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Analistas projetam destaques e riscos para balanços do 3T26

Santander e Morgan Stanley avaliam o desempenho de doze empresas brasileiras para a temporada de resultados do terceiro trimestre de 2026.

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Foto: InfoMoney
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21/10 às 05:31, atualizado 17:05

Pontos principais

  • Santander aponta Embraer, Gerdau, Multiplan, Nubank, Smart Fit e Vibra como potenciais destaques positivos.
  • CSN Mineração, Grupo Mateus, Grupo SBF, Marcopolo e Porto Seguro são listadas pelo Santander como destaques negativos.
  • Morgan Stanley destaca a Natura como uma das empresas com maior risco de frustração nos resultados.
  • A temporada de balanços dos grandes bancos tem início no dia 22 de outubro com o Bradesco.
  • XP Investimentos prevê resultados desiguais, com alta no setor de óleo e gás e pressão no varejo.
  • O mercado monitora a deterioração do ciclo de crédito e o aumento da inadimplência no sistema bancário.
  • Analistas projetam uma recuperação econômica mais robusta para 2027, impulsionada por juros menores.

A temporada de balanços do terceiro trimestre de 2026 ganha contornos definidos com as projeções de grandes instituições financeiras. Analistas do Santander e do Morgan Stanley identificaram doze empresas brasileiras que devem apresentar desempenhos distintos, variando entre potenciais destaques positivos e riscos de decepção para os investidores. Enquanto nomes como Embraer, Nubank e Vibra aparecem com perspectivas favoráveis, empresas como a Natura e o Grupo SBF enfrentam projeções de maior cautela por parte do mercado.

O cenário macroeconômico exerce forte influência sobre essas expectativas, com o setor financeiro sob vigilância devido ao aumento da inadimplência e à necessidade de maiores provisões para crédito. Paralelamente, a XP Investimentos reforça a disparidade setorial, prevendo um trimestre forte para óleo e gás, mas com desafios significativos para o varejo e a mineração. A expectativa geral do mercado permanece voltada para uma melhora mais consistente do ambiente de negócios a partir de 2027, quando se espera um ciclo de juros mais baixos e maior estabilidade econômica.

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