o que tem gerado controvérsia e protestos, como os ocorridos em Minneapolis após incidentes envolvendo agentes do ICE. A resposta de Trump a esses protestos, incluindo a ameaça de invocar um 'ato de insurreição', reflete sua postura linha-dura em questões de segurança e ordem pública. A administração também tem utilizado uma comunicação direta e assertiva, como as ameaças emitidas em português a imigrantes, reforçando sua política de imigração rigorosa e o foco na deportação de quem for considerado uma ameaça. No que diz respeito à política externa e ao uso da força militar, o governo Trump tem defendido a prerrogativa do executivo, como demonstrado ao barrar uma resolução do Senado que tentava restringir ações militares na Venezuela. A administração argumenta que certas operações, como a busca por Nicolás Maduro, são de natureza judicial e não militar, e que não há planos atuais para mobilizar tropas na Venezuela sem consulta ao Congresso. Seu recente encontro com a líder opositora venezuelana María Corina Machado na Casa Branca, onde ela ofereceu uma medalha do Nobel da Paz como um gesto de gratidão pela remoção de Nicolás Maduro, indica um engajamento direto com a oposição venezuelana. A medalha foi entregue em reconhecimento à "extraordinária liderança na promoção da paz por meio da força". No entanto, o Instituto Nobel da Noruega esclareceu que o Prêmio Nobel da Paz é intransferível e não pode ser revogado, uma posição que foi reiterada após a oferta de Machado. O gesto de Machado gerou uma reação negativa na Noruega, com acadêmicos e políticos expressando constrangimento e considerando a ação "patética" e um desrespeito à honra do prêmio. Em um desenvolvimento recente, Donald Trump foi mencionado como um possível líder para o "Conselho da Paz", uma nova iniciativa internacional que visa promover a paz global. Este conselho, cujo rascunho de estatuto prevê uma taxa de US$ 1 bilhão por vaga para seus membros e mandatos diferenciados, concentraria poderes na figura de seu presidente, posição para a qual Trump é cotado. O presidente brasileiro Lula também foi convidado a participar deste conselho. Em 2026, com as eleições de meio de mandato se aproximando, a administração Trump enfrenta desafios significativos, incluindo a insatisfação dos eleitores com a economia e a gestão do presidente, e a possibilidade de uma Câmara dos Deputados controlada pelos democratas, o que poderia levar a investigações intensificadas e até mesmo a um processo de impeachment. Os democratas buscam capitalizar essa insatisfação focando na acessibilidade financeira e criticando as políticas republicanas de saúde e tarifas. Trump, por sua vez, também propõe sua própria agenda de acessibilidade financeira e os republicanos esperam um impulso com os reembolsos fiscais maiores decorrentes de sua legislação tributária. Em fevereiro de 2026, Trump intensificou suas críticas ao sistema eleitoral americano, classificando-o como "fraudado" e "roubado", e propôs uma "Lei para Salvar a América" para implementar reformas como a exigência de identificação e comprovação de cidadania para votar, e a restrição do voto por correio. Essas declarações surgiram após a controvérsia gerada pela publicação de um vídeo com teorias da conspiração sobre as eleições de 2020, que incluía imagens ofensivas de Barack e Michelle Obama.
Linha do tempo
Novembro de 2025: O Congresso dos EUA aprova projeto de lei obrigando o governo a tornar públicas as informações da investigação de Jeffrey Epstein. O presidente Donald Trump sanciona a proposta.
19 de dezembro de 2025: O governo dos EUA divulga novos arquivos da investigação sobre Jeffrey Epstein, incluindo fotos de celebridades e trechos censurados.
22 de dezembro de 2025: Donald Trump anuncia planos para a construção de uma nova classe de navios de guerra, a "classe Trump", que será maior, mais rápida e mais potente. Ele também afirma que se reunirá com empresários da defesa para discutir atrasos e estouros de orçamento.
22 de dezembro de 2025: Bill Clinton pede a Donald Trump a divulgação imediata de todos os registros relacionados a ele nos arquivos de Epstein, criticando a censura e a divulgação parcial dos documentos.
29 de dezembro de 2025: Donald Trump e Volodimir Zelensky se reúnem na Flórida para discutir garantias de segurança à Ucrânia e um acordo de paz.
