Visão geral
Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos desde 20 de janeiro de 2025, no segundo mandato, como 47º presidente. Empresário do setor imobiliário e ex-apresentador de TV, já havia governado de 2017 a 2021, como 45º presidente, e voltou ao cargo depois de vencer Kamala Harris na eleição de 2024. É do Partido Republicano e tem 80 anos.
O segundo mandato é marcado por tarifas de importação sobre quase todos os países, inclusive o Brasil, que paga sobretaxas de até 37,5%; por deportações em massa; pela guerra do Irã, iniciada com Israel em fevereiro de 2026; pela captura de Nicolás Maduro na Venezuela; e pela pressão sobre o Federal Reserve. Na Ucrânia, tenta um acordo com Vladimir Putin e, em outubro de 2026, fechou com ele um acordo para importar diesel russo.
Com aprovação em torno de 35%, Trump chega às eleições de meio de mandato de 3 de novembro de 2026, que vão definir o controle do Congresso nos dois últimos anos do governo.
Quem é Donald Trump
Donald John Trump nasceu em 14 de junho de 1946, no bairro do Queens, em Nova York, quarto filho de Fred Trump, incorporador imobiliário, e Mary Anne MacLeod Trump. Formou-se em economia pela Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, em maio de 1968, e no mesmo ano começou a trabalhar na empresa imobiliária do pai.
Em 1971 assumiu a presidência do negócio da família, que rebatizou de Trump Organization, e passou a construir e comprar arranha-céus, hotéis, cassinos e campos de golfe. De 2004 a 2015 apresentou o reality show The Apprentice, que consolidou a imagem de magnata. Casou-se três vezes: com Ivana Trump, com Marla Maples e, em 2005, com a modelo eslovena Melania Knauss. Tem cinco filhos: Donald Jr., Ivanka, Eric, Tiffany e Barron, nascido em 2006.
Primeiro mandato (2017–2021)
Trump venceu a eleição de 2016 contra a democrata Hillary Clinton com 304 votos no Colégio Eleitoral, contra 227, apesar de ter recebido cerca de 2,87 milhões de votos a menos no voto popular. Tomou posse como 45º presidente em 20 de janeiro de 2017.
No primeiro mandato, sancionou em dezembro de 2017 a Lei de Cortes de Impostos e Empregos (Tax Cuts and Jobs Act), que reduziu alíquotas de empresas e pessoas físicas; nomeou três juízes da Suprema Corte (Neil Gorsuch, Brett Kavanaugh e Amy Coney Barrett), o que deslocou o tribunal para a direita; abriu em 2018 uma guerra comercial com a China; e retirou os EUA do Acordo de Paris sobre o clima. Em 2020 patrocinou os Acordos de Abraão, que normalizaram as relações de Israel com os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein.
Foi alvo de dois processos de impeachment na Câmara e absolvido pelo Senado nas duas vezes. O primeiro, aprovado em dezembro de 2019, por abuso de poder e obstrução do Congresso, tratou da pressão de Trump sobre o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky para investigar Joe Biden; o Senado o absolveu em fevereiro de 2020. O segundo, por incitação à insurreição, foi aprovado em 13 de janeiro de 2021, depois da invasão do Capitólio por apoiadores dele em 6 de janeiro de 2021.
Na eleição de 2020, Trump perdeu para Joe Biden, que teve 306 votos no Colégio Eleitoral contra 232. Ele não reconheceu a derrota e continua a afirmar que a eleição foi fraudada.
Processos na Justiça
Entre o primeiro e o segundo mandato, Trump virou réu em quatro processos criminais. Em maio de 2024, um júri de Nova York o condenou por 34 crimes de falsificação de registros comerciais, usados para esconder o pagamento, na campanha de 2016, pelo silêncio da atriz Stormy Daniels; foi o primeiro presidente ou ex-presidente americano condenado por um crime. Em 10 de janeiro de 2025, recebeu sentença sem pena.
Os dois processos federais, por guardar documentos sigilosos e por tentar reverter o resultado de 2020, foram arquivados depois da eleição de 2024 pela regra do Departamento de Justiça de não processar presidentes em exercício. Na Geórgia, foi indiciado em agosto de 2023 por tentar alterar o resultado no estado. Em processos civis de 2023, foi responsabilizado por abuso sexual e difamação contra a escritora E. Jean Carroll e por fraude empresarial.
