EUA realizam ataques contra alvos da Guarda Revolucionária no Irã
O Comando Central dos EUA iniciou ofensiva contra alvos militares iranianos no Estreito de Ormuz para proteger a navegação comercial e bases americanas na região.
Pontos principais
- O Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou ataques contra alvos do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) no Irã.
- A operação foi autorizada pelo presidente Donald Trump como parte de uma nova política de retaliação denominada 'petroleiro por petroleiro'.
- A ofensiva atingiu cerca de 100 alvos, incluindo sistemas de radar, lançadores de mísseis e dois petroleiros iranianos.
- A ação responde a tentativas recentes de ataques iranianos contra navios comerciais e militares americanos no Estreito de Ormuz.
- O Irã tentou retaliar com disparos de mísseis balísticos e drones contra bases americanas no Bahrein, Kuwait e Iraque, mas a maioria foi interceptada.
- Autoridades americanas negaram relatos de mídia estatal iraniana sobre vítimas civis em Kuhestak.
- O governo dos EUA afirma que os ataques visam degradar a capacidade ofensiva iraniana e garantir a segurança do tráfego marítimo.
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) iniciou, nesta terça-feira, uma série de ataques aéreos contra alvos do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) em território iraniano. A operação, autorizada pelo presidente Donald Trump, marca a implementação de uma nova política de retaliação direta, apelidada de 'petroleiro por petroleiro', em resposta a ameaças crescentes contra navios comerciais e militares americanos que operam no Estreito de Ormuz. Segundo o Pentágono, a ofensiva atingiu cerca de 100 alvos estratégicos, incluindo sistemas de radar e lançadores de mísseis, visando neutralizar a capacidade ofensiva iraniana na região. Em uma tentativa de revide, o Irã lançou mísseis balísticos e drones contra bases americanas no Bahrein, Kuwait e Iraque, mas a maioria dos artefatos foi interceptada pelos sistemas de defesa dos EUA. Autoridades americanas refutaram alegações da mídia estatal iraniana sobre possíveis danos a civis, reiterando que a missão foi estritamente militar. A escalada das hostilidades reflete a tensão contínua na região, onde o controle do Estreito de Ormuz é vital para o tráfego marítimo global. A administração Trump sustenta que a ação é necessária para assegurar a liberdade de navegação e proteger o pessoal militar americano destacado em bases no Oriente Médio.