14 de janeiro de 2026: O governo Trump consegue barrar uma resolução do Senado dos EUA que visava impedir o presidente de tomar novas medidas militares contra a Venezuela sem autorização do Congresso. A votação terminou empatada em 51 a 50, com o vice-presidente J.D. Vance desempatando a favor do governo, após dois senadores republicanos mudarem seus votos.
15 de janeiro de 2026: Donald Trump expressa apoio à permanência da Venezuela na Opep, embora questione se isso seria benéfico para os EUA, em declaração à Reuters.
15 de janeiro de 2026: Donald Trump afasta a possibilidade de uma ação militar contra o Irã, citando a diminuição de mortes em protestos nacionais, o que impulsiona os mercados globais.
15 de janeiro de 2026: Donald Trump anuncia que instaurará um 'ato de insurreição' caso os protestos em Minnesota persistam, após incidentes envolvendo agentes do ICE e manifestantes em Minneapolis.
15 de janeiro de 2026: Donald Trump se encontra com a líder opositora venezuelana María Corina Machado na Casa Branca. Machado declara ter oferecido uma medalha do Nobel da Paz a Trump como um gesto de gratidão pela remoção de Nicolás Maduro, e classifica o dia como "histórico" para os venezuelanos. O Instituto Nobel da Noruega, no entanto, afirma que o prêmio é intransferível e não pode ser revogado.
16 de janeiro de 2026: A Noruega reage ao gesto de María Corina Machado de entregar uma medalha do Nobel a Donald Trump, com acadêmicos e políticos classificando a ação como "constrangedora" e "patética", e afirmando que desrespeita a honra do Prêmio Nobel.
16 de janeiro de 2026: Donald Trump recebe uma "medalha do Nobel" de María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, em gratidão por sua liderança na promoção da paz por meio da força.
16 de janeiro de 2026: O governo Trump emite ameaças diretas a imigrantes em português, afirmando que quem for aos EUA para "roubar os americanos" será preso e deportado.
18 de janeiro de 2026: Donald Trump é mencionado como um possível líder para o "Conselho da Paz", um novo órgão internacional com poderes concentrados no presidente, que prevê uma cobrança de US$ 1 bilhão por vaga para seus membros e mandatos diferenciados. O presidente Lula é convidado a participar.
24 de janeiro de 2026: Democratas da Câmara dos Deputados iniciam o ano com cenário político favorável para as eleições de meio de mandato, com pesquisas mostrando vantagem e insatisfação dos eleitores com o segundo mandato de Trump e a economia. Uma pesquisa do New York Times e da Universidade de Siena revela que a maioria dos eleitores desaprova a gestão de Trump.
8 de fevereiro de 2026: Donald Trump publica na rede Truth Social afirmando que as eleições americanas são "fraudadas, roubadas e motivo de chacota no mundo todo", pedindo apoio republicano para uma "Lei para Salvar a América" que exige identificação, comprovação de cidadania para votar e restringe o voto por correio. A declaração ocorre após a repercussão negativa de um vídeo com teorias da conspiração sobre as eleições de 2020 que mostrava Barack e Michelle Obama em corpos de macacos.
Principais atores
Donald Trump: Atual presidente dos EUA, responsável por sancionar a lei de divulgação dos arquivos de Epstein, por anunciar a nova classe de navios de guerra, por negociar garantias de segurança com a Ucrânia, por expressar opiniões sobre a política internacional de energia, por afastar ação militar contra o Irã, por ameaçar invocar um 'ato de insurreição' em resposta a protestos domésticos, por defender a prerrogativa presidencial em ações militares na Venezuela, por se encontrar com a líder opositora venezuelana María Corina Machado, a quem ela ofereceu uma medalha do Nobel da Paz em gratidão por sua "extraordinária liderança na promoção da paz por meio da força", e por emitir ameaças diretas a imigrantes em português. É também cotado para liderar o proposto "Conselho da Paz". Em 2026, enfrenta pressão política devido à insatisfação dos eleitores com sua gestão e a economia, e a possibilidade de uma Câmara dos Deputados controlada pelos democratas. Mais recentemente, em fevereiro de 2026, ele defendeu a reforma eleitoral através de uma "Lei para Salvar a América", alegando que as eleições são "fraudadas", e gerou controvérsia ao compartilhar um vídeo ofensivo sobre as eleições de 2020.
