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Campanha de Flávio Bolsonaro enviará novo relatório ao TSE sobre canal de Janones

A campanha de Flávio Bolsonaro vai apresentar ao TSE um novo relatório sobre o canal 'Exército do Lula', no WhatsApp, depois que a área técnica da Corte não localizou publicações com as afirmações denunciadas.

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Foto: Times Brasil
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12/10 às 18:45 · atualizado 20:01

Pontos principais

  • A Informação Técnica n. 001/2026 da AEED do TSE não localizou publicações reproduzindo as afirmações denunciadas entre 2 e 11 de outubro, segundo a campanha.
  • Segundo a campanha, o canal apagou 219 publicações em 18 minutos na madrugada de 8 de outubro, 42 minutos depois de Janones escrever que não divulgaria 'uma única fake news' até o fim da campanha.
  • Os dois vídeos ligados aos links apagados seguem nas redes, com 920 mil e 3,1 milhões de visualizações.
  • A campanha diz que a AIJE foi movida em segredo de justiça, com pedido de conservação dos dados pela Meta, e que o corregedor retirou o sigilo dois dias depois sem determinar nenhuma conservação.
  • A campanha diz ter feito espelhamento em tempo real do canal e preservado material na Secretaria Judiciária do TSE.
  • O ministro Kássio Nunes Marques determinou a suspensão do canal, revertida no mesmo dia pelo corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva.
  • A defesa de Janones argumenta que as mensagens questionadas já haviam sido removidas antes da ação judicial.

A campanha de Flávio Bolsonaro anunciou que vai levar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no Brasil, um novo relatório técnico sobre o canal de WhatsApp 'Exército do Lula', coordenado pelo deputado André Janones. O anúncio responde à Informação Técnica n. 001/2026 da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) do TSE, cujo resultado a campanha contesta. Para a campanha, o conteúdo ilícito estava nos links, e não nos comandos, e não pôde ser acessado depois que os dados foram apagados.

Segundo a campanha, o canal orienta seguidores a copiar e colar os conteúdos, em vez de encaminhá-los, para fugir dos limites de encaminhamento, e essas práticas descumprem o Plano de Conformidade firmado entre a Meta e o TSE.

A campanha afirma que busca apenas o cumprimento rigoroso da lei eleitoral e que combater canais que burlam o controle de desinformação não é censura, mas obrigação legal.

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