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Durigan defende split payment e rebate proposta de Flávio Bolsonaro

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que extinguir o split payment favorece fraudes fiscais, em resposta à campanha de Flávio Bolsonaro.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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08/10 às 09:45 · atualizado 12:35

Pontos principais

  • Dario Durigan defendeu a manutenção do split payment como pilar da reforma tributária.
  • O ministro afirmou que a eliminação do mecanismo favoreceria empresas que praticam fraudes fiscais.
  • A declaração foi uma resposta a Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro.
  • A equipe de Flávio Bolsonaro propôs o fim do sistema alegando prejuízos ao capital de giro das empresas.
  • O split payment prevê a separação automática do imposto no momento da operação comercial.
  • A implementação do sistema está programada para iniciar de forma gradual no segundo semestre de 2027.
  • Flávio Bolsonaro também defendeu, em sua plataforma, o reajuste de aposentadorias acima da inflação.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu publicamente a manutenção do mecanismo de split payment previsto na reforma tributária. Em entrevista ao Broadcast, Durigan rebateu as declarações de Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, que afirmou que um eventual governo do senador buscaria extinguir o instrumento. Segundo o ministro, o sistema é uma inovação tecnológica essencial para garantir transparência e simplificação tributária, além de atuar diretamente no combate às chamadas empresas noteiras.

Para o titular da Fazenda, a resistência ao avanço do split payment acaba por favorecer agentes que cometem fraudes fiscais em detrimento dos empresários que atuam dentro da legalidade. Do outro lado, a campanha de Flávio Bolsonaro argumenta que o modelo de separação automática do imposto no momento da transação comercial pode comprometer o capital de giro das empresas, especialmente as de menor porte. O mecanismo, que tem sua implementação gradual e facultativa prevista para o segundo semestre de 2027, permanece como um ponto de divergência central no debate econômico atual.

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