Bill Clinton: Ex-presidente dos EUA, cujo nome e imagens apareceram nos arquivos de Epstein, e que pediu a divulgação completa dos documentos relacionados a ele.
Jeffrey Epstein: Bilionário condenado por abuso de menores e exploração sexual, cujo caso e arquivos são objeto de intensa atenção pública e política.
Marinha dos EUA: Força militar que receberá a nova classe de navios de guerra batizada em homenagem a Trump.
Indústria de Defesa: Setor criticado por Trump por atrasos e estouros de orçamento na produção de equipamentos militares.
Pam Bondi: Procuradora-geral mencionada por Bill Clinton em seu pedido para que Trump instrua a liberação dos arquivos de Epstein.
Volodimir Zelensky: Presidente da Ucrânia, que se reuniu com Donald Trump para discutir garantias de segurança e um acordo de paz.
Opep: Organização dos Países Exportadores de Petróleo, cuja composição e membros são objeto de comentários de Donald Trump.
Venezuela: País membro da Opep, cuja permanência na organização foi apoiada por Donald Trump. Também alvo de uma resolução do Senado sobre ações militares, barrada pelo governo Trump. Sua oposição também se encontrou com Trump. Nicolás Maduro, presidente do país, foi capturado recentemente.
Irã: País cuja situação de protestos e a possibilidade de ação militar foram comentadas por Donald Trump, impactando os mercados globais.
Agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega): Agentes federais envolvidos em operações de fiscalização de imigração em Minneapolis, que resultaram em confrontos e protestos.
Omar Fateh: Senador estadual que criticou a atuação dos agentes federais em Minneapolis.
Jacob Frey: Prefeito de Minneapolis que criticou a atuação dos agentes federais.
Renee Nicole Good: Cidadã americana morta por um agente do ICE em Minneapolis, intensificando os protestos.
J.D. Vance: Vice-presidente dos EUA, que desempatou a votação no Senado sobre a resolução que limitaria as ações militares na Venezuela, favorecendo o governo Trump.
John Thune: Líder da maioria republicana no Senado, que defendeu a posição do governo Trump na votação sobre a Venezuela.
Marco Rubio: Secretário de Estado, que ofereceu garantias a senadores republicanos de que não há planos de mobilizar tropas na Venezuela sem consulta ao Congresso.
María Corina Machado: Líder opositora venezuelana que se encontrou com Donald Trump na Casa Branca, oferecendo-lhe uma medalha do Nobel da Paz em gratidão por sua "extraordinária liderança na promoção da paz por meio da força". Ela foi reconhecida por seus esforços pela restauração pacífica da democracia e dos direitos humanos na Venezuela, mas foi impedida de concorrer às eleições gerais de 2024. Seu gesto de entregar a medalha gerou controvérsia e reações negativas na Noruega.
Instituto Nobel da Noruega: Instituição que afirmou que o Prêmio Nobel da Paz é intransferível e não pode ser revogado, em resposta à oferta de María Corina Machado a Donald Trump. Seus acadêmicos e políticos criticaram o gesto de Machado.
Lula: Presidente do Brasil, convidado a participar do proposto "Conselho da Paz".
Democratas da Câmara dos Deputados: Partido que inicia 2026 com vantagem política para as eleições de meio de mandato, focando em acessibilidade financeira e criticando as políticas econômicas de Trump.
Hakeem Jeffries: Líder democrata na Câmara, que expressou confiança na estratégia do partido para as eleições de meio de mandato.
Suzan DelBene: Presidente do Comitê de Campanha Democrata para o Congresso, que afirmou a forte posição dos democratas para retomar a maioria.
Mike Johnson: Presidente da Câmara, que defende o histórico republicano e as políticas de Trump.
Amy Walter: Editora-chefe do Cook Political Report, que analisa o cenário político para as eleições de meio de mandato.
Kyle Kondik: Editor-chefe do Sabato’s Crystal Ball, que analisa a percepção econômica dos eleitores.
Adam Michel: Diretor de estudos de política tributária do Cato Institute, que avalia o impacto dos reembolsos fiscais.
