Fifa rebate críticas e defende mandato de Gianni Infantino
A entidade classificou como um esforço coordenado as pressões pela renúncia de seu presidente em meio a polêmicas sobre direitos comerciais.
Pontos principais
- A Fifa classificou as pressões pela renúncia de Gianni Infantino como uma campanha orquestrada e contínua.
- A entidade negou irregularidades na proposta de privatização de direitos comerciais da Copa do Mundo.
- A Uefa decretou boicote a competições da Fifa em resposta ao plano de investimentos privados.
- A Fifa afirmou que contestará reportagens que considere imprecisas sobre sua administração e reformas internas.
A Fifa emitiu um comunicado oficial para rebater as crescentes pressões pela renúncia de seu presidente, Gianni Infantino. A entidade classificou as críticas como um esforço coordenado e injusto para minar sua gestão e a credibilidade da organização, destacando que qualquer tentativa de destituição deve respeitar estritamente os processos eleitorais e estatutários vigentes. O posicionamento reforça a postura defensiva da cúpula da Fifa diante de uma campanha que, segundo a nota, busca desestabilizar a administração atual.
Este cenário de tensão é agravado pela polêmica proposta de privatização de direitos comerciais da Copa do Mundo, avaliada em 20 bilhões de dólares, que motivou um boicote da Uefa às competições da entidade. Além das disputas internas sobre a condução de reformas e políticas de governança, o contexto político ganha contornos globais com a menção à proximidade entre Infantino e o presidente dos EUA, Donald Trump, em discussões sobre iniciativas como o Prêmio Fifa da Paz.
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