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Flávio Bolsonaro defende fim da reeleição e promete reajuste a aposentados

Em agenda de campanha, o candidato à presidência propôs o fim da reeleição presidencial e garantiu reajustes acima da inflação para aposentados.

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Foto: G1 Política
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08/10 às 22:45 · atualizado 09/10 às 00:32

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro defendeu o fim da reeleição para cargos do Executivo, propondo que a regra seja aplicada ao seu próprio mandato.
  • O candidato afirmou ter apresentado uma PEC em março de 2026 para extinguir a reeleição, deixando a definição da duração do mandato a cargo do Congresso.
  • Em transmissão ao vivo, o presidenciável prometeu reajustes acima da inflação para aposentadorias, classificando o benefício como sagrado.
  • O candidato negou boatos sobre cortes em benefícios sociais e acusou a atual gestão de prejudicar o poder de compra dos aposentados.
  • A campanha de Flávio Bolsonaro conta com o apoio de 14 governadores eleitos e do terceiro colocado no primeiro turno, Augusto Cury.
  • O segundo turno das eleições presidenciais entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está marcado para 25 de outubro.

Durante agenda de campanha realizada em Brasília, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro defendeu a extinção da reeleição para cargos do Poder Executivo. Em transmissão ao vivo realizada no dia 8 de outubro, o postulante ao cargo afirmou que já apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de limitar o exercício do mandato presidencial a apenas um período, deixando a definição sobre a duração exata — se quatro ou cinco anos — para deliberação do Congresso Nacional.

Além da pauta institucional, o candidato abordou temas econômicos voltados ao eleitorado idoso, prometendo que, caso seja eleito, manterá os reajustes das aposentadorias acima da inflação. Flávio Bolsonaro classificou o benefício como uma questão sagrada e refutou vídeos que circulam nas redes sociais sugerindo que sua gestão cortaria proventos de aposentados, classificando tais conteúdos como desinformação e acusando o atual governo de ter corroído o poder de compra dessa parcela da população.

O movimento ocorre em um momento de consolidação de alianças para o segundo turno das eleições, marcado para o dia 25 de outubro. O candidato, que disputa a preferência do eleitorado contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reuniu recentemente o apoio de 14 governadores eleitos e formalizou uma carta de compromissos com o ex-candidato Augusto Cury, que inclui pautas como a pacificação nacional e o incentivo ao microempreendedorismo.

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