Barack Obama: Ex-presidente dos EUA, cuja imagem, junto à de Michelle Obama, foi usada de forma ofensiva em um vídeo compartilhado por Donald Trump, gerando repercussão negativa.
Michelle Obama: Ex-primeira-dama dos EUA, cuja imagem, junto à de Barack Obama, foi usada de forma ofensiva em um vídeo compartilhado por Donald Trump, gerando repercussão negativa.
Termos importantes
Arquivos Epstein: Documentos e evidências relacionados à investigação e condenação de Jeffrey Epstein por crimes sexuais, incluindo listas de contatos, fotos e depoimentos.
Classe Trump: Nova classe de navios de guerra que a Marinha dos EUA planeja construir, batizada em homenagem ao presidente Donald Trump.
Mar-a-Lago: Residência particular de Donald Trump na Flórida, onde foi feito o anúncio da nova classe de navios de guerra e onde ocorreu a reunião com Zelensky.
Ordem Executiva: Instrução emitida pelo Presidente dos EUA que tem força de lei, usada por Trump para planejar limitar recompras de ações e remuneração de executivos na área de defesa.
Acobertamento seletivo: Acusação feita por críticos de que o governo Trump estaria divulgando os arquivos de Epstein de forma parcial para proteger certas pessoas.
Garantias de segurança à Ucrânia: Oferta dos EUA de apoio e proteção à Ucrânia, com um prazo inicial de 15 anos, discutida entre Donald Trump e Volodimir Zelensky.
Opep: Organização intergovernamental de países exportadores de petróleo, mencionada por Trump em relação à Venezuela.
Ibovespa Futuro: Indicador do mercado financeiro que reagiu positivamente às declarações de Donald Trump sobre o Irã, refletindo o alívio das tensões geopolíticas.
Ato de insurreição: Medida que Donald Trump ameaçou instaurar caso os protestos em Minnesota persistam, conferindo ao presidente poderes ampliados para lidar com a desordem civil.
ICE (Serviço de Imigração e Alfândega): Agência federal responsável pela fiscalização de imigração nos EUA, cujas operações em Minneapolis geraram protestos e confrontos.
DHS (Departamento de Segurança Interna): Departamento federal que supervisiona o ICE e outras agências de segurança, e que anunciou uma ofensiva migratória em Minneapolis e St. Paul.
Resolução do Senado: Proposta legislativa que visava limitar as ações militares do presidente na Venezuela, mas foi barrada pelo governo Trump.
Operação judicial: Argumento do governo Trump de que a ação contra Nicolás Maduro na Venezuela é uma operação judicial para levá-lo a julgamento, e não uma ação militar.
Medalha do Nobel da Paz: Objeto que María Corina Machado afirmou ter oferecido a Donald Trump durante o encontro na Casa Branca, em gratidão por sua "extraordinária liderança na promoção da paz por meio da força". O Instituto Nobel da Noruega esclareceu que o prêmio é intransferível, inalterável e não pode ser revogado. O gesto gerou críticas e foi considerado "constrangedor" e "patético" na Noruega.
Ameaças a imigrantes em português: Comunicação direta do governo Trump, em português, alertando imigrantes sobre prisão e deportação caso venham aos EUA para "roubar os americanos", indicando uma postura rigorosa contra a imigração ilegal.
Conselho da Paz: Proposto órgão internacional com poderes concentrados em seu presidente, que prevê uma cobrança de US$ 1 bilhão por vaga para seus membros e mandatos diferenciados. Donald Trump é cotado para liderá-lo e o presidente Lula foi convidado a participar.
Eleições de meio de mandato de 2026: Eleições legislativas nos EUA que ocorrem no meio do mandato presidencial, com democratas buscando capitalizar a insatisfação dos eleitores com Trump e a economia para conquistar a maioria na Câmara.
Cook Political Report: Organização apartidária que analisa o cenário eleitoral, apontando uma mudança no resultado de disputas para a Câmara dos Deputados em favor dos democratas.
Pesquisa New York Times/Universidade de Siena: Pesquisa que mostrou a desaprovação da maioria dos eleitores à forma como Trump lidou com questões importantes em janeiro de 2026.
Obamacare: Lei de saúde dos EUA, cujos subsídios são defendidos pelos democratas e criticados pelos republicanos.
