Ataque ao aeroporto de Riade deixa 12 mortos e gera alerta de novos riscos
O grupo Houthi assumiu a autoria do ataque ao aeroporto de Riade, que deixou 12 mortos e 300 feridos, e emitiu ameaças contra terminais sauditas.
Pontos principais
- O ataque ao Aeroporto Internacional Rei Khalid causou 12 mortes e mais de 300 feridos.
- O grupo rebelde Houthi assumiu a autoria e alertou para novos ataques em aeroportos sauditas.
- Companhias aéreas internacionais cancelaram voos para a capital da Arábia Saudita.
- O presidente Donald Trump avalia uma possível resposta militar dos EUA contra os Houthis.
- Escolas em Riade adotaram o ensino remoto por uma semana devido à instabilidade na segurança.
O ataque ao Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, resultou na morte de 12 pessoas e deixou mais de 300 feridos, com diversos cidadãos estrangeiros entre as vítimas. O grupo rebelde Houthi assumiu a responsabilidade pelo bombardeio e emitiu um alerta para que viajantes e funcionários evitem aeroportos sauditas, exceto em Meca e Medina. Em resposta, companhias como Kuwait Airways, Etihad Airways e Qatar Airways cancelaram voos para a capital, enquanto embaixadas orientaram seus cidadãos a evitarem a região.
Diante da escalada, o presidente Donald Trump afirmou que o governo dos Estados Unidos avalia uma possível participação em bombardeios contra os Houthis. Internamente, o Ministério da Educação da Arábia Saudita determinou que as escolas de Riade operem em ensino remoto por uma semana. As autoridades locais seguem focadas no atendimento médico aos feridos e na proteção de infraestruturas estratégicas frente à recorrência das ameaças na região.
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