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Lula anuncia votação sobre fim da escala 6x1 para quarta-feira

Em ato de campanha na Avenida Paulista, o presidente Lula confirmou que a votação do fim da escala 6x1 ocorrerá na próxima quarta-feira, após acordo com o presidente do Senado.

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Foto: Times Brasil
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11/10 às 14:45, atualizado 18:01

Pontos principais

  • O presidente Lula afirmou que a data da votação foi definida em tratativas com o senador Davi Alcolumbre.
  • A proposta de alteração na jornada de trabalho é um dos temas centrais da reta final da campanha.
  • Lula defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública para ampliar a atuação da União no combate ao crime.
  • O petista criticou a decisão do ministro Nunes Marques, do TSE, que determinou a suspensão do canal 'Exército do Lula' no WhatsApp.
  • A equipe jurídica do presidente planeja questionar a Justiça Eleitoral sobre decisões consideradas tendenciosas.
  • O ato na Avenida Paulista contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e aliados políticos.
  • Lula incentivou o comparecimento de eleitores acima de 70 anos para reduzir os índices de abstenção no segundo turno.

Durante um ato de campanha realizado neste domingo na Avenida Paulista, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que a votação para o fim da escala de trabalho 6x1 está agendada para a próxima quarta-feira (14). O chefe do Executivo afirmou que a data foi definida após negociações com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacando a importância da pauta para o seu projeto de reeleição. Além da jornada de trabalho, o presidente reiterou o compromisso com a votação da PEC da Segurança Pública, que visa conferir maior protagonismo ao governo federal no enfrentamento à criminalidade em todo o país.

O evento também foi marcado por críticas do presidente à atuação da Justiça Eleitoral. Lula contestou a decisão do ministro Nunes Marques, presidente do TSE, que ordenou a suspensão do canal de WhatsApp 'Exército do Lula' após um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro. Em resposta, o presidente informou que sua equipe jurídica apresentará um pedido de explicações ao tribunal, alegando que certas decisões judiciais têm sido tendenciosas contra sua candidatura. O ato, que reuniu milhares de apoiadores, contou ainda com discursos do vice-presidente Geraldo Alckmin em defesa da democracia e apelos para que os eleitores idosos compareçam às urnas no dia 25 para combater a abstenção.

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