Congresso adia votações para 10 de agosto com foco na PEC da escala 6x1
O Legislativo retoma atividades com esforço concentrado em agosto para priorizar a PEC que extingue a jornada 6x1 e outros projetos estratégicos.
Pontos principais
- O Congresso Nacional adiou a retomada das votações deliberativas para o dia 10 de agosto.
- A estratégia parlamentar estabelece um esforço concentrado entre agosto e setembro para acelerar pautas prioritárias.
- O governo federal busca aprovar a PEC que extingue a escala 6x1 e reduz a jornada semanal para 40 horas.
- A pauta legislativa inclui temas como a PEC da Segurança Pública, a autonomia do Banco Central e o aumento do limite do MEI.
- O cronograma foi comprimido devido à proximidade das campanhas eleitorais de outubro.
- Lideranças da Câmara e do Senado buscam sincronizar votações para evitar que projetos fiquem travados entre as Casas.
- O Congresso também deve enfrentar a análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 e da Lei Orçamentária Anual (LOA).
O Congresso Nacional oficializou o adiamento das sessões deliberativas para o dia 10 de agosto, iniciando um período de esforço concentrado que deve se estender até setembro. A medida visa garantir a votação de projetos considerados prioritários pelo governo federal e pelas lideranças parlamentares antes que o calendário eleitoral de outubro domine a agenda legislativa. Entre as propostas centrais está a PEC que visa extinguir a escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal para 40 horas, pauta que o governo pretende impulsionar como um dos principais ativos políticos do semestre.
Além da PEC da jornada de trabalho, o Legislativo enfrenta uma agenda densa que inclui a PEC da Segurança Pública, a autonomia do Banco Central e a necessidade de votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, que ainda não foi deliberada. A votação da LDO, que prevê metas para indicadores econômicos como inflação e PIB, ocorrerá de forma simultânea à proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA). A sincronização entre Câmara e Senado é vista como essencial para evitar que projetos fiquem paralisados durante o período de campanha, garantindo que temas de impacto econômico e social avancem antes do encerramento das atividades parlamentares.
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