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Coligação de Lula pede ao TSE liminar contra restrições de alcance da Meta

A coligação de Lula e Alckmin pediu ao TSE, no Brasil, medida urgente contra a Meta, que, segundo a coligação, restringe o alcance da campanha e dá distribuição desproporcional a conteúdos de Flávio Bolsonaro.

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Foto: Times Brasil
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14/10 às 12:03, atualizado 18:15

Pontos principais

  • Na ação, assinada pelos advogados Gean Ferreira e Evelyn Santos, a coligação pede tutela de urgência para interromper as restrições de alcance que atribui à plataforma.
  • Pede também a derrubada de perfis que considera inautênticos e a recomposição, em dobro, do alcance que diz ter perdido, custeada pela Meta e implementada antes da votação.
  • Segundo a coligação, testes apresentados ao TSE indicam que a Meta AI recusa imagens eleitorais de Lula citando a legislação, mas cria material favorável a Flávio Bolsonaro em casos semelhantes.
  • A coligação afirma que conteúdos ligados a Flávio Bolsonaro têm distribuição desproporcional e cita o deputado Nikolas Ferreira, cujos perfis teriam mais visualizações do que celebridades internacionais.
  • A coligação acusa a Meta de omissão diante de redes coordenadas que espalham conteúdo sintético, inclusive deepfakes, sem a identificação exigida pelas regras eleitorais.

A coligação de Lula e Alckmin, Brasil Pronto Pra Mais, levou o caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no Brasil. A própria coligação diz que as alegações ainda precisam ser avaliadas pela Justiça Eleitoral, e que o tratamento desigual não deve ser reconhecido antes de uma decisão. O presidente Lula e aliados endossam publicamente as acusações, que, segundo a campanha, afetam a equidade do processo democrático.

Além da ação, o coordenador da campanha, senador Camilo Santana, disse que levará as denúncias à Organização dos Estados Americanos (OEA), à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a observadores estrangeiros. Entre os episódios citados, a campanha aponta que buscas pelo grupo 'Exército de Lula' no WhatsApp sugeriam grupos bolsonaristas aos usuários. A Meta negou qualquer favorecimento político e atribuiu as oscilações de alcance a falhas técnicas.

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