Governo adia diálogo com clubes enquanto setor de bets recorre ao STF
O Ministério do Esporte postergou reunião sobre proibição das apostas, enquanto entidades buscam no STF a suspensão da medida provisória de Lula.
Pontos principais
- Ministério do Esporte adiou reunião com CBF e clubes sobre perda de receitas.
- Sinafut busca atuar como amicus curiae em ações no STF contra a medida.
- Entidades do setor pedem suspensão da MP alegando aumento de plataformas ilegais.
- Anseja protocolou nova Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo.
- Advocacia-Geral da União pediu 72 horas para defender a medida provisória.
O Ministério do Esporte adiou a reunião que discutiria com a CBF e clubes de futebol os impactos financeiros da proibição das apostas esportivas. O encontro visava debater a perda de receitas decorrente da medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que restringiu a operação das bets no país.
Paralelamente, o setor intensificou a ofensiva jurídica no Supremo Tribunal Federal. Entidades como a ANJL e o IBJR solicitaram a suspensão dos efeitos da norma, argumentando que a proibição estimula o crescimento de plataformas ilegais. Enquanto a Anseja ingressou com uma nova Ação Direta de Inconstitucionalidade, a Advocacia-Geral da União solicitou um prazo de 72 horas para apresentar a defesa do governo sobre a constitucionalidade da medida perante a Corte.
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