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Ex-engenheiros da Groq processam conselho por acordo com a Nvidia

A petição sustenta que a licença e a migração da equipe transferiram o controle da Groq à Nvidia sem voto dos acionistas e pede a anulação do negócio ou indenização.

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05/10 às 09:00

Pontos principais

  • A petição foi protocolada em 2 de outubro e tornada pública em 5 de outubro; o caso é Serebrin v. Ross, nº 2026-1291-LWW.
  • Segundo a petição, os US$ 17 bilhões seriam pagos em parcelas: US$ 13 bilhões no fechamento, US$ 3 bilhões após a entrega da propriedade intelectual, o lançamento do primeiro produto com a tecnologia ou em 30 de junho de 2026, e US$ 1 bilhão em 24 de dezembro de 2026.
  • A petição estima que 150 a 200 engenheiros foram para a Nvidia e afirma que a empresa reservou US$ 3 bilhões em ações restritas para funcionários que se juntassem a ela; alguns receberam alocações.
  • Segundo a petição, Morgan Stanley abordou 36 potenciais compradores ou licenciadores entre 29 de dezembro de 2025 e 9 de fevereiro de 2026, recebeu três manifestações de interesse e nenhuma proposta considerada convincente.
  • A petição registra que, em 17 de agosto de 2026, a Groq levantou US$ 350 milhões em uma rodada Série A com avaliação pós-investimento implícita de US$ 3,5 bilhões; a Nvidia participou.
  • Os autores pedem a rescisão da licença e dos demais componentes da operação, ou indenização se a reversão não for viável.

Na petição, Serebrin e Rubin alegam que a licença e a transferência de funcionários formaram uma aquisição de fato, feita sem o voto dos acionistas exigido pela lei de Delaware. A peça diz que o acordo foi anunciado e fechado em 24 de dezembro de 2025, sem aviso prévio aos acionistas, e que não houve processo para testar o valor da empresa antes da assinatura.

Segundo a petição, a busca por alternativas começou cinco dias depois: Morgan Stanley contatou 36 potenciais compradores entre 29 de dezembro de 2025 e 9 de fevereiro de 2026, mas nenhuma proposta foi considerada convincente. Os autores pedem a rescisão da licença e de outros componentes da operação, ou indenização caso a reversão não seja viável.

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