Eleição de 2024 e volta à Casa Branca
Em 13 de julho de 2024, Trump foi atingido de raspão na orelha por um tiro num comício em Butler, na Pensilvânia. Em novembro de 2024, derrotou a vice-presidente Kamala Harris por 312 votos no Colégio Eleitoral contra 226 e venceu também no voto popular, com 49,8% contra 48,3%. Tornou-se o segundo presidente a cumprir dois mandatos não consecutivos, depois de Grover Cleveland, e a pessoa mais velha a assumir a Presidência, aos 78 anos.
Trump tomou posse como 47º presidente em 20 de janeiro de 2025, numa cerimônia transferida para a Rotunda do Capitólio por causa do frio. O mandato vai até 20 de janeiro de 2029.
Segundo mandato: quem é quem no governo
O comando do segundo governo foi montado em janeiro e fevereiro de 2025 e passou por várias trocas ao longo de 2026. Os principais nomes em exercício:
- JD Vance: vice-presidente, empossado em 20 de janeiro de 2025.
- Susie Wiles: chefe de gabinete da Casa Branca, anunciada em 7 de novembro de 2024.
- Marco Rubio: secretário de Estado desde 21 de janeiro de 2025.
- Scott Bessent: secretário do Tesouro desde 28 de janeiro de 2025.
- Pete Hegseth: secretário de Defesa desde 25 de janeiro de 2025.
- Todd Blanche: procurador-geral desde 8 de agosto de 2026, no lugar de Pam Bondi.
- Markwayne Mullin: secretário de Segurança Interna desde 24 de março de 2026, no lugar de Kristi Noem.
- Robert F. Kennedy Jr.: secretário de Saúde desde 13 de fevereiro de 2025.
Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca desde o início do mandato, deixou o cargo no fim de agosto de 2026; em 9 de outubro, Trump escolheu para o posto Katie Zacharia, comentarista da Fox News e ex-porta-voz do Departamento de Segurança Interna. Em 2026 também saíram do governo Pam Bondi (Justiça), Kristi Noem (Segurança Interna), Lori Chavez-DeRemer (Trabalho) e Tulsi Gabbard (Inteligência Nacional).
Tarifas e comércio
As tarifas de importação são a marca econômica do segundo mandato (ver Tarifas de Trump). Em 2 de abril de 2025, data que chamou de "Dia da Libertação", Trump anunciou uma tarifa básica de 10% sobre quase todas as importações e tarifas "recíprocas" mais altas para dezenas de países; uma semana depois, suspendeu por 90 dias as alíquotas acima de 10%, exceto para a China, depois da queda das bolsas. As tarifas chegaram ao nível mais alto desde a Grande Depressão.
Boa parte delas se apoiava na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA). Em 20 de fevereiro de 2026, a Suprema Corte decidiu, por 6 votos a 3, que essa lei não autoriza o presidente a criar tarifas. O governo respondeu com uma tarifa global de 10% pela Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 e com investigações por país pela Seção 301, como a que atingiu o Brasil.
Em julho de 2025, Trump sancionou a lei de orçamento que chamou de One Big Beautiful Bill, que tornou permanentes os cortes de impostos de 2017, ampliou gastos com defesa e deportações e cortou mais de US$ 1,2 trilhão do Medicaid, o programa de saúde para pessoas de baixa renda. Pelo Escritório de Orçamento do Congresso, a lei aumenta o déficit em US$ 2,8 trilhões até 2034. Em janeiro de 2025, criou o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), comandado por um período por Elon Musk, que demitiu servidores em massa e fechou a agência de ajuda externa USAID.
Relação com o Brasil e com Lula
A relação com o Brasil no segundo mandato gira em torno de tarifas e de sanções ligadas ao Judiciário brasileiro. Em 9 de julho de 2025, Trump enviou uma carta a Lula anunciando uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e ligou a medida ao julgamento de Jair Bolsonaro; a sobretaxa entrou em vigor em 30 de julho, com exceções como aeronaves, suco de laranja e energia. No mesmo mês, o ministro do STF Alexandre de Moraes foi incluído na lista da Lei Magnitsky; as sanções contra ele e a esposa foram revogadas em dezembro de 2025. Em novembro de 2025, os EUA isentaram café, carne e outros produtos agrícolas.
