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Candidatos derrotados definem posições para o segundo turno de 2026

Renan Santos e Augusto Cury descartam apoios, enquanto PSD libera diretórios e Zema sinaliza oposição ao PT na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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05/10 às 12:45 · atualizado 14:32

Pontos principais

  • Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) anunciaram que não apoiarão nenhum dos candidatos no segundo turno.
  • O PSD, liderado por Ronaldo Caiado, liberou seus diretórios estaduais para decidirem livremente seus apoios.
  • Romeu Zema (Novo) declarou que se posicionará contra o PT, sem citar nominalmente Flávio Bolsonaro.
  • Augusto Cury manifestou a intenção de abandonar a carreira política após o pleito.
  • O segundo turno da eleição presidencial, entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, ocorre em 25 de outubro.

Os candidatos derrotados no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 começaram a definir seus posicionamentos para a etapa final da disputa. Renan Santos, quarto colocado no pleito, afirmou que não pedirá votos para nenhum dos finalistas, deixando seus eleitores livres para escolherem entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Na mesma linha, Augusto Cury, que terminou em terceiro lugar, anunciou que manterá silêncio sobre o segundo turno e declarou que pretende encerrar sua trajetória na política partidária.

Em contrapartida, o PSD, partido de Ronaldo Caiado, optou por liberar seus diretórios estaduais para que definam seus próprios apoios de forma independente. O próprio Caiado informou que discutirá seu posicionamento com o presidente da legenda, Gilberto Kassab. Já o governador Romeu Zema, do Novo, adotou uma postura mais incisiva ao declarar que estará contra o PT no segundo turno, embora não tenha mencionado explicitamente o nome de Flávio Bolsonaro em sua fala. O segundo turno da eleição está marcado para o dia 25 de outubro.

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