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Moraes autoriza Flávio Bolsonaro a retomar visitas ao pai

No Brasil, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou Flávio Bolsonaro a retomar as visitas a Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar humanitária no Distrito Federal, depois que a suspensão de 90 dias terminou em 11 de outubro.

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Foto: G1 Política
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12/10 às 06:01 · atualizado 16:31

Pontos principais

  • Moraes decidiu em 12 de outubro, na Execução Penal 169 do Distrito Federal, retomar o regime de visitas de Flávio Nantes Bolsonaro a Jair Messias Bolsonaro.
  • A suspensão foi imposta em 13 de julho porque Flávio obteve, durante uma visita, uma carta de Jair Bolsonaro com a finalidade exclusiva de divulgá-la nas redes sociais.
  • Segundo Moraes, a conduta desrespeitou a proibição de uso de redes sociais por intermédio de terceiros e configurou “ostensivo desvio de finalidade” no direito de visita, nos termos do §1º do artigo 41 da Lei de Execução Penal.
  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu o retorno das visitas em 5 de outubro, e a suspensão de 90 dias terminou em 11 de outubro.
  • Moraes registrou que não houve fato superveniente que justificasse prorrogação, como ressaltou a Procuradoria-Geral da República em parecer.
  • As visitas voltam nos mesmos horários, condições e medidas de segurança anteriores.
  • Continuam vedadas a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio, nos termos da decisão de 17 de julho.
  • Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses, com regime inicial fechado, e está em prisão domiciliar humanitária desde 24 de março de 2026.
  • Moraes determinou comunicação imediata à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM).

No Brasil, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou Flávio Bolsonaro a retomar as visitas a Jair Bolsonaro. A decisão, tomada em 12 de outubro na Execução Penal 169 do Distrito Federal, veio depois do fim da suspensão de 90 dias imposta em 13 de julho.

A suspensão foi aplicada porque Flávio Bolsonaro obteve, durante uma visita, uma carta escrita por Jair Bolsonaro para ser divulgada nas redes sociais. Moraes afirmou que a conduta desrespeitou a vedação de uso das redes por intermédio de terceiros e permitiu a suspensão imediata, com base no artigo 41, §1º, da Lei de Execução Penal. A defesa pediu o retorno das visitas em 5 de outubro, e a Procuradoria-Geral da República, em parecer, ressaltou que não houve fato superveniente que justificasse prorrogação.

As visitas voltam nos mesmos horários e condições anteriores. Moraes manteve proibidas a finalidade político-eleitoral e a divulgação de quaisquer manifestos ou declarações, inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado. Ele determinou comunicação imediata à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e ao diretor do Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM).

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