Casas Bahia enfrenta ações de despejo em meio à recuperação judicial
A varejista lida com dezenas de ações de despejo e notificações de rescisão contratual em lojas e galpões logísticos por atrasos em aluguéis.
Pontos principais
- A Casas Bahia enfrenta dezenas de ações de despejo e notificações de rescisão em diversas cidades, especialmente em São Paulo.
- A inadimplência atinge tanto lojas físicas quanto centros logísticos essenciais para a operação da rede.
- O HSI Logística Fundo de Investimento Imobiliário confirmou inadimplência nos aluguéis de agosto e avalia medidas judiciais.
- A empresa busca manter os imóveis sob alegação de que são fundamentais para a continuidade das atividades e geração de caixa.
- O grupo ocupa mais de 1 milhão de metros quadrados em galpões, sendo 78% pertencentes a fundos de investimento imobiliário.
A Casas Bahia enfrenta uma onda de ações de despejo e notificações de rescisão contratual em todo o país, com foco em unidades localizadas no estado de São Paulo. O movimento ocorre enquanto a varejista tenta reestruturar uma dívida de R$ 17,3 bilhões por meio de um processo de recuperação judicial. A empresa argumenta que a manutenção desses espaços é vital para a continuidade de suas operações e para a geração de caixa necessária ao plano de recuperação. Entre os credores, o HSI Logística Fundo de Investimento Imobiliário relatou atrasos nos pagamentos de agosto e sinalizou a possibilidade de buscar o despejo. Atualmente, a varejista ocupa mais de 1 milhão de metros quadrados em imóveis logísticos, dos quais 78% são de propriedade de fundos de investimento imobiliário, tornando a resolução desses contratos um ponto crítico para a estabilidade da companhia.
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