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EUA destroem três petroleiros iranianos após ataque no Golfo de Omã

Forças americanas retaliaram o Irã após mísseis serem disparados contra navios de guerra dos EUA, em operação que não deixou feridos entre militares americanos.

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Foto: G1 Mundo
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05/09 às 11:45, atualizado 14:45

Pontos principais

  • O Comando Central dos EUA confirmou a destruição de três petroleiros iranianos no Golfo de Omã.
  • A ação foi uma resposta ao disparo de mísseis balísticos pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica contra dois navios da Marinha americana.
  • Nenhum militar americano ficou ferido durante a operação, segundo o Centcom.
  • A mídia estatal iraniana confirmou os ataques, relatando que não houve vítimas e que incêndios foram controlados.
  • O almirante Brad Cooper declarou que os EUA não hesitarão em defender suas forças e atingir a frota petrolífera do Irã.
  • O governo americano investiga alegações iranianas de que ataques dos EUA teriam matado civis na cidade de Sirik.
  • A operação segue a política de 'petroleiro por petroleiro' autorizada pelo presidente Donald Trump.

As forças militares dos Estados Unidos realizaram uma operação no Golfo de Omã que resultou na destruição de três petroleiros iranianos. Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), a ofensiva foi uma resposta direta ao lançamento de mísseis balísticos pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica contra dois navios de guerra americanos no Estreito de Ormuz. Durante a patrulha, um porta-aviões e um contratorpedeiro dos EUA conseguiram evitar múltiplos ataques, e o Pentágono confirmou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. A mídia estatal iraniana confirmou os ataques, mas relatou que não houve vítimas e que os incêndios nas embarcações foram controlados. O almirante Brad Cooper reforçou que os EUA não hesitarão em defender suas forças e atingir a frota petrolífera do Irã caso novos ataques ocorram.

A manobra consolida a política de 'petroleiro por petroleiro' sancionada pelo presidente Donald Trump, que busca equilibrar as perdas materiais em meio à escalada do conflito. Paralelamente, o governo americano iniciou uma investigação sobre alegações iranianas de que ataques dos EUA teriam resultado na morte de civis na cidade de Sirik. Embora o embate supere as expectativas iniciais de uma resolução rápida, o presidente Trump tem minimizado a situação, classificando-a como algo aquém de uma guerra. A continuidade das hostilidades, que já dura seis meses, segue gerando preocupações sobre o impacto nos mercados globais de energia e no tráfego marítimo no Estreito de Ormuz.

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