Ronaldo Caiado é um político brasileiro e atual governador de Goiás. Ele deixou o União Brasil e se filiou ao PSD, buscando uma plataforma para sua candidatura à Presidência da República em 2026. No PSD, Caiado foi oficialmente escolhido como o candidato do partido, posicionando-se como uma alternativa de centro-direita no cenário pós-bolsonarismo. Sua trajetória é marcada por alianças e negociações partidárias, visando fortalecer sua base e aspirações políticas nacionais.
Ronaldo Caiado é uma figura política brasileira, atualmente governador de Goiás. Após um período de negociações e alianças partidárias, ele deixou o União Brasil e se filiou ao Partido Social Democrático (PSD), motivado pela busca por uma plataforma para sua candidatura à Presidência da República. No PSD, Caiado foi oficialmente escolhido como o candidato do partido para a eleição presidencial de 2026, unindo-se inicialmente aos governadores Ratinho Jr. (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) como pré-candidatos. Ratinho Jr. posteriormente desistiu da disputa, e Caiado confirmou que o partido terá um candidato próprio, com apoio mútuo garantido entre os que se mantiveram na disputa interna. Sua trajetória política é marcada por alianças e negociações partidárias, visando fortalecer sua base e garantir a governabilidade em Goiás, bem como suas aspirações políticas nacionais, posicionando o PSD como uma alternativa de centro-direita no cenário pós-bolsonarismo. O partido enxerga espaço político em meio à polarização entre Lula e Bolsonaro, apesar de as chances serem consideradas baixas nas pesquisas de opinião.
A relação política entre Ronaldo Caiado e o ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, passou por um período de atritos. No entanto, buscando fortalecer sua base e garantir a governabilidade em Goiás, Caiado iniciou um processo de reaproximação com o PL. As negociações para uma aliança entre o União Brasil e o PL em Goiás começaram aproximadamente um ano antes de janeiro de 2026, com uma visita de Daniel Vilela, vice-governador de Goiás e presidente do MDB no estado, ao ex-presidente Bolsonaro. O objetivo principal dessa aproximação era a possibilidade de o PL indicar o candidato a vice na chapa de Caiado nas próximas eleições estaduais. Contudo, em 28 de janeiro de 2026, Caiado anunciou sua saída do União Brasil e filiação ao PSD. Essa decisão foi motivada pela resistência do União Brasil em confirmar sua candidatura à Presidência da República. No PSD, Caiado se juntou a outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto, como os governadores Ratinho Jr. (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), indicando uma disputa interna para a escolha do representante do partido na corrida presidencial. Eduardo Leite migrou do PSDB para o PSD em maio de 2025, e Ratinho Jr. já era cotado como pré-candidato antes de desistir da disputa. Caiado defende a estratégia de múltiplas candidaturas de oposição no primeiro turno como um passo para a oposição sair vitoriosa, visando enfrentar o governo do PT. O movimento do PSD, com a adesão de Caiado, é visto como uma articulação relevante no campo da centro-direita, buscando se posicionar como uma alternativa sem Bolsonaro para um cenário pós-bolsonarismo. A decisão, que envolve o presidente do partido, Gilberto Kassab, também é interpretada como um indicativo de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pode estar fora da corrida presidencial, dado que Kassab não faria um movimento tão ousado sem essa aposta. Em 14 de março de 2026, Caiado oficializou sua filiação ao PSD em um ato de campanha regional em Jaraguá, Goiás, onde apresentou Daniel Vilela como seu candidato à sucessão no governo do estado. Em 30 de março de 2026, Ronaldo Caiado foi oficialmente escolhido pelo PSD para ser o candidato do partido à Presidência da República, com o anúncio público de sua candidatura.
Atualizado em 5 de maio, 2026 às 10:47
Propostas de governo de Caiado (PSD) para as eleições de 2026, com base em pesquisa em fontes públicas.
Caiado propõe conceder anistia a todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo Jair Bolsonaro, visando a pacificação do país. Ele compara a medida aos atos de Juscelino Kubitschek após levantes militares na década de 1950.
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