Lula e Trump se cruzaram na Assembleia Geral da ONU em 23 de setembro de 2025, quando Trump falou em "excelente química", e Lula foi recebido na Casa Branca em 7 de maio de 2026.
A segunda rodada de tarifas veio de uma investigação pela Seção 301 aberta em julho de 2025, que questionou o Pix, o mercado de etanol, a regulação de plataformas digitais e o combate ao desmatamento. Em 15 de julho de 2026, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, anunciou uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, em vigor desde 22 de julho, com isenção para café, carne bovina, petróleo, aeronaves e celulose. Dias depois veio uma sobretaxa de 12,5% sob alegação de trabalho forçado; somadas, as duas chegam a 37,5% em cerca de 4 mil produtos. O governo Lula chamou a medida de unilateral, abriu consultas na Organização Mundial do Comércio e afirmou que o Pix não está em negociação.
Lula e Trump conversaram por telefone em agosto de 2026. Em 30 de setembro, em Milwaukee, à margem da reunião de ministros de comércio do G20, Mauro Vieira e Márcio Elias Rosa se reuniram com Greer e criaram um grupo de trabalho; os EUA se comprometeram a enviar nas semanas seguintes uma proposta para negociar as tarifas, que seguem em vigor. Ver também Governo Lula.
Imigração e deportações
Trump prometeu deportar milhões de imigrantes em situação irregular. Nos primeiros dias do mandato, mandou a Patrulha de Fronteira deportar sumariamente quem cruzasse a fronteira, retomou a política "Permaneça no México", classificou cartéis de drogas como organizações terroristas e retomou a obra do muro. Em junho de 2025, enviou a Guarda Nacional e 700 fuzileiros navais a Los Angeles, palco de protestos contra batidas migratórias.
As operações do ICE, a agência de imigração, provocaram protestos em Minneapolis em janeiro de 2026, depois que um agente matou a americana Renee Nicole Good; em 15 de janeiro, Trump ameaçou invocar a Lei de Insurreição se os protestos continuassem em Minnesota. Desde 2025, o governo também deporta migrantes para países que não são os deles, como Sudão do Sul e Uganda: mais de 25 mil pessoas foram enviadas a 29 países, segundo grupos de direitos humanos citados pela Reuters. Um juiz federal declarou a prática ilegal em fevereiro de 2026, e o governo recorreu à Suprema Corte em 24 de setembro. Mais em Imigração no governo Trump.
Política externa
Ucrânia e Rússia. Trump prometeu encerrar a guerra na Ucrânia. Em 28 de fevereiro de 2025, ele e o vice JD Vance discutiram com Zelensky no Salão Oval. Em 15 de agosto de 2025, recebeu Vladimir Putin em Anchorage, no Alasca, numa cúpula que terminou sem avanço para um cessar-fogo. Em 9 de outubro de 2026, depois de um telefonema com Putin, anunciou que a Rússia vai fornecer diesel aos mercados americano e global: 300 mil toneladas de imediato, 500 mil em novembro e 1 milhão depois. O Tesouro autorizou a importação até 7 de abril de 2027. Trump citou o recorde do diesel, US$ 6,52 por galão em setembro; Zelensky chamou o acordo de "absolutamente terrível". Em 10 de outubro, Trump disse que a Ucrânia deveria ter "um novo líder que possa fechar acordo", e em 11 de outubro anunciou pela Truth Social um cessar-fogo nos ataques a instalações de energia, sem confirmação do Kremlin.
Irã. Em junho de 2025, os EUA se juntaram a Israel na Guerra dos Doze Dias e bombardearam instalações nucleares iranianas. Em 28 de fevereiro de 2026, Trump lançou com Israel uma ofensiva aérea contra o Irã que deu início à guerra do Irã e matou o líder supremo Ali Khamenei; o Irã fechou o Estreito de Ormuz. Um cessar-fogo entrou em vigor em 8 de abril, e em 17 de junho as partes assinaram em Islamabad um memorando para encerrar a guerra. A trégua desmoronou em julho, com ataques iranianos a navios em Ormuz, e em 12 de julho Trump declarou o acordo encerrado. Em outubro de 2026, os EUA mantêm um bloqueio naval aos portos iranianos, navios seguem sendo atacados no estreito e o Irã rejeitou a última proposta americana. Trump disse em 8 de outubro que não atacaria antes das eleições de 3 de novembro.
