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Trump suspende sanções da Lei Graham para manter negociações de paz

Donald Trump suspendeu sanções contra a Rússia, justificando que a medida visa manter Moscou na mesa de negociações de paz.

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Foto: Times Brasil
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18/10 às 18:15, atualizado 19:45

Pontos principais

  • A ordem executiva de 16 de outubro de 2026 suspende sanções e tarifas da Lei Lindsey O. Graham contra a Rússia.
  • Trump justificou a decisão afirmando que a manutenção das sanções prejudicaria o andamento das negociações de paz.
  • O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou a medida, classificando a postura de Trump como um erro histórico.
  • O enviado russo Kirill Dmitriev elogiou a suspensão, argumentando que as sanções causariam danos aos mercados global e americano.
  • A suspensão não tem prazo fixo e permanece válida até que o presidente ou o secretário de Estado determinem ação adicional.

Por ordem executiva de 16 de outubro, Donald Trump suspendeu nos Estados Unidos a aplicação de sanções e tarifas contra a Rússia previstas na Lei Lindsey O. Graham de Sanções à Rússia e ao Irã, de 2026. A medida abrange restrições das seções 102(a), 102(d), 102(e), 103 a 111 e 117, além das tarifas das seções 112 e 113, que incluíam aumentos de 500% sobre bens russos e tarifas de 100% sobre importadores de energia e facilitadores de evasão de sanções. Trump certificou ao Congresso que a suspensão atende ao interesse nacional, argumentando que a medida é necessária para evitar o afastamento da Rússia das negociações de paz.

A decisão gerou reações distintas no cenário internacional. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, criticou a postura de Trump, classificando o alinhamento com as demandas russas como um erro histórico. Em contrapartida, o enviado russo Kirill Dmitriev elogiou a medida, afirmando que as sanções impostas anteriormente causariam danos significativos aos mercados global e americano. A suspensão não possui prazo fixo e permanecerá em vigor até que o presidente ou o secretário de Estado determinem uma nova ação, enquanto a emergência nacional contra atividades governamentais russas prejudiciais, prorrogada em março de 2026, segue inalterada.

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