Congresso adia retorno das atividades presenciais para 10 de agosto
Parlamentares concentrarão votações em um cronograma restrito até as eleições de outubro, priorizando projetos de baixo impacto político.
Pontos principais
- O retorno das atividades presenciais no Congresso foi adiado para o dia 10 de agosto.
- O calendário legislativo prevê sessões concentradas em apenas duas semanas até o pleito de outubro.
- A Câmara dos Deputados focará em projetos remanescentes com menor impacto político.
- O Senado manterá o recesso na próxima semana, mantendo apenas comissões específicas em funcionamento.
- O governo tenta avançar com a PEC que propõe o fim da escala 6x1, atualmente travada na casa.
O Congresso Nacional oficializou o adiamento do retorno de suas atividades presenciais para o dia 10 de agosto. A decisão visa ajustar o cronograma legislativo ao período eleitoral de outubro, resultando em um regime de sessões concentradas em apenas duas semanas até o final do pleito. Enquanto a Câmara dos Deputados planeja priorizar votações de projetos com baixo impacto político, o Senado manterá o recesso, com exceção de comissões específicas. A articulação política do governo federal segue focada em destravar pautas sensíveis, como a PEC que propõe o fim da escala 6x1, que permanece sob análise no Senado, além de impasses envolvendo a atualização do MEI e a criminalização da misoginia. O movimento reflete a prioridade dos parlamentares em suas bases eleitorais durante os meses que antecedem as eleições.
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