Congresso adia retorno presencial para 10 de agosto devido às eleições
Parlamentares priorizam o calendário eleitoral e concentram as votações em períodos específicos durante os meses de agosto e setembro.
Pontos principais
- O retorno das atividades presenciais no Congresso Nacional foi adiado para o dia 10 de agosto.
- A agenda legislativa será composta por esforços concentrados em apenas duas semanas até o pleito de outubro.
- A primeira semana pós-recesso será dedicada exclusivamente a sessões solenes e audiências em comissões.
- Projetos como a PEC da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública seguem sem previsão de votação imediata.
- A pauta deliberativa permanece travada pela necessidade de análise de 87 vetos presidenciais.
O Congresso Nacional retomou suas atividades após o recesso parlamentar com uma agenda deliberativa esvaziada, optando por adiar o retorno das atividades presenciais para o dia 10 de agosto. A decisão reflete a prioridade dos parlamentares em relação ao calendário eleitoral de 2026, levando as lideranças da Câmara e do Senado a estabelecerem um cronograma restrito de votações. Durante o restante do período que antecede o pleito de outubro, o Legislativo focará em dois períodos de esforço concentrado, deixando de lado pautas de maior impacto político neste momento inicial.
Nesta primeira semana de retorno, o cronograma será composto majoritariamente por sessões solenes e audiências públicas em comissões, sem sessões plenárias deliberativas previstas. Projetos de grande relevância, como a PEC do fim da escala 6x1, a PEC da Segurança Pública e o PL da Inteligência Artificial, permanecem pendentes. Além disso, o Legislativo enfrenta o desafio de destravar a pauta, que atualmente conta com 87 vetos presidenciais, enquanto se prepara para receber o projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027, cujo envio pelo governo federal está previsto para o final de agosto.
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