Taxas do Tesouro Direto sobem pelo terceiro dia consecutivo
Títulos prefixados avançam pressionados pela alta dos juros americanos, valorização do petróleo e incertezas no cenário político brasileiro.
Pontos principais
- O Tesouro Prefixado 2032 atingiu a taxa de 14,14% ao ano nesta quinta-feira (24).
- Rendimento dos títulos americanos de 10 anos superou 5,12% após dados fortes do setor privado.
- Mercado aguarda a divulgação do IPCA-15 de setembro pelo IBGE nesta sexta-feira (25).
- Incertezas eleitorais e riscos climáticos para o agronegócio pressionam a curva de juros local.
As taxas dos títulos prefixados do Tesouro Direto registraram alta pelo terceiro dia consecutivo nesta quinta-feira (24), interrompendo uma sequência de quedas observada anteriormente. O movimento é impulsionado pela valorização dos juros americanos, que superaram 5,12% nos papéis de 10 anos, além da alta nos preços do petróleo e de incertezas no cenário político doméstico.
O mercado financeiro mantém cautela enquanto aguarda a divulgação do IPCA-15 de setembro, prevista para esta sexta-feira (25). Paralelamente, investidores monitoram riscos inflacionários decorrentes de fatores climáticos, como o impacto do El Niño no agronegócio, e os desdobramentos de pesquisas eleitorais que influenciam a volatilidade dos ativos brasileiros.
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