Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz ao fim de bloqueio dos EUA
Teerã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em troca do fim de bloqueios portuários e alívio da pressão militar imposta pelo governo Trump.
Pontos principais
- O Irã exige a suspensão do bloqueio aos seus portos e o fim da pressão militar para liberar o Estreito de Ormuz.
- Teerã enviou uma nova proposta de acordo aos Estados Unidos por meio de mediadores.
- O Comando Militar Central iraniano ameaçou retaliação irrestrita em caso de novos bombardeios norte-americanos.
- O presidente Donald Trump declarou estar avaliando opções militares contra o país.
- Não há previsão de reunião entre o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e Donald Trump na ONU.
O governo do Irã sinalizou que está disposto a reabrir o Estreito de Ormuz em um prazo de sete dias, desde que os Estados Unidos suspendam o bloqueio aos portos iranianos e reduzam a pressão militar na região. A proposta foi entregue por mediadores durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde uma delegação iraniana afirma ter autoridade para discutir a retomada de relações diplomáticas com Washington.
Apesar da tentativa de negociação, o clima permanece tenso, com o Comando Militar Central do Irã prometendo retaliação sem limitações caso o país sofra novos ataques. Em resposta, o presidente Donald Trump afirmou que ainda está decidindo sobre possíveis ações militares contra o território iraniano. Até o momento, não há qualquer previsão de encontro entre Trump e o presidente Masoud Pezeshkian durante a agenda em solo americano.
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