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EUA intensificam ataques ao Irã e desativam petroleiro no Estreito de Ormuz

Conflito entre EUA e Irã se expande com novos ataques aéreos e navais, enquanto Teerã liberta cidadã americana em meio à escalada de tensões regionais.

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Foto: SCMP - World
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15/07 às 20:15 · atualizado 16/07 às 08:15

Pontos principais

  • Aeronaves dos EUA desativaram um petroleiro vazio próximo à Ilha Kharg após a embarcação ignorar avisos de bloqueio naval.
  • Ataques aéreos americanos atingiram defesas costeiras, locais de mísseis e infraestruturas em Teerã e Bushehr.
  • O governo iraniano reportou a morte de mais de 30 civis no sul do país durante os bombardeios.
  • O Irã expandiu o conflito ao realizar disparos contra instalações no Bahrein, Kuwait e Jordânia.
  • O presidente Donald Trump confirmou a libertação de Dena Karari, cidadã americana detida no Irã desde 2024.
  • Trump ameaçou atacar infraestruturas de energia iranianas caso o país não retorne às negociações imediatas.

A escalada militar entre Estados Unidos e Irã atingiu um novo patamar, com o quinto dia consecutivo de operações intensas. As forças americanas ampliaram o escopo de seus ataques, atingindo defesas costeiras e locais de mísseis em Teerã e Bushehr. No Estreito de Ormuz, aeronaves dos EUA desativaram um petroleiro vazio próximo à Ilha Kharg que tentava romper o bloqueio naval imposto aos portos iranianos. Em resposta, o Irã expandiu o conflito ao realizar disparos contra o Bahrein, Kuwait e Jordânia, enquanto o impacto humanitário cresce com o relato de mais de 30 civis mortos no sul do território iraniano.

Em um desdobramento diplomático paralelo, o presidente Donald Trump confirmou a libertação de Dena Karari, uma cidadã com dupla nacionalidade que estava detida no Irã desde 2024. Apesar da soltura, a situação permanece volátil, com Trump condicionando o fim das hostilidades ao retorno do governo iraniano às mesas de negociação e ameaçando atingir infraestruturas de energia estratégicas. A comunidade internacional monitora a possibilidade de o confronto evoluir para um conflito aberto, enquanto as ações americanas visam desmantelar capacidades militares que ameaçam a navegação e a estabilidade regional.

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