Medicaid: Programa de assistência médica para pessoas de baixa renda, cujos cortes são criticados pelos democratas.
MAGA Inc.: Super PAC de Donald Trump, que acumulou um caixa de campanha significativo para as eleições.
Truth Social: Rede social onde Donald Trump publicou suas declarações sobre a fraude eleitoral e a "Lei para Salvar a América".
Lei para Salvar a América: Proposta de Donald Trump para reformar o sistema eleitoral americano, incluindo exigência de identificação e comprovação de cidadania para votar, e restrição do voto por correio.
Eleições de Meio de Mandato de 2026
Os democratas da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos iniciaram 2026 com um cenário político favorável para as eleições de meio de mandato. Pesquisas de opinião, incluindo uma do New York Times e da Universidade de Siena divulgada em janeiro, indicaram uma desaprovação majoritária dos eleitores à gestão de Donald Trump e à forma como ele lidou com a economia. Menos de um terço dos entrevistados acreditava que o país estava em melhor situação do que quando Trump assumiu o cargo, há um ano. Essa insatisfação, combinada com um histórico de vitórias da oposição em eleições de meio de mandato, fortaleceu a posição democrata.
Uma Câmara dos Deputados liderada pelos democratas poderia diluir o poder de Trump, forçando-o a depender mais de decretos presidenciais. Além disso, intensificaria as investigações sobre seu governo e poderia levar a um processo de impeachment, embora a chance de o Senado votar por sua destituição seja considerada baixa. O Cook Political Report, uma organização apartidária, apontou uma mudança no resultado de 18 disputas para a Câmara em favor dos democratas, elevando o número de cadeiras consideradas redutos democratas para 189, contra 186 para os republicanos, sendo necessárias 218 cadeiras para a maioria.
A estratégia democrata para as eleições foca na acessibilidade financeira, criticando a oposição republicana à prorrogação dos subsídios de saúde do Obamacare, que elevam os custos para mais de 20 milhões de pessoas, e aos cortes no Medicaid. Eles também criticam o regime tarifário de Trump, argumentando que os consumidores arcam com os impostos mais altos. O líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, afirmou que "o governo Trump foi um completo desastre para a economia".
Donald Trump e os republicanos, por sua vez, também apresentaram uma agenda de acessibilidade financeira. Trump propôs políticas como a proibição de investidores institucionais comprarem imóveis para aluguel e um teto para as taxas de juros de cartões de crédito. Os republicanos esperam um impulso com os reembolsos fiscais maiores que muitos americanos receberão devido ao projeto de lei tributária e de gastos de Trump, promulgado no ano anterior. O presidente da Câmara, Mike Johnson, defendeu que "as políticas republicanas estão funcionando para o povo".
Apesar de a confiança do consumidor nos EUA ter subido em janeiro de 2026 para o nível mais alto em cinco meses, a percepção geral dos eleitores sobre a economia permaneceu pessimista. A inflação, embora abaixo do pico de 2022, ainda preocupa, com aumentos nos preços de alimentos e seguros residenciais. O mercado de trabalho esfriou e os salários, embora em alta, não crescem tão rapidamente quanto antes. Analistas sugerem que a percepção da economia importa mais do que os dados econômicos reais neste momento, o que favorece os democratas. O Partido Republicano, no entanto, provavelmente manterá o controle do Senado devido a um mapa eleitoral favorável e conta com um robusto caixa de campanha, auxiliado pela MAGA Inc. de Trump, que acumulou cerca de US$ 294 milhões.
Em fevereiro de 2026, Donald Trump intensificou suas declarações sobre a integridade eleitoral, afirmando em sua rede Truth Social que as eleições americanas são "fraudadas, roubadas e motivo de chacota no mundo todo". Ele pediu o apoio de parlamentares republicanos para a aprovação de uma "Lei para Salvar a América", que propõe três pontos centrais: exigência de apresentação de documento de identificação por todos os eleitores; comprovação de cidadania americana no momento do registro para votar; e proibição do voto por correio, com exceções apenas para casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagem. Essas declarações ocorreram após a repercussão negativa da publicação de um vídeo com teorias da conspiração sobre denúncias de fraude nas eleições de 2020, que mostrava o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama em corpos de macacos.