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Líder do PT defende votação de projeto que amplia teto do MEI

No Brasil, o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, defende a votação de projeto que amplia o teto do MEI; o PLP 108/2021, já pronto para pauta no Plenário, permite o enquadramento como MEI com receita de até R$ 130 mil.

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Foto: Câmara dos Deputados
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13/10 às 17:45, atualizado 14/10 às 00:33

Pontos principais

  • O PLP 108/2021, do Senado, permite o enquadramento como MEI de quem tem receita bruta anual de até R$ 130 mil e a contratação de até dois empregados.
  • A Câmara registra o PLP 108 como pronto para pauta no Plenário, em regime de urgência, mas com parecer do relator ainda pendente na comissão especial à qual foi despachado em 28 de abril.
  • O PLP 186/2026, enviado pelo Executivo em 29 de junho, fixa R$ 110 mil de receita bruta anual para 2027 e R$ 140 mil a partir de 2028.
  • O texto do Executivo condiciona a ampliação do limite à consideração da respectiva renúncia de receita na lei orçamentária de 2027 a 2029.
  • O PLP 186 ainda aguarda despacho do presidente da Câmara e recebeu pedidos de apensação ao PLP 108 de Jorge Goetten e Fausto Pinato, em 7 de julho, e de Cezinha de Madureira, em 24 de agosto.

No Brasil, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai, defende que um projeto que amplia o teto de faturamento do MEI entre na pauta de votações, em Brasília. Entre as propostas em tramitação, o PLP 108/2021, de autoria do Senado, permite o enquadramento como MEI de quem tem receita bruta anual de até R$ 130 mil e a contratação de até dois empregados. A Câmara registra a matéria como pronta para pauta no Plenário, em regime de urgência, mas com parecer do relator ainda pendente na comissão especial à qual foi despachada em 28 de abril.

O projeto do Executivo, o PLP 186/2026, apresentado em 29 de junho com a Mensagem 560/2026, fixa em R$ 110 mil o limite de receita bruta anual para 2027 e em R$ 140 mil a partir de 2028. O texto condiciona a ampliação à previsão da renúncia de receita nas leis orçamentárias de 2027 a 2029. A proposta ainda aguarda despacho do presidente da Câmara e acumula pedidos para ser apensada ao PLP 108.

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