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Bradesco BBI mantém recomendação de venda para ações da Argentina

O banco cita riscos cambiais e inadimplência elevada para manter a postura cautelosa sobre o mercado acionário argentino.

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Foto: InfoMoney
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27/09 às 07:01

Pontos principais

  • Bradesco BBI mantém recomendação underweight para ativos da Argentina.
  • Inadimplência das famílias argentinas atingiu 12,9% em julho.
  • Demanda por dolarização somou US$ 3,1 bilhões no mês de julho.
  • Banco aponta Banco Macro, Vista, Pampa, TGS e IRSA como empresas com melhor valuation.

O Bradesco BBI reiterou sua recomendação de venda para ações argentinas, classificando o atual ciclo de crédito do país como um "efeito serrote". A instituição financeira aponta que a economia enfrenta desafios estruturais significativos, incluindo uma inadimplência das famílias que alcançou 12,9% em julho e uma confiança do consumidor que permanece em patamares deprimidos.

Além da fragilidade econômica, o relatório destaca a alta demanda por dolarização, com pessoas físicas adquirindo US$ 3,1 bilhões apenas no último mês. Embora o banco considere que a tese de reeleição do presidente Javier Milei continue competitiva, a falta de catalisadores para uma recuperação sustentável mantém o viés cauteloso. Para investidores que buscam exposição, o BBI sugere focar em empresas com melhor combinação de valuation e qualidade de balanço, como Banco Macro, Vista, Pampa, TGS e IRSA.

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