Ataques houthis a aeroporto de Riade deixam 12 mortos e 309 feridos
Bombardeios contra o aeroporto de Riade elevaram a tensão regional e levaram o governo dos EUA a avaliar uma possível intervenção militar no conflito.
Pontos principais
- Ataques dos rebeldes houthis ao aeroporto de Riade resultaram em 12 mortes e 309 feridos.
- Um cidadão americano está entre as vítimas fatais, pressionando o governo Trump por uma resposta.
- O grupo houthi também reivindicou ataques contra o aeroporto de Dammam e instalações da Saudi Aramco.
- Companhias aéreas suspenderam voos para a capital saudita e escolas adotaram o ensino remoto.
- O presidente Donald Trump declarou que os Estados Unidos consideram se juntar à coalizão saudita.
- O grupo rebelde, sediado no Iêmen, confirmou a autoria da ofensiva contra a capital saudita.
- Novos relatos confirmam que o aeroporto de Riade foi alvo de uma nova investida recente, agravando o cenário de insegurança.
Uma série de ataques reivindicados pelos rebeldes houthis, grupo sediado no Iêmen, atingiu o aeroporto internacional de Riade, na Arábia Saudita, resultando em 12 mortes e deixando mais de 300 pessoas feridas. A ofensiva, que ocorreu ao longo do último fim de semana, incluiu o uso de mísseis e forçou a paralisação de operações aéreas, com diversas companhias internacionais suspendendo voos para a capital saudita. Como medida de segurança, autoridades locais determinaram que as escolas da região passem a operar em regime de ensino remoto durante a próxima semana. Relatos recentes indicam que o terminal foi alvo de uma nova investida, mantendo o estado de alerta na infraestrutura crítica do país.
A gravidade dos ataques, que também visaram o aeroporto de Dammam e instalações da petroleira Saudi Aramco, elevou a tensão geopolítica na região. A presença de um cidadão americano entre as vítimas fatais intensificou a pressão sobre o presidente Donald Trump, que afirmou que os Estados Unidos avaliam a possibilidade de participar de ações militares contra os rebeldes. Enquanto o governo saudita classifica as investidas como crimes de guerra, aliados como Turquia e Paquistão sinalizaram apoio diplomático, embora tenham descartado o envio de tropas para operações ofensivas diretas.
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