Israel e Gaza. Em 29 de setembro de 2025, Trump apresentou com Benjamin Netanyahu um plano de 20 pontos para Gaza, e o cessar-fogo da primeira fase foi assinado no início de outubro de 2025. A segunda fase, com o desarmamento do Hamas e a retirada israelense, está travada. Trump também propôs um Conselho da Paz para a transição em Gaza. Mais em Relação EUA x Israel e Conflito Israel-Palestina.
Venezuela. Em 3 de janeiro de 2026, forças americanas capturaram Nicolás Maduro e a mulher dele, Cilia Flores, e os levaram a Nova York, onde ele responde por narcotráfico; o julgamento está marcado para 1º de junho de 2027. Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina, e os EUA passaram a controlar a venda do petróleo venezuelano, sob coordenação do secretário de Estado, Marco Rubio. Ver Tensão EUA x Venezuela.
Groenlândia. Trump voltou a defender a compra da Groenlândia, território autônomo da Dinamarca, e em 2025 ameaçou usar a força e impor tarifas a aliados europeus. Em janeiro de 2026, em Davos, anunciou com a Otan o "esboço de um futuro acordo" e retirou as duas ameaças. Em 14 de outubro de 2026, disse que a exploração de petróleo, gás e minérios na ilha estava para começar; o governo groenlandês e a Dinamarca negaram. Ver Trump e a Groenlândia.
Relação com o Federal Reserve
Trump criticou durante todo o mandato o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, por não cortar os juros no ritmo que queria. Em 30 de janeiro de 2026, indicou Kevin Warsh, ex-diretor do Fed, para o lugar de Powell, cujo mandato na presidência terminou em 15 de maio. O Senado confirmou Warsh em 13 de maio, por 54 votos a 45, e ele tomou posse em 22 de maio de 2026; Powell continua no Fed como diretor. Com a inflação pressionada pela guerra do Irã, o Fed elevou os juros em 16 de setembro de 2026, para a faixa de 3,75% a 4%, a primeira alta desde 2023, e Trump voltou a criticar os juros altos.
Imprensa e polêmicas
Imprensa. Em 18 de setembro de 2026, Trump proibiu o acesso de jornalistas da CNN, da MS NOW e do Politico à Casa Branca, acusando os veículos de divulgar "ficção e mentiras". Em 24 de setembro, o juiz federal Timothy Kelly, nomeado pelo próprio Trump, mandou devolver as credenciais, e a Casa Branca cumpriu a ordem horas depois de barrar os repórteres.
Caso Epstein. Trump foi amigo de Jeffrey Epstein por cerca de 15 anos. O governo foi pressionado em 2025 por não divulgar os arquivos do caso, como Trump prometera na campanha. Em novembro de 2025, ele sancionou a lei que obrigou a divulgação, e o Departamento de Justiça publicou parte dos arquivos em dezembro, com muitas tarjas. Ver Caso Epstein.
Orçamento e Congresso. Em 25 de setembro de 2026, o governo reteve US$ 810 milhões já aprovados pelo Congresso por meio de uma "pocket rescission", manobra que deixa a verba expirar no fim do ano fiscal; o Government Accountability Office considera o expediente ilegal. Entre 1º de outubro e 12 de novembro de 2025, o governo federal ficou paralisado, na mais longa paralisação da história do país.
Meio ambiente. Trump tirou os EUA do Acordo de Paris pela segunda vez, e em 28 de setembro de 2026 o governo afrouxou as normas de economia de combustível do governo Biden: a meta para 2031 caiu de 50,4 para 34,5 milhas por galão.
Aprovação e eleições de meio de mandato
A aprovação de Trump caiu ao longo do segundo mandato. O Gallup mediu 36% em novembro de 2025; o Pew Research Center, 34% em julho de 2026, abaixo do que Obama, Clinton e Reagan tinham em pontos equivalentes dos governos; e a Reuters/Ipsos, 35% em meados de setembro de 2026. Entre republicanos, a aprovação no Pew era de 69%; entre democratas, de 6%.
