Taxas de prefixados sobem com alta do petróleo e juros globais
No Brasil, as taxas dos prefixados do Tesouro subiram na base de 7 de outubro, com petróleo e juros globais em alta, enquanto o mercado aguarda a primeira pesquisa Datafolha do segundo turno.
Pontos principais
- Segundo o Tesouro Nacional, na base de 7 de outubro, a taxa de compra da manhã do Tesouro Prefixado 2032 foi a 12,82% ao ano, ante 12,71% em 6 de outubro.
- O Tesouro Prefixado 2027 e o 2028 subiram 0,02 ponto percentual cada, e o Tesouro Prefixado 2029 ficou estável em 12,55%.
- O Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037 foi a 12,90% ao ano, ante 12,79% no dia anterior.
- O movimento foi impulsionado pela valorização do petróleo Brent, que superou US$ 104 o barril.
- Juros globais subiram após ata do Federal Reserve sinalizar novas altas nos EUA.
- Investidores aguardam a divulgação da primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno.
- Tesouro Nacional realizou leilão de R$ 33,3 bilhões em prefixados, o maior volume desde 2020.
No Brasil, as taxas dos prefixados do Tesouro subiram na base de 7 de outubro, o último dia publicado pelo Tesouro Nacional, depois da queda de 6 de outubro. A maioria dos vencimentos segue abaixo do nível de 5 de outubro, e a alta se concentrou nos títulos mais longos.
No cenário externo, o petróleo Brent ultrapassou a marca de US$ 104 por barril, e os juros globais subiram depois que a ata do Federal Reserve indicou que a maioria dos dirigentes do banco central americano enxerga espaço para novos aumentos nas taxas de juros ainda este ano. O mercado aguarda a primeira pesquisa Datafolha para o segundo turno das eleições presidenciais. O Tesouro Nacional concluiu um leilão de R$ 33,3 bilhões em títulos prefixados, o maior volume financeiro desde dezembro de 2020, sinalizando uma demanda resiliente por parte dos investidores.
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