TSE ordena remoção de boato sobre Flávio Bolsonaro e padroeira
Justiça eleitoral determina retirada de publicações falsas que ligavam Flávio Bolsonaro a uma proposta contra Nossa Senhora Aparecida.
Pontos principais
- Boato gerou mais de 180 mil comentários em redes sociais em 20 horas.
- Ministro André Mendonça, do TSE, ordenou a remoção do conteúdo falso das plataformas.
- Defesa de Flávio Bolsonaro protocolou notícia-crime contra coordenador da Secom.
- Informação falsa distorceu projeto de lei arquivado de 2007.
- Representação aponta disseminação coordenada por ao menos 29 perfis.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio de decisão do ministro André Mendonça, determinou a remoção de publicações nas redes sociais que associavam o candidato Flávio Bolsonaro a uma suposta proposta para retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. O conteúdo falso, que gerou mais de 180 mil comentários em apenas 20 horas, baseava-se em um projeto de lei de 2007 já arquivado. A narrativa ganhou força após declarações do candidato sobre suas intenções de governo, provocando uma onda de desinformação amplamente compartilhada.
Em resposta, a defesa de Flávio Bolsonaro apresentou uma notícia-crime ao Ministério Público Eleitoral solicitando a prisão preventiva de um coordenador da Secom e a investigação de 29 perfis suspeitos de coordenar a disseminação do boato. O pedido inclui ainda a busca e apreensão de equipamentos eletrônicos dos envolvidos. O caso destaca o impacto da desinformação no cenário eleitoral, levando a campanhas a buscarem medidas judiciais rigorosas para conter a propagação de conteúdos inverídicos.
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