Super Micro isenta alta administração em caso de chips para a China
Investigação interna da Super Micro não encontrou evidências de participação de executivos no envio ilegal de chips de IA para a China.
Pontos principais
- A investigação interna concluiu que a atual alta administração não teve envolvimento no esquema de contrabando.
- Dois ex-funcionários e um antigo contratado respondem a acusações criminais pelo envio ilegal de tecnologia.
- A empresa afirmou que não houve vendas diretas para compradores restritos e que suas finanças estão íntegras.
- Funcionários de vendas e suporte técnico foram demitidos por descumprimento de políticas internas.
- A companhia reforçou seus controles globais e o programa de conformidade com as regras de exportação dos EUA.
A Super Micro Computer concluiu uma investigação interna que isentou sua atual alta administração de qualquer participação ou conhecimento sobre o suposto contrabando de servidores equipados com chips de inteligência artificial para a China. O caso, que gerou escrutínio regulatório, envolve acusações criminais contra dois ex-funcionários e um antigo contratado da empresa. Segundo a companhia, não foram identificadas vendas diretas para entidades sob restrição comercial, e as demonstrações financeiras permanecem íntegras. Como resposta ao incidente, a Super Micro aplicou medidas disciplinares, incluindo demissões em áreas estratégicas como vendas e suporte técnico, por violações de políticas internas. A empresa também anunciou o fortalecimento de seus controles globais para garantir total conformidade com as rigorosas leis de exportação dos Estados Unidos, visando mitigar riscos futuros e restaurar a confiança dos investidores diante das tensões tecnológicas entre Washington e Pequim.
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