França enfrenta dia nacional de protestos estudantis após onda de prisões
Estudantes franceses convocam novos atos por investimentos na educação, após meses de conflitos que deixaram mais de 5.000 detidos e diversos feridos.
Pontos principais
- Mais de 5.000 pessoas foram presas desde setembro, sendo 87% menores de idade.
- Confrontos deixaram pelo menos 190 estudantes feridos, com casos graves de mutilação.
- O sindicato estudantil USL rejeitou as propostas governamentais por considerá-las insuficientes.
- O governo reportou que 24 escolas foram alvo de incêndios ou saques durante os distúrbios.
A França se prepara para um novo dia nacional de protestos estudantis, intensificando a pressão sobre o governo por maiores investimentos no setor educacional. Desde o início das manifestações em setembro, o país registrou mais de 5.000 prisões, das quais a grande maioria envolve menores de idade, além de 190 estudantes feridos em confrontos diretos com as forças de segurança.
Embora o governo tenha apresentado medidas para melhorar as condições das escolas, o sindicato USL rejeitou as propostas, classificando-as como insuficientes para atender às demandas da categoria. O cenário é agravado por episódios de violência, incluindo o registro de 24 escolas saqueadas ou incendiadas. Enquanto a classe política diverge sobre a responsabilidade pelos atos, o clima de tensão permanece elevado em todo o território francês.
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