As eleições de meio de mandato de 3 de novembro de 2026 definem o controle da Câmara e do Senado. Na mesma pesquisa Reuters/Ipsos de setembro, os democratas tinham 44% das intenções de voto para o Congresso, contra 37% dos republicanos. Trump pede uma "Lei para Salvar a América", que exige documento e prova de cidadania para votar e restringe o voto por correio, e afirma que as eleições americanas são "fraudadas". Em 25 de setembro de 2026, a Suprema Corte autorizou, por 6 a 3, que o governo volte a usar o banco de dados SAVE para checar a cidadania de eleitores.
Linha do tempo
- 14 de junho de 1946: Donald John Trump nasce no Queens, em Nova York.
- Novembro de 2016: vence a eleição presidencial contra Hillary Clinton, com 304 votos no Colégio Eleitoral.
- 20 de janeiro de 2017: toma posse como 45º presidente.
- Dezembro de 2019: sofre o primeiro impeachment na Câmara; o Senado o absolve em fevereiro de 2020.
- Novembro de 2020: perde a reeleição para Joe Biden.
- 6 de janeiro de 2021: apoiadores invadem o Capitólio; o segundo impeachment é aprovado em 13 de janeiro, e o Senado o absolve de novo.
- Maio de 2024: é condenado em Nova York por 34 crimes de falsificação de registros comerciais.
- Novembro de 2024: vence Kamala Harris, com 312 votos no Colégio Eleitoral.
- 20 de janeiro de 2025: toma posse como 47º presidente.
- 2 de abril de 2025: anuncia as tarifas do "Dia da Libertação".
- 4 de julho de 2025: sanciona a One Big Beautiful Bill.
- 15 de agosto de 2025: reúne-se com Vladimir Putin no Alasca.
- 29 de setembro de 2025: apresenta o plano de paz de 20 pontos para Gaza.
- 3 de janeiro de 2026: forças americanas capturam Nicolás Maduro na Venezuela.
- 20 de fevereiro de 2026: a Suprema Corte derruba as tarifas baseadas na IEEPA.
- 28 de fevereiro de 2026: EUA e Israel atacam o Irã; começa a guerra do Irã.
- 7 de maio de 2026: recebe Lula na Casa Branca.
- 12 de julho de 2026: declara encerrado o cessar-fogo com o Irã.
- 15 de julho de 2026: os EUA anunciam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, em vigor desde 22 de julho.
- 9 de outubro de 2026: anuncia o acordo do diesel russo com Putin e escolhe Katie Zacharia como secretária de imprensa.
- 11 de outubro de 2026: anuncia um cessar-fogo de energia entre Rússia e Ucrânia.
- 3 de novembro de 2026: eleições de meio de mandato.
Perguntas frequentes
Quantos anos tem Donald Trump?
Trump nasceu em 14 de junho de 1946 e tem 80 anos. Ao tomar posse em 20 de janeiro de 2025, aos 78, tornou-se a pessoa mais velha a assumir a Presidência dos EUA.
Quando Trump foi eleito?
Duas vezes: em novembro de 2016, contra Hillary Clinton, e em novembro de 2024, contra Kamala Harris. Entre os dois mandatos, perdeu a eleição de 2020 para Joe Biden.
Quando termina o mandato de Trump? Ele pode ter um terceiro mandato?
O mandato atual começou em 20 de janeiro de 2025 e termina em 20 de janeiro de 2029. A 22ª Emenda à Constituição americana determina que "nenhuma pessoa será eleita para o cargo de presidente mais de duas vezes", limite que vale para Trump. O vice-presidente é JD Vance.
Por que Trump impôs tarifas ao Brasil?
Em julho de 2025, Trump ligou a tarifa de 50% ao julgamento de Jair Bolsonaro. A tarifa de 25% de julho de 2026 saiu de uma investigação comercial que acusou o Brasil de práticas desleais envolvendo o Pix, o etanol, as plataformas digitais e o desmatamento; a sobretaxa extra de 12,5% foi justificada com alegação de trabalho forçado.
Qual a relação entre Trump e Lula?
É uma relação de altos e baixos. Os dois se cruzaram na ONU em setembro de 2025, Lula foi recebido na Casa Branca em maio de 2026 e eles conversaram por telefone em agosto de 2026, mas as tarifas americanas sobre produtos brasileiros continuam em vigor e o governo brasileiro as contesta na OMC.
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